História Stay with me - Imagine Jonghyun - Capítulo 13


Escrita por: e Yejinshi

Postado
Categorias SHINee, Super Junior, T.O.P
Personagens Choi Siwon, Jinki Lee (Onew), Jonghyun Kim, Minho Choi, Personagens Originais, T.O.P
Tags Comedia, Drama, Imagine, Jonghyun, Minho, Onew, Romance, Shinee, Siwon, Super Junior, Top, Universo Alternativo
Visualizações 37
Palavras 1.087
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura.

Capítulo 13 - Ódio


Fanfic / Fanfiction Stay with me - Imagine Jonghyun - Capítulo 13 - Ódio

(s/n) point of view

Jinki basicamente me arrastou até ao palácio, me jogou em um quarto, e me trancou lá. Estou me sentindo a própria Rapunzel, falando sério.

A falsidade dele até poucos minutos atrás realmente ultrapassou minhas expectativas. Atua super bem esse menino, preciso debutar essa preciosidade.

As portas se abriram, revelando por trás delas o rosto que eu menos queria ver no momento: Lee Jinki. Ele caminhou até a cama onde eu estava, e sentou-se ao meu lado. Tinha um sorriso mínimo, e inocente no rosto. A vontade de apertar e matar ao mesmo tempo estava grande.

– Me desculpe por toda essa confusão, e por tê-la deixado aqui sozinha, é que eu realmente precisava resolver alguns assuntos.

A naturalidade com ele falava era impressionante. Era realmente possível uma pessoa normal não sentir nenhum peso na consciência?

– Você sabe, não sabe?

– Sobre o quê?

– Que o seu pai realmente permitiu com que eu me casasse com Jonghyun.

– Não. Não sei de nada, eu disse isso lá fora. Por quê? Você deseja se casar com meu irmão?

– Se eu dissesse que sim, você cancelaria esse casamento ridículo?

– Não posso. Não estou me casando com você porque eu quero, e sim porque essa foi a última ordem que vossa majestade deu. Seu último desejo deve ser cumprido.

– Você é realmente bom com palavras. – Sorri, claramente debochando dele. – Quase me convenceu. Você já deixou claro, várias e várias vezes que gosta de mim. Alteza, você pode enganar a todos, menos à mim.

– Não estou tentando enganar ninguém! – Aumentou um pouco mais seu tom de voz. – Quantas vezes terei que pedir para você acreditar em mim? Quantas vezes mais eu terei que dizer que eu amo você, para você acreditar em mim? Eu até mesmo matei meu próprio pai para que eu pudesse ficar com você (s/n)! EU AMO VOCÊ!

Meus reflexos foram mais rápidos do que eu. Quando notei, já havia dado um tapa no rosto do príncipe.

– Ama? Se me amasse de verdade, você não estaria me mantendo presa a você. Teria me deixado ser feliz com Jonghyun, mesmo que isso o machucasse por dentro, porque isso me deixaria feliz. Mas você não se importa com minha felicidade, não se importa com meus sentimentos. Você não me ama Jinki. Nunca me amou.

Lágrimas. Ele começou a se derramar em lágrimas. Por um momento quase me arrependi, mas eu sabia que era tudo parte do plano dele para tentar me enganar. Não iria ser ingênua e acreditar nele. Com certeza não.

– É isso que eu mereço? – Ele foi aos poucos virando seu rosto para mim. – Eu fui sincero com você (s/n). A primeira e única garota por quem eu obtive sentimentos. A primeira pessoa com quem eu realmente fui sincero. E em troca de tudo isso, é isso o que eu mereço?

– Você foi longe demais alteza. Acha mesmo que uma mulher gostaria de se casar com um assassino?

– Eu não sou um assassino. – Ele disse em voz baixa.

– Você é um assassino, um mentiroso, um mau caráter, cínico, possessivo. É isso o que você é.

– GUARDAS! – Ele berrou, fazendo com que rapidamente guardas abrissem as portas. – Ela.. – apontou para mim – ela quem assassinou o Rei. Levem esta criminosa daqui.

Dois homens seguraram meus braços com força, me impedindo de fugir. Isso não podia estar acontecendo, realmente não pode estar acontecendo. (s/n), acorde de uma vez desse pesadelo horrível!

– Levem-na daqui. AGORA! – Jinki gritou pela segunda vez, fazendo com que os guardas começassem a me arrastar à força em direção à porta.

– JINKI! JINKI! – Gritava mais alto a medida em que me afastava. – VAI SE FERRAR MENTIROSO DESGRAÇADO! VOCÊ VAI TER O QUE MERECE! VOCÊ VAI VER!

(...)

Tentei resistir o máximo que pude, mas todo o meu esforço foi em vão. Acabei sendo jogada em uma prisão de qualquer forma. Tirei todas as poucas joias que eu usava, e também tive que trocar as roupas por aqueles hanboks brancos, totalmente lisos, sem detalhe algum. Sem uma única maquiagem no rosto, e sentada no chão imundo de uma cela pequena, abafada, e com pouca iluminação, eu me senti uma atriz de um drama de época. Mas então eu me lembrei que eu não era atriz, e que isso infelizmente não era um pesadelo.

Isso provavelmente era uma punição do destino por eu ter gostado tanto dessa história, de ter achado tão legal o fato de Hye Soo ter se ferrado. Agora eu sinto a dor dela na minha própria pele, e penso que o escritor dessa história é um merda por ter feito a Hye Soo sofrer tanto, e no fim não ter um final feliz.

– A senhorita (s/n) está aqui? – Ouvi uma voz vindo do lado de fora da sala. Parecia ser de Jonghyun. – Deixe-me falar com ela.

Sem demora, Jonghyun apareceu em frente a cela. Mantinha seu rosto sem expressão, mas ao mesmo tempo, tinha um olhar preocupado sobre mim.

– Desculpe-me alteza – disse o guarda –, mas eu não tenho permissão para abrir a porta da cela.

– Tudo bem. – Jonghyun disse calmo. – Eu converso com ela daqui.

O guarda saiu de perto da minha vista, me deixando "a sós" com Jonghyun. Levantei-me do chão, passando a encarar Jonghyun que também estava de pé do outro lado da cela.

O clima entre nós estava tenso. Várias frases se passavam pela minha mente, mas eu não sabia ao certo qual delas dizer. Eu sabia no que ele estava pensando. Eu sabia que ele estava com dúvidas, pensando que talvez estivesse em frente a assassina do seu pai. Mas eu não queria que ele pensasse isso. Não queria que a única pessoa em que eu confiava e amava nesse lugar, pensasse coisas ruins sobre mim.

– Não fui eu. – Minha voz trêmula quebrou o silêncio entre nós. Jonghyun abriu um sorriso triste.

– Eu sei. – Notei que ele fazia o máximo para segurar as lágrimas. – Você não tinha motivo algum para fazer isso. Você jamais faria isso. Desculpe por ter duvidado de você.

Ele abaixou a cabeça. Parecia estar chorando. Senti um aperto em meu coração. Eu estava esse tempo todo segurando as minhas lágrimas, não queria vacilar agora. Mas ver Jonghyun assim por minha causa, fazia eu me sentir culpada, mesmo que a culpa por mim estar nesse lugar não fosse minha. Ou talvez fosse, e eu que ainda não havia notado.

Ele levantou a cabeça, olhando novamente para mim com uma expressão triste. Odiava ser olhada por ele daquele jeito. Ele passou as mãos pelas grades, indo de encontro com as minhas, entrelaçando com força nossos dedos.

– Eu vou tirar você daqui. Não se preocupe.


Notas Finais


Espero que gostem!


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