História Stranger. - Capítulo 8


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Palavras 2.805
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olar, olha quem voltou.
Metade da conversa da Ana com o Manoel, eu tive com uma pessoa que foi super importante na minha vida por um período. Achei interessante colocar.
Uma dúvida: Vocês acham mesmo que a tia Jane vai ser um amor aqui na fanfic como ela é de verdade? RSRSRSRS.
E quem não gosta de cafuné, né? A pessoa me conquista se fazer, sério.

Só isso mesmo galero, até outro dia.

Capítulo 8 - 8.


– Você gosta de cafuné? – Giovanna quebrou o silêncio.

– Muito.

– Então deita aqui no meu colo, vou fazer. – Ela olhou pro sofá e balançou a cabeça negativamente – Muito pequeno, vamos ficar desconfortáveis. Vem, vamos pro seu quarto. – Pegou minha mão se levantando em seguida e me puxando pro quarto.

Ela se sentou na cama encostando suas costas na cabeceira e me fez deitar com a cabeça em seu colo. Senti sua mão encontrando meu cabelo e logo em seguida seus dedos me fazendo um carinho. Fechei meus olhos tentando me recordar da última vez que recebi cafuné, carinho e atenção. Giovanna me fez sentir em paz comigo mesmo e com o mundo depois de tanto tempo.

– Não é pra dormir, Manuca.

– Manuca?

– Sim... – Riu, baixinho – Não gostou?

– Longe disso, gostei sim.

– Não achou meio... Hm, feminino?

– Não, fica tranquila.

– Você gosta de flores?

– Não muito. – Me levantei e me sentei de frente pra ela – E você?

– Bastante.

– Tem alguma preferida?

– Rosas vermelhas, sem dúvida. – Sorriu – Sou apaixonada.

– Anotado, senhorita.

Passamos a tarde conversando e descobrindo coisas um do outro. A companhia de Giovanna era gostosa ao ponto de me fazer perder o horário, foi bem o que aconteceu. Quando vimos era quase 17h. Ela se assustou e ligou pra mãe.

.’. Oi mãe .’. Só liguei pra dizer que vou pedir um uber e ir pra casa agora .’. Tá tudo bem .’. Isso, fica mais fácil .’. O Manoel? .’. Não sei, mãe .’. Vou ver .’. Tá bom, até mais daqui a pouco .’. Pode ficar tranquila, beijos .’.

– Minha mãe falou pra você ir jantar lá em casa amanhã. – Ela disse sorrindo.

– Jantar na sua casa? – Cocei a nuca.

– Sim, só nós três.

– Por mim tudo bem. Preciso levar alguma coisa?

– Minha mãe gosta de vinho. – Riu.

– Okay.

– Você tem que gravar alguma cena? – Perguntou.

– Eu tenho que gravar uma cena com o Vinicius.

– Você pode ir lá pra casa as 18h.

– Vocês jantam esse horário? – Brinquei.

– Não, bobo. – Empurrou meu ombro – Eu pensei da gente ver um filme, sei lá.

– Então tá bom, estarei lá as 18h.

– Aliperti... – Aproximou seu rosto do meu – Me leva na porta?

– Não quer que eu te acompanhe?

– Até lá em baixo?

– Não, sua casa. – Cocei a nuca – Pra você não ir sozinha.

– Não precisa, Manuca. – Colocou os braços em volta do meu pescoço.

– Eu te deixo lá em baixo então.

Ela assentiu com a cabeça e subiu no meu colo, nossos lábios se colidiram em um beijo lento e calmo. Era uma despedida, um tchau e até amanhã, ou um até depois. Quebrei o beijo dando alguns selinhos, as unhas de Giovanna faziam um carinho em minha nuca, me provocando sensações por todo o corpo. Trocamos mais alguns beijos e depois descemos pra portaria, ela pediu o uber e eu fiquei com ela esperando. Poucos minutos depois ele chegou e a gente se despediu mais uma vez.

– Me avisa quando chegar em casa. – Sorri segurando sua mão – E obrigado pela tarde e por todo o resto.

– Não venha me agradecer, ok? – Sorriu e me abraçou – Eu adorei passar a tarde contigo, Aliperti.

Ela me deu um último selinho antes de entrar no carro. Fiquei observando o carro sumir pela avenida e sentia meu coração bater louco dentro de mim. Será que é esse efeito que a Giovanna Grigio causa nas pessoas?

Seo Miguel estava na portaria, faltava alguns minutos para acabar seu horário de trabalho e não pode deixar de comentar comigo sobre Giovanna.

– Boa tarde, menino Aliperti.

– Oi, boa tarde Seo Miguel.

– Quem era aquela moça bonita?

– Giovanna. – Sorri.

– Namorada?

– Ela não é minha namorada... – Cocei a nuca.

– Só por que você não quer. – Falou, simples.

– Não... Não é isso.

– Quando tinha sua idade eu conheci uma pessoa que me olhava do mesmo jeito que ela olha pra você. – Sorriu nostálgico.

– E?

– Eu me casei com ele.

– A gente nem namora ainda...

– Então você pensa em ter alguma coisa com ela?

– Talvez. – Suspirei – É meio difícil pra mim ter alguma coisa com alguém, entende? Giovanna é incrível, mas... Não sei.

– Você precisa deixar alguém entrar no seu coração, ninguém é feliz sozinho.

Assenti com a cabeça e sorri, eu não tinha argumentos e só queria um banho. Me despedi dele e subi. Entrei em casa e o cheiro de Giovanna ainda se fazia presente, como se ela ainda estivesse ali, sentada no meu sofá. Me desfiz das minhas roupas e entrei no banho, não fiquei muito, só o bastante pra tirar a sujeira do meu corpo e me fazer relaxar. Sai do banheiro e vesti uma camiseta larga e velha com uma cueca box branca. Me joguei na cama e peguei meu celular em seguida, pra ver se tinha alguma mensagem dela avisando que chegou bem. Tinha mensagem no grupo e duas dela.

[18:23] Grigio: Oi, Aliperti.

[18:23] Grigio: Só pra avisar que cheguei em casa, viu?

Me ajeitei na cama pra responde-la.

[18:36] Aliperti: Oi, Grigio. Chegou bem?

Não demorou e ela respondeu.

[18:38] Grigio: Cheguei bem sim, obrigada.

[18:39] Grigio: O que você tá fazendo agora?

[18:40] Aliperti: Eu tô deitado, e você?

[18:41] Grigio: Arrumando alguma coisa pra comer. Queria estar aí, deitadinha contigo.

[18:43] Aliperti: Vem cá, vem.

[18:45] Grigio: Não chama que eu vou mesmo.

[18:45] Aliperti: É pra vir.

[18:47] Grigio: Se amanhã o convite ainda estiver de pé, eu vou.

[18:48] Aliperti: Então vai ter que vir.

[18:51] Grigio: Você vai conversar com a Ana amanhã?

[18:53] Aliperti: Vou, me deseje sorte.

[18:54] Grigio: Boa sorte, meu amor.

[18:54] Grigio: Vai dar tudo certo!

Ficamos conversando até mais tarde, antes das 22h ela se despediu, dizendo que ia dormir e eu aproveitei pra ir também. Eu teria que acordar cedo pra ir fazer compra e depois gravar a minha cena com o Vinicius. Queria pegar o começo da tarde pra conversar com a Ana, esclarecer as coisas.

12:56.

Eu tinha acabado de gravar a cena com o Vinicius e estava procurando a Ana. Ela estava terminando de gravar uma cena com o Juan. Eu estava dando distraído pelos corredores quando escutei uma risada familiar, abri um sorriso e segui o som. A dona da risada era Giovanna, ela estava conversando com a Isa em uma das salas de maquiagem. Bati na porta e entrei, ela me viu e abriu um sorriso largo. Me aproximei das meninas, dei um beijo na bochecha da Isa e sorri pra Giovanna, que se aproximou e deixou um beijo no canto da minha boca. Tudo isso sob o olhar de Isa.

– Oi, meninas.

– Oi, Manu. – Isa disse, sorrindo.

– Pensei que você não ia gravar nenhuma cena hoje. – Falei com a Giovanna.

– E não vim mesmo, só vim pegar o roteiro e ver um certo neném.

– Posso saber que neném é esse?

– Um chamado Manoel.

Isa fez um barulho com a garganta chamando nossa atenção.

– Vocês podem me dar atenção?

– Claro, Isa. – Falei.

– Vocês estão se pegando?

– Conhecendo é a palavra certa. – Giovanna respondeu.

Isa assentiu com a cabeça e saiu da sala. Giovanna abraçou meu pescoço e me beijou. Íamos intensificar o beijo mas um furacão chamado Ana entrou na sala, falando alto e rindo.

– Olha o meu casal aí, Brasil.

– Eu estava te procurando. – Falei.

– Na boca da Giovanna? Aham.

– Isso aqui foi só uma mudança de percurso. – Ri.

– Tá, tá bom. – Riu – E o que você queria comigo antes de se perder dentro da boca da Giovanna? – Debochou.

– Bom... Eu preciso ter uma conversa contigo. E é séria.

– Pode falar, sou toda ouvidos. – Se sentou no sofá.

– Manuca, eu vou ir, a gente se vê a noite, né? – Perguntou soltando meu pescoço.

– Fica aqui. – Pedi, ou pode-se dizer, implorei.

– Sempre. – Sussurrou só pra eu ouvir e me deu um beijo no rosto.

Puxei duas cadeiras que ficavam no fundo da sala e coloquei em frente ao sofá, que Ana estava sentada. Me sentei em uma e Giovanna na outra, ela pegou minha mão e ficou segurando.

– Então... – Comecei – Você já ouviu falar sobre a transexualidade?

– Sim.

– Bom, você entende direitinho o que é?

– Eu sei o que é sim, mas não entendo direitinho. Porque?

– Eu não sei como dizer isso de outra forma e nem gosto de enrolar, então, bom... – Suspirei – Eu sou um rapaz transexual, me descobri a algum tempo atrás, não faz muito tempo pra falar a verdade.

– Nossa... E eu aqui esperando alguma bomba. – Riu – Por que não me contou antes?

– Achei que fosse dar algum tipo de problema, sabe? É complicado.

– Eu entendo. – Sorriu – Então você é um rapaz? – Confirmei com a cabeça – É obvio que eu tenho que tratar no masculino, então qual é o seu nome? – Perguntou – Pelo amor de Deus, me fala que não é Enzo. – Ouvi Giovanna rir alto e olhei pra ela, também rindo.

– É bem esse o nome dele, Ana.

– Caralho... – Revirou os olhos – Tanto nome bonito e você me coloca Enzo?

– Meu nome é Manoel, não dá corda pra Giovanna.

– Ai, que escrota você Grigio.

– Não fala assim. – Falei.

– Isso mesmo, me defenda dessa grossa. – Mostrou língua pra Ana.

– Vocês começaram a se pegar ontem e já está nesse nível? Cristo amado.

– Manoel é um neném, nada de novo.

Embora Ana tendo recebido bem a notícia, alguma coisa estava me incomodando. Depois de receber várias rasteiras é comum viver esperando a próxima. Era eu agora, esperando a Ana surtar ou sei lá, qualquer coisa pior que isso.

– E.. Tá tudo bem pra você? – Perguntei.

– Sobre o que?

– Sobre o que a gente conversou.

– Isso não faz diferença alguma na pessoa que você é, então tá tudo bem pra mim sim e mesmo que não tivesse, eu ia procurar entender e te aceitar, e óbvio, respeitar acima de tudo. – Sorriu – Só me desculpa se eu errar no começo, eu tenho que me acostumar a te chamar de Manoel e no masculino.

– A gente te corrige. – Giovanna falou.

– Por favor.

Conversamos mais um pouco agora sobre alguns assuntos aleatórios. Quase 15h da tarde eu fui pra casa, Giovanna pra dela. Eu estava me sentindo mais leve, talvez me abrir para as pessoas de malhação seja uma das maneiras de me sentir bem comigo mesmo, pelo menos por alguns minutos. Giovanna não sabe, mas toda essa leveza e bem estar chegou assim que ela se sentou naquela mesa comigo, assim que os lábios dela encontraram os meus e assim que eu permiti ela entrar aqui dentro. É um longo processo mas eu estou louco pra passar por todo ele.

Assim que entrei em casa me veio a sensação de falta, meu apartamento já estava com o mesmo cheiro de sempre, do meu perfume. Faltava o cheiro da Giovanna. Peguei meu celular e mandei uma mensagem pra ela.

[15:13] Aliperti: “Me fala qual é o seu perfume que ainda hoje eu vou comprar, tô sentindo minha vida tão sem cheiro e eu já sei qual quero dar...”

[15:13] Aliperti: Acabei de chegar em casa e o seu cheiro já não está aqui, tô sentindo falta.

Ri comigo mesmo, entendendo que tinha acabado de mandar um pedaço de uma música sertaneja pra Giovanna. Me sentei no sofá e esperei ela responder, coisa que não demorou.

[15:16] Grigio: “Não quero ser precipitada, muito menos te assustar, mas é nesse seu sorriso que meu beijo quer morar...”

[15:16] Grigio: Por você eu até canto e aprendo sertanejo.

Gargalhei e respondi.

[15:17] Aliperti: “E nas curvas do seu corpo invadir a contra mão, dar de frente com teu peito, S.O.S coração. Conheci o amor só de te olhar, tava quase congelando, você veio pra esquentar. Conheci o amor e ele me fez ver, que eu voei tempo demais, deixa eu posar em você...”

[15:18] Aliperti: Você sabe que eu não gosto de sertanejo, Grigio.

[15:19] Grigio: Ouso dizer que essa música combina com a gente.

[15:20] Aliperti: Combina, mesmo nós dois não gostando de sertanejo.

Me levantei do sofá e coloquei o mesmo pra carregar, fui pro quarto e dei uma leve organizada, arrumei a cama, arrumei um pouco o meu pequeno closet e já separei a roupa ir na casa de Giovanna. Eu não precisaria me esconder em roupas unissex, hoje não. Escolhi uma camiseta preta sem nenhum detalhe, uma calça branca e meu tênis que não tiro do pé. Voltei pra sala e fui organizar os livros e CDs bagunçados, fui pra cozinha que é interligada a sala e organizei a compra feita. Guardei tudo em seu devido lugar, arrumei meus potinhos de plástico no armário e lavei as poucas coisas sujas. Olhei a hora e já estava dando 16:22, corri pro banheiro e tomei um banho rápido, sai de lá 20 minutos depois. Vesti minha roupa, calcei meu tênis, fiz um coque frouxo no cabelo. Peguei minha carteira e sai de casa.

Eu ainda teria que comprar o vinho que a mãe dela gosta. Comecei a caminhar pela a rua, indo até o mercado que é duas ruas próximo ao meu prédio. Eu estava eufórico, nunca tinha saído com roupas ditas masculinas na rua. Sentia alguns olhares mas não os procurava, mantinha o meu na rua e só seguia meu caminho. Entrei no mercado 5 minutos depois, indo direto na sessão das bebidas alcoólicas.

– Giovanna não me disse qual vinho a mãe dela gosta, ótimo. – Reclamei baixinho comigo.

Peguei dois de uma mesma marca, sem olhar o preço. Fui andando até o caixa ainda sentindo alguns olhares queimando minha pele. Entreguei os vinhos e paguei. Sai do marcado e voltei a caminhar, tirei meu celular do bolso e já estava pronto pra pedir um uber, mas parei quando vi uma casa com um jardim e algumas rosas vermelhas, incrivelmente belas. Me lembrei que do que a Giovanna disse, sorri e bati palma. Esperei alguns segundos e uma senhora que aparentava ter uns 68 anos de idade saiu na porta, sorrindo abertamente.

– Oi, pois não?

– Oi, me desculpa atrapalhar, na real eu nem sei como pedir isso mas... – Olhei para as rosas e depois pra senhora – Eu... – Ela me interrompeu.

– Você tá querendo algumas de minhas rosas para dar pra uma pessoa especial?

– Sim... – Sorri tímido – E uma já me basta, senhora...?

– Cecília. – Ela desceu uma escada de dois degraus que tinha e veio abrir o portão também vermelho, assim como as rosas – Pode entrar, menino.

– Obrigado. – Passei pelo portão e ela me acompanhou até as rosas.

– Você pode me fazer um favor antes? – Me olhou e eu fiz que sim com a cabeça – Você vai subir aquelas escadas, do lado esquerdo tem um banquinho e nele tem uma tesoura de podar, você vai trazer pra mim essa tesoura.

Fiz o que ela pediu e entreguei a tesoura pra dona Cecília, que pegou e retirou com cuidado uma rosa vermelha. Me entregou e eu segurei, tomando cuidado com seus poucos espinhos. Sorri largo e agradeci.

– Obrigado, dona Cecília.

– Você vai me prometer trazer esse alguém tão especial aqui algum dia desses, ok?

– Prometo.

Sai da casa dela com uma promessa que com certeza eu cumpriria. Pedi o uber e 40 minutos eu estava parando em frente à casa de Giovanna, com duas garrafas de vinho e uma rosa vermelha em mãos. Peguei o moço do uber e chamei na porta. Alguns segundos depois a porta abria, me mostrando Giovanna, incrivelmente linda.

– Oi. – Disse sorrindo antes de me dar passagem pra entrar.

– Oi. – Entrei escondendo a rosa de sua visão.

– O que você está escondendo aí?

– Surpresa. – Ri – Primeiro você pega os vinhos, depois eu te mostro o que eu estou escondendo. – Estendi a garrafa com os vinhos e ela pegou.

Me guiou até a sala e foi guardar os vinhos na cozinha, voltou e parou na minha frente.

– Agora me mostra. – Pediu fazendo bico.

– Eu não sei se você gosta mas... – Revelei a rosa vermelha pra Giovanna.

– Ah não, Manoel. – Pegou também com delicadeza, cheirou e colocou em uma jarra com água que tinha só uma rosa vermelha – Você quer me conquistar mais? Eu amo rosas vermelhas.

– Eu sei, por isso trouxe. – Sorri – Eu estava passando em frente à uma casa e vi um jardim com algumas, pedi pra senhora que mora lá, e consegui depois de prometer que voltaria lá com você.

– Você é muito fofo, pelo amor. – Colocou os braços ao redor do meu pescoço e me deu um selinho – Quando eu penso que não tem como mais me apaixonar você me apronta isso. – Sorriu e me beijou calmamente. Não intensificando pois escutamos passos. Soltou meu pescoço e parou do meu lado, segurando minha mão em seguida. Dona Jane apareceu na sala, sorrindo.

– Oi, Manoel. – Veio até mim e me deu um abraço.

– Oi, dona Jane.

– Dona não, me sinto velha. – Riu – Me chama só de Jane, ou sogrinha, como preferir. – Corei até a alma.

Algo me diz que esse jantar vai ser interessante...



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