História Stepbrother - Min Yoongi - Capítulo 20


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Min Yoongi (Suga)
Tags Bts, Incesto, Stepbrother, Suga
Visualizações 162
Palavras 3.223
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


se preparem para o final, ele esta mais próximo do que imaginam.

Capítulo 20 - Próximos ao final.


Eu falei apenas o necessário com Yoongi depois do dia que Olivia dormiu com ele. Passar a noite ouvindo os dois foi o suficiente pra eu decidir finalmente ficar longe do que eu nunca deveria ter ficado perto.

Em menos de uma semana eu senti na pele toda aquela coisa de ter um turbilhão de sentimentos dentro de si. E a pior parte disso é ter um sentimento reprimido e não recíproco.

Por mais que eu quisesse acreditar no que Yoongi disse que sentia por mim, suas atitudes recentes vinham demonstrando o contrário.

Desci as escadas devagar por estar de salto alto, e no final dela vi Yoongi vestido pela Beca de formatura e sua mãe arrumando o chapéu em sua cabeça.

Eu via Yoongi e minha vontade era de chorar. Chorar por quem ele é, por quem eu sou, e por quem ele me fez ser; uma pessoa capaz de fazer o errado, de querer sentir algo proibido, e alguém com o coração partido em mil pedaços.

Eu sempre me indignava ao ver filmes que as pessoas se amavam por um curto período de tempo e simplesmente largavam uma a outra, porque eu achava que era algo impossível de se fazer. Isso até eu presenciar a minha situação e a de Yoongi, que ficou comigo por um único dia e me deixou de lado. E ele nem mesmo foi capaz de me explicar porque se foi.

Eu estava usando a mesma roupa de formatura que ele, e por baixo o vestido que usei no casamento dos meus pais.

O mesmo vestido que ele havia escolhido, o mesmo vestido que ele havia elogiado, e o mesmo vestido que ele havia tirado.

Yoongi sabia que eu iria com o mesmo vestido que fui para o casamento e ele optou por ir com um terno preto.

Eu escolhi ir com uma lembrança de nós dois, e ele com algo que fosse o mais distante possível do mero pensamento de mim.

Depois da sessão de fotos obrigatórias nas quais eu tinha que sorrir e abraçar Yoongi enquanto fazíamos o típico teatro de que estávamos bem um com o outro, nós finalmente fomos até o carro e seguimos para a escola.

Entrar no mesmo carro em que Yoongi nunca foi tão sufocante.

A marca da briga com Zac já tinha saído de seu rosto, e ele mantinha uma expressão estranha apertando os lábios e olhando fixamente pra frente, exatamente como um manequim.

Depois do que pareceu uma eternidade, ele parou o carro no estacionamento da escola e eu hesitei em sair do mesmo. Tudo estava próximo ao final, e eu queria me agarrar a esse momento o máximo que eu podia. 

Mas eu lembrei dele e Olivia no quarto ao lado do meu e mudei de ideia.

Pus os pés pro lado de fora e arrumei o chapéu de formatura na minha cabeça. De longe vi Zac e Olivia saindo do carro próximo a nós e fui andando até eles, mas Yoongi puxou meu braço e me fez ficar de frente pra ele. Eu puxei meu braço que ele levemente segurava, mas antes de eu me soltar, ele segurou minha mão.

— Já é hora de pararmos com isso, Alyssa. Em breve seremos adultos e começar a tentar agir como tal é uma boa ideia. — Ele disse baixo.

— E quem é você pra falar sobre atitudes maduras?

— O que te faz pensar que eu tomo minhas decisões no calor do momento? — Ele balançou a cabeça. — Não sou eu quem faço as coisas sem pensar.

Eu tentei soltar a minha mão e caminhar pra longe dali, mas foi inútil.

— Não haja como se eu fosse uma pedra e você estivesse sozinha nessa. — Yoongi continuou.

Era incrível como ele conseguia mudar da água pro vinho na versão estúpida.

— Não foi isso o que você me mostrou? — Eu soltei minha mão da dele de vez. — Você me mostrou isso desde o começo. Se eu tivesse virado as costas e não tentasse ser uma pessoa boa, eu não estaria nessa situação agora.

— Eu não posso pedir desculpas por isso. — Ele apertou os lábios. — Isso não é minha culpa.

— Isso foi a sua escolha, Yoongi.

Zac e eu entramos de mãos dadas no grande auditório da escola. Ao ver todos aqueles pais e alunos, o mal estar causado por Yoongi se foi um pouco e deixou o lugar pra ansiedade. Encontramos nossos pais e conversamos até o diretor avisar que deveríamos nos colocar em nossos lugares que tudo finalmente começaria.

Ou terminaria, na verdade.

Todas os alunos das salas do último ano do ensino médio se sentaram nas primeiras cadeiras de frente para o palco. O diretor chamava os nomes e nós íamos até o palco para receber nosso diploma.

A minha sala ficou por última, e como eu sou a primeira da chamada, fui a primeira a subir no palco.

Subi os poucos degraus com o coração saltando do peito e de cabeça baixa. Apertei a mão de alguns professores e parei em frente ao diretor que me entregou um papel enrolado preso por um laço vermelho. Olhei pra platéia e achei meus pais no meio de toda aquela gente. Mesmo de longe, pude ver meu pai em meio as lágrimas, e foi impossível não começar a chorar também. Escutei as palmas da minha turma e vi Zac, que estava batendo palmas com um grande sorriso no rosto.

Yoongi era o único que continuava como um manequim sem nem ao menos expressar alguma coisa em seu rosto.

Me sentei de volta ao meu lugar e vi todo o resto da minha turma subir ao palco. Olivia começou a chorar no momento que se levantou da cadeira. Yoongi não apertou a mão de nenhum professor que o ofereceu a mão e foi direto ao diretor que lhe deu o seu diploma. Os gritos de sua mãe foram escutados por todos e todo mundo da nossa sala bateu palma pra ele. Por último foi Zac, que subiu no palco sorrindo largo e pode se ouvir todo o auditório gritando seu nome. Ele pegou seu diploma na mão do diretor com toda a felicidade do mundo e o levantou no alto com uma mão. O auditório se animou mais ainda, e todos seus parceiros do time bateram o pé no chão fazendo barulho. Meu coração se alegrou duma forma incrível com tudo aquilo. Nós realmente passamos por muita coisa e chegamos até aqui. Era um motivo de se orgulhar e comemorar.

Era um dos melhores dias da minha vida.

Zac se sentou em seu lugar e os professores desceram do palco, deixando apenas o diretor e o microfone.

— O momento mais esperado por nossos jovens e pais chegou. Alunos, de pé. — O diretor falou e todos nós nos levantamos. — Por ordem das salas, e por de chamada, eu vou falar o nome daqueles que entraram em alguma universidade, e qual foi. Todos receberam suas cartas das universidades em suas casas, mas todos juramos também não as abrir e entregar na mão do diretor para que soubéssemos todos juntos. E depois de dias de curiosidade, a hora finalmente tinha chego.

Daria tudo certo. 

Minhas mãos suavam a cada nome que se falava. As famílias gritavam de felicidade por seus filhos e outras vezes a platéia ficava em silêncio quando o diretor dizia que um aluno não havia entrado em nenhuma faculdade.

— Vamos então para a última sala do terceiro ano. — O diretor falou e eu fechei os olhos enquanto minha cabeça parecia rodar. — Começando pela primeira pessoa da chamada, Alyssa Johnson.

Zac segurou minha mão enquanto meu coração batia o mais rápido possível e o diretor parecia demorar pra falar meu resultado até que ele olhou o papel em suas mãos. 

— Parabéns, Alyssa, você conseguiu. — Ele sorriu. — Universidade de Bristol, Inglaterra.

Zac segurou forte a minha mão enquanto todos aplaudiam e minhas emoções pareciam ter parado. Era como se eu estivesse fora de mim. Eu sorri largo e chorei tão forte que meu corpo tremia. Zac me abraçou e eu o senti sorrir contra meu pescoço.

Meio caminho andado, agora eu precisava saber do resultado de Zac.

Olhei pra frente e me controlei enquanto os outros nomes foram sendo ditos.

— Olivia Mills. — Todos ficaram em silêncio. — Universidade do Colorado.

Zac assobiou alto e Olivia deu pulinhos de felicidade e também chorava, como todos que escutavam seus nomes. Yoongi a abraçou de lado e ela chorou em seu ombro.

Os nomes se passaram numa lentidão incrível até chegar até Yoongi.

Em meu cérebro passavam inúmeras universidades que Yoongi poderia ter se inscrito. Rapidamente minha cabeça começou a pensar se iríamos passar as datas comemorativas na casa de nossos pais. Ele não poderia ir pra tão longe assim, talvez tenha optado por uma faculdade no estado pra ficar perto de sua mãe. Ou uma no próprio Estados Unidos, que não seria tão longe.

Eu provavelmente não veria ele por meses seguidos, já que eu estarei na Inglaterra.

Isso soa tão estranho e diferente na minha mente.

Quando o diretor chegou no nome de Yoongi, eu só não fiquei mais ansiosa do que no meu.

— Min Yoongi. — Ele pronunciou o nome dele levemente errado e leu o papel em suas mãos — Incrível, você é o destaque da sua sala, e provavelmente de todo o terceiro ano. Como diretor, eu sinto que devo falar para que seus colegas não pensem que você passou para essa incrível universidade só porque é seu país natal.

País natal?

Não.

Não. Não. Não.

Isso não estava acontecendo.

— Então, sem mais delongas, parabéns, Yoongi. — O diretor respirou e então disse tudo o que eu não queria ouvir. — Universidade de Seoul, Coréia do Sul.

Todo o auditório aplaudiu bem alto, mas eu senti todo o barulho no lugar mais fundo da minha cabeça. Era como se eu não escutasse direto. Virar meu corpo pra trás e olhar Yoongi foi inevitável. Ele estava sério, enquanto até Zac aplaudia e sorria por sua conquista. Seu rosto não demonstrava nenhuma emoção enquanto olhava pra mim.

— Vamos para a última pessoa do dia. — O diretor foi falando e as pessoas foram se calando. — Já que chegou a vez dele, eu quero o parabenizar, e junto a ele todo o time de futebol da escola, que nos trouxeram muitas conquistas e agora estão recebendo o pagamento por isso. — Todos do time gritaram, mas eu continuava estática. Em choque. — Zac Mills. — Eu apertei minhas mãos nas de Zac e ele me olhou afirmando com a cabeça. Eu torci por algo que nem eu mesma sabia o que era. — Meus parabéns. Universidade de Bristol, Inglaterra.

Em meio aos gritos de parabéns a Zac, a felicidade porque o diretor tinha terminado de falar todos os nomes e as minhas lágrimas, eu senti braços ao meu redor enquanto eu ainda enxergava tudo mal por causa do choro. Zac me abraçou pela cintura e me girou no ar.

— Nós conseguimos, Alyssa! — Ele disse segurando meu rosto com as mãos e lágrimas por todo o rosto. — Nós conseguimos! — E me beijou.

— Nós conseguimos. — Eu disse fraco e torci para que ele pensasse que era pelo estado de torpor da felicidade, e não por Yoongi. — Nós vamos para a Inglaterra. — Eu disse mais para me convencer do que a ele.

— Juntos. — Ele disse beijando minha testa e me abraçando.

— Juntos.

Eu não passei nenhum momento do baile de formatura perto de Yoongi.

Na verdade, eu nem vi ele.

Depois de comer muito e dançar todas as músicas ao lado de Zac, eu comecei a beber qualquer líquido alcoólico que eu pude provar.

Em pouco tempo todo o salão bonito estava girando e os sorrisos das pessoas estavam mais largos que o normal. As luzes coloridas piscavam em cima da minha cabeça e eu me sentia a pessoa mais divertida do mundo.

Agradeci mentalmente por meus pais terem ido embora cedo e não terem me visto nesse estado.

Zac continuava, infelizmente, sóbrio, já que tinha jurado me levar viva pra casa.

E se negado a ter qualquer tipo de relação comigo que passasse dos beijos.

O caminho até em casa foi repleto de brincadeiras e risadas, e mesmo que eu tivesse implorado pra Zac me deixar dormir na casa dele, ele me deixou na frente da porta da minha casa com um sorriso enorme no rosto, prometendo voltar para me ver amanhã.

Por mais que eu tivesse tentado entrar em casa silenciosamente, acabei batendo a porta forte e cambaleando pra frente. Minha reação no momento foi apenas rir da minha situação.

— Você esta bêbada?!

Dei um salto pra trás pelo susto que tomei ao ouvir uma voz vindo da sala completamente escura.

E não podia ser ninguém menos que Yoongi.

— Você sabe que horas são? — Ele se levantou do sofá e veio até mim. — Já vai amanhecer e você se encontra nesse estado!

E eu ri. Ri da cara dele e da forma em que ele estava falando. E é claro que ele não gostou nem um pouco.

— Isso não é engraçado, Alyssa. Você não pode beber sozinha numa festa cheia de desconhecidos. — Ele disse já na minha frente.

— E com quem eu deveria beber? Com você? — Eu levantei as sobrancelhas e só o enxergava por conta da pouca iluminação do inicio do amanhecer. — Eu conheço mais aquelas pessoas do que conheço você.

— Se trata de confiança também! — Ele alterou um pouco a voz.

— Eu estava com Zac! Quem melhor que ele em relação a confiança?!— Eu disse mais alto que ele.

— Eu não confio no Zac pra te ajudar desse jeito!

— E eu não confio em você!

Yoongi respirou fundo e fechou sua mão em punhos. Antes que ele pudesse falar mais alguma coisa, e descontar toda sua raiva de sabe se lá o que em mim, a luz da sala foi acesa e sua mãe apareceu com uma cara de sono nada boa.

— Isso é hora pra vocês brigarem? — Ela disse esfregando os olhos.

— Ela chegou bêbada! — Yoongi disse apontando pra mim e meu pai apareceu também.

— E o que te faz pensar que uma discussão essa hora vai fazer ela ficar sóbria? — Sua mãe falou e Yoongi ficou com a cara mais emburrada.

— Você é irresponsável, Alyssa! — Yoongi se virou pra mim e eu ainda estava vendo dois dele. — Não serve pra ficar sozinha por aí!

— Você é tão irresponsável quanto eu! Além de insensível e mentiroso! — Nós voltamos a gritar.

—  Eu não te contei pro seu próprio bem!

— Eu sou a sua irmã, gênio. Não acha que eu deveria saber disso?!

— Saber do que? — A mãe dele perguntou e ele apertou os lábios sem responder.

— Que Yoongi vai pra Coréia.

— Ele não contou pra ninguém, na verdade. — A mãe de Yoongi chegou mais perto dele brava. — Disse que tinha ido pra Coréia na última semana pra resolver problemas com o pai dele, e não que ia fazer uma prova para uma universidade lá. — Ela tinha uma feição triste apesar de parecer brava. — Todos nós descobrimos hoje.

— Então ele não vai? — Eu disse com uma pontada de esperança, disposta a esquecer dessa discussão e seguir com tudo bem.

Se ele ficasse.

— Isso já é a escolha dele.

Eu o olhei pedindo uma resposta, mas suplicando por dentro que ele dissesse que não iria.

— O que te faz pensar que eu vou passar mais tempo aqui, Tola? — Yoongi disse cruzando os braços. — Eu não desistiria de nada por isso aqui. — Ele girou o dedo falando da nossa casa.  — E muito menos por você. — Ele ergueu a cabeça e se mostrou oco por dentro.  — As chances de eu desistir são um pouco menores das chances de você desistir de Bristol.

Ele não quis dizer Bristol, ele quis dizer Zac.

Chame de álcool ou tristeza acumulada, mas eu comecei a chorar. Minhas lágrimas saiam quase ardendo de dentro dos meus olhos e ele me olhou preocupado pela primeira vez.

— Alyssa, não foi isso que eu quis dizer... — Ele tentou chegar perto mas eu dei um passo pra trás e o interrompi.

— Você nunca ligou, não é? — Eu disse com a voz embargada. — Que nem quando esnobou a comida do seu país que eu fiz quando você veio morar aqui. E eu fiz pra você ver que apesar de nunca ter sido sua casa, você poderia deixar sua parte aqui. 

— Alyssa, não precisa disso. — Meu pai falou.

— E também quando você me expulsou de dentro do carro na esquina da escola porque tinha vergonha do quão boba e falante eu era. E eu queria ir com você para que você não se sentisse diferente e deslocado.

— Você fez o que?! — Sua mãe falou com o rosto vermelho.

— E fazia questão de me esconder, me forçando a ficar dentro do quarto quando você trazia alguma garota pra cá. — Minhas lágrimas continuavam a cair sem meu consentimento. — E começou a ficar com Olivia apenas pra me mostrar que ela falava mais com você do que eu, a pessoa que divide o mesmo teto que você.

Yoongi pareceu se encolher um pouco, não por causa de nossos pais, mas por eu estar falando com ele tudo o que nunca falamos sobre.

— Eu tentei tudo, Yoongi. — Eu dei um passo e fiquei em sua frente. — Eu tentei ser sua colega, sua amiga, sua irmã, sua companhia, ou qualquer coisa que você quisesse. E tudo o que você me devolveu foi me ignorar, me pisar, e me esnobar. — Eu limpei minha garganta e continuei, e misteriosamente eu não sentia mais todo o álcool no meu corpo. — E eu até esqueci disso por um tempo, jurei que iriamos ter a relação que eu sonhei no momento em que te vi e não sabia quem você era. Mas agora eu sei.

— E quem você acha que eu sou?

— Uma pessoa, de fato, ruim. Não importa as circunstancias, você sempre vai ser rude e frio como uma pedra. Você é bom até conseguir o que você quer. — Ele entendeu o que eu quis dizer com isso. — Depois você simplesmente vai embora, como se nada tivesse ocorrido.

— Alyssa, você sabe que não é desse jeito, você sabe que eu me importo.

— Chega, eu já ouvi demais. — A mãe de Yoongi disse com lágrimas nos olhos e meu pai parecia pasmo. — Vá para seu quarto, Alyssa. Eu e Yoongi vamos conversar.

— Eu não preciso falar com você agora, mãe.

— E não vai ser com a Alyssa que você vai falar. — Ela parou ao meu lado. — Nós vamos conversar e já que você despreza tanto essa casa e as pessoas que estão aqui, você pode adiantar sua viagem e comprar logo sua passagem pra Coréia. 


Notas Finais


não esqueçam de deixarem a opinião de vocês nos comentários. e podem me xingar também, eu aceito.


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