História Sticky Bug - Capítulo 1


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Denki Kaminari, Iida Tenya, Katsuki Bakugou, Midoriya Izuku (Deku), Mina Ashido, Minoru Mineta, Momo Yaoyorozu, Shouto Todoroki, Tsuyu Asui, Uraraka Ochako (Uravity), Yuga Aoyama
Tags Kacchako
Visualizações 77
Palavras 1.190
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - A Lerdeza É Sua Inimiga.


Fanfic / Fanfiction Sticky Bug - Capítulo 1 - A Lerdeza É Sua Inimiga.

Uraraka P.O.V's On.

Flashback On.

— Uraraka, você recolha os cadernos e leve-os até a sala dos professores. - Assenti dando um sorriso para o professor Aizawa.

— Com licença. - Eu passei pelas mesas recolhendo os cadernos até chegar no vulcão.

— Onde é que está o Bakugou-kun? - Perguntei á mim mesma.

— Eu posso pedir para o Deku-kun contar a ele depois, assim eu salvo minha pele. - Eu abri o Zíper da bolsa do Bakugou-Kun bem devagar, até sentir um olhar assassino por trás de mim.

— Ei.. Oque você pensa que está fazendo mexendo nas minhas coisas? - Eu tremi dos pés até a cabeça e me virei bem lentamente, foi como ver a morte diante dos meus olhos.

— NÃO VAI ME RESPONDER?! - Ele gritou, eu dei um riso enquanto tremia e comecei a me afastar.

— É que o professor Aizawa.. Pediu para que eu recolhe-se os cadernos. - Ele cruzou os braços.

— E isto te dá direito de mexer nas minhas coisas então? - Neguei várias vezes com a cabeça.

— É que você não estava então eu.. - Eu vi um caderno a minha frente.

— Pronto. - Ele me entregou o caderno.

— Você entregou sem hesitar? - Sorri.

— Eu jurava que você era um deliquente babaca que não estudava pra nada e não fazia as lições de casa.. - Quando me dei contar do que havia dito ele já estava com o pulso fechado.

— Ei, desgraçada.. Oque você acabou de dizer? - Sorri torto.

— Eu vou te matar. - Deku-kun o segurou com a Ajuda do Lida-kun.

— VEM AQUI, FALA DE NOVO!! - Eu estava morrendo de medo.

— EU NÃO DISSE NADA!! - Eu gritei correndo para sala dos professores.

— Aqui estão os cadernos.. - O professor começou a me encarar com os outros.

— Porque está suando tanto? - Eu fiz um bico.

— Foi o demônio. - Eu disse com a respiração descontrolada.

— Agora que entreguei vou para cantina, hoje tem pão de melão. - Dei alguns pulos de alegria e fui até a cantina.

Era óbvio eu nunca séria a única a gostar de pão de melão, e a fila era tão grande que poderia chegar ao outro lado da escola, eu estava em último, ou ao menos foi assim por um tempo.

— Droga, essa fila é muito grande. - Eu ouvi a voz do Bakugou-Kun atrás de mim e travei de vez.

— Ah. - Essa não, ele percebeu minha presença.

— Olha só se não é a piadista. - Eu engoli a seco.

— Hmm.. - Eu fingi que não ouvi.

— NÃO ME IGNORE!! - Ele gritou.

— ME DESCULPE!! POR FAVOR NÃO ME MATA, EU AINDA NEM BEIJEI NINGUÉM. - Fiz uma voz chorosa.

— MÃE ME DESCULPA EU ENFRENTEI O DIABO, E EU NEM USEI ÁGUA BENTA, EU ME QUEIMEI!! - Ele tocou no meu ombro.

— Se você gosta de chamar atenção, parabéns. - Todos estavam me olhando de verdade.

— Me desculpem. - Ri fraco e me virei pra frente.

Após alguns minutos na fila, finalmente chegou minha vez, eu peguei meu pão e estava indo me sentar quando o Bakugou colocou a mão no meu ombro.

— Ei, esse era o último, passa pra cá. - Ele pegou meu pão.

— NÃO!! MEU PÃO!! - Tentei pega-lo de volta. Mas ele parecia se divertir com a minha dor.

— Não. - Ele deu um sorriso sarcástico.

— Homens maus morrem sozinhos. - Fiz um bico.

— E você morre sem seu pão. - Eu fechei a cara e o toquei, fazendo com que ele flutuasse, e no susto ele soltou meu pão.

— Ah.. Uraraka-san.. - Deku-Kun chamou minha atenção.

— Você.. Agora mesmo.. O Kachan.. - Ele apontou pro Teto, era como ver um vulcão explodindo e que quando descesse iria me transformar em carvão.

— URARAKA!! - Ele gritou enquanto se debatia.

— Se eu não desce-lo.. Eu me salvo mas ele vai destruir tudo, e se eu desce-lo ele me mata e mata todo mundo.. - Dei um riso irônico.

— Bakugou-Kun, tchauzinho.. - Eu me aproximei até a porta bem devagar, e em seguida corri.

— URARAKA!! - Mesmo flutuando ele estava me seguindo e explodindo tudo.

— EU SINTO MUITO!! - Gritei enquanto chorava.

— Eu estou com medo demais pra te descer!! - De repente ele caiu.

— AGORA VOCÊ VAI MORRER. - Ele veio na minha direção e colocou a mão sobre a minha cara, eu pensei que ia explodir mas, fail.

— Parem de brigar na escola, vocês estão aqui pra ser Heróis não inimigos. - O Professor Aizawa passou por nós.

— A juventude.. É mesmo algo irritante. - Franzi as sobrancelhas, e ao ver que o Bakugou-Kun estava distraído eu corri bem depressa.

Eu havia até me esquecido do meu objetivo do dia.

Depois de muito esperar eu finalmente decidi me confessar para o Deku-Kun, eu passei bastante tempo pensando se realmente amava ele, e cheguei a conclusão de que era verdade, confesso que não estou pronta para levar um fora, eu coloquei minha carta em seu armário combinando de nós encontrarmos atrás da escola após as aulas, e eu fui a primeira a sair da sala, eu estive esperando muito tempo por isso.

Eu estava esperando por ele quando ouvi alguém para atrás de mim, eu tinha total certeza que ela ele mais ao me virar vi o Bakugou-Kun, ele estava com a minha carta nas mãos e parecia bem irritado.

FlashBack Off.

— Me mandou vir aqui para pedir desculpas? - Eu estava tão confusa que nem conseguia falar nada.

— Porque está com minha carta? - Sorri fraco.

— Como porque, não foi você quem colocou ela no meu armário? - Ele me entregou a carta e eu parei de vez no tempo.

— Mentira.. - Pronunciei baixinho.

— É uma confissão? - Ele sorriu.

— Não era para.. - Eu cortei minha própria fala, se eu dissesse isso ele acharia que eu estava brincando com a cara dele, e se descobrisse que ainda por cima era para o Deku-Kun..

— É.. - Sorri.

— Bakugou-Kun. - Ele me olhou sério.

— Oque? - Eu não acredito que vou fazer isso, é pela humanidade, afinal eu quero ser uma heroína.

— Por favor saía comigo. - Ele parecia estar tão surpreso não pode ser.

— É a primeira vez que você recebe uma confissão? E eu achando que você era um garanhão - Ele fechou a cara.

— Escuta aqui.. - Ele começou a puxar minhas bochechas.

— Se eu descobrir que você e o Deku aprontaram essa pra zuar com a minha cara, eu te mato. - Segurei os braços dele.

— Deku-kun não sabe de nada. - Por favor não aceite, por favor não aceite.

— Eu aceito. - Eu vou morrer.

— Ah.. - Fingi estar feliz mas por dentro estou sentindo uma dor no peito, é o alerta de perigo, eu não deveria fazer isso, eu deveria falar a verdade pra ele.

— Bakugou-Kun. - Eu tinha que acabar tudo antes de começar. Ele estava bem perto, e me encarava de um jeito estranho.

— Oque foi? - Sorri torto.

— Eu estava pensando, você é mesmo bonita. - Eu fechei a cara.

— Tchau. - Ele foi embora me deixando naquela situação estranha.

— Bonita? AH, ELE ME TIROU DO MEU FOCO!! - Eu não consegui dizer á ele, agora é tarde demais.

Continua...



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