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História Stigma - Capítulo 27


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Notas do Autor


Gente é sério, não saem de casa

Capítulo 27 - Indústria


Fanfic / Fanfiction Stigma - Capítulo 27 - Indústria

A rotina de todos foram voltando aos poucos, JungKook retornou para casa com JiMin e foi atrás da Faculdade, explicando que teve uma viagem de emergência. Sr. Soo retornou a sua cidade e Yzza ficou com TaeHyung por alguns dias, até que ele conseguisse viver sozinho.

No começo daquela manhã, a menina levantou cedo, mas acordou consigo o outro, para que ajudasse no café da manhã. Yzza e TaeHyung conversaram bastante e, decidiram que não voltariam a namorar, os dias em que ficaram separados foram essenciais para que eles descobrissem outros sentimentos, experiências, para não seguirem mais juntos. No mesmo dia, a garota separou todas as suas coisas, estava pronta para deixar a casa de TaeHyung e, talvez o próprio garoto. Eles concordaram em serem apenas amigos.

TaeHyung, com a ajuda de Hoseok, foi ao consultório médico, para avaliar sua visão, o mesmo estava assustado, querendo ser confiante, mas, ainda mantinha o lado pessimista. Se aproximando da clínica, o mais velho o guiou para dentro e teve que sair em seguida.

M: Kim TaeHyung? -Perguntou ao abrir a porta de seu consultório.

T: Estou aqui- Disse o moreno se levantando, segurando sua bengala a frente de seu corpo.

M: Ótimo, vou te buscar- Encarou a ficha, analisando os dados com o menino que havia se levantado.

T: Está tudo bem Doutor, acho que consigo chegar até você- Sorri tímido.

M: Sério? Bom, então venha- Impressionado pela confiança do jovem, se afastou da porta, para que ele pudesse usar a parede se preciso.

O garoto caminhou para frente um pouco inseguro, balançando seu instrumento consigo, para guiar seus passos ao profissional. Sorrindo, ele sentiu a parede a seu lado e em seguida, os traços da porta.

M: Parece que se adaptou muito bem sem sua visão- Sorriu o guiando para dentro da sala, fechando a porta e, deixando o menino ao lado de uma cama- O primeiro dia é simples, vou dar uma olhada em seus olhos, ver o nível da situação

T: Está tudo bem, eu estou confiante -Se deitou na maca, abrindo seus olhos, mesmo que não pudesse enxergar.

O profissional analisando a situação dos olhos do garoto, observou primeiro o local e, em seguida, usou alguns de seus equipamentos.

M: Você disse que ele usou algo como spray e deixou que secasse completamente, sem deixar que seus olhos se fechassem?

T: Sim... Infelizmente foi isso- Bufou.

M: Quem fez isso com você? Porque não chamou a polícia? Isso é tortura!

T: Eu não podia...

M: Pode agora- Pegou um de seus colírios e pingou sob os olhos do menino.

T: Eu prefiro focar nos meus olhos primeiro... - Umedeceu seus lábios, um pouco incomodado pelo assunto.

M: Eu não tenho certeza de dará certo, mas estava fazendo um projeto- Levantou caminhando até um armário, o abrindo e pegando algumas lentes- Seus olhos ainda estão irritados, eu vou colocar algumas lentes em você- Se dirigiu na direção do paciente e colocou as lentes no mesmo- Foram feitas para bloquear as luzes dos cegos, ajudar os olhos a se recuperarem como se estivesse dormindo, vai ajudá-lo com o tratamento

T: Você tem certeza Doutor? – Se sente incomodado pelas lentes, piscando repentinamente.

M: Não, como eu disse, é um projeto, mas ele também não vai te prejudicar se não der certo- Ajuda o menino a se sentar- Ela pode te incomodar um pouco, mas irão ajudar você a se sentir mais confortável

T: Elas têm cor? Por ser lentes -Se ajeitou sentado, recuperando sua bengala em suas mãos.

M: Elas são brancas, pode parecer meio assustador para as outras pessoas, mas não se preocupe, eu vou acompanhar você uma vez por mês, vamos fazer vários testes e, talvez exista uma chance, mesmo pequena, de você voltar a enxergar

T: Está falando sério mesmo? -Sorri de orelha a orelha.

M: Não crie muitas expectativas, são teóricas, mas eu também torço pelo seu sucesso- Ajudou o menino a se levantar e abrir a porta- Precisa de ajuda para sair?

T: Sim, eu preciso, mas eu queria saber... Eu preciso tirar elas?

M: Não, não precisa, só precisa passar o colírio- Colocou o colírio no bolso do menino- Por ser um projeto meu, deixarei que leve esse de graça- Apoiou a mão do menino em seu ombro e, andando com ele até a saída da clínica- Até a próxima consulta, TaeHyung e, não hesite em chamar a polícia

T: Até a próxima, Doutor- Sorri breve sem mostrar os dentes- Eu irei, obrigado

O jovem andou em uma direção aleatória, até sentir um banco perto de si, aonde se sentou e permaneceu com os olhos fechados e um sorriso. Minutos depois, de permanecer na mesma posição, o menino escutou uma voz familiar.

E: Quanto tempo sininho- Se sentou ao lado do moreno, que rapidamente se sentiu em alerta.

T: Quem está aqui? -Perguntou tenso, sentindo suas mãos suarem.

E: Um amigo de infância, mas não se preocupe, não precisa ver para acreditar- Riu irônico, se levantando, segurando no braço do menino, para que se levantasse junto consigo- E você virá comigo, para que termine o que comecei

T: E-eu não quero ir- Engole o seco, se firmando a ficar- Eu vou gritar, se me forçar a ir com você

E: Acha que eu tenho medo garoto? Acha mesmo que eu tenho medo do que você poderia fazer  comigo? – Arrastando o menino consigo na direção de um automóvel- Eu se fosse você, não arriscaria a sorte

 Forçando o menino a entrar no carro, o mesmo umedeceu seus lábios, sentindo que gostaria de chorar, mas conteve o sentimento para que não deixasse o outro o controlar completamente.

Yzza contou a sua amiga sobre o mal entendido com TaeHyung e, mesmo assim, sua amiga não perdoaram o moreno, incentivando a garota a desistir do outro o mais rápido possível.

Yz: O que acha de tomarmos um café depois da aula?

A: Acho uma boa ideia, estou precisando esquecer um pouco algumas matérias e, acho que seria muito bom

Yz: Isso é ótimo, porque eu estava procurando uma desculpa para irmos lá- Sorriu abraçando a menina ao seu lado.

A: Não quer chamar ninguém não? Como o Myung? -Falou diretamente, sabendo o afeto que causava em Yzza.

Yz: Não! Claro que não, quero ir com você- Envergonhada, a menina tampou seu rosto com as duas mãos- Não diga bobeiras!

A: Você precisa esquecer logo esse TaeHyung- Riu baixinho, se virando para a menina- Não querendo ser preconceituosa, mas... Ele está cego também, como te daria atenção?

O sorriso de Yzza se desmanchou ouvindo aquelas palavras e se afastou da menina, a encarando.

Yz: Como você teve coragem de me dizer isso?

A: Precisamos ser realistas, ele não enxerga, como pode saber se você é a namorada dele?- Bufou  respirando fundo, se aproximando da outra- Eu sei que estou sendo idiota mas, eu só estou forçando a barra para que o deixe

Yz: Você não está pensando nos meus sentimentos- Diz com as lágrimas nos olhos- Como teve coragem de me dizer isso sabendo que eu o amo?

A: Eu só queria te ajudar! -Diz alto, se sentindo tocada com a mesma situação- Me desculpa ok? Se eu não pude te ajudar como deveria

As garotas permaneceram em silêncio por um período, até que o menino na qual elas comentaram, se aproximou animado.

M: Eai, como estão? -Sorriu se aproximando delas e, ao perceber o clima tenso, colocou suas mãos nos bolsos- Acho que é a hora errada...

Yz: Não... Nós estávamos indo a uma cafeteria, quer ir com a gente?

A amiga de Yzza arregalou os olhos com a atitude da mesma.

M: Era para resolver algo íntimo?

Yz: Não... Eu só preciso superar o passado e... Ela estava tentando me ajudar, mas não da melhor maneira

A: Desculpa-me...

Yz: Está tudo bem... Não diga isso de novo... Não quero brigar com você por isso

M: Então... Cafeteria?

O médico recebeu uma ligação e aproveitou o momento para contar a sua parceira que encontrou alguém que pudesse usar as lentes que eles produziram. Animado com a notícia, o profissional andou na direção da rua, ainda na chamada com a outra pessoa, a tempo suficiente para ver TaeHyung sendo levado a força.

M: Eu te ligo depois- Encerrou a ligação, discando rapidamente o número da polícia- Alô? Eu gostaria de fazer uma denúncia! Tem um carro preto levando meu paciente a força, parece ser sequestro- Espera as instruções do outro lado da linha- Tudo bem, eu vou passar a placa, mas eu ainda tenho mais uma denúncia do mesmo homem contra o meu paciente, uma tortura física

 No automóvel, o moreno estava nervoso e angustiado. Firmou suas mãos em sua bengala, sentindo a mesma suar frio e, tremer um pouco.

E: Foi um erro deixar você ir, mas quando eu acabar com você, irei atrás do seu amigo- Acaricia os cabelos da vítima- Vou garantir que essa “Viagem” permaneça só entre mim e meus homens

Ao lado da vítima, o homem quem ajudou os dois jovens a escapar, estava pensativo sobre a situação de TaeHyung, sabia que na mente de seu chefe, o mesmo poderia abusar novamente do menino e, mata-lo, como planejado. Mesmo que alguém chame a polícia, não daria tempo de eles chegarem para socorrer o menino. Tudo estava planejado, deixariam o cenário como suicídio e, depois, iriam atrás de JungKook.

A estrada os levou até uma pequena indústria, cujo a mesma era afastada o suficiente para que ninguém ouvisse os tiros. TaeHyung foi arrastado em direção a uma sala, deixado sentado no chão, a sua frente um papel e uma caneta.

E: Escreva, sua carta de suicídio, tem apenas 30 minutos para se despedir de todos

O médico recebeu outra ligação da polícia, pedindo que, como testemunha, acompanhasse junto eles o carro que o mesmo descreveu. Usaria coletes e sempre atrás dos policiais, ele topou e uma viatura estava vindo o buscar.

M: Acha que conseguem acha-lo?

P: Temos como rastrear as placas dos carros e verificar pelas câmeras de segurança de toda a cidade, mas não sabemos se chegaremos a tempo

M: O que estão esperando? -Perguntou um pouco nervoso, sentindo uma sensação ruim.

P: eles confirmarem o loca, não podemos arriscar, se nós perdermos tempo indo para um lugar errado, o menino morre

M: Vocês parados aqui, também tem chances de ele morrer

P: Senhor, preciso que fique calmo, estamos fazendo o possível e, manter a calma é a melhor forma de trazermos esse jovem em segurança

 TaeHyung estava sozinho, ele sentiu o papel, mas tudo o que conseguiu fazer no mesmo, foi um desenho de Yzza, era tudo o que ele sabia fazer desde que perdeu a visão, e foi a única coisa que deu tempo que ele fizesse.

E: 5 minutos sininho! Seja claro com suas palavras – Disse o vigiando na porta, percebendo que o mesmo desenhava- Mas que merda, eu mandei você escrever- Tirou o papel do garoto e o puxou consigo- Você fez suas escolhas

T: Eu não sei escrever me desculpa- Falou alto e nervoso, sendo arrastado pelo chão- Por favor me deixa ir, eu não fiz nada, eu não te entrego para a polícia- Começando a chorar, o jovem estava entrando em desespero.

A polícia recebeu a confirmação do local, convocaram três viaturas e eles foram em alta velocidade para a indústria, mas com a sirene desligada.

M: Porque as sirenes estão desligadas?

P: Se eles nos ouvirem, podem matar ele antes, estamos correndo contra o tempo, não vamos arriscar

R: Viatura 1990-D já chegou no local, o carro lá dentro bate com a descrição, câmbio- Diz a voz de outro policial pelo rádio.

P: Positivo, estamos chegando em três minutos, câmbio.

R: Devemos entrar? Câmbio.

P: Não, não sabemos o número de pessoas lá dentro, vamos ir com calma, câmbio.

As três viaturas chegaram e todos os profissionais desceram dos veículos, incluindo o médico, antes de entrarem de vez na indústria, eles se separaram e, questão de segundos, ouviram vários disparos e alguns gritos.

P: VÃO VÃO, NÃO TEMOS MAIS TEMPO, ACHEM O GAROTO

Arrombando a porta, um grupo de policiais com a mira da arma para qualquer pessoa que aparecesse, invadiram o local gritando ser da Polícia, andaram por vários setores daquela indústria, mas não havia nada.

R: Achei um desenho em uma sala vazia, câmbio.

P: Deve ser do garoto... Não pegue, mas me diz, o que tem desenhado? Câmbio.

R: É um rosto, parece ser de uma menina, câmbio

P: Se achar mais alguma coisa, entre em contato, câmbio

R: Positivo, câmbio desligo.

Andando com cuidado, o policial quem estava com o médico, encontrou um sapato no chão, iluminou com a lanterna na qual, controlava encima de sua arma e, olhou ao profissional da saúde.

P: Ele usava isso?

M: Sim senhor... É dele

Não se ouvia nada além dos passos dos policiais, não tinham ideia e a indústria estava limpa, não havia mais nada além do desenho e do sapato, o carro estava estacionado, aonde eles poderiam estar?

P: Alguém do lado de fora? Câmbio.

Ninguém respondeu, o policial respirou fundo e chamou o médico consigo.

P: Precisamos ter calma e, se ele estiver mesmo morto, você saberá e, se estiver ferido, terá chances de salvá-lo, preciso que fique firme comigo

D: Achei um depósito do lado de fora, peço reforços, estou ouvindo algo, câmbio.

P: Entendido, estamos indo, câmbio.

Correndo na direção do depósito, os policias se posicionaram e abriram a porta no três, revelando uma cena assustadora de três corpos no chão e muito sangue.

P: Cadê o garoto? -Perguntou olhando para o médico, na esperança dele identificar.

M: ele não está aqui...

R: Senhor, eu encontrei o garoto- Diz levantando TaeHyung que estava escondido no canto da sala.

M: TaeHyung? -O Doutor pergunta indo na direção do mais novo, quem estava ensanguentado e, não entendia nada por conta de estar cego.

T: Eu não... Eu não sei o que aconteceu...

P: Está tudo bem garoto, pelo visto, tudo acabou

Trêmulo, o mais novo foi guiado pelo médico até o carro da polícia, aonde se sentou e conseguiu se recompor.

T: Como você me achou?

M: Foi questão de segundos, você teve muita sorte- Acariciou os ombros do garoto, vendo o quanto ele ainda estava sensível.

TaeHyung foi encaminhado para o hospital e, o caso passou na televisão, falando sobre o sequestro de um jovem que terminou na terrível morte de três homens. Eles ainda não sabiam ao certo o que aconteceu e, o fato de TaeHyung estar cego, não validou seu testemunho, ele só ouviu tiros e se abaixou.

No hospital, o menino recebeu a visita de sua família Kim, todos estavam nervosos e alguns choraram a saber o que aconteceu. Hoseok se culpou por não ter ficado com TaeHyung e ter ido trabalhar, a vítima negou dizendo que eles deveriam estar de olho nele faz um tempo, foi tudo muito rápido e, pelo visto, planejado.

Jk: Foi aquele homem quem ajudou não foi? Ele te salvou não foi?

Todos estavam confusos e TaeHyung sorriu confirmando.

T: Ele me escondeu lá, me levou antes do Chefe e o motorista do carro chegarem, então ouve a troca de tiros... Eu fui o único quem sobreviveu

Yzza soube da notícia pela TV na cafeteria, que mostrou a notícia como urgente, o que fez a moça sair correndo e chamar um táxi o mais rápido possível. TaeHyung estava bem, não aparentava ter machucados e, suas vistas, já estavam sendo tratadas pelo médico quem salvou sua vida, por ter atendido o telefone na hora certa.

T: Obrigado por ter me salvado doutor

M: Está tudo bem TaeHyung, só descanse e te vejo na próxima consulta

Semanas depois do ocorrido, tudo estava mais calmo. TaeHyung foi chamado para ir ao júri dizer o que sabe do sequestro, o mesmo junto com JungKook, por conta de terem sido sequestrados juntos, tiveram que depor. Em seguida, Sr. Soo também foi convocado a ajudar com o caso.

TaeHyung voltou a morar com Jin, por necessidades e, sua casa quem ficou foi Hoseok, para cuidar enquanto o dono ainda não tivera suas vistas melhoradas. Inclusive, com o acompanhamento e melhora do jovem, ele pode finalmente ter sua cirurgia marcada.

Tudo em sua vida finalmente parecia estar caminhando na direção certa, aquele homem nunca mais o procuraria, ele estava livre, não de todos os perigos desse mundo, mas do principal, que era aquele cara.

Aprendendo a ler e escrever, TaeHyung foi seguindo sua vida, Yzza voltou a ser parte dela como amiga, sempre o ajudando com as lições o estimulando a não desistir, por mais que seja difícil.

Passando a tarde na casa da menina, o moreno sentado no chão do quarto dela, como de costume, ela entrou no cômodo com uma bandeja com dois copos de suco e um prato com sanduiches, para eles lancharem, só de ouvir a frase dela, o menino sorriu.

Yz: Voltei e, trouxe um lanchinho- Se senta perto do rapaz com cuidado- Está com fome?

T: Estou sim- Pegou um dos lanches com auxílio da menina- Obrigado por estar me ajudando mesmo com tantas coisas para fazer da sua faculdade

Yz: Sabe que eu sempre vou ter tempo para você

Um silêncio permaneceu após essa frase, deixando os dois pensativos, principalmente TaeHyung., quem teve sua atenção roubada quando seu celular começou a tocar e vibrar e seu bolso, chamada de Jin.

T: Pode vir sim, já terminamos, obrigado- Encerra a ligação e retira um papel de seu bolso- Eu quero que leia mas, só quando eu for embora está bem?

Yz: Está sim, vou ler com carinho

T: Obrigado... -Se levanta apoiando com a bengala e a menina ajuda recolhendo os materiais do moreno- Me acompanha até a porta?

Yz: Claro que sim, bobo- Segurando na mão do jovem, andou com ele até a saída, esperando que Jin chegasse e o levasse consigo, deixando um sorriso enorme de ‘Obrigado’, por ter ajudado com as lições.

Yzza voltou rapidamente para seu quarto, querendo ler a carta o mais rápido possível e, assim fez quando a abriu:

Querida Yzza, essa carta está sendo escrita com a sua ajuda, eu pensei em escrever para você várias vezes, mas não sabia como fazer isso, nem no papel e nem no computador, mas agora eu consigo, e não posso dizer pessoalmente isso a você, não sei se teria forças, então vou escrever.

Você é uma pessoa incrível, não sei o que dizer o que seria da minha vida sem você nela, fui muito feliz ao seu lado e ainda quero ser, mas não posso, porque não sou o cara certo. Eu nunca soube quando você queria um abraço ou um beijo, não conseguia segurar na sua mão, tinha vergonha, tinha medo, não sabia o que era amor, nunca tive isso. Você quem me mostrou isso tudo e, a única certeza da minha vida era ver você quando acordava, mas agora não posso mais te ver, e não estou falando sobre estar cego.

Eu entendo que você é jovem assim como eu, não quero que deixe de viver porque namora um menino cego, quero que viva, seja feliz, realize seu sonhos e que a pessoa quem estiver do seu lado, você realmente a ame e nunca o deixei ir embora.

Yzza, eu sempre vou amar você, mesmo que não goste mais de mim por motivos óbvios, mas espero ainda ter uma chance em seu coração. Se eu pudesse, eu gostaria de te conquistar assim como você me conquistou na escola, se for preciso eu também arrumo um jeito de tirar fotos suas e colocar em uma carta, de escrever para você ou até mesmo, decorar os passos até uma praça só para passar o final da tarde com você.

Eu não quero que me espere se não sentir mais nada, eu só queria te fazer uma pergunta.

Yzza, você deixaria eu me apaixonar por você de novo? Você deixaria? Você se apaixonaria junto comigo também? Me daria uma chance?

Eu sei que disse que era apenas uma pergunta... Mas eu não quero desistir de você, eu amo você e, ainda tenho esperanças que vou voltar a enxergar e irei te ver acordar comigo todos os dias de sono.

By: Seu amorzinho

Escrito: Park Lindo JiMin s2


Notas Finais


Fiquem em casa nenens s2 s2 s2 s2 s2 s2


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