História Stranger Feelings - Capítulo 4


Escrita por:

Postado
Categorias Stranger Things
Tags Fillie
Visualizações 1.443
Palavras 3.107
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


obrigada por todos esse favoritos <3
boa leitura!

Capítulo 4 - Capítulo 4


 

Um sorriso enorme apareceu no meu rosto. Eu finalmente tinha descoberto a senha de Finn e era o meu aniversário. Não, mas isso não pode ter nada a ver comigo. Provavelmente também é uma data importante para Finn e por isso ele colocou como uma senha de desbloqueio. É, com certeza é isso. 

Deixando a importância da senha de lado eu olhei para todos os aplicativos, pensando no que eu faria primeiro. Finn tinha lido minhas mensagens e até mesmo respondido meus directs, mas por algum motivo eu não me sentia à vontade em fazer isso com ele. Bom, pelo menos não até uma mensagem da Iris chegar. 

"Você está dormindo?" Apareceu na parte superior da tela.

No mesmo momento senti uma raiva crescer no meu peito. Que merda ela estava fazendo mandando mensagens a essa hora para Finn? Imediatamente abri a conversa. Não tinha muita coisa, apenas eles combinando de se ver há alguns dias atrás e a mensagem que ela havia mandado ontem que era um convite para um evento de música. Sem pensar duas vezes, respondi. 

"Ei, Iris." E eu estava pronta para dizer que Finn não podia falar porque o celular dele estava comigo, quando ela mandou: "Eu estava pensando em você"

Que merda! Então ela é só uma amiga não é Finn? Seu idiota. Garoto estúpido. 

Tirei um print da tela e encaminhei para o meu número. Se ele lê as minhas conversa com certeza vai ler isso.

"DEVO RESPONDER QUE VOCÊ TAMBÉM ESTÁ PENSANDO NELA?"

Mandei em letras maiúsculas logo abaixo do print. 

Menos de dois minutos depois o celular começou a tocar. Desliguei imediatamente e coloquei no silencioso para não acordar as meninas. Apenas quando Finn ligou pela terceira vez eu me levantei e sai do quarto, indo até a sala. Passei o dedo pela tela e atendi.

- Boa noite, Finnie. – Disse aparentando tranquilidade, mas por dentro eu fervia de raiva.

- Como você desbloqueou? – Ele lançou em um só fôlego. 

- De maneira usual. Coloquei a senha e apertei aquele botãozinho escrito ok. – Respondi com ironia. 

- Millie. – Ele gritou exasperado. – co-como você descobriu? – Gaguejou. 

Sério que ele tinha mentido para mim sobre estar saindo com a Iris e estava preocupado com essa merda de senha?

- Eu pensei no meu aniversário e tentei só por tentar. Mas nunca imaginei que essa data fosse importante pra você também de outro modo.

- Outro modo? – Ele perguntou confuso. Eu estava com vontade de sacudi-lo até que o cérebro dele saísse pelo nariz.

- É Finn! – Gritei. – De outro modo. Obviamente é uma data importante pra você por algum motivo que não me interessa.

- Claro. – Ele respondeu rápido demais.

- O que me interessa é que você é um mentiroso, idiota, estúpido...

- Que? Porque? 

Muito cara de pau.

- Porque? – Repeti com ironia. – Você está saindo com a Iris. 

O silêncio do outro lado da linha foi sepulcral. Por alguns segundos temi que Finn tivesse simplesmente desligado na minha cara, mas então uma risada começou e não uma risada comum, mas uma gargalhada estrondosa, a gargalhada do Finn.

Senti ainda mais raiva por isso. Ele estava rindo de mim. Quando eu estava prestes a desligar ele finalmente respiro fundo e falou:

- Você está com ciúmes, Millie Bobby Brown?

Senti minhas bochechas quentes e de repente toda a raiva foi substituída por outra coisa e ganhou significado. Meu Deus, eu estava com ciúmes de Finn.

- Não fale besteiras. – Eu disse instantaneamente.

- Você tem ciúmes de mim. – Ele afirmou e eu podia ouvir o sorriso na sua voz.

- Não. – Neguei. – Eu só não gosto de mentiras.

- Sei. – Ele resmungou. – Mas eu não menti. Não tenho nada com Iris. 

Revirei os olhos mesmo sabendo que ele não poderia ver.

- Não é o que parece, já que ela não consegue nem dormir por estar pensando em você. 

Finn suspirou.

- Millie, Iris é assim. Ela gosta de mandar mensagens e flertar, mas eu nunca tive nada com ela. Eu não teria te beijado se eu estivesse comprometido com outra. 

Ele tinha que ter lembrado do beijo?

Senti minhas bochechas coradas. Depois percebi o que ele havia dito sobre Iris. Eu não conseguia entender qual era o sentido de flertar assim por mensagens sem interesse nenhum. Se Finn estava me dizendo a verdade e realmente não gostava dela, então ela gostava dele. E essa descoberta não fez com que eu me sentisse melhor.

- Eu nem sei porque estou falando sobre isso com você, não tenho nada a ver com a sua vida, Finn. – Despejei.

Ouvi-o suspirar do outro lado da linha.

- Ok, Millie. – Ele pareceu bravo. – Quer saber, você não tem nada a ver com isso mesmo. Diz pra Iris que eu também estou pensando nela e manda um beijo.

Toda a raiva voltou no exato momento em que ele disse isso.

- Va se ferrar, Finn! – Gritei. – Se quer falar com sua garota, ligue pra ela!

E então desliguei e coloquei no silencioso. Eu não mexeria naquele celular enquanto estivesse comigo. Eu estava cansada de Finn e das merdas dele.

Pisando duro, voltei ao quarto de Maddie. Joguei o celular sobre a minha bolsa e deitei no meu saco de dormir. Revirei de um lado para o outro por muito tempo, até que finalmente consegui dormir.

 

De manhã tentei a todo custo não me lembrar do celular na minha bolsa, mas a cada minuto meus olhos eram atraídos para ele. Depois de Sadie perguntar pela milésima vez o que eu tanto olhava para minhas coisas, eu finalmente cedi. De mau humor peguei o aparelho estúpido e desbloqueei rapidamente. Eu queria não querer fuçar, mas eu queria.

Haviam doze ligações de Finn. DOZE. Mas mesmo que o número de ligações tenha me impressionado eu as ignorei. E ao invés de ligar de volta para ele eu apenas entrei no aplicativo de conversas. Haviam muitas mensagens nos grupos, principalmente nos grupos dos garotos do It e ST. Haviam também mensagens de amigos de Finn o chamando. Mas o que me surpreendeu foi uma mensagem com o meu nome que havia sido enviada as quatro da manhã. Abri-a.

"Millie"

"Millie me atende"

"Quero falar com você" 

"Millie responde"

"Millie"

"MILLIE"

Revirei os olhos. Finn estava sendo um idiota. 

Sem que eu percebesse, Sadie parou ao meu lado e leu as mensagens.

- Ele parece bem desesperado. – Ela sussurrou me fazendo pular assustada.

- Quer me matar? – Me virei para ela. – Minha alma quase saiu do corpo.

Ela gargalhou. 

- Pensando no Finnie? 

- Não mesmo. Não quero nem ver a cara daquele imbecil. 

- Que pena que seu desejo não poderá ser realizado. – Ela disse em meio a um sorriso.

- Ah é? E porque não, Sadie?

- Porque nós temos aquela entrevista com os garotos amanhã, você se esqueceu?

Droga. A maldita entrevista.

Eu tinha me esquecido completamente da nossa agenda de entrevistas para depois da estreia. E eu não sabia nada sobre amanhã, nem a roupa que eu teria que usar, nem ao menos liguei para o maquiador. Mas, por sorte, agora eu tinha uma assistente para isso: Kate. Foi ideia de Paige que eu deveria contratar alguém para cuidar exclusivamente dos meus compromissos e planejar a minha rotina para os dias de entrevistas e ensaios fotográficos. Será que Kate fez isso? Meu Deus, ela deve estar me ligando feito uma louca.

Peguei o celular de Finn e liguei para Kate. Ela obviamente estranhou o fato de eu estar ligando para ela do celular de Finn, mas entendeu quando eu expliquei. E só depois que ela me acalmou sobre tudo estar preparado para entrevista, eu finalmente pude desligar e me preocupar sobre ver Finn amanhã. 


O dia na casa de Maddie passou rapidamente e antes que eu percebesse já havia anoitecido e mamãe estava me buscando. Sadie dormiu na minha casa para que fossemos juntas a entrevista no dia seguinte.

Duas horas antes da entrevista Kate me ligou, dizendo que teríamos que nos arrumar no camarim porque as minhas roupas e de Sadie haviam sido entregues lá e o maquiador já havia chegado. Na maioria das vezes quando tínhamos essas entrevistas nos simplesmente nos preparávamos em casa ou no hotel e chegávamos prontas, mas não era incomum que por algumas vezes tivéssemos que nos arrumar no camarim.

O motorista nos buscou exatamente uma hora e meia antes da entrevista começar e eu fiquei preocupada por ser um horário tão apertado. Entramos pelos fundos da emissora, por ordens de Kate, para evitar os fotógrafos. Quase respirei aliviada quando nos disseram que os meninos ainda não haviam chegado e Sadie me encarou divertida. Rapidamente nós fomos para o camarim, o cabelo de Sadie já estava escovado então o maquiador apenas fez uma maquiagem básica e ela se trocou, ficando pronta. No meu caso era um pouco mais trabalhoso, já que eu havia lavado o meu cabelo no dia anterior e ele estava muito ondulado. Blake demorou quase meia hora até que pudesse escova-lo e prendê-lo em um rabo de cavalo, depois mais vinte minutos para fazer uma maquiagem leve. Quando faltava apenas colocar minha roupa, Blake se foi, me deixando a sós no camarim. Sadie tinha fugido assim que ficou pronta, dando uma desculpa qualquer sobre ver se os garotos haviam chegado, mas eu sabia que ela provavelmente estava atacando o buffet. Essas entrevista sempre a deixavam nervosa, mesmo depois de quase três anos e ela sempre precisava de algo com muita açúcar para se acalmar.

Fiquei durante algum tempo esperando até que ela voltasse, mas ela não voltou. Então decidi colocar minha roupa da entrevista e sair atrás dela. Peguei o pacote preto e abri-o, vendo pela primeira vez a roupa escolhida. Era uma saia vermelha que ia até o meio das coxas e uma camisa branca de botões e alguns detalhes na gola. Era simples e bonito, combinando com o penteado e maquiagem que Blake havia feito. Me desfiz imediatamente do vestido que estava vestindo e coloquei a saia, serviu perfeitamente, mas ao pegar a camisa um barulho alto na porta me fez tomar um susto, jogando-a longe.

Quando me viro pronta para esganar Sadie. Dou de cara com Finn me olhando de queixo caído, ou melhor, olhando para os meus peitos. Eu usava um sutiã de renda cor de rosa que não escondia muita coisa, então instantaneamente movi minhas mãos me cobrindo da melhor maneira que podia e senti minhas bochechas esquentarem.

- SAI DAQUI! – Gritei.

Mas ele permaneceu parado olhando para mim.

- Eu.... eu... – Ele tentou e depois engoliu em seco. – quero falar com você. 

- Mas eu não quero falar com você. – Eu disse baixo.

Ele respirou fundo e então cruzou os braços dando indícios de que não moveria um músculo para sair dali. O encarei incrédula. Eu estava no camarim, seminua, nós teríamos uma entrevista em vinte minutos e ele simplesmente empacava na minha frente, me sondando com esses olhos escuros e lindos, vestindo uma jaqueta preta e maravilhosamente bonito, com os cabelos em uma bagunça encaracolada e rebelde. Suspirei. Ele estava lindo. O que? Que merda. Foco, Millie. 

- Você pode ao menos me ouvir? – Ele perguntou.  

- Não. - Respondi agressivamente. 

- Muito bem. – Finn puxou o meu celular do bolso e o desbloqueou. – Então acho que vou postar essa foto linda no seu Insta. 

Ele virou a tela para mim me mostrando uma foto na qual eu estava horrível. Foi Sadie que havia tirado, quando estávamos no México a dois anos atrás e meu Deus, era uma foto vergonhosa.

 - Você não faria isso! – Vociferei. 

- Não? – Ele perguntou com um sorriso nos lábios e abriu o Instagram, selecionando a foto.

- Seu idiota, eu odeio você! – Gritei enquanto me atirava contra ele.

Minhas mãos estavam tão havidas em alcançar o celular que esqueci-me completamente das roupas que eu usava. Mas no momento isso realmente não importava. Finn percebendo o meu movimento afastou a mão para o alto, me impedindo de alcançar o aparelho. Ficando nas pontas dos pés, eu tentei alcançá-lo, me apoiando em Finn enquanto o xingava de todos os palavrões dos quais conseguia me lembrar, os quais infelizmente não eram muitos. Finn apenas ria, não tendo grandes dificuldades em me afastar, mas quando eu alcancei seus cabelos e puxei-os entre os meus dedos, ele finalmente calou a boca e olhou para mim. De repente ele pareceu notar o quão próxima eu estava, seus olhos percorreram o meu corpo e suas pupilas ficaram ainda mais escuras. Ele passou a língua pelos lábios, me hipnotizando com o movimento e um arrepio subiu pela minha espinha quando me dei conta da intensidade daquele olhar. Seu braço desocupado passou pela minha cintura, me pressionando contra ele e isso foi realmente útil ou eu teria caído para trás. Minhas pernas pareciam ter se transformado em gelatina de repente. Os lábios dele estavam cada vez mais próximos e eu simplesmente não podia me mover. O cheiro dele me embriagava, o hálito de menta dele batendo contra o meu rosto e eu realmente queria que ele me beijasse. Maldição, era o que eu mais queria.

Mas então, novamente a porta se abriu com um baque e nós dois nos viramos para onde Gaten nos encarava de boca aberta.

- Desculpem. – Ele disse rápido e então se virou de costas. – Mas vocês deveriam trancar a droga da porta da próxima vez. – Eu podia ouvir cada nota de divertimento em sua voz e me senti corar. – A entrevista é em quinze minutos. É melhor vocês serem rápidos. – Ele estava prestes a fechar a porta quando sua voz ainda soou – E protejam-se.

Foi como um balde de água fria e imediatamente empurrei Finn para longe. Não acredito no que estava prestes a acontecer, não acredito no que Gaten pensou que estávamos fazendo. Meu Deus, eu me sentia tão envergonhada.

Peguei a camisa branca no chão e vesti-a rapidamente, sem nem me virar para Finn. Ele permaneceu parado no mesmo lugar, observando enquanto eu me movia, calçando meus sapatos e ajeitando o cabelo. 

- Millie. – Ele sussurrou quando passei por ele prestes a sair do camarim.

- Não, Finn. – O cortei. – Eu não aguento mais isso. Nós estamos sempre brigando ou estranhos um com o outro. O que está havendo com a gente?

- Nós estamos bem, Mills.

- Não, nós não estamos. – Respondi.

Ele me encarou como se ponderasse entre dizer algo ou não. Depois de alguns segundos ele finalmente suspirou.

- Olha, me desculpe por ser um idiota. – Finn parou na minha frente, seus olhos pareceram realmente arrependidos e sinceros. – Eu não deveria ter lido suas mensagens e muito menos as respondido.

Eu não entendo o porquê, mas fico decepcionada quando ele não inclui Iris no pedido de desculpas. Tento não pensar nisso por muito tempo.

- Tudo bem. – Digo. – Eu também não fui a pessoa mais legal do mundo.

- Então, amigos de novo? – Ele pergunta, um sorriso brincando em seus lábios.

- Amigos de novo! – Afirmei, estendendo minha mão que ele instantaneamente apertou.

 Um sorriso bobo tomou conta do meu rosto. Finalmente tudo voltaria ao normal, finalmente poderíamos voltar a ser o que sempre fomos: amigos que trabalham juntos, que riem juntos e realmente adoram comida japonesa.

- Então acho que já vou indo. – Finn disse. – Vou deixar você se aprontar em paz. Te vejo no palco.

Assenti com a cabeça concordando e ele logo saiu, me deixando com o mesmo sorriso idiota no rosto. Fiquei alguns segundos aproveitando a sensação de ter o meu amigo de volta, quando Noah de repente entrou e fechou a porta atrás de si.

- Oi, Noah. – Cumprimentei, me aproximando para abraça-lo, Noah me abraçou de volta, mas quando nos afastamos ele simplesmente me encarou com um sorrisinho provocante nos lábios.

- O que foi? – Perguntei já temendo a resposta.

- Gaten disse que você e Finn estavam transando no camarim. – Ele riu.

- O que? – Perguntei engasgando nas próprias palavras.

- Gaten veio te chamar para aproveitar o buffet que foi servido antes da entrevista, porque tem aqueles palitinhos com nutella que você gosta, sabe? – Ele divagou. – Mas, ele disse que quando entrou aqui você e Finn estavam no processo de tirar as roupas. – Eu senti minhas bochechas ficando mais e mais quentes a cada palavra que Noah dizia. – Então eu decidi esperar para vir te chamar. Porque se eu puder evitar de ver o Finn pelado, eu com certeza vou evitar.  – Ele terminou rindo.

Meus olhos se arregalaram.

- Eu não transei com Finn! – Praticamente gritei.

- Tudo bem, Millie. – Noah disse. – Todo mundo já esperava por isso.

- O que? – Eu gritei. – Não. Eu realmente não transei com Finn! Nós estávamos brigando.

- Brigando novamente? – Ele pergunta parecendo decepcionado.

Assinto e depois percebo algo no que Noah disse.

- Você disse que todo mundo já esperava que eu e Finn... você sabe?

Ele arregalou os olhos e negou com veemência.

- Não, claro que não. – Noah disse casualmente, mas não me convenceu.

Decido deixar para lá.

- Podemos ir para a entrevista? – Perguntei, tentando mudar de assunto.

- Sim. – Noah concordou sorrindo.

Olhei para a bancada procurando o meu celular quando me lembrei que eu e Finn não havíamos destrocado os aparelhos. Me xinguei mentalmente pela falta de atenção e peguei o celular de Finn com a intenção de levar até ele para finalmente desfazermos a troca.

Eu e Noah, então, saímos do camarim, ele me provocando como sempre e eu rindo das idiotices dele. Quando encontramos com os garotos e Sadie no buffet, Finn pareceu ter retornado ao seu estado habitual de mau-humor. Dou um sorriso para ele, mas ele simplesmente me ignora. Na hora que a assistente do produtor anuncia que é hora de entrarmos no palco. Noah ri ao meu lado e cutuca o meu ombro.

- Bonita a foto, Millie. – Ele sussurra para mim.

Fico confusa por alguns instantes, até que percebo que ele estendia o celular na minha direção. Encarei a tela e estaquei no lugar.

O meu perfil do Instagram estava aberto na tela e havia uma foto minha postada, supostamente por mim. A maldita foto, a mais horrível, horrorosa, terrível foto que alguém já tinha tirado de mim e já estava com meio milhão de curtidas. Imediatamente olhei na direção de Finn que me encarava com um sorriso sacana no rosto.

Meu sangue ferveu, mas eu respirei fundo, eu não podia deixar isso me abalar. Puxei rapidamente o celular de Finn e cliquei no Instagram, abri a minha foto que ele tinha postado e dei um like.

Se Finn queria guerra, ele com certeza teria.

 



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