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História Storm (DRAMIONE) - Capítulo 12


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Notas do Autor


Hey you, i hope you"ll good!

Então, mais um capítulo seguido do outro. Trouxe um docinho pra vocês ok 💚 (Juro que até pensei em trocar o nome da fic. Será que deixaria alguém bravo? Comente se puder)

Capítulo 12 - Descobertas


Ainda naquela noite, Hermione estava jogando um jogo qualquer de vídeo game com Draco. Depois tentaram jogar banco um jogo de tabuleiro qualquer que havia na casa - Hermione não aceitou a petulância do loiro durante o jogo e então desistiu.

— Você não bebe não? Preciso de algo forte depois de tanta informação. Afinal eu estou por minha conta em uma cidade desconhecida pela primeira vez na vida. — Disse dramática, arrancando um riso de Draco.
— Eu acho que ainda tem uma tequila e um whisky aí numa dessas portas.
Draco se recostou no balcão da cozinha, indo em seguida até Hermione, que não alcançava as  garrafas.
— Um perfeito anão de jardim. Gosto disso.
Draco brincou, cheio de malícia enquanto colocava a garrafa em cima da pia e pegava alguns pequenos copos e limão. Hermione ficou sem reação nenhuma, afinal aquela tentativa de xingamento vinha acompanhada de um Draco completamente sem blusa, exibindo cada pintinha que contrastava com a pele branca do peito levemente musculoso...
— Quer um babador? Não a culpo, acontece. - Brincou novamente, estendendo a dose de tequila para Hermione-
— Acho que deveria usar um de vez em quando também. Pensa que eu não percebo?
Draco fingiu que não ouvira, mas a coloração vermelha em suas orelhas dizia outra coisa.
— Vamos logo para a sala. Ou prefere ficar lá no meu quarto? Pelo menos não vou precisar te carregar pelas escadas.
— Vamos logo lá pra cima, gosto da sua varanda.

E depois de se instalarem ali, observavam o movimento da rua. Hermione então lhe propôs uma brincadeira quando a garrafa já estava no fim. Nenhum dos dois parecia estar exatamente alterado, Draco era mais resistente ao álcool, então estava apenas "alegre"

— Vamos jogar verdade ou... Verdade mesmo. Quem não quiser responder bebe.

—Feito.
— Por quê não gosta da Astória?
— Tivemos um relacionamento curto e fodido no passado. Quase precisei mudar de país mas agora está tudo certo. Sua vez: O Potter deu em cima de você quantas vezes ontem? — perguntou tentando parecer desinteressado.
— Nenhuma vez que eu tenha notado. E você? Ele já deu em cima quantas vezes?

Hermione gargalhou ao ver a cara azeda de Draco.
— Está feliz aqui? - Draco perguntou receoso. Não queria pressioná-la. Mas ela logo respondeu.
— Estou. Pensei que não estaria e ainda preciso tirar minhas coisas de lá do outro apartamento. Mas estou extremamente feliz levando em conta o motivo da minha vinda pra cá. Agora vamos lá, próxima pergunta: Pretende se mudar ou ter filhos daqui uns cem anos?
— Baixou a Narcissa Malfoy em você ou o quê? Eu não sei, nunca fui tão longe com alguém. E acho que já chega de bebidas por hoje.
— Tá bem, tá bem...

A morena levantou aos tropeços, sendo ajudada por Draco, que se assustou ao ver que ela deliberadamente trocava as roupas que vestia por um pijama, ficando apenas de lingerie. Draco agradeceu a todas as forças cósmicas que guiavam seu auto controle, porque Hermione era basicamente o seu tipo de perfeição pessoal numa mulher, e ele nunca pensara num tipo ideal. Obviamente não ficou encarando, apenas virou de costas e esperou para deitar no seu lado da cama, puxando os travesseiros que formavam uma linha para longe, não precisavam mais daquilo, afinal eram adultos conscientes.

— Confortável? — Quando se deu conta, Draco já estava com o rosto nos cabelos de Hermione. O cheiro característico dela parecia nunca se alterar. Ele sentiu um arrepio lhe percorrer as costas e - e em outros lugares específicos-  quando Hermione acariciou seu peito com os dedos finos e delicados. Ela fazia desenhos aleatórios ali.

— Mais do que deveria. Obrigada por cuidar tão bem de mim.— Ela ergueu o rosto, encarando Draco com uma expressão serena. Ele não estava diferente, tirava os fios soltos de cabelo que atrapalhavam seu rosto e selou seus lábios demoradamente. Passaria uma eternidade ali e não seria o suficiente, Hermione se provava a cada minuto ser alguém que ele queria que morasse para sempre em sua vida, onde pudesse observar aquele lindo sorriso e belo par de olhos castanhos. E se estava se apaixonando ou não ele não tinha medo, pois seu maior medo naquele momento era ser deixado ali sem ela. Não havia mais um mundo sem Hermione, que por sua vez também não tinha medo do futuro, e a cada momento ao lado dele via a possibilidade de não estar entre aqueles braços quase que impossível, senão absurda. Ela não tinha medo do amor, tinha medo de viver sem ele.
Draco sorriu, então a acolheu ainda mais em seus braços, depois de beijar aqueles lábios que eram tão viciantes para si. E ali eles estavam construindo um pequeno mundo, onde podiam ser eles mesmos e mesmo assim serem perfeitos mesmo com suas imperfeições.

    Talvez o paraíso existisse, eles só não sabiam ainda.



Notas Finais


É isso por enquanto. Obrigada a você que leu! 💚


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