História Stay with me... - Capítulo 1


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Plagg, Tikki
Tags Amor, Marichat, Miraculous, Revelaçao, Romance
Visualizações 42
Palavras 2.096
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi cupcakes!! Surpresa porque a one surpresa de domingo acabou saindo adiantado!!!!

Explicações rápidas: meu celular inventou de quebrar ontem de noite e é lá que eu escrevo todas as minhas fics, porque não tenho disponibilidade de computador. Mas, como eu já tinha feito a capa e não queria decepcionar vocês dei um jeito de arrumar um computador, escrevi o capítulo e cá estou eu postando adiantado!!

Um fluffy bem fluffy pra vocês!! S2

Espero que gostem e perdoem qualquer erro, não deu pra dar AQUELA revisada.

bjs

Capítulo 1 - Uma boa noite de sono seria bom


P.O.V.  Marinette Dupain-Cheng

 

 

Eu estava muito cansada! O dia parecia ter sido o mais cansativo dos meus últimos anos... Tive 3 trabalhos complicados para apresentar na escola; ajudei Rose com a colagem que ela estava fazendo para o aniversário surpresa da Juleka – que seria daqui a dois dias; enfrentei dois akumatizados junto com Chat e ainda por cima fui encarregada de cuidar dos preparativos para a festa de formatura da nossa sala. O terceiro ano inteiro tinha me matado, mas o final estava sendo ainda pior!!

Meu corpo dolorido parecia brigar constantemente comigo, exigindo que eu tivesse NO MÍNIMO mais de 6 horas de sono. Eh... dormir também começou a ser um problema. Comecei a sofrer com inúmeras crises de insônia e ansiedade, ia acabar dormindo tarde e, quando conseguia pegar no sono, tinha um sono tão agitado que acordava no dia seguinte cansada de qualquer jeito.

- Você está bem, my lady? – Chat perguntou, suas orbes verdes demonstrando sua preocupação.

- Meu corpo está me cobrando um preço alto. – Falei endireitando minha postura, estalando minha coluna em busca de algum alívio.

- Vamos encerrar a patrulha por hoje. – Ele declarou ao meu lado.

- Não... eu estou bem. – Falei forçando um tom confiante, mas meu corpo não foi no meu embalo.

Minhas pernas fraquejaram, como se recusassem ficar em pé um só segundo a mais! Senti meu corpo ir tombando e – por sorte – Chat conseguiu me segurar antes que eu caísse do telhado aonde estávamos.

- Nada disso, Bugboo. Vou te levar para casa agora! – Ele me puxou, segurando-me naquele estilo noiva.

- Mas...

- Nada de ‘mas’. – Ele falou me segurando com mais força. – Estamos perto, você precisa dormir.

Nem tive mais forças para discutir, não ia adiantar mesmo... Chat Noir era tão cabeça dura quanto eu. Se ele tinha dito que me levaria para casa, então ele levaria e ponto. Apenas aceitei o colo de bom grado, recostei minha cabeça em seu peitoral e senti o couro de seu traje encostando na minha bochecha e seu cheiro tão bom invadindo meus pulmões.

O movimento dele andando pelos telhados, estendendo e retraindo seu bastão, pareciam me embalar suavemente sob o céu estrelado de Paris. Meus olhos acabaram se fechando sem a minha permissão e, depois de tanto tempo, eu finalmente me sentia tranquila e em paz. Meu corpo parecia ter o dobro do peso para mim, mas o loiro me carregava de uma forma tão tranquila e leve que eu me sentia uma bluma.

Meus brincos apitaram.

Chat continuou se movendo com sua agilidade incrível. Estava tão aconchegada nele que conseguia sentir sua respiração acelerada e as batidas precisas do seu coração. Era tão bom...

Estar tão perto dele, me sentir segura e me sentir tão cuidada assim faziam minhas “defesas” caírem ainda mais e o sono avassalador também ajudava. Me sentia simplesmente entregue.

Apito

Senti um leve solavanco e deduzi que ele tinha pousado no terraço. Parecia ter sido tão rápido...

Chat já conhecia o caminho até minha casa perfeitamente, mas antigamente ele só vazia aquele trajeto sabendo que aquela casa era de Marinette. As coisas tinham mudado tanto... Eu conseguia ainda lembrar perfeitamente do dia que contei tudo para ele, foi a um mês atrás.

Chat Noir parecia ter se apegado à minha versão Mari nos últimos meses, começou a me visitar quase todas as noites, eu passei a conhece-lo melhor e quando vi já estávamos criando um vínculo mais forte, coisa que nunca consegui fazer com ele quando estava transformada. Lembro do dia que tomei a decisão de contar a verdade para ele... No início ele não acreditou quando falei que era sua lady e ficou completamente transtornado, andou pelo quarto como um louco e só faltou enfartar quando Tikki apareceu e eu me transformei na sua frente.

Por que eu tinha me revelado para ele? Bom... eu achei que seria o certo. Eu estava começando a nutrir sentimentos por ele – para minha completa surpresa - e não seria justo fazer isso sem ele saber toda a verdade. Até hoje não sabia como aquele gatuno havia roubado meu coração... Começou com eu tendo que esconder as fotos de Adrien, por medo dele ver e sacar minha paixonite pelo modelo; depois eu simplesmente não senti mais vontade de espiar as fotos na gaveta; comecei a ficar agitada e ansiosa toda noite, esperando por sua chegada; a gagueira perto de Adrien foi sumindo; minha vontade de ficar como Ladybug diminuía; e quando eu vi só queria ser eu mesma, todo dia, perto daquele ser de olhos verdes que me cativou... assim como a raposa tinha cativado o pequeno príncipe.

Assim que soube e viu de Ladybug na sua frente ele quis se destransformar para mim, mas eu não deixei! Não sei por quê, mas eu não queria saber... pelo menos não agora. Óbvio que ele não gostou nem um pouco, afinal desde o início ele foi o primeiro a deixar claro que não gostava daquelas identidades entre nós, mas por alguma razão ele acabou aceitando de bom grato, para minha total surpresa! A única condição que impôs foi: “Mas não pode ser por muito tempo. Assim que estiver pronta, tem que me prometer que vai me deixar essa máscara cair.” – palavras dele. Eu me lembrava bem...

Desde então Chat e eu estávamos mais próximos do que nunca, mas eu ainda não tinha conseguido contar a ele o quanto meus sentimentos haviam mudado... nem havia ficado pronta para vê-lo destransformado. Talvez uma coisa estivesse atrelada à outra. Nos dois casos me faltava coragem.

Apito

Abri levemente meus olhos, talvez para escapar um pouco das minhas lembranças e pensamentos, acabei o pegando olhando diretamente para mim, com aquelas duas esmeraldas fixas em mim. Senti meu rosto esquentar, só torcia para a máscara esconder meu rubor.

Por que ele estava me olhando?

O sono parecia uma nevoa sobre meus neurônios, me impedindo de completar pensamentos ou conclusões coerentes.

- Pensei que você já estava dormindo... – Ele falou inclinando o rosto daquele jeito fofo que fazia meu coração acelerar loucamente.

- E-Eu... eu... só estava a-a-aproveitando a viagem. – Falei levemente, me praguejando mentalmente ao notar que tinha gaguejado.

“Acorda, Marinette! Tem um gato na sua frente e você tá pagando mico!” – Me repreendi, tentando espantar o cansaço a todo custo, mas foi em vão.

- Tudo bem. – Ele disse dando aquele sorriso Chat Noir. – Vou te levar para a cama.

Tive que me dar um tapa interiormente por ter levado aquela fala pro duplo sentido e tive que me controlar o máximo possível para não me encolher no seu colo até me esconder e – com sorte – sumir. Ainda me sentia bastante grogue, mas nenhum sono parecia capaz de me tornar imune aos efeitos que aquele gato preto de cabelos loiros e olhos verdes tinha sobre mim, sem nem mesmo saber.

- Pode fechar os olhos de novo, eu me viro. – Ele falou piscando pra mim.

Revirei os olhos.

- Tão convencido. – Sussurrei alto o bastante para ele me escutar.

Senti seu peito se mexer de forma leve, porém gostosa, denunciando sua risada. Acabei não resistindo e o acompanhei na risada, mas enquanto ele devia estar sexy fazendo aquilo eu deveria estar parecendo uma bêbada drogada.

Sono em excesso tinha contraindicação médica?

Apito

Para nossa sorte eu tinha deixado o alçapão aberto quando saí, então ele não precisou se agachar comigo no colo, apenas teve que calcular bem o pouso e pulou para dentro do meu quarto. Uma pessoa normal quebraria a perna ao pular daquela altura com um peso Dupain-Cheng nas mãos e ainda cair em pé, mas ter um miraculous nos dava certas regalias e vantagens como aquela.

Meus olhos já estavam pesando de novo e a sensação era como estar bêbada, só que sem álcool, apenas regada a MUITO cansaço e sono. Morfeu parecia sedento para me ter logo em seus braços e eu só queria sentir o meu travesseiro debaixo do meu rosto. Se bem que... Chat parecia tãoooo confortável... mesmo que estivesse embalado naquela roupa de couro...

Meus brincos começaram a apitar insistentemente, demonstrando que a última pintinha sairia em segundos.

Chat subiu as escadas devagar, mas teve que tirar uma das mãos de mim para conseguir se apoiar, evitando que nós dois caíssemos. Nesse momento meu corpo pareceu estar no automático e meus braços se agarraram ao seu pescoço instintivamente. Ele continuou subindo, sem se incomodar com minha atitude, sua respiração e seu hálito quente agora colidiam constantemente com meu pescoço fazendo minha pele ficar arrepiada, sendo a única coisa que me impedia de já estar em sono profundo.

Senti-o se inclinar sobre mim enquanto colocava meu corpo sobre a cama, meus braços saíram do apoio de seus ombros largos e ele me ajeitou sobre as cobertas com seu zelo fofo e admirável. Meus olhos se recusavam a voltar a abrir, mas conseguia sentir meu uniforme saindo do meu corpo, dando lugar a meu pijama rosa e branco.

Me senti aconchegada na minha cama, mas em poucos segundos me senti com frio e senti falta de algo mais... parecia até que toda a paz e quietude que eu finalmente tinha conseguido para dormir estava indo embora, escorregando das minhas mãos e voltando a me dar um cansaço agitado e sem solução.

Não pensei duas vezes, apenas me sentei na cama e estiquei minha mão, os olhos semiabertos mal enxergando tudo perfeitamente. Segurei a mão de Chat com firmeza, o impedindo de ir. Ele se virou automaticamente para mim, seus olhos transmitiam surpresa e curiosidade, me encarando com intensidade. Tive que me controlar para não ruborizar de novo, porque agora não teria máscara nenhuma para esconder minhas bochechas vermelhas.

- Fica... fica comigo? – Falei com o pingo de coragem que ainda tinha. – D-Digo, até eu c-conseguir dormir. – Completei apressadamente.

Vi a expressão dele ser tomada por um sentimento que não consegui entender, seus olhos pareceram brilhar levemente e um sorriso preguiçoso – porém lindo – surgiu em seus lábios.

- Claro, princesa. Eu fico com você.

Cheguei para o lado, abrindo espaço para seu corpo grande se acomodar ao meu lado, ele deitou de frente para mim e fitou meus olhos. Eu olhava igualmente para todo o seu rosto, que agora estava tão perto de mim, se eu me inclinasse um pouco nossos narizes se tocariam facilmente. A respiração dele se misturava com a minha e nossas respirações pareciam sincronizadas. De repente era como se eu não quisesse mais dormir, por mais cansada que estivesse, apenas queria ficar ali olhando para ele a noite toda, senti o cheiro bom de sua pele se misturando com o cheiro do seu shampoo e sentindo a cama apertada, porém mais aconchegante do que nunca.

Levei uma das mãos até seu rosto e desenhei o contorno de sua máscara negra como a noite, seus olhos se fecharam ao sentirem meu toque e senti meu pulso se acelerar. Contornei suave e cuidadosamente todo aquele pedaço de tecido, depois desci meus dedos até seu queixo e contornei seu maxilar. Quando meus dígitos esbararam nos seus lábios carnudos e bem feitos um choque pareceu todo o meu braço até meu corpo. Subi levemente meu olhar e vi suas orbes verdes me encarando com intensidade surreal.

Umedeci meus lábios.

- Fica comigo? – Perguntei novamente, dessa vez com bem mais confiança e determinação na voz, e - sem dúvida - não com o mesmo sentido da primeira vez.

Estávamos tão perto...

- Até o infinito e além. – Ele sussurrou, a voz rouca soando como uma música gostosa, íntima e sexy, feita especialmente só pra mim.

Não consegui evitar o sorriso que tomou meus lábios, sem nem se preocupar em que sentido ele havia dito a frase. Tomei o embalo daquela coragem inusitada em meio ao sono e me inclinei, sem cortar o contato visual um só segundo!

Nossos narizes se esbarraram, as respirações se uniram em uma só e nossos lábios se encaixaram um no outro. Só então me permiti fechar os olhos para sentir melhor a maciez de seu toque, suas mãos grandes agarraram minha cintura, as unhas rasparam levemente sobre a pele da barriga e logo o senti me puxando mais para si.

Eu estava beijando Chat Noir! Eu, Marinette Dupain-Cheng estava beijando Chat Noir, herói de Paris, portador do miraculous da destruição, meu parceiro de luta, o loiro de olhos verdes mais lindo de Paris e o idiota com cantadas mais toscas que... inusitadamente... através de gestos, palavras e momentos sutis... havia me roubado.

Se é que se pode roubar um coração que já foi dado de bandeja.


Notas Finais


E aiiiiii?! Eu confesso que morri de amores nesse momento fofis!!

Bem... como não tenho previsão de quando o celular vai ser consertado não sei quando terá atualização, mas assim que ele tiver okay tudo volta ao combinado.

Não desistam de mim, em? hahahah


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