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História Stigma - Capítulo 4


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Notas do Autor


⚠️ POSSÍVEL GATILHO, NÃO LEIA SE FOR SENSÍVEL ⚠️

Capítulo 4 - Capítulo 2


Taehyung não sabia mais o que fazer para se concentrar na aula. Sua mente estava dividida entre o sono e qual desculpa teria que dar à sua mãe para ir grafitar. Já era um hábito dele; ficar sem grafitar era quase uma tortura e ele sempre dava uma escapada dos estudos para se encontrar com Namjoon.

O Kim mais novo grafitava desde que se mudou para Seul, aos dezesseis, e não parou desde então. Ele se sentia bem, livre e aquele sentimento de que havia algo faltando desaparecia, por algum tempo. E ele aproveitava ainda mais quando tinha a companhia de Namjoon, era como se ele pudesse se sentir pertencente.

— Ei, Tae. — Jimin o chamou, se levantando. Taehyung desviou o olhar para a mão do amigo, que estava enfaixada por causa do corte. — A aula acabou.

— Finalmente! — o Kim disse e sorriu. Nem havia percebido que o tempo estava passando enquanto ficou imerso em seus pensamentos. — Você pode ir lá para casa? Estou com saudades das nossas sessões de cinema em casa.

— Claro! Eu só preciso passar em casa antes e vou para lá.

— Posso ir com você?

Jimin não olhou para o amigo, apenas continuou o caminho. Ele queria dizer que sim, mas tinha alguns problemas para resolver e não queria que o Kim escutasse. Seus segredos eram seus e apenas seus, não precisava encher ninguém com suas coisas. Especialmente Taehyung.

Com certeza o mais novo ficaria com pena de Jimin e aquilo era a última coisa que ele queria.

— Melhor não. Minha mãe está um porre e acho melhor você não presenciar isso. — o menor respondeu, dando de ombros. — Eu vou pra sua casa, não se preocupa.

— Ok! — Taehyung disse e passou o braço sobre os ombros do amigo. — Se quiser, chama o Hobi-hyung, a gente pode fazer competição de dança com ele.

— Acho que ele não vai. Hoseok-hyung toma conta da tia dele depois da escola.

— Eu nunca entendi o que aconteceu com ela.

— Ele nunca contou, mas só sei que ela é viciada em antidepressivos.

— Ela tem depressão?

— Ela não tinha quando começou a tomar. — e assim os dois adolescentes apenas ficaram calados, absorvendo a energia ruim que ficou. Aquele assunto não era nem um pouco agradável para ele, muito menos para Jimin.

— Ah, Jiminnie, se você ver o Namjoon-hyung quando estiver indo para casa, você pode dizer a ele para me encontrar em donggae-do*? — o maior perguntou, quase fazendo um biquinho.

— Vocês vão grafitar lá? — Jimin perguntou, tirando a franja dos olhos.

— É o que planejo.

— Tudo bem. Te vejo daqui a pouco!

Taehyung sorriu quadrado e acenou para o mais velho, que apenas sorriu e começou a caminhar para casa. Não era um caminho longo, apesar de se tornar tedioso quando não estava acompanhado de Hoseok, que, provavelmente, estava numa das inúmeras aulas extras que ele precisava tomar. Apesar de não parecer, dos três, Hoseok era o mais dedicado aos estudos.

Ele tinha um sonho: passar no vestibular e entrar em uma das melhores faculdade de Seul. Hoseok tinha todo o apoio dos amigos, claro, e eles sempre tentavam, ao máximo, ajudar o Jung como podiam. Mesmo que isso incluísse ficarem sem incomodar o mais velho por algum tempo.

Jimin estava imerso em pensamentos que quase passou direto por Namjoon, que estava andando em direção ao bicicletário da escola enquanto ouvia música em seus fones de ouvido.

— Namjoon-hyung! — o loiro o chamou, percebendo, então, que não seria ouvido.

Tendo cuidado para não assustar o mais velho, Jimin se aproximou devagar e tocou o braço do Kim, que se virou com os olhos arregalados. Ao reconhecer quem era, Namjoon retirou um dos fones e se virou para o menor.

— Park Jimin?

— Desculpe-me, Namjoon-hyung. O Tae pediu para te avisar que ele vai para donggae-do. — o mais novo disse, tímido.

— Donggae-do? Certo. — o Kim disse e sorriu, mostrando suas covinhas. — Obrigado, Jimin-ssi.

— Não há de quê. Até amanhã, hyung.

— Até amanhã.

Após se curvar rapidamente para Namjoon, o Park se virou, seguindo seu caminho para casa. O caminho, no entanto, não foi tão desinteressante quanto ele pensava que seria  quando se deparou com ninguém mais, ninguém menos que Min Yoongi.

O mais velho estava parado na frente de um carro, falando com um homem muito bem vestido. De longe, Jimin podia ver que o homem parecia ser alguém importante, o terno parecia custar muito mais do que a casa do Park e o carro em que eles estavam encostados era um dos modelos mais novos no mercado.

E o loiro não era um especialista de carros, ele apenas assistia televisão.

Como qualquer pessoa curiosa, ele parou onde estava, segurando a alça de sua mochila e olhou para a cena. Dava para notar que Yoongi não estava muito feliz falando com aquele homem, especialmente quando o homem de terno o entregou um papel — ou seria um envolope?

Por um segundo, o olhar de Jimin desviou-se para um carro que passou na sua frente e, assim que ele voltou seu olhar para Yoongi, ele e o homem engravatado olhava em sua direção. O coração do mais novo acelerou — não de uma forma boa — e ele, num impulso, voltou a andar em direção a sua casa, como se não tivesse sendo um curioso segundos antes.

Ele só rezava que o outro não tivesse o reconhecido.

•|•|•|•|•

Taehyung suspirou assim que chegou em casa, vendo que o lugar estava vazio. Sua mochila foi parar em algum lugar no sofá e seu casaco foi pendurado no armário na entrada, se misturando com os outros casacos. 

Ele não tinha muito o que fazer, sua mãe voltaria apenas de noite, sua irmã estava na casa de alguma amiga — nenhuma novidade — e ele não teria com que se distrair até Jimin chegar, o que levaria algum tempo. Sua única alternativa era tomar um banho longo, jogar, pela quinquagésima vez, um de seus videogames e esperar tediosamente pelo amigo.

Entediante.

Como sempre, Taehyung subiu as escadas que davam no corredor para seu quarto enquanto murmurava que estava cansado e suado. O corredor que o levava para seu quarto estava escuro, as luzes apagadas e, por alguma razão, o lugar parecia mais frio do que deveria ser. No entanto, Taehyung não ligou muito e apenas entrou em seu quarto, pegando as roupas que iria usar e sua toalha.

Ele estava quase implorando por um banho. 

Depois de limpo e vestido, ele saiu do banheiro, pensando no que faria com Jimin quando chegasse. Poderiam assistir um filme e comer pipoca. Talvez jogar? Ou talvez poderiam assistir um filme, comer pipoca e depois jogar.

— Será que ainda tem pipoca? — Taehyung se perguntou, enxugando os cabelos descoloridos.

Com a dúvida em mente, ele decidiu ir para a cozinha, onde encontrou os pacotes de pipoca que tanto queria. No momento, entretanto, que fechou o armário da cozinha, ele ouviu o barulho da porta sendo trancada. 

— A Taehee já chegou? Ela costuma demorar mais... — murmurou para si mesmo, franzindo a testa. — Taehee?

Nenhuma resposta, tirando sua respiração, o silêncio era a única coisa ouvida. Isso o deixou ainda mais desconfiado.

Com cuidado, Taehyung saiu da cozinha e procurou com os olhos algum sinal de que sua irmã havia mesmo chegado ou que alguém estivesse invadindo sua casa. A sala estava exatamente do jeito que foi deixada e não parecia ter ninguém... Até os olhos do Kim se fixarem numa silhueta parada em frente a porta de sua casa.

A figura, que parecia muito ser um homem, era alta, muito mais alta que o Taehyung. Apesar da deficiência de luz, o mais novo conseguiu ver seus cabelos levemente acinzentados e sua nuca amendoada. Suas roupas, entretanto, eram algo que mostrava que aquela pessoa não poderiam ser ninguém de sua família — ou alguém que conhecesse.

O tecido parecia ser muito caro, mais fino do qualquer coisa que o garoto jamais vira. Os detalhes da roupa eram tão bonitos e complexos que fizeram com que Taehyung se perguntasse se aquilo existia de verdade. Tudo ali gritava luxo. 

A pergunta que rondava a cabeça do garoto, no entanto, era: Quem era aquele e por que estava ali?

Antes que pudesse fazer ou dizer qualquer coisa, a figura se moveu, virando suas costas para a porta. Não dava para ver muitos detalhes de seu rosto, mas, o pouco que podia, era algo extraordinário. Quem quer que fosse, possuía uma beleza de tirar o fôlego. 

— Finalmente te encontrei, irmão caído. — a voz era suave, mesmo que o tom usado fosse pletamente frio.

"Droga, ele me viu?", Taehyung pensou e logo franziu a testa. "Irmão caído? Meu pai tinha outro filho e eu não sabia?", continuou a pensar. Decidido a perguntar quem aquele homem era e como havia entrado ali, o garoto saiu de onde estava "escondido" e respirou fundo. 

— Quem é... — sua voz falhou quando ele percebeu que não havia mais ninguém a sua frente.

Taehyung piscou várias vezes, olhando ao seu redor, procurando o homem de traços peculiares, mas tudo o que encontrou foi seu celular vibrando, indicando uma chamada de sua irmã. Com o coração acelerado, o garoto entendeu: era apenas mais uma de suas alucinações. 

•|•|•|•|•

Jimin trancou a porta assim que pôs os pés para dentro de casa. Ele sabia que Yoongi não estava o seguindo, sabia que provavelmente ele nem tinha o reconhecido, mas só de pensar que o Min havia notado seu olhar curioso sobre si, era de arrepiar. 

Não que o loiro esperasse que o mais velho fosse tirar satisfações com ele ou fosse batê-lo, não, ele sabia que Yoongi era alguém que evitava brigas desnecessárias, apesar de não conhecê-lo tão bem. A única coisa que preocupava Jimin era que o moreno ficasse com uma impressão ruim de si.

Oras, o garoto não podia negar que achava o Min alguém extremamente atraente. Era natural de sentir sem jeito quando estava perto do outro. Especialmente quando ele se tornava um desastre ambulante perto de Yoongi.

— Jimin? — uma voz feminina tirou o loiro de seus pensamentos. — Por que a demora?

A mulher que era quase que a cópia exata de Jimin cruzou os braços e encarou o garoto, sua expressão não era uma das melhores. Seu olhar sobre o mais novo era indiferente, frio, quase como se aquele não fosse seu filho.

E, bem, ela não o considerava como tal.

— Eu estava tirando dúvidas com o meu professor e acabei perdendo a noção do tempo... — ele disse, mordendo o lábio inferior. 

Chinsoon mãe do Park, estreitou os olhos, mas apenas balançou com a cabeça, voltando para a cozinha. O loiro suspirou, aliviado e correu para o próprio quarto, se trancando do lado de dentro. Ele queria chorar, muito, mas ele sabia que não devia, que não tinha o porquê fazer aquilo. 

Já estava acostumado. Ele não era ninguém importante. Não era nada. Menos que nada.

A mentira que estava entalada em sua garganta por tantos anos parecia ainda mais notável, incomodando todo o seu ser. Ele queria se livrar daquilo, mas parecia impossível, parecia que, quanto mais ele tentava se livrar daquilo, mais preso em si aquilo ficava.

Era sufocante.

Rapidamente, Jimin pegou uma muda de roupa limpa e foi para o banheiro, desviando seu olhar da banheira branca que ficava ali. Seu corpo ficava tenso toda vez que se aproximava do objeto, mesmo pedindo, implorando para que sua mãe retirasse o mesmo dali, ela apenas o ignorava.

E ele teria que conviver com aquilo. 

O banho foi rápido, ele não suportaria ficar tão perto daquilo sem chorar, sem se sentir culpado, sem se sentir sujo

Já limpo e arrumado, ele enfiou um casaco dentro da mochila e saiu de seu quarto, rezando para que sua mãe não o impedisse. Ele só queria sair dali, sair de perto de tantas coisas que o faziam mal e o lembravam de um passado que ele queria enterrar. 

No entanto, não parecia ser seu dia de sorte. Assim que ele chegou a entrada de casa, onde deixava seus sapatos, Chinsoon se aproximou, não parecendo nenhum pouco contente.

— Onde vai, Park Jimin? 

— Tenho um trabalho para fazer com o Taehyung. — mentiu, algo tão comum na sua vida.

— Taehyung? Kim Taehyung? 

— Ele mesmo... — o mais novo murmurou, se levantando após ter calçado seus tênis.

— Eu disse que não queria você andando com ele! — Chinsoon disse, bufando. — Aquele garoto não é bom, tem algo ruim nele.

— Mãe, o Taehyung é um garoto bom. Isso é apenas implicância sua por... — a fala do loiro foi interrompida pelo tapa que sua mãe deu, marcando sua bochecha.

Jimin piscou os olhos algumas vezes, um chocado, apesar de saber que, uma hora ou outra, aquilo aconteceria.

— Tenha respeito, garoto. E não me chame de mãe, eu já te disse! 

Jimin sentiu seus olhos marejados, mas não derramou uma lágrima sequer, apenas assentiu para a mais velha e se curvou, pegando sua mochila e sua chave. 

— Eu volto antes das cinco. Não devo demorar muito para fazer o trabalho. — avisou, colocando a mochila nas costas.

Ele sabia que sua mãe não estava o ouvindo mais, então apenas saiu de casa, respirando aliviado quando a brisa fresca o acolheu. Era, de alguma forma, reconfortante estar fora dali. Jimin preferia ficar até tarde na escola, ouvindo seus professores explicando sobre assuntos chatos do que ficar no mesmo lugar que a sua mãe.

Fazia muito tempo que o Park não se sentia feliz dentro de casa, com Chinsoon. Mas, a culpa de ser tão odiado pela mulher que o deu a luz não era dele, pelo menos, não totalmente. 

•|•|•|•|•

O cheiro do almoço pronto fez o estômago de Namjoon roncar. Ele estava faminto e queria muito poder almoçar logo, mas sabia que precisava ser paciente e esperar toda sua família se colocar à mesa. 

Diferente do que seus amigos estavam acostumados a ver, Namjoon, quando estava com a família, era outra pessoa. Completamente diferente. 

Os cabelos platinados estavam num topete extremamente arrumado, a roupa que ele usava, com certeza, era mais cara do que deveria ser e só o relógio que estava em seu pulso, custava mais do que a mensalidade de sua escola. Até mesmo seu olhar mudava. 

O Namjoon despojado e, aparentemente, rebelde mudava completamente para um Namjoon elegante e sofisticado. 

— Namjoon-ah, quando pintou seu cabelo? — Kim Nami, a avó materna do garoto perguntou, fazendo uma careta de desaprovação. 

— Faz dois dias, vovó. — ele respondeu, dando um sorriso gentil. — Queria mudar um pouco.

— Essa coisa de pintar os cabelos não é algo que alguém como você deveria fazer, meu neto. Apenas garotos de baixo nível fazem isso. — a senhora disse, se sentando na cadeira na ponta da mesa. Ela era muito bonita, ainda que não fosse mais tão jovem. — E seus cabelos escuros são muito mais bonitos. Você parece muito com um príncipe. 

— Eu disse isso a ele, mas Namjoon puxou ao pai. Um teimoso. — outra mulher, essa com traços mais suaves do que a outra disse. — Eu prefiro seu cabelo ao natural, filho.

Namjoon queria ter suspirado, mas apenas assentiu. Ele ficou feliz por ter tido liberdade por um pouco de tempo, sabia que teria que mudar seus cabelos de novo.

Como sempre.

Filho de Son Chaein e Kim Joonsan, Namjoon era o herdeiro de uma das maiores empresas de exportação e importação da Coréia e, talvez, da Ásia. Desde criança, ele sempre teve tudo que desejou. Dos brinquedos mais caros até a melhor educação que poderia ser oferecida. Sua vida era perfeita.

Mas ainda assim, ele não se sentia feliz com aquela vida. Havia algo sufocante em ser perfeito.

O barulho da porta despertou o garoto de seus pensamentos e ele pode ver seu pai se aproximar, seguido de um homem — tão bem arrumado e elegante quanto seu Joonsan — e uma garota muito bonita. 

De alguma forma, Namjoon sabia o que aquilo significava.

— Meu filho, que bom que já esteja em casa. — Joonsan disse, puxando seus convidados para ficarem frente a frente com sua família. — Namjoon, esse é Ahn Feng, um dos meus sócios chineses. E essa é a filha dele, Ahn Hyejin. 

Usando toda a educação que lhe foi dada, Namjoon se curvou em respeito aos convidados, que retribuíram o gesto e deu um sorriso pequeno, mas que mostrou suas covinhas, um de seus inúmeros charmes.

Ele tirou alguns segundos para analisar Hyejin. Ela era bonita, muito bonita. Os longos cabelos negros estavam soltos, combinando perfeitamente com o suéter escuro que ela usava. Namjoon notou, no entanto, que Hyejin não parecia muito confortável com as roupas que usava, mesmo que estivesse disfarçando muito bem.

— Você tem um belo filho, Joonsan. Se puxou a você, deve ser um garoto muito esperto! — o chinês disse, sorrindo. — Minha Hyejin herdou toda minha inteligência, além da beleza da mãe. 

A garota apenas sorriu, desviando o olhar para Namjoon. Ela parecia um pouco... entediada, ainda que o Kim não a conhecesse bem.

A conversa entre os homens mais velhos começou a ficar animada e, de vez em quando, eles mencionavam o quanto seus filhos eram perfeitos, o quanto eles eram prendados e de boa família. Namjoon estava acostumado àquele tipo de conversa e sabia que seria daquela forma durante todo o jantar.

— Eu poderia morrer agora. — ele murmurou para si mesmo. — Seria muito mais agradável.

Infelizmente — ou felizmente —, ele não morreu, apesar de desejar morrer enquanto os homens mais velhos falavam de negócios, de casamentos vantajosos e em como seus filhos seriam um ótimo casal.

É, definitivamente, Namjoon queria morrer.


Notas Finais


Oi, gente 👀

Essa fanfic vai ser slowburn porque muitas coisas precisam ser mostradas e trabalhadas aqui, então tenham paciência.

Cada capítulo terá seus focos, nesse foi um pouco do Tae, do Jimin e do Nam, vamos ter dos outros também. Tentem prestar atenção em todos os detalhes, até os menores, eles serão importantes.

Outra coisa!!! Stigma tem >>>muitos<<< gatilhos, então tenham cuidado! Eu vou sempre avisar, mas caso eu esqueça, me avisem!!!!

É isso, até a próxima! 💘


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