História Stiles Stilinski: sequestrador - Capítulo 3


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Categorias Teen Wolf
Tags Sterek Derek Stiles
Visualizações 37
Palavras 2.910
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desejo-te que tenha uma ótima leitura e que desfrutes da história ^^

Capítulo 3 - Capítulo três


-Papai. -Gemi e tapei a cabeça com o travesseiro. -Papi? -Se não me movesse, ele faria isso por mim. -Papai. -Cantarolou. Esse garoto era muito persistente. -Father. -Agora sabia inglês? -Papaai? Papi? - Pus outro travesseiro sobre minha cabeça na falha esperança de bloquear o som. O pequeno monstro me matava. -Pai!

     -O que foi?! -Lhe gritei, finalmente.

  -Oh, bem, então estava acordado. -Leo sorriu.

    -Por que, pequeno...? -O agarrei pela cintura e o imobilizei na cama antes que fazer cosquinhas sem piedade. Suas desesperadas risadas poderiam seriamente deixar alguém com problemas de audição. O soltaria eventualmente, mas isso era o que merecia por me acordar.

   A campainha soou, fazendo com que me congelasse e cobrisse a boca de Leo com minha mão. Pus meu dedo indicador em meus lábios para fazê-lo saber que deveria fazer silêncio. Quando assentiu, olhei pela janela, de fininho. Não havia carros, o que significava uma só coisa: vizinhos. Conhecia a algumas pessoas da cidade e da vizinhança, nenhum deles me interessava passar mais tempo do que o necessário.

  -Leo. -Sussurrei. -Se vista, vamos sair esgueirando- se.

   Na casa ao lado, a nossa direita, viviam Boyd e Erica. Eram como todo casal americano ao principio, mas a minha insana necessidade de salvar as pessoas me fez aprender ao contrário. Como iria saber que Erica gostava de pessoas rudes? Afortunadamente Boyd o fez, assim que não pensei duas vezes e o nocauteei com o taco de baseball de Leo. Desde então não consigo mais olhá-los no rosto.

   Diretamente, cruzando a rua, estava Kate. No curto tempo que levava vivendo aqui, haviam mais homens entrado em sua casa do que eu já havia conhecido na minha vida. Ok, isso era um pequeno exagero, mas definitivamente lhe beneficiaria muito colocar uma porta giratória. A conheci quando veio fazer uma visita com o cara do cabo. Me conseguiu alguns canais grátis, assim que suponho que não seja tão mal.

    Me vesti o mais rápido possível, peguei a primeira roupa que vi na minha frente: uma camiseta sem mangas de uma tartaruga ninja mutante e uma bermuda. O misterioso vizinho havia se dado por vencido com a campainha e estava batendo na porta com alegres toquezinhos. Me sentei para pôr os sapatos quando Leo veio. Sorriu quando viu minha camiseta. Claudia, minha mão, me atacou quando nomeei meu filho com o nome de uma das tartarugas ninjas, mas Leo pensava que era adorável.

   -Pronto para irmos? -Lhe perguntei, pegando minha mochila.

   Assentiu. -Usei a câmera espiã. É o senhor Mahealani. -Ah, Ethan e Danny Mahealani viviam baixando a rua com sua perfeita filha, Tara.   Danny era o rei da fofoca na vizinhança. Já sabia que se abrisse a porta estaria ocupado por horas escutando histórias exageradas sobre os assuntos de todos. Acabava de acordar, não queria ter que lidar com isso.

   Leo e eu nos arrastamos pela casa e saímos pela porta dos fundos. Nos agachamos e corremos pela grama até chegar à cerca que separava meu jardim de o dos vizinhos. Olhei para Leo enquanto escalava a cerca. Graças a Deus, não era muito alto para ele, assim que foi capaz de saltar por ele mesmo. Rapidamente escalei a cerca para cruzar e me deixei cair ao seu lado, aterrizando sobre a verde e suave grama.

   -Agora deveria escrever "Entrada ilegal" no seu registro?

   Dei um pulo e olhei para trás. O oficial da construtora Hale estava no pátio traseiro vestindo somente tênis e shorts de ginastica e com uma mangueira de água em sua mão.

  -Uh... Hola. Sinto muito, não sabia que alguém vivia aqui, só estávamos passando.

  Pôs uma camiseta sem mangas antes de caminhar até nós. -Ow. -Disse Leo olhando para cima. -Eres enorme.

   Ele riu. -Stiles e Leo, é agradável conhece-los oficialmente. Sou Scott McCall. Sintam-se livres para escapar pelo meu pátio traseiro sempre que quiserem.

   -Obrigado. -Sorrio. -Te devo uma.

  -E como estão escapando? -Perguntou por curiosidade.

  -Oh, estava preparado para isso. Estacionei minha caminhoneta rua abaixo. De outra maneira, teríamos que usar nossas bicicletas. Expliquei.  -Estamos saindo para tomar café da manhã. -Olhei para meu relógio. -Err... para o almoço. -Era mais tarde do que havia pensado.

   -Quer vir conosco? -Perguntou Leo.

  Scott sorriu para Leo. -Talvez na próxima vez, amigo. Tenho que ir trabalhar. 

  -Obrigado de novo. Nos vemos logo. -Tomei a mão de Leo. Danny seguia batendo na nossa porta, assim que poderíamos ir até a caminhoneta e ele não nos veria. Sabia que teria que enfrenta-lo eventualmente, mas hoje não.

   Levei Leo à cidade, a um Levei Leo para a cidade, para um adorável lugar antiquado, onde havia alguns milk-shakes para tomar. Leo sentou-se a minha frente na nossa mesa. -Papai, fiz uma lista de coisas que necessito da madeireira. Quero construir uma casa na árvore.

    -Está bem. -Consenti. -Mas primeiro me diga onde vamos conseguir a árvore.

    -Papai. -Gritou. -Não temos que ter uma árvore. Pode estar no chão. Podemos tentar? Por favor?

   Como papai todavia tinha que dominar a arte de dizer "não" a meu filho, mas não sabia nada sobre construir uma casa na árvore, mesmo que não houvesse uma...

   -Você está com a lista agora? Ou está só na sua cabeça? -Me entregou a bendita lista. -Bem, mas deveríamos conseguir algumas madeiras para fazer isso.

    Nunca vi Leo comer tão rápido em sua ânsia de ir a madeireira. Não conhecia metade das coisas que estavam nessa lista. Tampouco Leo, mas isso não interrompeu o seu entusiasmo. Praticamente correu quando chegamos. Considerei pôr uma coleira nele, mas decidi caminhar atrás dele, empurrando o carrinho.

    Um menino agradável deu uma checagem rápida na lista antes de ir a parte traseira pela madeira. Dei a Leo um óculos e deixei olhar enquanto o menino cortava a madeira. Isso me permitiu encontrar outras coisas.

  -Que raios é uma "viga"? -Resmunguei, olhando para a lista.

   -Corredor três. -Respondeu alguém.

  Me virei para encontrar um atrativo loiro atrás de mim. Parecia um pouco desnorteado. -Sinto muito, jovem. Não pretendia escutar as escondidas.

    -Diga-me onde posso encontrar uma serra e com gosto de perdoarei. -Respondi.

  -Corredor seis. -Sorriu. - Parece como se estivesse em um projeto muito sério aqui. -Disse, dirigindo-se a ridícula quantidade de coisas que havia no meu carrinho.

  -Meu filho insiste que ele e eu podemos construir uma casa na árvore. Não sei como me convence dessas coisas. -Confessei. Então lhe estendi a mão. -Olá, sou Stiles Stilinski.

    Seus olhos se arregalaram. Isso não podia ser algo bom. -Stiles Stilinski? Como o infame sequestrador?

  Fechei meus olhos. Nunca iria conseguir esquecer disto. -Em minha defesa, posso dizer que os alimentei com sorvete e os devolvi. 

     -Eu sei. -Riu. -Sou Isaac Hale, o tio de Ethan e Sophie. Derek está por aqui.

  -Derek? O pai furioso? Obrigado pela advertência. Foi um prazer te conhecer! -Comecei a empurrar o carrinho tão rápido como pude. A estúpida coisa era mais pesada do que pensei.

  -Prazer em te conhecer também. -Isaac Disse atrás de mim. Estava se divertindo com isso.

    Meu barulho terminou logo. -Papai!

  Aqui estava Leo, seguido por um carrinho cheio de madeira, o qual estava sendo empurrado por ninguém mais, ninguém menos, que Derek Hale. -Merda. -Leo deu um grito em forma de deboche e estendeu sua mão. Puxei um dólar do meu bolso e lhe entreguei.

  -Stiles. -Disse Derek, interrompendo o momento incômodo. -Não havia tido a oportunidade de me desculpar pela forma que reagi ontem. Estou realmente agradecido por haver intervindo e haver ajudado meus filhos. -Uma pequena risada saiu de sua boca. -Mesmo se os sequestraste. -     Arg! Sabia que isso viria.

  -Sério, não mencione isso. Vamos, Leo. Tomei os dois carrinhos, planejando empurrar um e puxar outro. Nada resulta na forma que necessitas. O carrinho da madeira não cedeu.

    -Permita-me. -Ofereceu Derek, caminhando junto a mim e empurrando o traiçoeiro carrinho com facilidade. Maldito presunçoso  

 O segui como outro. -Não precisa fazer isso. Simplesmente voltarei para buscar esse. não é grande coisa. 

 -Não seja teimoso. -Respondeu. -É o mínimo que posso fazer. -O empurrou direto até a caixa registradora, e o segui irritado.

 -Não eres muito bom evitando pessoas. -Disse Isaac, aparecendo ao meu lado e colocando algumas coisas no meu carrinho. -Esqueceste de pegar as vigas e a serra.

        -Obrigada. -Resmunguei.

      -Um prazer. -Sorriu. -Agora, se nos permite, cuidaremos disso.

    Antes de me dar conta, estava seguindo Derek e Isaac afora para colocar as coisas dentro do porta-malas da minha caminhoneta. Deixaram que Leo os ajudassem e a mim, me indicaram pra ficar do lado, já que eles fariam o trabalho. Era uma completa estupidez. Eu ia ser quem construiria a maldita casa da árvore, ou pelo menos tentaria.

  -Já carregamos tudo. -Indicou Derek, fechando a porta do jeep. -Tenha um lindo dia, Stiles. Bagunçou o cabelo de Leo e se afastou devagar com Isaac. incrível.

    Leo tagarelou emocionado todo o caminho. Não levou muito tempo para descarregar tudo. Vejam, eram completamente capaz de fazê-lo sem a ajuda desse par de brutos. Decidimos esperar para construí-la no dia seguinte e optamos por ir ao parque.

  Peguei algumas coisas enquanto Leo agarrava um frisbee e nossos patins. O parque não estava longe, assim que chegamos lá rapidamente.     Era um lugar agradável, havia muitas crianças ali, Leo fez novos amigo enquanto eu estendi o cobertor e abri um livro.

    Estava tão perdido nas páginas que nem sequer escutei meu filho. -Papa, olha quem eu encontrei!

    Depois de marcar a página que estava lendo, olhei. Um Derek em versão miniatura estava ao lado de Leo. -Olá Ethan. -Sorri.

    -Olá, Stiles. -Respondeu, um pouco tímido.

   -Papai, você precisa resgatar Ethan e Sophie outra vez. Sua babá dá medo. -Disse Leo. Ethan assentiu, de acordo.

   Me pus de pé e deixei o livro em cima do cobertor. -O que queres dizer com "dá medo"? -Perguntei.

  -Está tratando de tentar nos agradar, assim ela pode ser a próxima noiva do papai e está tentando fazer com que Sophie lhe chame de "mamãe". -Disse Ethan. -Podemos ir para casa contigo?

   Isso estava me matando, sério. -Garotos. -Suspirei. -Sinto muito, mas não posso simplesmente pegá-los da babá só porque não gostam dela. As caras de ambos me fizeram sentir pior. -Olha, prometo chamar seu pai depois e ver se podem vir, tudo bem?

  Ethan assentiu, triste. -Está bem. -Disse baixinho. 

    Não podia suportar mais. Tinha que ir antes de mudar de ideia. -Leo, vou guardar as coisas. Necessitamos chegar em casa para poder começar a preparar a janta.

    -Ok, papai. -Respondeu, com o olhar baixo.

  Rápidamente recolhi tudo antes de mudar minha opinião. Lancei tudo ao fundo do Jeep antes de me apressar para chegar ao serviço. Molhei o rosto enquanto estava aqui. Esses garotos iam ser a morte para mim.

    Leo esteve em silêncio o caminho inteiro para casa. Se esticou para ligar o rádio sem sequer me olhar. Ele nunca permanecia chateado por muito tempo, assim que apenas esperei passar. Estacionei na garagem e ele saltou rapidamente do Jeep.

     -Eu descarregarei as coisas, papai. Por que não entra? - Ofereceu.

  -Está bem, Leo. -Disse, alcançando a maçaneta do porta-malas.

Leo entrou em pânico. -Papai...

   Muito tarde. Abri a porta para encontrar Ethan e Sophie escondendo-se. Havia me fixado tanto no meu triste filho que nem sequer me dei conta que havia duas crianças no porta-malas.

   -Shh. -Sussurrou Sophie pondo um de seus dedos nos lábios. -Estamos nos escondendo.

   Ethan se via nervoso e culpado.-Sinto muito, Stiles. Lhe disse que estávamos jogando. Por favor não se aborreça com Sophie. É minha culpa.

   -Foi minha ideia. -Confessou Leo para salvar seu amigo. -Mas é que não conheceste a babá, papai. Tínhamos que fazer algo.

    Tinha que chamar Dererk e dizer que tinha seus filhos comigo... Outra vez.

   -Vão para dentro. Já verei o que faço com vocês. -Ethan e Leo correram para dentro. Peguei a Sophie e os segui. -Esses garotos se metem em muitos problemas. -Lhe disse.

     Ela sorriu para mim. -Olá, Stiles.

    Não pude evitar de soltar uma risada. -Olá, Sophie. -A levei adentro e a sentei na barra da cozinha antes de pegar meu celular. -Tenho que chamar o seu papai de novo. -Rezei para que me mandasse um recado, mas atendeu.

    -Derek Hale 

    -Derek? Olá. Sou Stiles, da madeireira. -Disse por se algum acaso já houvesse esquecido o nome do homem que sequestrou seus filhos.

    -Olá Stiles. O que posso fazer por você? Necessita de ajuda para descarregar as coisas?

    Ele era malditamente petulante. -Para sua informação eu já descarreguei tudo muito bem, obrigado. -Respondi, apertando o celular por seu risinho. -Na realidade, te chamo porque Ethan e Sophie estão na minha casa, pensei que talvez quisesse saber.

      -Sequestraste meus filhos outra vez?

  -Não! - Repreendi ofendido. -Não havia porquê. -Agreguei. -Aparentemente a babá estava os assustando, assim que escaparam para dentro de minha caminhoneta. Não os encontrei até chegar em casa. Leo e Ethan tomaram a culpa. -O escutei suspirar. 

     -Sinto muito, Stiles. Irei busca-los.

  -Não se preocupe. Só não queria que chamasse a polícia quando a babá se assustasse. De todas formas, tu sabe o caminho. -Tive que brincar aqui. -Ethan e Sophie serão bem recebidos até que venhas. Prometo mantê-los seguros até chegares aqui.

    -Tem certeza? Não quero lhe incomodar.

  -Isso não lhe deteve na madeireira. -Lhe recordei. -Estarão bem. Estou para começar a janta, assim que necessito ir. -Lhe dei minha direção e deixei falar com Sophie antes de desligar.

  Os garotos vieram correndo. Ambos descalços. -Papai, podemos encher o brinca-brinca. -Leo me pediu. -Levaremos Sophie conosco. Por favor?

    Primeiro pensei. Podia ver o brinca-brinca pela janela da cozinha, assim poderia ficar de olho neles. Os três pequenos me seguiram afora, onde peguei a bomba de ar para inflar o brinquedo. Me girei para os garotos. -Vocês dois, precisam cuidar da Sophie. Não pensem que Derek os deixará voltar se os envio para casa machucados, assim que, sejam cuidadosos, certo?

    -Lhe prometemos. -Disse Ethan, tomando a mão de sua irmãzinha. De alguma forma soube que ele cuidaria dela, mas isso não me impediu de ir vê-los de momento em momento.

  Podia ouvir suas risadas. Ethan e Leo estavam dividindo-se em turnos para cuidar de Sophie enquanto saltavam. Esperava que Derek os deixassem vir sem eu ter que sequestra-los um dia. Leo gostava de fazer coisas comigo, mas ele necessitava de amigos da sua mesma idade para passar o verão.

    Quando a janta estava pronta, os garotos estavam exaustos. Praticamente caíram sobre a cadeira na mesa. Tive que sorrir enquanto servia seus pratos. Comeram tudo o que servi, apesar de ter colocado alimentos saldáveis alí. Os compensei com torta de pêssego.

  Isso os deu novas energias. Fiz que esperassem um pouco antes de deixá-los ir novamente ao brinca-brinca. Peguei minha câmera enquanto saia para vê-los. Depois de tirar umas quantas fotos, me aproximei de uma cadeira e sentei.

   Me surpreendi quando Sophie veio e subiu no meu colo. Devia estar muito exausta, porque apenas dois minutos depois adormeceu.  Inconscientemente meus dedos acariciaram suas suaves bochechas enquanto dormia.

    Meu celular vibrou na mesa. Tomei cuidado para não despertar Sophie quando o peguei. -Olá?

    -Stiles? Sou eu, Derek. Estou do lado de fora da sua casa.

    -Oh, deve estar aberto. Estamos cá atrás. Só siga o barulho. -Pus o celular novamente em cima da mesa. Sophie não se moveu.

    Um momento depois escutei a porta traseira abrir-se. -Tens um casa bonita, para um criminoso.

    -Há, há. -Ri sarcasticamente. -Não seria um criminal se pudesses escolher pessoas certas para cuidar dos seus filhos. Entenda que os "sequestrarei" sempre que me pareça certo daqui em diante. Assim que, se eles desaparecerem me ligue antes de se assustar.

  -Vejo que conseguiu cansar a pequena. -Derek sorriu, olhando Sophie.

  -Oh, não. -Contradisse. -A droguei. Só podia manejar dois por vez. -Não podia deixar meu sarcasmo de lado.

    Só riu e se sentou numa cadeira próxima a mim. -Obrigado por fazer isso, Stiles. -Disse sinceramente. -Ethan é muito sigiloso sobre quem deixo para cuidá-los. Não sei o que vou fazer com esse garoto.

    Os garotos saíram do brinca-brinca e vieram correndo. Ethan se deteve quando viu Derek. -Olá, papai. -Eu conhecia muito bem esse olhar.      Leo sempre o usava quando sabia que estava em problemas.

  -É minha culpa, Derek. -Disse Leo, rapidamente. -Eu o convenci. A babá dava medo. Tivemos que salvas a Sophie dela.

    -Então agradeço a ambos por salvar Sophie, mas de agora em diante se Stiles disser não, é não. Não podem escapar para sua caminhoneta sem permissão. Entendido? -Perguntou severamente. Na realidade, me aliviou ver que ele não foi muito duro.

  -Sim, senhor. -Disse Ethan enquanto Leo assentia.

    -Bem. -Disse enquanto se levantava. -Agora, necessitamos levar a sua irmã para a cama. -Cuidadosamente tomou Sophie de meus braços. Ela nem sequer se mexeu.

  Ethan caminhou até mim. -Obrigado por nos deixar ficar, Stiles.

  -De nada, pequeno. -Me agachei e o beijei na bochecha como fazia com Leo. Ele me olhou com assombro antes de sorrir.

  Leo e eu os encaminhamos até seu carro. Derek colocou Sophie em sua cadeira enquanto Ethan entrava pela outra porta. -Já se deu conta de que um policial vive por perto? Deveria manter os crimes ao mínimo.

    Suspirei. -Derek?

    -Sim, Stiles? -Sorriu.

    -Cale-se. 

 Só riu novamente. -Estou seguro que voltaremos a nos logo. Boa noite para vocês dois. -Bagunçou o cabelo de Leo e entrou ao carro. Antes de ir sorriu para mim.

  Ia ter que lhe bater antes de tudo isso terminar. 


Notas Finais


Até o próximo!


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