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História StepFather - Capítulo 8


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Notas do Autor


Olá, voltei kk
Ainda não consegui responder os comentários, mas já vou fazer isso kkk

°°cap não revisado°°

Capítulo 8 - Capítulo Oito


"–Jimin? Estamos te esperando, onde está?– O alfa ouviu seu pai do outro lado da linha e respirou mais aliviado.

–Ouça com atenção, preciso de ajuda. Soyeon chegou antes do tempo e me pegou no flagra com Jungkook, isso vai dar merda. Ela tem uma arma e está ameaçando ele, eu não reagi porque apenas a menção de que ela pode machucar o Jeon já me faz pirar.– Jimin falou tudo muito rápido, sabia não ter muito tempo para que a mulher voltasse ali.

–Estamos indo te ajudar, chamarei a polícia também e podemos desenterrar o assunto do velho Jeon. É hoje que essa mulher vai para a cadeia. 

–Tudo bem, eu preciso desligar. Tenta ser rápido que eu vou afastar Soyeon o máximo que eu puder de Jungkook.


Jimin refletiu um pouco após desligar a chamada e chegou a conclusão de que seu lobo estava desesperado, saber que Jungkook corria perigo o deixava em pânico e isso não fazia bem ao seu raciocínio. Decidiu que ligaria para a polícia também, precisaria de reforços pois simplesmente não funcionava quando a cabeça de Jungkook estava na jogada. "




–Para onde quer me levar, Soyeon?– O alfa perguntou enquanto o taxista abria o porta-malas.


–Vamos recomeçar nossas vidas em outro país, assim podemos ser felizes e ninguém irá se meter no nosso amor.– Apenas em ouvir a voz da ômega já fazia o Park querer apertar seu pescoço até que seus olhos saltassem meio metro. 


–Outro país? Você nem sabe outra língua, que maluquice é essa?– Rebateu, a mulher mantinha o revólver em sua costela.


–Você é fluente em inglês e japonês, como estaremos sempre juntos então não preciso me preocupar com isso.– Ela sorriu e o encarou, não demorou a mandar ele entrar no carro. 


Jimin não ia entrar, achou que talvez fosse o momento certo para pegar a arma de sua mão e acabar logo com aquela palhaçada. Já estava longe suficiente do Jeon, caso algo desse errado ela não o machucaria então a preocupação diminuiu em demasia. Teria começado a agir, mas ela falou algo que o interessou e Jimin acabou por entrar no carro. 


–Quem são esses homens?– Perguntou ao que ela o empurrava para dentro do automóvel.


Em frente a mansão haviam alguns carros e muitos homens parados apenas fazendo trabalho de segurança, estranhou pois um dos carros tinha uma placa familiar demais. 


–São os homens do Sr.Jung, aquele cara que comprou o Jungkook.– Esse foi o exato momento onde o Park pensou que poderia começar a agir e dar um fim ao teatrinho, mas então ela continuou a falar e chamou sua atenção.– Eu sempre pensei em vender ele, sabe? Não o queria e depois que meu ex-marido faleceu eu fiquei com ainda mais raiva desse moleque. Mas achei que talvez pudesse ser mal visto a mãe vender o próprio filho, que medo bobo…


Então Soyeon sempre quis o vender porém achou que seria algo mal visto, e para uma mulher que já tinha a fama de oportunista que matou o ex-marido, seria ainda pior. Entendia esse pensamento maluco, por mais doentio que fosse, Jimin conseguia entender o que ela pensava e o motivo de não ter feito antes. Mas então uma dúvida, a qual fez o Park acabar cedendo, o acometeu. 


–Mas se você tinha medo, então a coragem que ganhou foi por ter me visto com Jungkook?– Indagou fingindo desinteresse, sabia que a mulher só ficaria "triste" com esse assunto por se lembrar de ter visto ambos transando. 


–Na verdade não.– Ela começou. Era óbvio que não seria esse o motivo ou ela teria o feito bem antes, poderia ter o vendido quando viu o chupão em seu pescoço por exemplo.– No enterro da mamãe eu recebi uma ligação, estava tão triste que acabei conversando por algum tempo com aquele nosso cliente, Kim Namjoon. 


A mente do Park deu um nó, estava tão chocado que ficou sem palavras. Jamais poderia imaginar que Kim Namjoon tinha se comunicado com Soyeon, eles conversaram por quase horas e nem soube de nada. 


–Os Kim's são tão bons, nós conversamos e eu desabafei. Eles entendem agora que eu te amo demais e que você é minha vida, Jimin. Eles disseram que hoje em dia pode ser estranho, mas nos séculos passados era normal vender e comprar ômegas, e que seria até melhor para o Jungkook já que agora ele pode ter alguém que o ame de verdade e que possa dar atenção e tudo o que eu não pude dar. 


–Eu entendi certo? Namjoon te encorajou a vender Jungkook?– Os olhos do Park oscilavam entre o castanho e o vermelho, Soyeon soube que ele estava com raiva. 


–Sim amor, eu achei estr– Jimin aproveitou o momento explicação da mulher para tomar-lhe o revólver, foi um golpe tão rápido que ela ficou até perdida.– YA! Me devolv-


–Cala a boca, ou será pior para você. 


A paciência do Park esgotou, não estava mais para brincadeiras. Olhou ao redor e notou ainda estar perto de casa, mandou o taxista dar a volta e ir o mais rápido que podia. Se Soyeon estivesse sendo mesmo sincera, então Jungkook ainda corria perigo e não era pouca coisa pois fez a burrada de alertar ao pai adotivo que estava de saída para afastar a mulher. 


–Senhor, já estamos chegando.– O taxista informou um pouco nervoso, desde o momento em que viu a arma na mão da mulher já esperava que coisas ruins pudessem acontecer. 


–Vou pedir uma única coisa, espero que faça tudo certinho.– O Park começou e mesmo que o beta estivesse dirigindo, o alfa sabia que ele estava ouvindo atentamente.– Isso...– Um som alto de tiro ecoou e o motorista chegou a soltar um gritinho de susto, não demorou a ver que a mulher quem fora ferida, o alfa atirou em sua perna.– É para garantir que ela não vai fugir, e você só precisa manter ela presa aqui no carro até que a polícia chegue. Eu já chamei, eles não vão demorar nada. 


– Jimin! Isso está doendo muito...– Soyeon era apenas choro e desespero, a dor que sentia era tanta que a mulher nem conseguia se concentrar ao que acontecia em seu redor. 


–Pode me deixar aqui mesmo, não quero chamar atenção quando entrar.– Jimin pediu e o beta parou em frente ao grande portão de ferro preto, logo vendo o alfa descer do carro e adentrar a mansão. 


O Park sentia uma adrenalina surreal o invadir, seu lobo tinha tomado o controle e o único nome que se passava em sua mente era Jeon Jungkook. O alfa corria em direção a entrada principal da mansão, mas parou abruptamente ao ver que o carro de placa conhecida começava a se mover e logo em seguida os demais também saíam. 

Era isso então? Estavam todos indo embora? 

Jimin queria saber para onde estavam indo, mal conseguiu ver quando os carros passaram por si já ganhando bastante velocidade, tinha que agir bem rápido. Pensando nisso lembrou de Hannah, a mulher estava com Jungkook quando teve que sair e afastar Soyeon e provavelmente saberia para onde eles estavam indo. 

Ou não. 

Voltou a correr e adentrou a mansão já com lágrimas nos olhos, a todo instante se xingava por ter sido tão burro, tão cego, tão idiota a ponto de nunca desconfiar dos Kim's. Tudo bem que eles o criaram e nunca o deixou faltar nada, realmente não era algo tão fácil de ver, mas deveria ao menos desconfiar quando falou com Namjoon que estava ajudando Jungkook no cio e ele foi bem escroto. 


Ah, como pôde ser tão burro?


(...)


– Dê uma voltinha, ômega.– Ordenou e Jungkook obedeceu. Se sentia constrangido e humilhado, aquele homem era tão invasivo, fazia questão de olhar cada detalhe de seu corpo. 


–Sr.Jung, não há nenhuma forma de reverter isso? Eu posso devolver o dinheiro que pagou, ou até te pagar o dobro.– Jungkook falava baixinho, não queria irritar o homem, mas sua vida estava em jogo e também não queria ficar sem fazer nada. 


–Eu comprei um jovem virgem, não saio daqui sem levá-lo.– O ômega abriu um sorriso ao ouvir isso, mas ao mesmo tempo veio a dúvida de que se contasse que não era mais virgem ele poderia até se zangar e descontar em si. 


–E-eu estou m-marcado, Sr.Jung.– A voz mansa e baixinha acalmaria qualquer um que não estivesse ouvindo o que Hoseok ouviu. 


–Como?– Pegou o braço do menor o puxando para mais perto.– Está me dizendo que não é puro?


–Sim, a minha omma deve estar tentando te engana- 


Jungkook não terminou a fala, foi interrompido quando sentiu o impacto contra seu corpo. O homem o atirou no chão, ele estava possesso. 

O alfa começou a bufar e caminhar em círculos tentando entender o que estava acontecendo, ele pagou caro por um jovem virgem, nem quis saber se era um ômega ou não, só queria que fosse inocente para cuidar da sua filha que ainda era uma bebê, já que infelizmente sua ômega não resistiu ao parto. 


–Eu tenho uma solução, Sr. Jung. Se me permitir, posso tentar resolver seu problema.– A voz de Hannah ecoou pelo cômodo e Jungkook se preocupou com o tipo de solução que ela tinha a oferecer.


–Pois então diga, aproveite que estou sendo bonzinho.– O alfa debochou e Jungkook segurou o próprio braço tentando fazer a dor amenizar, só queria que tudo isso fosse um terrível pesadelo. 


– Meu filho tem a mesma idade do jovem Jungkook, ele é beta e ainda não teve sua primeira vez.– Tudo bem que Taehyung não era bem a definição de inocente, já havia beijado, feito sexo oral e vivia vendo filmes de adulto, mas Jungkook não se lembrava de ter ouvido o amigo dizer que transou alguma vez. 


– Minha omma e eu não temos mais lugar nesta casa, Jungkook e Jimin provavelmente vão embora e mesmo que Soyeon continue a morar aqui, não ficaríamos sozinhos com a mulher.– Taehyung adentrou o cômodo, Jungkook nem sabia que ele estava ali hoje.– Omma sempre fez de tudo para que eu tivesse uma vida confortável e veio do interior, não quero fazer ela ter que voltar e destruir tudo o que ela batalhou para conquistar. Eu ficaria feliz se me levasse no lugar do Jungkook e aceitasse que minha omma também fosse conosco, ela é uma mulher prendada e não dará trabalho algum. 


–Tudo bem, acho que pode ser.– O Sr.Jung caminhou até o Kim e sorriu ao ver que ele era tão bonito quanto o Jeon.– Pode dar uma voltinha?– Viu o beta afirmar e fazer o que fora pedido. 


Jungkook não sabia quais eram as intenções do Jung, esperava que fossem boas e que seu amigo ficasse seguro na casa do homem. Era verdade que ia embora com Jimin, se as coisas tivessem dado certo provavelmente naquele exato momento não estaria mais na mesma cidade. A melhor opção parecia ser essa, Taehyung teria uma chance de ajudar sua omma e poderiam ficar na cidade ao invés de voltar para o interior. 


–Não temos nada para levar, podemos ir agora se o senhor quiser.– Viu o Jung confirmar e correu para dar um abraço em Jungkook.– Me mande sempre mensagens, eu vou sentir saudades. E aquelas coisas que Soyeon escondeu eu guardei no seu closet, entregue para as autoridades o mais rápido que puder. 


Jungkook confirmou enquanto apertava o amigo em um abraço, parecia muito uma despedida, mas era apenas um "até mais". Taehyung sempre fora um grande amigo e nunca ia aceitar perder contato com ele, sua amizade ia além. 


–Obrigado, Tae, por tudo...– O beta soube que não se tratava apenas do Sr.Jung. Se tratava dos conselhos que deu para conquistar o alfa qual era apaixonado, se tratava dos momentos em que estava triste e chorava por ter sido judiado pela sua própria mãe, se tratava de uma amizade de infância que duraria para sempre.– Por tudo mesmo.


Jungkook assistiu nervoso seu amigo ir embora com Hannah, a todo instante desejava que apenas coisas boas viessem para a família pequena que tanto amava. Eles já estavam perto da grande porta de saída da mansão quando um casal passou por ali de mãos dadas, Jeon reconheceu ser os Kim's da noite em que jantaram ali. 


–Olá, você deve ser o Sr.Jung...– O ômega ouviu de onde estava o homem que se lembrava ser Namjoon interromper a partida de Hoseok.


–Eu o conheço de onde?– Quis saber, estava com pressa para ir embora e não queria interrupções. 


–Sou pai do padrasto de Jungkook, vejo que ele não está partindo com você.– Jeon estranhou o tom que fora usado, Jimin disse que ele viria o salvar e não implorar para que fosse levado pelo Sr.Jung. 


–Eu não o quero.– Informou de forma rude.– Deixei claro que queria um jovem inocente, quero que crie um bebê e não quero más influências. Jungkook é um ômega marcado e de inocente já não tem mais nada, Soyeon foi uma escrota mentirosa e só não vou mandar matá-la por ainda ter Taehyung. Agora se me der licença, eu tenho mais o que fazer e já perdi muito do meu tempo aqui. 


Os Kim's confirmaram sem jeito e saíram do caminho, deixando que o homem fosse embora. Eles estavam surpresos com aqueles acontecimentos, acharam que poderiam afastar o filho de Jungkook, mas infelizmente a tentativa fora em vão. Namjoon se xingou por ter passado quase duas horas ouvindo a ômega falando em seu ouvido e não ter adiantado. 


–Venha aqui, garoto!– Seokjin gritou da porta para que Jungkook fosse em dia direção, mas ela era um ômega e sua voz não tinha efeito algum no Jeon. 


Com medo e confuso, Jungkook correu para longe antes que Namjoon decidisse usar a voz de alfa em si. Não sabia bem para onde iria, toda aquela mansão era bem óbvia e o único lugar qual se lembrou ter mais chances de ficar sozinho fora no terraço, onde Jimin costumava fazer as ligações misteriosas que agora sabia ser para seus pais. 


Seokjin e Namjoon foram para o quarto de Jungkook, o cheiro do jovem estava bem forte lá e eles sabiam que se Jimin voltasse iria diretamente naquele cômodo. E não demorou muito para que o Park aparecesse ali, ofegante e confuso. 


–O que fizeram com ele? Como tiveram coragem de deixar o Jung levá-lo?– A voz estava pesada e Jimin apontava a arma que segurava para os pais adotivos, eles ficaram surpresos por isso. 


–Jimin, larga essa arma.– Jin sugeriu e foi prontamente ignorado.– Como tem coragem de fazer isso conosco? Somos seus pais, você nos deve respeito.– Acrescentou indignado. 


–Respeito? Olha só a porra que vocês fizeram!– Gritou raivoso, a arma já estava destravada e Namjoon conseguia imaginar que pelo ódio do Park ele poderia atirar a qualquer momento. 


–Você conhece o passado dos Jeon's, eles são sujos e errados. Fizemos isso pelo seu bem, você merece alguém melhor e com uma família estruturada, com berço e honra.– Uma lágrima escapou e Namjoon se surpreendeu pois nunca viu Jimin chorando. 


–Quem são vocês?–A voz agora estava mais baixa e ele travou o revólver o guardando em sua cintura.– Vocês são Deus, por acaso?– O casal se encarou buscando algum tipo de resposta, não estavam entendendo onde o filho queria chegar.– Um homem que adotou uma criança inocente e o ensinou os princípios de ser rico e esnobe, um ômega que se cala quando deve enfrentar o marido, e resolve se pronunciar apenas em momentos oportunos onde você sabe que não vai sujar sua reputação. 


–Jimin, nós não te adotamos para ser um espião. Queríamos um filho, queríamos alguém para cuidar.– Jin resolveu se pronunciar.


–Então por que não cuidou?– Proferiu raivoso, agora aumentando o tom de voz novamente.– Estranho vocês dizendo isso quando na verdade fizeram o contrário. Eu me lembro de não poder sair para brincar como uma criança normal, e o pior é que nunca guardei mágoas. Eu sempre tentei me esforçar para retribuir o favor de ter sido adotado, nunca os vi como maus pais. Eu só queria ter Jungkook, só queria a merda da omissão de vocês nesse instante.– No calor do momento o Park empurrou a porta com força e o baque causou um barulho alto que ecoou pela casa e alertou Jungkook. 


Jungkook sentiu pela marca que Jimin estava com raiva, estava triste e desapontado. Sentou também que ele estava perto e começou a caminhar pela casa o buscando. 


–Nós erramos Jimin, eu pensei que você não deveria se envolver com Jungkook pois seria errado já que você ajudou em sua criação. Eu já cansei de ouvir o ômega te chamando de "papai", achamos que quando o heat dele passasse ele se arrependeria e você ia ficar destruído.– Namjoon parecia estar sendo sincero, mas Jimin duvidou. 


– Vocês não tinham o direito de se meter na minha vida dessa forma, entraram em contato com Soyeon e fizeram a cabeça dela para que Jungkook fosse vendido. Vocês conseguem ter noção da merda que fizeram?– Viu o casal abaixar a cabeça parecendo arrependidos e negou para si mesmo, bufando em seguida.


Seus pensamentos começaram a correr em direção a Jungkook, ele só queria ter o ômega em seus braços. Jimin jogou os fios escuros e longos para trás, seu cabelo estava solto e uma completa bagunça. 

Se esforçava para manter a mente sã, mas estava sendo um puta sacrifício. Não sabia como agir, o que pensar e não tinha um plano. Estava perdido, sem forças e sua marca doía um pouco também, ele sabia que seu lúpus estava clamando pelo ômega.


Quando ajeitou a postura e pensou em se obrigar a fazer algo, sentiu braços rodeando sua cintura por trás e o cheiro tão conhecido de cereja e mel o acometeu. Jungkook estava ali, o abraçando e necessitado de seu alfa. 

Se virou bruscamente, viu o menor sorrindo e o apertando ainda mais para constar que estavam ali, juntos, finalmente. 


–Amor, você não foi com o Jung?– Jungkook sorriu ao ver o quão afetado o alfa estava, de certa forma era até bonitinho.


–Ele levou Taehyung e Hannah, sorte minha que seus pais demoraram um pouco para chegar ou eles iam acabar convencendo o Jung a me levar embora.– Não deve medo de informar o que os Kim's fariam consigo. 


–Eu sei, fiquei sabendo de tudo amor. Me perdoa por ser tão cego às vezes, acho que isso é consequência do amor imenso que eu tenho por você e quando algo te ameaça, o meu lobo entra em desespero e não vejo mais nada. 


– Nós podemos trabalhar isso com o tempo, mas é importante estarmos juntos agora.– Jimin concordou sentindo os lábios fininhos e rodados nos seus.


Parecia que tinham ficado uma eternidade longe um do outro, o sentimento que nutriam era intenso demais. Os Kim's assistiam eles se beijando com tanto carinho e se olharam culpados, sabiam que Jimin estava certo e que o que fizeram foi mais do que errado. 

Eles estavam cegos pela ganância, não esperavam que o filho adotivo ia se apaixonar tão perdidamente e logo por um membro da família qual queriam tanto destruir. Eles ficaram tão obcecados em ser os melhores e ter mais dinheiro que esqueceram do próprio filho, esqueceram que ele também carecia de amor e carinho e que Jungkook supria isso em si. De certa forma o ômega também era assim com o Park, com uma leve diferença de que Soyeon nunca fora uma mãe de verdade, mas Jimin supria sua carência igualmente. 

Agora o que lhes restavam era a culpa, unicamente. Gostariam de poder mudar as atitudes mesquinhas, mas já era tarde. Sabiam que a maturidade e o caráter que tinham hoje, fora adquirido com os erros de ontem. 


Daquela péssima situação ficou o aprendizado para os Kim's que no fundo de seus corações prometiam a si mesmo mudanças, e para melhor. Ficou a esperança para Taehyung e Hannah, eles tinham fé de que suas vidas mudariam e para melhor. O castigo para Soyeon que não demorou a recobrar a consciência e ver que já estava algemada, o taxista estava tão aliviado em se livrar daquela situação. 

E para Park Jimin e Jeon Jungkook restou amor, eles tiveram certeza que em qualquer situação queriam estar juntos e que apenas isso poderia curar suas feridas. Embora o Jeon ainda estivesse um pouco chateado com as mentiras que descobriu de última hora, sentia verdade no Park e perdoar também fazia parte de uma evolução. 


–Senhores? Os policiais precisam falar com vocês antes de ir.– Um dos poucos empregados que ainda trabalhavam ali chamou atenção. 




Notas Finais


Não tem corona vírus
Não tem corona vírus
Pq o nosso Deus tem poder contra todos vírus
Glória jesus Cristo
Fé em Deus irmão
Fé em Deus nação e o mundo todo em oração

–Ines Brasil

Parei kkkk

Não tem guerra hein galero, aqui nós é da paz. CALMA QUE NO PRÓXIMO AINDA TEREMOS O FIM DE SOYEON, AINDA NÃO ACABOUUU (e um pouco de hot jikook tbm que nós precisa né kkkkk)

Eu confesso que mudei algumas coisas do plot inicial, era para ser algo mais PAPUM e virou só PUM mesmo kkkkkk
Não queria muita violência, não queria muita sofrência e inicialmente JK ia presenciar o JM tomando tiro, ia ficar nervoso e ter queda de pressão, ia dar merda e ele ia perder o bebê.
Vish
Dei spoiler

Enfim
Ainda nesse antigo "fim" o JM ia matar o Jin, ia matar Soyeon e provavelmente seria preso pq né... Mas então baixou Inês Brasil em mim e "MAS SE FOR PRA FAZER GUERRA, NAO ME CHAMA QUE EU NAO VOU. MAKE MAKE MAKE LOVE SEM NEOROSE SEM KAÔ "

KKKKKK chega

Quis algo pacífico e tentei fazer o menos mentiroso possível, mas eu tenho a mente bem fértil então me perdoem se não deu certo. Me perdoem se eu decepcionei vocês :((

Essa fic só vai até o cap 10 hein, galerinha
Dê amor ❤️🤩🥰🥰


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