História Stay with me - Imagine Jonghyun - Capítulo 15


Escrita por: e Yejinshi

Postado
Categorias SHINee, Super Junior, T.O.P
Personagens Choi Siwon, Jinki Lee (Onew), Jonghyun Kim, Minho Choi, Personagens Originais, T.O.P
Tags Comedia, Drama, Imagine, Jonghyun, Minho, Onew, Romance, Shinee, Siwon, Super Junior, Top, Universo Alternativo
Visualizações 56
Palavras 1.637
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura.

Capítulo 15 - A verdade


Fanfic / Fanfiction Stay with me - Imagine Jonghyun - Capítulo 15 - A verdade

Jonghyun point of view

Um dia. Restava apenas um dia. Se eu não achasse nenhuma prova que declarasse a inocência de (s/n), amanhã, sem falta, ela seria morta. Era a vida dela que estava em jogo, eu precisava ser rápido.

– Hyung, pare de andar em círculos, vai fazer buracos no chão desse jeito. – Minho reclamou.

– Eu não sei o que fazer Minho. Nós só temos hoje, se eu não conseguir provar para todos que (s/n) não é a culpada, ela vai morrer amanhã. Entende a gravidade disso?

– Sim, eu sei disso. Mas ficar estressado não adianta nada. Por favor, fique calmo, e pense positivo. – Ele caminhou até mim, de dando-me por fim um abraço apertado. – Nós vamos dar um jeito de salvar a (s/n), certo? Ela não vai morrer, não se preocupe. – Desfez o abraço, dando tapinhas em meu ombro.

Ouvimos pequenas batidas na porta.

– Vou ver quem é. – Minho disse, já indo em direção a porta.

Ao abri-la, foi revelada a figura de Yerin. A menor olhou para mim, curvando levemente a cabeça, e logo em seguida fixando o olhar para Minho.

– Preciso falar com você. – Olhou para mim novamente. – Com vocês.

(...)

– Porque está aqui? – Minho foi direto, encarando Yerin com frieza.

Um silêncio se instalou no local. Escutava-se apenas a respiração pesada de Yerin, que permanecia com o olhar fixo no chão. Suas mãos também tremiam constantemente.

– Eu não queria ter feito aquilo. – Sua voz saiu quase como um sussurro. – Eu não queria ter acusado (s/n), eu juro que não queria.

– Então porque fez o que fez? – Minho continuava frio. Apesar de fingir não se importar, Minho considerava (s/n) como sua irmã mais nova, era nítido o ódio que ele estava sentindo por Yerin naquele momento.

– Porque Jinki me obrigou.

– Jinki? – Arregalei os olhos.

– Ele quem matou o rei. Ele também sabia que o conde Siwon iria dizer a ele para julgar (s/n) justamente. Dias antes de (s/n) receber sua pena de morte, o príncipe foi ao meu encontro, e me ameaçou. Disse que me mataria se eu não fizesse o que ele mandou. – Os olhos de Yerin começaram a lacrimejar. – Eu não queria ter colocado (s/n) nessa situação, eu juro. Se eu soubesse que ela receberia uma punição assim, eu preferia ter ignorado Jinki e perdido minha vida.

Era claro o desespero e a sinceridade da garota. Yerin secou suas lágrimas, respirou fundo e voltou a falar:

– Eu sei que apenas minha palavra não é o suficiente para declará-lo o culpado, mas.. Eu tenho uma prova concreta contra Jinki.

– Você está falando sério? – Os olhos de Minho se encheram de esperança.

– Na noite em que o rei Seung Hyun foi morto, depois que (s/n) foi embora para seu quarto descansar, eu vi Jinki enterrando algo perto da fonte. Eu fiquei curiosa, e então depois que ele foi embora, fui olhar o que ele havia enterrado ali. Parecia ser um frasco..

– ..de veneno. – Completei a frase de Yerin, ainda desacreditado do que acabara de ouvir.

– Sim. Isso mesmo.

– Jinki foi esperto o suficiente para esconder bem qualquer evidência. – Minho se pronunciou. – Quando o rei Seung Hyun morreu, os guardas do palácio revistaram até mesmo o quarto dos príncipes. Jinki sabia que isso aconteceria, por isso enterrou a prova no jardim do palácio. Ninguém sequer pensaria que a evidência estaria escondida lá.

– Yerin. – Ela me olhou. – Você sabe se o frasco do qual você falou ainda está enterrado no mesmo lugar?

– Sim. Ninguém o encontrou, e Jinki nem sequer mexe ali. Eu iria guardar aquele frasco comigo, mas poderiam achá-lo em minhas coisas, e pensar em mim como a culpada, então deixei no mesmo lugar.

– Fez bem. – Minho a elogiou.

– Você poderia nos levar até o jardim agora? Daqui a algumas horas irá escurecer, se vamos provar a inocência de (s/n) tem que ser agora.

– Sim. – Ela se levantou. – Vamos logo.

Fomos até o jardim do palácio, onde também estava a fonte. Yerin olhou em volta, conferindo se não havia ninguém por perto. Feito isso, a garota se agachou, e tirou um pequeno frasco de vidro de debaixo da terra. Ainda havia um pouco de líquido transparente dentro dele.

– Tem certeza que isso é realmente o veneno? – Minho perguntou.

– Coloquei um pouco disso na comida de um passarinho. Ele morreu depois de alguns minutos. – Yerin se levantou. – E agora, o que fazemos com isso?

Eu e Minho nos entreolhamos.

– Se eu não me engano, Jinki está em uma reunião com os membros da corte agora. – Falei. – Não acham que seria uma boa ideia desmascará-lo na frente de todos?

– É uma ótima ideia alteza. – Yerin sorriu.

– Está bem com isso hyung? – Minho perguntou, fazendo contato visual comigo.

Demorei um pouco para responder. Era lógico que eu estava chateado. Apesar de nunca termos sidos próximos, Jinki ainda era meu irmão. Ainda era parte de minha família. Esta situação não era nada fácil para mim.

– Jinki errou. Não posso deixar que uma pessoa inocente pague pelos seus crimes. Não irei castigá-lo pelos seus erros porque quero, e sim porque é necessário. – Minho sorriu.

– Você vai ser um rei muito sábio hyung. – Não pude deixar de sorrir por seu elogio.

– Obrigado.

(...)

Haviam guardas na frente da porta da sala do trono. Mesmo que eu fosse o príncipe, eles não me deixariam entrar ali, já que Jinki não havia me chamado, nem dado-me autorização para entrar lá sem um convite.

– Precisamos de uma distração. – Disse, fazendo com que Yerin e Minho se olhassem, pensativos.

– Eu posso fazer isso. – Yerin disse levantando a mão. – Consigo distraí-los.

– Tem certeza? – Minho perguntou inseguro.

– Sim. – Disse confiante. – Mas alteza, eu preciso da sua ajuda.

Depois de explicar seu plano, eu, Minho e Yerin nos separamos. Minho ficou esperando por meu sinal, e Yerin se escondeu no final de um dos corredores.

Caminhei tranquilamente por perto das portas da sala do trono, ficando no campo de visão dos guardas. Não demorou muito, e senti meu corpo ser empurrado para o chão, e algo ser tirado de minhas mãos.

– Rápido! – Gritei, fingindo desespero. – Aquela criada roubou meus pertences! Peguem-na!

Os guardas que até então estavam parados em frente a porta, começaram a se mover e ir atrás da “ladra”, deixando a entrada para a sala sem nenhuma segurança.

– Minho! – Me levantei do chão, enquanto Minho aparecia de onde tinha se escondido. – A porta está livre, vamos!

Abrimos as portas com força, fazendo com que todas as pessoas presentes na sala voltassem sua atenção para nós.

– O que está acontecendo aqui?! – Jinki gritou furioso.

– Lee Jinki, você está sendo acusado pelo assassinato do antigo rei Seung Hyun. – Minho disse em voz alta, fazendo a atenção de todos ali presentes, se voltarem para ele.

Murmúrios e mais murmúrios preencheram o local, que a poucos minutos atrás estava em silêncio.

– Você tem noção do que está dizendo?! A culpada por este crime já está presa, e esperando ser julgada. E além do mais, que provas vocês têm para estarem me acusando assim?

Tirei o frasco contendo o líquido transparente do meu bolso.

– Eu tenho isso.

Jinki engoliu em seco, claramente nervoso.

– E que prova você tem que esse frasco de veneno é meu?

– Veneno? Em momento nenhum eu disse que isso era veneno.

Ele se calou.

– B-bem, é que-

– Yerin. – o cortei – A criada quem (s/n) disse que estava no dia em que o rei foi morto… Ela confessou que tudo o que ela disse naquele dia era mentira. Ela realmente estava com (s/n) naquela noite.

– Então porque ela mentiu? – Um dos homens presentes na sala perguntou.

– Porque ela foi ameaçada. – Olhei para Jinki. – Pelo meu irmão.

Todos olharam pra Jinki, que permanecia sem expressão nenhuma no rosto.

– Isso é verdade? – Siwon, que até então estava calado falou. – Você culpou a minha filha pelo o seu erro? Você iria deixar uma pessoa inocente pagar pelo o que você fez?

Jinki não disse uma única palavra. Apenas ficou calado encarando Siwon. Meu irmão respirou fundo, voltando a olhar para mim.

– Tudo bem. Você está certo. Eu quem matei nosso pai, satisfeito? Mas, e daí? O que você irá fazer sobre isso? Vai me matar?

– Hyung!-

– Eu sou o rei Jonghyun! Você é apenas um príncipe sem importância. Todos vocês são inúteis comparados a mim! – Olhou em torno de todos presentes na sala. – Eu tenho a vida de cada um de vocês na palma de minhas mãos, e ainda assim tentam me desafiar?

– No momento em que você tirou a vida de nosso pai, você não se tornou um rei, mas sim um assassino. Todas as pessoas que estão na prisão pelos crimes que cometeram... você é igual a elas. Não importa o que você fez na sua vida passada ou no presente, no momento em que você tira a vida de alguém, não importa quem seja, você se torna apenas um criminoso. – Olhei para alguns guardas que estavam presentes na sala. – Prendam ele.

Os homens foram até Jinki, e seguraram-o pelos braços com força, impedindo-o de fugir.

– O que pensam que estão fazendo?! Soltem-me! – Ele continuava tentando se soltar, por mais que não adiantasse muito. – Acham mesmo que vai acabar assim?! EU VOU MATAR TODOS VOCÊS!

Arrastaram-no para fora da sala, deixando agora o local em completo silêncio, afinal, a corte toda estava chocada com o que tinha acabado de acontecer. Suspirei aliviado, por finalmente essa confusão ter acabado.

– Hyung. – Senti a mão de Minho pousar em meu ombro. – Não precisa mais se preocupar. – Sorriu. – Nós conseguimos.

– Sim. – Retribui o sorriso. – Nós conseguimos.

– Vamos?

– Para onde?

– Libertar (s/n).

(...)

Corri apressadamente pelos corredores estreitos da prisão, chegando até que enfim, a última cela daquele lugar. Lá estava ela, sentada no chão, e com as costas apoiadas na parede. Estava com a aparência mais frágil do que nunca, mas mesmo assim, dormindo pacificamente.

– (s/n). – Ela lentamente abriu os olhos, ficando claramente surpresa ao me ver ali.

– Jonghyun?

Me abaixei, ficando da mesma altura que a mais nova, e olhando bem em seus olhos.

– Vamos nos casar.


Notas Finais


Espero que gostem!


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