História Stories - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias CNCO
Personagens Christopher Vélez, Erick Brian Colón, Joel Pimentel, Personagens Originais, Richard Camacho, Zabdiel De Jesús
Tags Cnco, Estorias, Imaginação, Imagines
Visualizações 74
Palavras 963
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi oi oi, minhas pupunhas! Como estão?

Mil perdões pela demora, eu estava focada em votações esses dias inteiros e não tive tempo de escrever. Espero que me compreendam e aproveitem esse cap. Eu amei escrever ele e, como o prometido, fofo.

Capítulo 16 - Boa noite, baixinha


Tropecei nos meus próprios pés e olhei para o cara que me segurou forte, impedindo a minha queda.

— Merda. — Murmurei, me recompondo e firmando novamente meus pés no chão. — Desculpa. — Ri fraco, sentindo minhas bochechas corarem e Joel balançar negativamente a cabeça.

— Não foi nada. Só toma mais cuidado. — Sua simplicidade ao falar me fez olhar para ele e arquear uma das sobrancelhas, curiosa.

— É sério, desculpa. Não adianta eu tomar cuidado porque meu corpo tem um ímã com o chão. — Encolhi os ombros, ouvindo uma risada fraca escapar dos seus lábios. — Cadê os garotos?

— Na sala — respondeu, apontando com o queixo para o cômodo.

— E o que você está fazendo aqui na cozinha? — Pergunta idiota, merda.

— O mesmo que você. — Ele respondeu, se aproximando de mim lentamente.

Por uma fração de segundo, prendi a respiração, imaginando o que ele estava fazendo com o rosto próximo do meu e por que estava sorrindo daquele jeito.

— O-o quê? — Sim, isso foi uma pergunta retórica.

— O mesmo que você, S/A — repetiu, pegando um pacote de salgadinho que estava atrás de mim, balançando-o em frente ao corpo.

— Ahn, c-claro. — Olhei para a tigela de salgadinhos que estava segurando e me amaldiçoei por ter sido tão idiota. Sutileza, S/N, sutileza.

Assim que o seu corpo foi um pouco para o lado, passei rapidamente e me dirigi à sala em passos tão rápidos quanto meus pensamentos. Agora, mais do que nunca, eu queria subir aquelas malditas escadas, expulsar os garotos da minha casa e me prender dentro do meu quarto o resto da noite assistindo séries e tomando sorvete. Não é por eu estar triste e sim porque amo assistir séries e comer. Mais do que… enfim.

— Pensava que tinha perdido os salgadinhos em Nárnia. — Richard zombou assim que me joguei ao seu lado no sofá. — Por que demorou tanto?

— Não demorei tanto assim. Só coloquei os salgadinhos na tigela e trouxe. — Observei enquanto ele pegava um pouco do conteúdo de dentro da tigela e enfiava na boca. — Toma, pode pegar à vontade. — Disse, colocando o objeto nas mãos dele.

— Você não vai querer? — Perguntou.

— Não.

Um movimento ao meu lado me fez olhar rapidamente naquela direção, vendo Joel finalmente surgir da cozinha com seu pacote de salgadinhos, sentando ao lado de Chris, que estava na nossa frente em outro sofá, focado na tela do celular e sorrindo.

Desviei meu olhar e fitei na TV, sentindo os braços de Rich me puxarem para perto dele e me aconchegarem no seu peito.

— Valeu pelo lanche, baixinha. — Ele agradeceu, rindo e beijando a minha testa.

— Ah, não foi nada. — Sorri envergonhada e aproveitei o aconchego dos seus braços para ficar por lá mesmo. — É legal ter a companhia de vocês. Mesmo que algumas pessoas fiquem o dia inteiro nesse celular e nem liguem para o seu redor. — Falei a última frase alto, olhando para o Chris para ver se ele pegava a indireta e o mesmo riu, retribuindo o olhar e guardando seu celular no bolso.

— Você não existe, S/N — Richard murmurou, rindo próximo ao meu ouvido, me causando cócegas.

— Existo sim, Rich. — Ele me abraçou mais forte e sorri mais ainda.

Eu amava aquele jeito fofo dele de ser. Se preocupando com tudo e com todos. Ele era incrível e qualquer pessoa que dissesse o contrário merecia um belo soco na cara.

— Será que vocês dois podem parar com esse aperta aperta? É muito meloso e daqui a pouco eu solto arco íris pelos olhos vendo essa cena. — Joel se manifestou, revirando os olhos e rindo.

— Qual é, mano. Eu sei que se você pudesse estaria no meu lugar. — Rich retrucou, fazendo os garotos soltarem um “uoou” em coro e começarem a rir. E eu? Corei novamente.

— Eu não…

— Joel, toma cuidado com o que vai dizer. — Chris advertiu, ainda rindo.

— Eu só ia dizer que…

— Okay, okay, deixo vocês pararem com essa brincadeira infantil sobre quem me abraçaria ou não. — Interrompi o Joel mais uma vez, que me fitou e logo desviou o olhar pra TV, rindo e relaxei novamente no peito do Rich.

Focamos na TV e assistimos uma série de programas e games shows. Fazia bastante tempo que eu não os via e sentia saudade de ficar assim, de bobeira com aqueles idiotas a tarde e a noite inteira.

— Rich, que horas são? — Perguntei a ele, passando a língua pelos lábios e bocejando levemente depois de quase 3 horas rindo e brincando.

— 1:12AM, S/A. — Ele respondeu ao checar o horário no telefone. — Já quer descansar? A gente já vai se…

— Não, não… — Murmurei, mastigando o nada e fechando levemente os meus olhos. — Eu vou ficar acordada com vocês, faz muito tempo que não os vejo e…

— S/A, a gente vem aqui amanhã. Você está cansada…

— Rich, eu já disse que não. — Respondi, convicta e abri os olhos, fitando-o. — Eu não estou cansada, só que seus braços estão me dando sono. — Brinquei, vendo-o rir e revirar os olhos. — Mas deixa eles aqui. — O impedi assim que ele fez menção de se retirar. — Está bom.

Ele não respondeu, focando na TV novamente e eu fiz o mesmo, sentindo sua mão acariciar de leve meu couro cabeludo. Qual é, Rich, isso é jogo sujo.

Aos poucos, meus olhos foram se fechando e adormeci.

Apenas lembrei no dia seguinte de alguém me carregando até o meu quarto, uma pequena discussão sem nexo, já que não consegui entender muito bem, e alguém sussurrando um boa noite em meu ouvido antes de beijar minha testa de maneira tão doce e protetora que, com certeza, foi o motivo de eu ter acordado sorrindo.


Notas Finais


Awn, o que acharam? Quem vocês acham que desejou o boa noite? Aaaah, eu realmente achei muito cute esse Imagine.

Obrigada a todas que dedicam seu tempo pra ler e comentar, eu amo os comentários de vocês! 😂❤

Eu vou atualizar assim que possível, porque tenho que votar pro Latin (que vai ser esse domingo e nossos babies vão se apresentar aaa), pro Shawn e ajudar as Armys no Mama. GRAÇAS A DEUS AMANHÃ É FERIADO!

Boa noite, amores e obrigada de coração mesmo a cada uma de vocês. Críticas construtivas são super bem vindas! ❤


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