História Stranger Love - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Stranger Things
Personagens Chefe Jim Hopper, Dustin Henderson, Eleven (Onze), Jonathan Byers, Joyce Byers, Karen Wheeler, Lucas Sinclair, Mike Wheeler, Nancy Wheeler, Steve Harrington, Will Byers
Tags Billy, Steve, Steve&billy, Strangerthings
Visualizações 302
Palavras 1.946
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção Adolescente
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Segundo capítulo, espero que gostem, me desculpe qualquer erro no primeiro capítulo </3

Capítulo 2 - CHAPTER TWO - DID YOU SLEEP LAST NIGHT?


Fanfic / Fanfiction Stranger Love - Capítulo 2 - CHAPTER TWO - DID YOU SLEEP LAST NIGHT?

Steve desmaiou sobre o corpo de Billy e Billy, que estava muito bêbado, desmaiou junto.

Algumas horas depois, Steve abriu os olhos dolorosamente, ao sentir sua visão ser invadida pela claridade do sol, o que o fez despertar rapidamente. Logo se viu deitado sobre o corpo de Billy e se afastou, assustado. Sua cabeça girou por ter feito um movimento rápido e Steve notou que também estava de ressaca, soltou um suspiro pesado e cansado. 

Olhou a própria calça aberta e a posição em que se encontrava sobre o corpo de Billy, logo se lembrou do que fizeram na noite anterior e fechou os olhos com força, como quem se arrependeu do que fez.

Steve se vestiu rapidamente e saiu de dentro do carro, temendo que Billy acordasse e surtasse com suas crises estranhas. Se ajeitou e fechou a porta do carro, olhou ao seu redor, vendo tudo meio parado ainda, parecia ser cedo, talvez umas sete horas da manhã, o sol já brilhava com intensidade.

Steve caminhou até seu carro e abriu a porta, entrou e se sentou no banco, pensativo. Sua cabeça explodia muito, mas mesmo assim, conseguia se lembrar de tudo que aconteceu aquela noite, inclusive, pôde se lembrar que Billy bebeu muito mais do que ele, talvez por isso reagiu de uma forma tão diferente do que o normal. Ele ligou o carro e saiu dali rapidamente, voltando para casa.

 

[…]

 

Depois de dirigir até chegar em casa, pensativo sobre o que faria quando revesse Billy, teve uma surpresa quando estacionou seu carro em frente á porta de casa. Viu Nancy saindo de sua casa após se despedir da mãe dele. Respirou fundo e fechou os olhos, encostando a cabeça na poltrona, pensativo. Não esperava ter a visita de Nancy tão cedo, sua cabeça parecia um turbilhão. Se assustou ao ouvir uma batidinha no vidro de seu carro e ao abrir os olhos, viu Nancy o olhando pelo vidro da janela. Ele desceu o vidro da janela do carro e sorriu para Nancy.

– Oi, Nancy, bom dia! – Nancy o olhou, meio séria – O que faz aqui tão cedo?

– E você, Steve, onde passou a noite? – Ela perguntou, o olhando – Depois de tantas coisas acontecerem, você ainda some a noite inteira sem dar sinal de vida. Eu não acredito nisso...

– Eu...Eu só saí pra beber um pouco. – Steve respondeu, olhando para o volante do carro – Queria me distrair... Mas você não respondeu minha pergunta.

– Quando resolver sair pra se distrair, avise, porque nós todos nos preocupamos, está bem? – Nancy respondeu, levemente irritada – E eu... Eu vim porque queria conversar com você. Mas talvez eu devesse vir mais tarde. Você parece perdido, estranho.

– Podemos conversar agora. – Steve disse, a olhando – Me desculpe não estar em casa, eu devia ter avisado a alguém que eu iria me distrair.

– Pra onde você foi? – Nancy perguntou, o olhando bem séria.

Steve a olhou, meio travado, pensou por alguns segundos e disse:

– Eu fui beber em um bar, só isso.

Nancy o olhou por alguns segundos, claramente indignada e respondeu:

– Você está mentindo pra mim?

Steve suspirou e coçou os olhos, a olhou levemente irritado.

– Quer sentir meu bafo de vodca? – Ele disse, impaciente – Porque é a única prova que tenho de que realmente fui beber.

Nancy suspirou, pensativa por alguns segundos e olhou para Steve.

– Desculpa, mas é que depois de tudo que andou acontecendo, me preocupo com você. – Nancy respondeu – Apesar de tudo, me preocupo.

Steve a olhou, por alguns segundos, estava pensativo. Na verdade, sua mente estava vagando distante dali, pensava no que faria quando visse Billy novamente, mas ele estava a olhando.

– É melhor eu ir, você parece meio sem clima pra conversar. – Nancy continuou, o olhando – O Dustin disse que você deu forças pra ele ir ao baile ontem a noite, isso foi bem legal da sua parte. Até depois.

Nancy saiu andando, Steve a chamou, mas mesmo assim, ela se foi sem hesitar. Ele socou levemente o volante do carro e passou as mãos no rosto, sua cabeça explodia por conta da ressaca imensa.

Steve entrou em casa, e depois de explicar para a mãe que saiu para beber um pouco, ele tomou um banho e foi dormir. Sua ressaca o fez dormir o dia inteiro, e quando acordou, já estava de noite.

Steve se sentou na cama e começou a pensar em como Billy deveria ter reagido quando acordou, se estava com raiva, se queria matá-lo... Isso parecia óbvio para Steve mas ele parecia agoniado por não saber nada depois do que aconteceu.

De repente, alguém bateu na porta de seu quarto e a mesma se abriu a seguir. Era o Dustin, que já entrou sorridente e animado.

– Fala aí, Steve. – Ele apertou a mão do amigo e se sentou na cama, ao lado de Steve – Sua mãe me disse que você bebeu a noite toda e dormiu o dia todo.

– Pois é. – Steve respondeu, ainda acordando – Mas como foi o baile ontem?

– Sabe, Steve, não quero acabar com a nossa amizade. – Dustin disse, o olhando de repente – Mas tem horas que os homens brigam por uma só mulher.

Steve o olhou confuso:

– Do que você está falando?

– Sei que isso vai doer em você, e talvez te faça se sentir ameaçado. – Dustin respondeu, ajeitando, pomposo, o boné em sua cabeça – Mas é que ontem foi uma grande noite, Steve. Eu peguei sua garota.

Steve ficou olhando para Dustin, ainda confuso:

– Espera, como assim pegou minha garota?

– A Nancy, Steve. Acorda! – Dustin estalou os dedos próximo ao rosto do amigo, com intuito de acordá-lo melhor – A Nancy está caidinha por mim.

Steve segurou o riso, mordendo o lábio inferior e olhou para Dustin:

– Sério? E como chegou a essa conclusão?

– Ela simplesmente me chamou pra dançar. – Dustin respondeu, estufando o peito, de forma orgulhosa – E enquanto dançávamos, eu senti que rolava um clima entre a gente. Nossa troca de olhares, a forma como ela sorria pra mim.

Steve se esforçava em morder o lábio e conter o riso.

– Talvez você não acredite mas pode perguntar a qualquer pessoa que foi no baile ontem e todos vão poder confirmar o que estou dizendo. – Dustin continuou, seguro de si – A Nancy está apaixonada por mim, a prova disso foi ela me chamar pra dançar. Sei que é difícil encarar a realidade mas ela está na minha, Steve. Eu vou entender se não quiser mais minha amizade.

– Olha, Dustin, nós não estamos mais juntos. – Steve finalmente respondeu, tranquilamente – Além do mais, ela já disse sobre você estar no baile.

– Ela te disse sobre mim? Como assim? – Dustin se assustou – Vocês se viram?

– Ela veio de manhã conversar comigo. – Ele disse, dando de ombros – E agradeceu por eu ter te ajudado a ir ao baile.

Dustin sorriu:

– Sério isso? Eu disse que ela está caidinha por mim.

Steve sorriu, como quem quisesse rir. Dustin o olhou.

– Steve, eu sinto muito por você. – Dustin deixou a mão no ombro do amigo – Pra você deve ser doloroso passar por um momento tão difícil, mas tenho certeza de que você vai achar a garota certa.

Steve sorriu como resposta e levou uma mão no ombro de Dustin:

– Obrigado, amigão. E você, boa sorte com a Nancy.

Dustin assustou o amigo quando pulou encima dele e lhe deu um abraço apertado, logo ambos sorriram.

 

[…]

 

Logo mais tarde, Nancy voltou á casa de Steve, para continuarem a conversa. Steve estava se arrumando para sair.

– Pra onde vai? – Nancy perguntou, os dois sentados na porta da casa de Steve, era uma noite tranquila – Agora vai aproveitar as férias e sair todas as noites?

– Eu estou solteiro agora, não estou? – Ele respondeu, dando de ombros – Vou aproveitar e sair um pouco por aí.

– Steve, olha, me desculpa. – Nancy o olhou – me desculpe por tudo. Você é incrível, sei que merecia muito mais do que eu pude te dar e...

– Nancy, para. – Steve a interrompeu – Você parece estar com pena de mim, e prefiro que sejamos amigos. Não quero te prender a mim gostando de outro.

Nancy ficou olhando, um tanto surpresa.

– Não faz sentido eu ficar em um relacionamento sabendo que a garota que eu amo, ama outro. Á quem quero enganar? – Ele continuou – Você e o Jonathan se combinam, e ele te entende melhor do que eu. Eu nunca te fiz feliz, e ele te faz muito feliz. Eu nunca fui um bom namorado, e ele, é um bom filho, irmão e namorado... Eu passei muito tempo sendo egoísta, querendo te prender á mim sem ser feliz comigo, mas agora vejo que amor não é isso, amor é querer a felicidade da pessoa, mesmo que não seja comigo. E tudo que eu quero, é sua felicidade, Nancy. Eu me sinto mais leve assim.

Os olhos de Nancy estavam marejados agora e ela sorria, o olhando. A menina se aproximou e deu um abraço apertado no ex, ele retribuiu.

– As pessoas resolveram me abraçar hoje. – Ele disse baixinho e riu.

Ela desfez o abraço e o olhou, sorrindo, disse:

– Você é o melhor amigo que eu poderia ter.

– Eu aprendi com todos vocês, me ensinaram a evoluir. – Ele respondeu – Pelo menos um bom amigo eu tenho que ser, afinal.

Os dois riram e o riso deles foi interrompido por uma voz pigarreando falsamente. Ambos olharam para o lado e viram Jonathan, Steve olhou surpreso.

– Jonathan? – Steve olhava confuso para os dois – Mas...

– Poxa, Nancy, pensei que tivesse dito a ele que eu viria pegar vocês para a festa. – Jonathan disse, fingindo estar desapontado – Mas pelo menos, ele já está arrumado, bom sinal.

Nancy se levantou e ambos sorriram, olhando para o amigo.

– Que festa? – Steve olhou, confuso – Do que estão falando?

– É uma festa que o pessoal da escola resolveu fazer, todos estarão lá. É na casa de um amigo da Nancy. – Jonathan respondeu – É óbvio que você vai conosco.

Steve sorriu e se levantou:

– É, eu vou, sim.

Os três entraram no carro de Jonathan e foram para a tal festa, conversaram descontraidamente durante o percurso.

– E o Will, como está? – Steve perguntou, no banco traseiro do carro.

– Ele está muito animado com o final de ano, adora natal e as festas. – Jonathan respondeu, enquanto dirigia e logo sorriu – Á propósito, obrigado por falar que sou um bom filho, irmão e namorado.

– Ei, ouvir a conversa dos outros é falta de educação. – Steve disse, levemente irritado mas ao ver Jonathan e Nancy rindo, ele riu junto – Mas tudo bem, eu só disse a verdade, você sabe.

– Você se tornou um cara muito bacana, Steve. – Jonathan respondeu, sem desviar da estrada – Obrigado por nos ajudar a salvar o Will.

Nancy sorriu, olhando para Jonathan e depois virando o rosto e olhando para Steve, Steve sorriu de volta.

– Eu só fiz o que minha intuição disse que era certo. – Steve respondeu.

Logo o carro de Jonathan estacionou em frente á uma casa grande e bem movimentada.

– Chegamos. – Nancy disse, e os três saíram do carro, animados.

Foram andando e conversando animadamente até chegarem na casa, cheia de jovens da idade deles, Nancy cumprimentando boa parte deles e quase todos cumprimentavam Steve, que retribuía animadamente os cumprimentos.

– A festa parece animada mesmo. – Nancy disse, sorridente, enquanto entravam na casa e olham ao redor.

Aos poucos, Steve foi se afastando de Nancy e Jonathan, observando as pessoas na festa e foi até a parte da cozinha, pegando um pouco de bebida e dando um gole. Logo, viu uma mão pegar um copo e enchê-lo de bebida como Steve fez, e ele levantou o rosto devagar, como se tivesse certeza de quem era aquela mão.

Era Billy, o encarando, enquanto pegava sua bebida.

– Oi, Steve.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, beijos <3


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