História Strangers - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Orphan Black
Personagens Rachel Duncan, Sarah Manning
Tags Cophine, Ira Duncan, Orphan Black, Propunk, Rachel Duncan, Sarah Manning
Visualizações 171
Palavras 2.684
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Sci-Fi, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Que tal mais uma dose PROPUNK? VULGO melhor shipp...

Capítulo 7 - Mensagens


— Acorda, bela adormecida...

— Rachel?

— Não, o Felix... Pera, quê? — Felix ficou surpreso com o nome pronunciado pela irmã. Ele puxou as cobertas de Sarah, fazendo-a resmungar. — Como assim? Você estava sonhando com a Rachel?

— Berry. Rachel Berry, do Glee — murmurou de olhos fechados. Seus pensamentos em alerta, para não dizer algo que não devia.

— Acorda! Se não vou jogar água na sua cara — ameaçou.

Sarah gruniu, abrindo os olhos aos poucos. Ela não queria levantar, era como se tivesse passado a noite toda acordada. Sentia-se cansada. Mesmo contra a própria vontade, ela se sentou na cama, tendo como visão um Felix de braços cruzados, e expressão séria.

— Você trouxe alguém aqui ontem? — indagou.

— Q-quê? Por quê? — gaguejou, pensando em Duncan. Mas logo acalmou-se, aquela Rachel era só um sonho.

— Quando eu sai ontem à noite, tranquei a porta. E quando voltei ela estava escancarada.

— Talvez tenha sido um ladrão...

— É, talvez. Mas não roubaram nada. — Ele suspirou. — Vamos! Levanta! O boy tá chegando, e não quero ninguém aqui até amanhã.

— Ok... Já estou levantando. — Sarah se espreguiçou lentamente, sentindo seus ossos estralarem, posteriormente jogou-se novamente na cama. — Eu levanto, mas só se você me responder algo — disse, manhosa.

— Quê? — Felix estava sem paciência.

Sarah, imóvel, deitada na cama de olhos fechados, balbuciou. — Qual é...hum, a probabilidade de sonharmos com alguém e ser tão real? Tipo... É, conseguirmos tocá-la e tudo mais, mas ele não está ali?  — tentou soar o mais neutra possível.

— Sei lá. — Deu de ombros. — Mas um vez eu vi algo parecido numa série — recordou-se.

Sarah se atentou, abrindo os olhos, e fitando-o.

— E...? — incentivou a continuar.

— A Izzie via o boy dela. Denny Duquette. Eles conversavam, até transavam.

— Ele estava realmente lá?

— Não. Ela descobriu que estava com câncer na cabeça. Ele era só uma alucinação.

Sarah arregalou os olhos. — Que horror!

— Vai levantar ou quer convite?

Depois de tanta insistência, Sarah levantou. Fez suas higienes matinais ouvindo os berros de Felix ao pé do seu ouvido, apressando-a e, literalmente, foi posta para fora de casa. Descendo as escadas, ela seguiu rumo as ruas do centro. Sarah já estava dentro do metrô, quando sentiu o celular vibrar. A tela sinalizava uma mensagem de Cosima.

 

De: Cos

Não esquece. É hj à noite.
20:00 está bom pra vc?

 

De: Sarah

Eu tenho escolha?

 

De: Cos

Não. E nem pense em fugir!

 

De: Sarah 

Ok... Mas, vcs q vão pagar. E eu só vou pedir comida chique.

 

De: Cos

Não abusa. É a Delph e o Cal que vão pagar.

 

De: Sarah

Agora q vou pedir um estoque pra semana toda mesmo. Comida de graça não se recusa, baby *Emoji*

 

De: Cos

*Meme da Inês Brasil*

Toma vergonha na cara, vagabunda hsjahs 

 

De: Sarah

Me senti ofendida *Emoji do dedo do meio* 

 

De: Cos

Tenho que ir... Boa sorte no Graham's

 

Sarah conectou os fones de ouvido, no celular. Selecionou “Strangers”, da Halsey feat. Lauren Jauregui, e a ouviu durante o percurso até a casa da sra. S. Seu dia seria corrido. Precisaria comparecer a entrevista de emprego no Graham's, e ainda por cima, ter que ir no maldito jantar. Não parecia um bom dia. Ao menos era o que aparentava. Seus olhos correram em direção as pessoas ao seu redor. Diversas etnias, cores, classe social, e estilos. Ao canto, um homem negro no auge de sua juventude, lia um livro. Sua atenção correndo pelas páginas eram curiosas, cheio de magia. Logo percebia-se sua paixão pela leitura. O homem lia “O Pequeno Príncipe”, um clássico francês de Antoine de Saint-Exupéry. Livro com mensagem esplêndida, filosófica e recheada de inocência. Ao seu lado, um senhora idosa procurava na internet receitas de bolos. Seus dedos digitando com maestria, surpreendeu Sarah, que logo olhou um pouco mais adiante, e avistou um grupo seleto de jovens que gargalhavam, e conversavam aos murmúrios. Com certeza estavam aprontando algo. Ela fechou os olhos, e encostou a cabeça no assento do banco, tentando relaxar.

Atravessando a rua, Sarah alcançou a porta da sra. S, deu três batidas, e a esperou abrir. Segundos depois um sorriso amigável foi lançado à ela, de Siobhan, que fechou a porta, guiando Sarah até a sala.

— Hey...

— Bom dia.

— Bom dia. Kira tá na escola? 

— Tá sim... Só sai daqui à pouco. Você está com fome?

— Hum... Estou sim. É, posso passar a noite aqui? — Sarah coçou a nuca, e forçou um sorriso. — Fee me expulsou por essa noite.

— Fique o tempo que precisar.

Siobhan seguiu para a cozinha, com Sarah ao seu calcanhar. Ela procurou algo para a filha comer. Sarah ao ver o pão quentinho e a xícara de café preto, sentiu seu estômago roncar. Ela achava que a qualquer momento morreria de tanta fome. É exagero dizer isso, mas para Sarah, era assim que se sentia. Atacando o pobre do pão com brutalidade, Sarah disse de boca cheia. — Eu vou sair hoje à noite.

— Modos! — sra. S. reepreendeu a atitude de Sarah, ao mesmo tempo que sentou-se a mesa, ao lado dela. — Vai aonde?

— Em um jantar. Com a Cos, Delphine e Cal — falou, engolindo a comida.

— Cal? Você está saindo com o Cal? Eu não gosto dele. — Siobhan fez um careta, demonstrando desprezo pelo rapaz.

Sarah deu de ombros, e riu.

— Ele é um cara legal. — Sarah deu um longo gole no café. — Mas somos somente amigos — completou. — Continuando... Se eu chegar tarde, é por causa disso.

Quando o ponteiro do relógio deu 3h da tarde, Sarah deslocou-se para o Grahams's. Graham Humbert foi bastante gentil. Ele analisou com minúcia seus documentos, enquanto conversava animadamente com ela.

— Você é ótima para o trabalho — elogiou ele. — Mas primeiro ficará em experiência. Coisa normal de todo emprego.

Sarah concordou.

— Eu queria dizer algo... — Ela sentiu que precisava ser sincera com ele. Graham se atentou. — É que eu tenho passagem pela polícia e...

— Você matou alguém?

— Não, mas...

— Tudo bem... Eu não ligo muito.

— Sério?

— É. Eu também tenho passagem.

Os dois sorriram.

Ao anoitecer, depois de fazer uma tour pelo novo ambiente de trabalho, Sarah retornou a casa de S. A maioria de suas roupas estavam na casa de Felix, e então, ela se viu sem opção. Seu guarda roupa estava quase vazio, a não ser, por uns vestidos que há tempos não usava.

Com uma toalha em volta do corpo, um cabelo molhado, e um biquinho de indecisão, Sarah observava as roupas em cima da cama. Sua atenção passava pelos vestidos e, parou em uma saia preta de cintura alta e uma camiseta justa cor vinho.

Por que não? pensou.

Ela se enxugou, colocou as peças íntimas, e pegou a camiseta, pondo-a. Em seguida, vestiu a saia meio rodada, que ia até o meio de suas coxas. Olhando-se na frente do espelho, viu que não estava tão ruim. Parecia mais um menina. Estava linda. Sarah fez cachos nos cabelos. Uma leve maquiagem, e um batom rosa claro. Sem opções para sapatos, ela calçou a única botinha que havia ali.

Descendo as escadas, sra. S. ficou boquiaberta com o que viu. Sarah parecia outra pessoa.

— Não se acostume — disse ela, sorrindo da cara de espanto da mãe. — Eu só não tinha roupas.

— Aah... Bem que eu poderia me acostumar com essa Sarah — brincou Siobhan. Os olhos azuis, reluzentes.

Uma mensagem chegou no celular de Sarah, fazendo-a desbloquear o aparelho.

 

De: Cos

Já estou aqui na frente da casa de S. Venha logo!

De: Sarah

Ok... Já estou indo.

 

— Bom, eu tenho que ir. — Ela deu um beijo na bochecha da sra. S, e passou porta a fora.

Mais a frente, Cosima a esperava do lado de fora do carro. Ela usava um vestido preto meio soltinho. E sorrio ao vê-la.

— Pra quem disse que era um jantar só pra amigos, você tá bem gata ehn? — brincou Cosima, abrindo a porta para Sarah entrar.

— Menos, ok? Menos — respondeu, deslizando para dentro do automóvel.

Delphine cumprimentou a clone e deu partida. Cosima ligou o rádio e, junto da namorada, começou a cantar um música demonstrando toda uma melação de casal. Sarah pegou o celular para acessar o Twitter, não tinha nada melhor para fazer. E cantar com as duas mulheres no banco da frente, não era uma opção.

[...]

— Você mandou um cara me assassinar?

— Claro que não, Ferdinand. De onde tirou isso? — disse Rachel, com um sorriso cínico.

— Você tem sorte, meu amor — ele disse, fechando a porta do carro da mulher. — Se aquele cara tivesse acertado a minha cabeça, seu videozinho já estaria circulando. — Ferdinand segurou a mão de Rachel, puxando-a para andarem. — Tenho cópias com algumas pessoas.

Rachel se sentiu nauseada. Perguntava-se como algum dia conseguiu sentir tesão por um cara como Chevalier.

— Agora, sorrie. E seja a namorada feliz, meu bem. — Rachel revirou os olhos. E conteu-se para não ficar emburrada. Ela preferia está no inferno. Satanás com certeza seria mais agradável que Ferdinand. — Agora eu entendo o que você viu em Sarah — ele comentou.

Rachel avistou Sarah um pouco mais a frente, com Delphine, Cosima e Cal Morrison. Ela estava muito... Rachel não conseguiu descrever. Bonita e linda, não chegava a ser comparável com o que via. Sarah estava poética. Suas curvas eram a poesia favorita de Rachel. Os cabelos cacheados, eram as rimas simbólicas, e a face inocente tornou-a imaculada.

— Espero que o sr. Morrison dê um jeito nela. — Rachel despertou do transe, com a voz irritante de Ferdinand. — Será um desperdício se um cara não a pegar de jeito.

— Você me enoja — ela murmurou. Ele não ouviu.

— Rachel? — Cosima disse, quando ela e Ferdinand se aproximaram. — Também vieram jantar aqui?

— Sim. Viemos comemorar a nossa volta — Ferdinand disse antes, que Rachel pudesse responder. — Reatamos o namoro.

— Vocês estão juntos? — Sarah perguntou, surpresa e séria.

— Estamos — respondeu Rachel, a contragosto.

— Isso é ótimo! — Exclamou Delphine. — Querem se juntar a nós? Se não for incômodo — convidou. 

— Seria ótimo — Ferdinand respondeu. — Vamos meu bem... — falou afável.

Os eles entraram no grande salão. Pediram ao garçom um mesa para seis pessoas, e acomodaram-se no lugar mais reservado do restaurante. Sarah sentou entre Cal e Rachel. Delphine entre Ferdinand e Cosima. Pediram vinho tinto, e alguns petiscos como introdução.

— Você está muito bonita, Sarah — Cal comentou. Ela agradeceu, gentil. — Isso tudo é para mim?

— Não, é pela comida mesmo.

Rachel deu um riso contido.

— Ah. — Cal ficou sem graça.

Cosima engatou uma conversa com todos, exceto Sarah e Rachel, que apenas sorriam e concordavam apenas quando algo era direcionado à elas. 

Agora você está saindo com esse “zinho” aí? 

Rachel mandou para Sarah, via mensagens.

 

De: Trombadinha.

Estou, por quê?

 

De: Rachel

Pensei que eu já fosse o suficiente para você

 

De: Trombadinha

Mas parece que eu não sou para você

 

De: Trombadinha

O que esse cara tem, que eu não tenho?

 

Rachel riu. Alguém parecia estar com ciúmes.

 

De: Rachel

Quer mesmo saber?

 

Ela não a respondeu. Deixou o celular de lado, e tomou um gole do vinho. Sarah estava odiando Rachel. Ela é tão idiota, pensou.

Cal tocou na mão de Sarah, em cima da mesa, e deu uma leve apertada. Ambos trocaram um sorriso. Os lábios do homem se aproximaram do ouvido da mulher. “Está gostando do jantar?” Cal sussurou.

— Acho que sim — ela respondeu no mesmo tom.

— Sentiu minha falta?

— Acho que sim.

Cal riu com o nariz, fazendo Sarah arrepiar. “Só acha?”

— Talvez eu tenha sentindo sua falta....

Se um olhar pudesse matar alguém, Rachel já teria fuzilado Sarah e Cal. Ficou irritada com a interação dos dois.

— Eu posso beijar você? — Cal perguntou, mas antes que Sarah pudesse responder, ele a beijou. Morrison tentou aprofundar, entretanto, Sarah o empurrou de leve, atordoada.

Ela virou para frente, fechou os olhos, mas logo os abriu. Aquilo não poderia ter acontecido. Sarah olhou para Rachel, que tomava um gole de sua bebida. Sua expressão seria e indecifrável.

Cosima pigarreou, com um sorriso malicioso.

— Então, conseguiu o emprego no Graham's? 

— Sim — limitou-se a responder.

Sarah sentiu a mão de Rachel pousar sobre sua coxa. Ela tentou tirar, mas Rachel começou a fazer carinho na área. Aquela ação fez seu sexo se animar. Ao olhar para a mulher ao seu lado, Duncan fingia que nada estivesse acontecendo. Sua mão descia e subia lentamente, dava leves apertadas, que faziam Sarah querer extremecer.

— Quer mais vinho? — Cal perguntou, com um sorriso de orelha a orelha.

— C-claro.

Ele encheu o copo dela. — Você está bem? Parece meio tensa...

— Estou bem.

A mão de Rachel deslizou para debaixo da saia, passando pela virilha, e entrando por sua calcinha. Sarah suspirou quando sentiu seu sexo sendo tocado. Os dedos da mulher fazendo círculos em torno do seu clitóris, em um massagem prazerosa. Rachel demonstrava conhecê-la tão bem, mais do que ela mesma. A mulher estimulava todo o sexo, seus dedos descendo e subindo de forma lenta. Sarah abriu discretamente as pernas, sentindo Rachel brincar com a entrada de sua vagina. Ela queria poder gemer, mas apenas mordeu os lábios com força, tentando abafar os sons. Seu sexo estava muito molhado, sua calcinha úmida. Sarah suspirou pesado, quando Rachel meteu dentro dela. Seus cotovelos sobre a mesa, suas mãos juntas na altura da boca, tentavam esconder sua expressão de prazer.

— Tem certeza que está bem? — Cosima perguntou.

Sarah balançou a cabeça.

— Se quiser eu posso chamar um médico. — Cal estava preocupado.

— E-estou bem... — balbuciou. A voz sussurrante saiu como um gemido contido. 

Rachel a penetrou, fazendo movimentos devagar. Sarah fechou as pernas, e “prendeu” a mão da outra ali. Ela fechou os olhos, e abriu levemente a boca, ecoando gemidos quase inaudíveis. Seu coração acelerado. Respiração falha. 

Rachel conversava com Delphine e Ferdinand. Agia como se nada estivesse acontecendo. Ela estava com raiva por Sarah ter beijado Cal. Aquilo que estava fazendo não chegava nem perto do que desejava fazer. Sua vontade era de bater tanto em Sarah, até ela implorar para parar, e depois fodê-la com força. Queria puni-la.

Rachel ameaçou a tirar seus dedos de Sarah, quando a outra fechou as pernas, mas logo tratou de abri-las novamente. Seus dedos voltaram a excitar a mulher ao seu lado. 

Sarah deixou um gemido escapar, chamando a atenção de todos na mesa. Rachel virou surpresa para Sarah, assim como os demais.

— Se você quiser voltar para casa, eu posso te levar — Cal se ofereceu. Ele tinha total certeza que Sarah estava passando mal.

Rachel intensificou os estímulos, ao ouvir as palavras de Cal. Sarah nem mais sabia qual era seu nome. Ela apenas fechou os olhos, e mordeu os lábios, enquanto suas mãos escondiam seu rosto. Rachel estava excitada com aquela cena.

Ao perceber que Sarah estava chegando ao orgasmo, Rachel retirou seus dedos dela. Deixando a morena frustrada.

A loura esboçou um leve sorriso.

— Eu preciso ir ao banheiro — Sarah disse, levando-se com pressa, andando a passos largos.

— O que deu nela? — Ferdinand perguntou.

— Não sei, mas estou preocupado — respondeu Cal.

Rachel arrumou uma desculpa esfarrapada sobre ligar para Ira, e seguiu Sarah. Ao chegar ao banheiro, ela percebeu que não havia mais ninguém ali, além das duas. Rachel trancou a porta, fazendo Sarah virar e encará-la. Sem exitar, Manning empurrou Duncan com violência, e perguntou se ela era louca.

— Nunca mais faça isso! — falou entredentes. Sarah estava irritada. 

Rachel também empurrou Sarah com violência. Mas antes que Sarah pudesse revidar, ela a impressou na parede. Suas mãos puxaram a saia de Manning para cima. Duncan tratou de se livrar da calcinha da morena, e ajoelhou na frente do sexo dela. Uma das pernas de Sarah foram parar por cima do ombro de Rachel. A loura passou sua língua por toda a extensão da buceta de Sarah, e a chupou com vontade. Ela mostraria quem manda.

Sarah afundou seus dedos nos cabelos louros da mulher, e precionou a boca de Rachel contra seu sexo, gemendo alto. Em menos de um minuto, ela alcançou seu clímax. Seu peito subia e descia, em uma respiração descompassada.

— Hoje eu vou te foder com força — prometeu com fúria, beijando Sarah. — E isso — ela mostrou a calcinha de Manning. — Fica comigo.

Ela saiu do banheiro, deixando uma Sarah estática e meio zonza.


Notas Finais


Gostaram? Hajahs

As vezes eu fico me perguntando de onde eu tiro essas ideais... Hsuahdha


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