História Strange Friendship - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.790
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Ficção Adolescente, Fluffy, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hello amorzinhos^-^
Desculpe-me minha "morte"(=_=,)
Esses dias não pude postar nada, mas agora posso.
Sem demora, mais um capítulo.

Capítulo 3 - Capítulo 3


- Argh! - exclamou cansado.


- Argh!! - falou mais alto.

- ARgh! - fez mais alto.

- ARGH!!!

- AR-- Fiquei ainda mais cansado fazendo isso - começaram a rir.

(Autora: Eu brigando com a minha amiga por coisas aleatórias)

- Você também tá com fome, Fofinho?

- Já fazem três anos, ainda?

- Eu te falei que eu iria te chamar assim... Eu acho - falou confusa - mas vou chamar de todo jeito.

- Sim, estou com fome.

- Parando 'pra pensar, eu convivo com você á 'tlês anos - fez uma caretinha para o garoto - quer dizer, sobrevivo.

- Ainda errando as palavras? - riu novamente.

(Autora: Só para constatar, ele é feito de risos e só risos... Entendeu? Só risos, sorrisos)

Nossa ~rindo~. Que trocadilho bosta.

(Autora: 'Oia as "palavra")

Melhor eu contar, ou narrar, sei lá,
mas se eu continuar a falar,
eu vou me matar.

(Autora: Rainha das rimas, maravilhosa. Meio suicida mas maravilhosa)

Fazer o quê? -¡(' - ' )¡-

- Minha língua ainda continua presa. Bem menos, mas continua.

- Blanca. Estou com fome.

- Também estou. Estressado.

- Faz tempo que a gente não compra comida.

- Pelo menos a gente comeu. Restos mas comeu.

- Se lembra quando eramos menores, naquela lojinha de conveniência em que a gente pediu comida e não deram. Muito hilário.

- Aquele velho não me deu comida porque não quis.... Literalmente.

"Flashback on "

- 'Môchu, o senhor poderia por favor nos dar um pouco de comida?

- Estamos com fome - pediram com rostinhos fofos, iguais cachorrinhos carentes.

- Vão procurar seus pais, crianças estranhas - falou na maior grosseria, Isaac olhou 'pra garotinha com uma face assustada, por já conhecera a garotinha, sabia o que viria pela frente.

- Se eu fosse você já me preparava.

- Oi?

- Vai por mim. Três. Dois. Um. E...

- Seu velho 'labugento, 'vochê 'develia saber 'lespeitar mais os 'seles existentes no mundo, - as pessoas ao redor começaram a observar a "gritaria" da menininha. E a julgar também, não a menina, mas o homem. Ele era o gerente daquele lugar. Um lanchinho para pobres "anjinhos" não o faria diferença, certo? - 'plincipalmente quando elas estão morrendo de fome e são 'menoles de idade, seu feio nojento. Vamos 'embola Fofinho.

- Tá - além de sorrisos, simplismo - Eu avisei - sussurrou a última parte para o homem.

Várias pessoas começaram a sair do local, julgando o homem. Algumas até compraram uns lanchinhos para os pequeninos que estavam fora daquele lugar pensando em como acabar com a fome e com o terrível sono da Robervalda.

- 'Obligada.

- Ownt. Que fofinha.

- A senhora é muito bonita - falou o menininho por ter se encantado pelo cabelo da mulher, ela era negra com um afro maravilhoso.

- ... Eu falei que a gente deveria ter uma criança - começou a bater em seu marido que estava ao seu lado.

- Ai, mas porque você tá me batendo, Ai - começou a se afastar um pouco de sua mulher - a gente já tem duas crianças e você tá segurando uma - respondeu quase gritando por não estar mais aguentando os tapas de sua mulher.

- ... a.

"Flashback off "

- Coitado daquele homem.

- O cabelo da moça era muito bonito.

- 'Vochê ainda não para de falar do cabelo dela.

- E você parece uma bebezinha falando "vochê".

- Me deixa em paz, seu... - começou a bater no garotinho.

- Ei, isso não vale... Vingança~.

- Duvido - começou a correr pela rua.

(Autora: Tem certeza que ela não é um gato?)

Como assim?

(Autora: Tem um monte de "vida" 'pra tá na rua)

... Eu sei muito bem que você entende.
Começou a correr pela calçada.
Então ela parou de repente e começou a observar a mesma loja de conveniência de quando ela era menor, essa que estava sendo citada.

- Que foi? - apontou com a cabeça para o lugar e olhou para o garoto com uma cara de lua - ... nem pense nisso.

- Você aceitaria um "tarde demais"?

- ... Me fala logo o plano.

- Isso mesmo.

~....~

- Oi tio, tudo bem?

- Sim belas crianças - com o sorriso e o tom de voz que ele fez, estava bem explícito que havia, não amor, mas sim falsidade no ar - e vocês?

- Tio, não vai me dizer que não se 'lembla da gente?

- Faz tempo que a gente não vem aqui, mas a gente ainda se lembra do senhor.

- .... - fez uma cara de confuso para as crianças e depois uma de quem se lembrou - vocês, suas crianças malditas - sussurrou para que os clientes não o ouvissem.

- Malditas? Eu sou um 'amorchinho.

- E porque está sussurrando tio?

- Por causa de vocês, aqui não é como era antes, perdi vários clientes.

- Sabe que eu ainda tô com fome, e você fofinho?

- Estou a ponto de morrer.

- Não vou dar comida alguma, seus...

- Porque nos chamou de maltidos? - elevou a voz - nos só pedimos um lanchinho para dividirmos entre si.

- Nós só estamos com fome - começaram a fazer carinhas de choro enquanto as pessoas ao redor ficavam observando.

(Autora: A TV já começa errando perdendo esses mitos)

- Hehe. Eu não neguei nada a eles. Só é frescura.

- Ainda nos chamou de 'flesculentos. - começaram a "chorar".

(Autora: Os crocodilos perdem para essas lágrimas)

Alguns clientes começaram a ir embora por causa do barulho e alguns só por já terem comprado o que queriam mesmo.

- Só estamos com fome - o garotinho falou num tom manhoso e de repente parou. A mulher daquele mesmo dia estava indo pagar o que havia comprado, ele começou a pensar que tudo daquele mesmo dia iria aparecer também.

- Aqui está... Obrigada - se virou para o garotinho que estava a admirando e falou no ouvido dele - eu vi que isso é só atuação... continue assim, esse velho é muito chato - o garotinho tirou sua cara de espanto e deu um sorriso para a mesma - Como é fofo.

- Você é muito bonita - falou ainda observando seu cabelo.

- ... Quer tocar? - apenas balançou a cabeça afirmando e fez uma carinha de espanto.

- Como ele é fofo - a bela moça colocou sua mão na cabeça do pequeno, como ele tinha as orelhinhas de gato, que ele depois descobriu que era na verdade raposa, ainda usava uma touca escondendo-as. A moça se assustou ao tocar - o que foi?

- ... Nada pequeno - deu um sorriso.

- AMOR.

- 'PRA QUÊ GRITAR?

- TE PERGUNTO O MESMO.

- Vocês tão quase um colado com o outro.

- O garotinho está certo. Amor, você já pagou?

- Já, já. Só estava conversando com esse menininho. Sua touca está quase caindo querido, a ajeite.

- Nem tinha percebido, obrigado amor.

- Vamos logo mamãe.

- Tá, tchau...

- Isaac.

- Ah, tchau bebê - por um momento Isaac ficou confuso.

(Autora: E morreu)

Menina, 'cê quer mesmo que alguém morra né?

(Autora: E você quer mesmo tirar zero na prova de português, né? Sabia que no começo era utilizado "vois mercê", depois reduziram para "você", agora querem que vire "'ocê", "'cê". Meu senhor)

Vois Mercê entendeu? Tenho certeza que sim.

(Autora: Sobre a touca do marido da mulher doida... criem suas teorias leitores.)

Ele também é um híbrido.

(Autora: Você sabe o que é CRIAR teorias?)

Sei.

(Autora: AAAAAAAAA. É muito simplismo.... Tá me stalkeando é nojenta. Me imitando por eu ser maravilhosa)

Não pode haver brigas entre autora e narradora nas histórias, estão nas regras.

(Autora: Fui eu que criei, olhe
Regras da história:
Regra número um, siga a número dois.
Regra número dois, não tem regras.
Regra número três, olhe a número um.
Bem, prossiga com a história)

Achei que a briga ia começar depois dessa.

- Moço, é só um lanche.

- Seus... Tomem isso e não voltem mais aqui.

- Só isso?

- Sabe a quantos dias que a gente não come, idoso? Tenho certeza que bem mais tempo que o senhor pensa.

- ... Dois lanches. Vocês podem pegar dois lanches.

- Sério?

- Cada um... Antes que eu me arrependa e vocês comecem a gritar e me fazer perder mais clientes que eu já perdi.

As crianças estavam, pasmas. Como um homem mudou de repente. Ele havia uma cara de bravo sendo bondoso. As crianças apenas disseram obrigado e começaram a procurar, claro, os lances que haviam mais coisas.

- Fofinho - olhou para os lados.

- O que foi?

- 'Vochê não acha que tem alguma coisa nessas comidas?

- Como assim?

- O idoso que a alguns anos era "rabugento", tá sendo mais que gentil com a gente. Será que tem... veneno na comida - sussurrou a garotinha.

- Sua doida, ele não faria isso. Essa comida também é 'pros clientes dele, tenho certeza que ele não gostaria de, literalmente, perder eles.

- Vocês já pegaram os lanches?

- Sim - disse o garoto sorridente.

- Agora saiam daqui e não me tragam mais problemas - as crianças apenas saíram sem falar nada.

- Nossa eu ia dizer 'obligada. Coloca aqui na bolsa fofinho.

- Hum?

- Os lanches, coloca na bolsa.

- Tá.

- Lerdo.

- Me chamou de quê?

- Nada - começou a correr.

- Ei, volte aqui.

~...~

Com quatro lanches, mesmo guardados, as crianças já se sentiam melhores. Comeram um e já estavam à caminho do lugar onde chamavam de casa, já anoitecendo.

- Me dá sua mão.

- Quê?

- Eu 'quelo me 'equiliblar ali.

- As vezes eu penso que você só tá sendo infantil, mas é por causa da sua língua - pegou a mão da garotinha que já estava em cima de pedras para andar sobre elas.

- Fofinho.

- O quê?

- Grosso. Eu ia dizer que, não importa como, a gente nunca vai se separar.... certo? - Virou o dedo mindinho para eles fazerem uma promessa.

- Certo.

De repente ouvem um barulho de carro e uma mulher sai dele e vai em direção as crianças.

- O que vocês fazem sozinhas aqui?

- Andamos - a mulher riu com o comentário da pequena.

- Venham comigo, vocês devem estar com frio - Valentina olhou para Isaac que também olhou para ela, e começaram a conversar telepaticamente e com olhares, até chegaram em uma conclusão.

- Certo, mas você tem comida? - a mulher começou a rir novamente.

- Sim, eu tenho.

~...~










7 anos depois.....


Notas Finais


Só criem suas teorias..... HUAHUAHUAHUA.




Fora do dia:
"Gasolina está muito cara para eu dirigir minha palavra a você"


Então é isso, até a próxima semana..... mês..... ano.... Até algum dia^-^


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