História Stranger Things - Stay Together - Capítulo 29


Escrita por:

Postado
Categorias Stranger Things
Personagens Chefe Jim Hopper, Dr. Martin Brenner, Dustin Henderson, Eleven (Onze), Jonathan Byers, Joyce Byers, Karen Wheeler, Lucas Sinclair, Mike Wheeler, Nancy Wheeler, Personagens Originais, Steve Harrington, Will Byers
Tags Stranger Things
Visualizações 193
Palavras 1.250
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 29 - Quem é Emma Resgorth?


Jonathan e Nancy caminhavam tranquilamente pela praia de Hermosa próximo ao píer. As ondas iam e voltavam levemente sem fazer muito estardalhaço, nem havia muita gente na orla, O que deixava o clima mais agradável.

- Sente saudades de Hawkins? - Pergunta Johnathan.

- Acho que foi bom eu dar tempo de Hawkins, de toda aquela loucura, mistérios, governo, experiências.

- Eu acho isso legal. - Jonathan sorri.

- O que há de legal em cobaias, projetos ultrassecretos do governo ou sei lá o que?

- É como se fosse um lado oculto da vida, algo que não sabemos e não entendemos e de repente Booom, aparece no seu caminho e você tem que se virar.

- Diz isso por causa do Will, Não é?

- É. O Will é importante para mim, ele é como uma parte de mim, quando ele está feliz, Eu estou feliz, quando ele está triste, Eu estou triste.

- Acho isso maravilhoso. E o seu pai, onde ele está?

- O meu pai está em algum lugar por aí, ele não é tão importante assim, talvez não represente nada para nós.

- Porque?

- É uma longa história.

    Jonathan então parou no meio caminho se abaixou e apanhou um jornal alheio que voou da banca na calçada até a areia. Nele havia uma foto de Hawkins e uma notícia.

    "Fornecimento de água é cessado na cidade de Hawkins por estranha contaminação na água".

- É Hawkins? - Questionou Nancy.

- É sim.

- Me deixa ver. - Nancy apanha o jornal.

    "A cidade de Hawkins em Indiana teve seu fornecimento de água cortado. Isso pelo fato de que a água apresentou estranha contaminação com resíduos desconhecidos. Pessoas que beberam essa água deram entrada no hospital, além de apresentar um comportamento estranho e violento".

    Nancy olhou para Jonathan perplexa. A pequena Hawkins saindo em um jornal importante em Los Angeles.

- A gente precisa avisar a minha mãe.

    Nancy largou o jornal e ela é Jonathan voltaram correndo para avisar Joyce no hotel.

    Enquanto isso, Cinco estava acessando a mente de Onze para ver o que estava de errado com ela. Os meninos ficaram ao redor observando Cinco segurando o rosto de Onze, ambas de olhos fechados.

   Cinco encontrou um casebre velho no meio de uma escuridão sem fim, ela entrou sem medo algum e lá dentro encontrou uma versão de Onze muito fragilizada, seu cabelo raspado, suas antigas roupas que utilizava quando era uma cobaia, lágrimas descendo pelo rosto, lábios roxos pelo intenso frio. Onze estava encolhida no chão e seu corpo sacudia de frio. Que estranho. Cinco não sentia o frio que Onze sentia.

Um som estridente rodeou a casa, Cinco sabia que o devorador de mentes estava por ali, pois ela sentia sua energia. O que o devorador de mentes está fazendo dentro de Onze?

- Onze.

Cinco se abaixa diante de Onze que não fita seus olhos, mas olha fixamente para frente, para porta por onde Cinco passou.

- Onze, O que está acontecendo?

- Ela está morrendo? - Diz uma voz feminina vinda da porta.

Cinco olha para trás devagar e vê a mesma Onze só que com mais vigor e olhos brilhantes.

- Ele vai morrer. - Aquela Onze sorri. - E eu vou assumir. - Ela caminha devagar ao redor de Cinco e Onze. Depois se abaixa diante de Cinco e fita seus olhos com um sorriso estranho. - Vocês não podem fazer nada para impedir.

- Quem é você?

- Eu sou Onze.

Cinco é empurrada para trás por uma força invisível, ela em um abismo e de repente cai em uma cadeira de "dentista" em uma sala branca. Cinco tenta se mover, mas suas mãos estão presas por tiras de couro, há outra cadeira e há um outro jovem sentado nessa mesma cadeira. Ele tem cabelos pretos e olhos verdes. Espere um pouco. Cinco conhece ele, cinco sabe quem ele é.

- Rafael. - Ela chama e sua voz ecoa como se aquela sala estivesse completamente vazia. - Rafael.

O garoto olha de volta para ela, ele também está preso pelas tiras de couro, ele chora ao vê-la e diz:

- Emma, Eu tô com medo.

- Rafael.

Algumas pessoas adentram a sala, uma enfermeira carregando uma maleta prata, dois soldados armados, o doutor Martin Brenner e um homem bem vestido, aparentando ter 50 anos. Muito estranho. Cinco conhecia ele, sabia muito bem quem ele era. Primeiro eles se reuniram diante de Rafael, a enfermeira abriu a maleta e retirou uma seringa com um líquido esverdeado dentro. Rafael começou a se debater e dizer:

- Papai eu tô com medo, PAPAI NÃO.

- Vai ficar tudo bem. - Diz aquele homem de terno.

Os dois soldados seguraram Rafael para que ele não se debatesse, a enfermeira veio com a seringa e perfurou o pescoço de Rafael aplicando o líquido nele. Rafael fez uma careta de dor e logo depois desmaiou. O que é isso que aplicaram nele?

O grupo então se direcionou para o lado de Cinco. Aquele homem. Aquele homem bem arrumado, de olhos verdes, rosto de 50 anos, cabelos meio grisalhos se adiantou e beijou a testa de Cinco dizendo:

- Emma, minha filha, o seu irmão já recebeu o super soro, agora é sua vez. Seja corajosa, meu amor.

Emma olhou para a enfermeira com a seringa que se aproximou e aplicou em seu pescoço. Ela sentiu uma sensação estranha de queimação invadindo seu corpo. Algo estava tomando sua mente. Emma chegou a olhar para frente enquanto se debatia de dor e viu a si mesma, mas com olhos estranhamente brilhantes e um olhar neutro. Aquela aparição de si mesma se aproximou dela e com o dedo do meio e o dedo indicador tocou em sua testa e fez o movimento de uma arma a disparar. Emma então caiu para dentro de um abismo na própria cadeira.

Ela caiu em pé e já correndo em meio a uma floresta cheia de lama, soldados a perseguiam com cães enquanto ela corria. Emma se deparou com uma cerca muito maior que ela e impossível de ser escalada. Ela estendeu a mão e grade queimou abrindo uma passagem para ela. Assim que Emma passou, a grade se fechou novamente e impediu os soldados de passarem e continuarem a perseguição.

Emma então se viu debaixo da chuva em beco numa cidade não conhecia, os trovões e os raios eram tão assustadores que por vezes ela se escondia em latas de lixo. As vezes corria de meliantes, as vezes roubava. Até o dia em que entrou em um vagão de um trem que ela nem sabia mesmo para onde ia. Viajou e viajou para longe. Encontrou uma Fazenda já a noite se embrenhou pelo milharal e se deitou ali mesmo depois que com os seus dons derrubou o milho para fazer uma cama pra deitar.

Cinco foi expulsa da mente de Onze, ela até caiu para trás assim que saiu da mente de Onze. Ela respirava ofegante sob os olhares atentos do grupo. Cinco ou Emma sabia o que estava havendo com Onze, mas ela também sabia que Onze teria de lutar contra si mesma se quisesse sobreviver.

- O que houve? - Perguntou Mike.

- Onze. A Onze está infectada por uma coisa desconhecida que o meu irmão e eu fomos infectados.

- Deve ser o mesmo composto que aplicaram em mim. - Disse Quatro.

- Pode ser, mas em você deu errado, no meu irmão deu certo... - Ela volta o olhar para Onze. - ...E se você quiser sobreviver, vai ter que lutar contra isso.

  



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...