História Story Of My Life - Got7 ( Hiatus ) - Capítulo 5


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Categorias Got7
Personagens JB, Mark, Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Blasian, Cacheada, Comedia, Fireescorpion, Garota Negra, Got7, Interracial, Jaebeom, Kpop, Mark Tuan, Negra, Políamor, Policial, Romance, Shoujo, Vingança
Visualizações 52
Palavras 2.569
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


EEAAAAEEEE MEU POVO! QUANTO TEMPO NÉ?


Depois de milênios eu voltei, espero que tenham sentido saudades hehehe
Sei que ando muito ausente, mas as coisas estão para mudar, só não sei se é pra melhor ou pra pior - vamos ver onde isso vai dar kskskak


Não deixem de comentar o que estão achando ❤️


Boa leitura!

Capítulo 5 - Meddling and Temptation.


Fanfic / Fanfiction Story Of My Life - Got7 ( Hiatus ) - Capítulo 5 - Meddling and Temptation.





As coisas entre mim e Ricky só tem melhorado desde a festa, acho que finalmente terei um amigo depois de tantos anos de "solidão". Eu conheci a família dele e ver aquela união e amor que um tem pelo outro, só me fez sentir mais falta dos meus pais. Tudo que eu queria era o carinho de minha mãe e dos bons conselhos de meu pai. 


Se eles me vissem agora, era certeza que arrancariam a minha orelha, mas é por uma boa causa, uma questão de justiça. Não posso nem contar quantas pessoas foram afetadas pelas atitudes hediondas daqueles velhos decrépitos que são meus alvos principais. Mamãe e papai terão que me entender. 


– Helena, suas malas estão prontas? – Mercedes apareceu na porta de meu quarto, sinalizei para que ela entrasse. 

– Sim, está tudo pronto. – Ela se sentou em minha cama. 

– Tem em mente o que fará está viagem? – Indagou séria. 

– A primeira coisa é não cair na cama do Jaebeom, a segunda é saber o que de fato ele está indo fazer em Cancún. Possivelmente é vistoriar os negócios de armas do pai, então penso em coletar algumas provas. – Ela sorriu mínimo. 

– Quero que fique com isso, vai te ajudar. – Me entregou um pequeno rastreador, um grampo de ligações e um frasco com comprimidos que não soube distinguir o que era. 

– Certo, mas e isso? – Inquiri confusa. 

– Caso ele não se controle, é só colocar na bebida dele e o cretino não se lembrará de nada na manhã seguinte. – Interessante. 

– Obrigada Mercedes. – Ela se levantou e seguiu para a porta do quarto.

 – Fique atenta a tudo nesta viagem. E volte viva de preferência. – Riu antes de sair do quarto. Essa mulher! 


Ela estava certa, era a chance perfeita para descobrir o que Jaebeom aprontava e do que ele era capaz. Tudo nele dava indícios de que o próprio era um ser inesperado e que agia sem pensar, ou não. Astuto eu sei que ele é, pelo menos quando não está pensando com a cabeça de baixo. 


Meu celular tocou, era Mark. Depois da nossa transa, ele meio que tem tentado se aproximar de mim, o que no caso é ótimo. Mas hoje era um daqueles dias que tudo o que eu queria era ficar sozinha para pensar, porém, passar km tempo com ele poderia ser proveitoso, então atendi. 


– Alô? – Fiz minha voz de boa moça. 

– É bom te ouvir novamente, Helena. – Fofo, porém me deu nojo. 

– Digo o mesmo. – Forcei uma risada. 

– Quer jantar comigo hoje? – Tentador, eu deveria? 

– Eu não sei, Mark. Não vou te atrapalhar? – Ser sonsa sempre ajuda nessas horas. 

– Você nunca atrapalha, eu só queria te ver novamente. – Olha, isso facilmente derreteria o meu coração caso tivesse um. 

– As sete, te passo o endereço por mensagem. – Ótimo, até logo. – Desligou. 

– Ótimo, eu tenho um encontro. Que patético! – Me levantei e fui buscar por uma roupa que me deixasse sexy e inocente ao mesmo tempo, se é que isso é possível. 


No meu guarda roupa não havia muitas opções decentes por assim dizer, a grande maioria era calças casuais, blusas simples e moletons grandes, traduzindo, roupas sem graça e sem atrativo algum. Como que eu vou conquistar aquele imbecil, me vestindo feito adolescente? O som do meu celular me chamou a atenção, era uma mensagem de Mark. Nela dizia para eu usar algo confortável. 


Obrigada universo! 


Peguei uma saia simples rodada, uma blusa de mangas longas e um tênis. Tá passado de bom! 

Tomei um banho quente e me perfumei, coloquei minhas roupas e deixei o meu cabelo solto. Não conseguia deixar de pensar para onde ele iria me levar. Que restaurante chic é esse que você vai de uma maneira mais casual? Estranho. 


Mais uma vez o som do meu celular me chamou a atenção, desbloqueei a tela, havia uma mensagem dele com o endereço. Parque Public Garden. Interessante, pensei que fossemos para algum lugar caro, Mark me surpreendendo. Outra mensagem, ele quer vir me buscar. Passei meu endereço e dentro de dez minutos ele estará aqui. 


Peguei uma bolsa e coloquei nela os meus pertences, sai do quarto e fui para a cozinha. Mercedes estava lá e preparava seu chá calmante. Desde a morte de seu marido é assim, ela até tenta esconder de mim que não foi muito afetada, mas sei que é o contrário. Mercedes é como eu, só quer que a justiça seja feita. 


– Está bonita. Me lembra a sua mãe, Helena. – Sorri fraco, não era nada fácil tocar nesse assunto para nós duas. 

– Obrigada. Sabe… eu sinto a falta dela, todos os dias. Não só dela, como de meu pai, e de seu marido também. Éramos uma família feliz. Se eu pudesse voltar no passado… 

– O que nos resta é o presente, e logo o futuro. Cabe à nós duas resolvermos isso. – Ela estava certa, eles se foram, não passam de boas lembranças. O importante é o agora e o que eu irei fazer com aquele beijo bando de filhos da puta! 

– Sim. Eu volto de madrugada, amanhã cedo eu vou viajar com Jaebeom. – Ela sorriu. 

– Boa sorte com os dois. – Concordei, então saí pela porta e fui esperar Mark lá na rua. Não levou muito tempo para que um carro caro aparecesse n minha frente. 

– Entra. – Ele falou de dentro do automóvel, assim fiz. 

– Oi Mark, boa noite. – Beijei a bochecha dele, mas seu olhar demonstrava que ele queria mais do que um simples beijo da bochecha. Então beijei os lábios dele. 

– Oh, agora sim! Vamos lá. – Falou divertido, dando partida no carro e arrancando com tudo. Com pressa eu coloquei os cintos de segurança, não quero morrer num acidente de carro. 


Em poucos minutos estávamos em frente ao parque, mas o que de fato de deixou Intrigada foi ele estar fechado naquele horário da noite. Como eu e esse otário iremos entrar lá? Ele tirou o cinto de segurança e pegou uma mochila no banco de trás e um envelope no porta luvas. 


– Vamos lá? – Inquiriu sorridente, expondo as presilhas fofas que se eu pudesse, quebrava com a ajuda de um soco inglês. 

– Claro! – Sai do carro dele e andamos para a entrada do parque. Mark parecia nervoso, chegava a ser engraçado. – Está esperando por alguém? – Indaguei curiosa. 

– Não, não é nada. Vamos? – Pegou em minha mão e entramos no parque, ele consegue ser lindo até a noite. Incrível! 

– Vamos para perto do lago, preparei algo pra gente. – Pegou em minha mão, saímos em direção ao lado, que era um dos lugares mais lindos deste parque. Ao chegar lá, meu queixo quase caiu no chão. Ele preparou tudo e, convenhamos, ficou perfeito. Ah se eu fosse uma romântica incurável. 

– Você pensou nisso tudo? – Ele concordou, pegou em minha cintura e me conduziu até lá. 

– Queria algo diferente, ou você prefere um jantar num restaurante caro? – Não seria uma má ideia. 

– Não, isso aqui está perfeito. Obrigada. – O abracei, o México tá perdendo comigo como atriz. 

– Sabia que iria gostar. – Convencido do caralho. – Vem, sente se comigo. Eu comprei algumas coisas para comermos. E tem vinho também. 

– Eu sirvo a gente. – Me sentei sobre o pano que estava sobre o chão, com certeza valia um rim. Ele pegou duas taças, que logo tratei de colocar nossas bebidas. Ele não deixava de me olhar, e aquele sorriso sem vergonha ainda estava lá. Certeza que se lembrava de nossa primeira transa. 

– Está linda. – Levou a taça aos lábios, sorvendo o vinho, mas sem tirar os olhos de mim, mais precisamente de meus olhos. 

– Tem certeza? Estou tão simples. – Ele estalou a língua, sorriu de novo. 

– Aprenda uma coisa sobre mim, Helena. Eu nunca tenho dúvidas, se te digo que está linda, é por que está. – Ele tocou em minha mão, não neguei o toque dele. 

– Igualmente. – Bebi um pouco do meu vinho. Quando o encarei novamente, reparei que ele não parava de olhar para meus lábios. Sacana! 

– Sabe, eu gostaria de te conhecer melhor. Só saímos uma vez e nem tivemos tempo pra isso. – O encarei, até que ele tem razão. Além do mais, é um bom momento para conhecer melhor Mark e sua família. Sabia que o pai dele era promotor de justiça, que nas horas vagas tinha negócios com traficantes no México e que também promovia tráfico de mulheres em países de terceiro mundo. 

– Sim, o que ter saber? – Abri a cesta e de lá tirei uma vasilha com queijo em cubos. 

– Sobre você, o que gosta de fazer nas horas vagas? – Ele falou. 

– Bom, eu a maioria do tempo fico no trabalho. Mas quando estou de folga, gosto de ler, ver um filme, dançar. – Ele sorriu. – E você? 

– Meu pai é o promotor de justiça daqui, você deve o conhecer. Raymond Tuan. Então, eu o ajudo em seu trabalho, ele quer que eu siga a mesma carreira. – Mark me pareceu pensativo com sua última frase, me pergunto se ele realmente quer seguir os passos do pai. – Você trabalha em que? – Ponderei, mas neste caso, a verdade é o melhor caminho. 

– Eu sou segurança particular. – Na hora ele me olhou confuso. 

– 'Tô falando sério, Helena. – Ele gargalhou. 

– E por que eu mentiria? – Não sabia que ele era um palhaço, novidade. 

– O que seus pais acham disso? – Fiz minha melhor cara de coitada, eu merecia um Oscar neste exato momento. – Helena? Desculpa, mas eu falei algo errado? – Me olhou apreensivo. 

– Não é nada. – Sorri fraco. – É que meus pais morreram quando eu era pequena, latrocínio. – Ele me olhou surpreso. 

– E-eu não sabia, me desculpa por ser tão indelicado com sua dor. – Quem vê até acredita que esse monte de merda pode sentir algum remorso. 

– Está tudo bem Mark, relaxa. Já passou e hoje eu me sinto um pouco melhor. – Ele acariciou meu rosto de forma carinhosa. 

– Certo, vamos mudar de assunto. – Falou. 

– Ótimo! – Ele riu. 

– Você não me parece ser perigosa. Eu deveria temer você? – Brincou. Olha, eu conto ou vocês contam? 

– O maior erro de um homem é subestimar uma mulher. – O sorriso presunçoso que lancei para ele pareceu o instigar. Virei a taça de vinho de uma vez, ele acabou por fazer o mesmo. 

– Acho que não, Helena. – Mark me encarou fixamente, mas acabei por notar sua mão ir de encontro a sua cintura, já tinha em mente o que ele queria pegar. 


Num movimento brusco, eu o chutei, ele se chocou contra o chão. Subi em cima de Mark e segurei seus pulsos com força e acima de sua cabeça. O sangue escorria pelo canto da boca dele, mas parece que o chute não o irritou, o desgraçado está rindo pra mim. Sádico! 


– Você é rápida, Helena. E gostosa também. – Ondulou o quadril, fazendo sua ereção atritar com a minha intimidade. Uma sensação muito boa. 

– O que disse mesmo? Sobre eu não oferecer perigo algum? – Beijei o pescoço dele. Soltei as mãos de Mark e fui tateando o corpo dele, ouvia os gemidos roucos próximos ao meu ouvido. 

– Nada, eu não disse nada. Wow! – Acabei chupando o pescoço dele com força, deixando uma bela marca roxa ali. 

– É, foi o que eu pensei. – Num movimento rápido, tirei a arma de Mark de sua cintura e apontei para ele. Em nenhum momento ele pareceu temer, pelo contrário, parecia o excitar. O pau dele ficava cada vez mais duro e latejava ainda mais. 

– Que bonita sua amiguinha, Tuan. Mas sabe que não era preciso ter trazido ela. A única maldade que eu poderia cometer com você, é não deixar você afundar esse pau gostoso dentro de mim. – Senti um tapa ser estalado em minha bunda. 

– Você não seria cruel a esse ponto, seria? – Concordei rindo. Ele então levou suas mãos até a minha calcinha e com minha ajuda, nos livramos dela. 

– Sabe, acho que você também deveria se livrar de suas roupas. Ande, tire tudo! – Apontei a arma para Mark, que sorriu. Me levantei de seu colo e ele logo tratou de se livrar de suas peças de roupa. 

– Satisfeita? – Perguntou sarcástico, mas cheio de tesão. 

– Sim. – Caminhei até ele e o beijei intensamente. Mark logo tratou de retribuir, suas mãos apertaram a minha cintura. 

– Me surpreendo com você, Helena. Atrás desses olhos escuros e sorriso tímido, tem uma mulher que me deixa bem instigado. Fazia um bom tempo que isso não acontecia, parabéns. – Era tudo o que eu queria, sendo uma mosca morta, sabia que ele jamais olharia pra mim. 

– Eu tenho meu charme. – Mark afundou em meu pescoço, beijando e mordiscando ele. Suas mãos apertaram meus quadris com possessividade. Ele tirou a arma de minha mão e me deitou no chão, vindo por cima de mim em seguida. 

– Acho que essa será uma das coisas mais insanas que irei fazer, o porém é que será prazeroso. – Selou rápido os meus lábios. 

– Seria, se eu não precisasse dela. – Mark se levantou de sobressalto e cobrindo seu sexo. Não acredito que isso está acontecendo. 

– JB? – Mark está mais pálido que de costume, coitado. 

– Lombardi, houve um imprevisto. Teremos que viajar agora, neste exato momento. – Porra, como ele descobriu que eu estava aqui? 

– É pra ele que você trabalha? – Mark Indagou surpreso. 

– Sim, mas se continuar nesse chão e sem a peça íntima, não mais. – Esse puto! O que diabos deu nele? Me levantei e peguei minha calcinha, os dois não tiravam os olhos de mim. 

– Não vão virar pra lá? – Cruzei os braços. 

– Não tem nada aí que eu já não tenha visto antes. – Jaebeom falou indiferente. 

– Até eu? – O encarei séria. – Porra. – Se levantou e começou a vestir suas roupas na minha frente e na de Jaebeom. 

– Porra, Mark. Você eu não quero ver. – Acabei rindo. Aproveitando que os dois estão de costas para mim, coloquei minha calcinha de volta. 

– Pronto. – Peguei minha bolsa e caminhei até Jaebeom, ele me olhou de cima a baixo. 

– Já peguei suas malas com a mulher que mora com você, vamos? – Ele saiu na frente. 

– Até Mark, te ligo quando voltar. – Ele veio até mim a passos desajeitados, já que ainda vestia a calça. 

– Claro. Uma pena sermos interrompidos, aguardarei ansioso sua volta. – Me beijou rápido. Então me virei e corri atrás de Jaebeom, que já havia sumido da minha vista. 





Xangai





Estávamos num quarto de um hotel de luxo, o desgraçado do Jaebeom nunca economizava. Ele neste exato momento está no banho. Depois de sair de Boston às pressas, nos instalamos aqui e descansamos um pouco, mas em breve iremos sair, uma festa num cassino. 


Era uma boa oportunidade para ver de perto no que ele estava metido, coletar provas e depois jogar a merda no ventilador, mas isso requer cautela. Jamais imaginei que ele pudesse ir até a minha casa me buscar, mas ele foi, me achou com Mark. O que não é ruim, algo me diz que ele gostou do que viu. 


A porta do banheiro se abriu, e de lá Jaebeom saiu. Usando apenas uma toalha em sua cintura e uma outra para enxugar seus cabelos, estava bem sexy. Quando seu olhar cruzou com o meu, senti como uma corrente elétrica se alastrar por todo o meu corpo. Eu não podia ceder a ele, estava tão na cara que ele queria me provocar, o maldito sorriso pertinente nos lábios dele ditava isso. 


– Gosta do que vê, Helena? – Perguntou com uma voz extremamente sensual. Puta que pariu, o que eu faço? O que eu faço? Ele está se aproximando de mim! Temo que não consiga fugir dele esta noite. 








Notas Finais


AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA O FLAGRA KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
AI GENTE, EU FINGIA QUE ESTAVA MORTA!

E então amadxs, vocês conseguiriam resistir a Im Jaebeom? Hehehehej


Não deixem de comentar, favoritar e indicar aos amigos. Sinto que não estou agradando vocês com essa história 😔


Corrijo assim que possível!



Até o próximo capítulo e beijos da Escorpion 💋💋💋


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