História Strangers. - Capítulo 36


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Categorias Riverdale, Teen Wolf
Personagens Alice Cooper, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Derek Hale, Elizabeth "Betty" Cooper, Ethan, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Hal Cooper, Isaac Lahey, Jordan Parrish, Laura Hale, Liam Dunbar, Lydia Martin, Marmaduke "Moose" Mason, Peter Hale, Polly Cooper, Pop Tate, Reginald "Reggie" Mantle, Scott McCall, Stiles Stilinski, Treinador Clayton, Veronica "Ronnie" Lodge
Tags Bughead, Drogas, Gangue, Sexo
Visualizações 141
Palavras 1.169
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desde já gostaria de pedir desculpas pelo sumiço e dizer que eu voltei com tudo.
Não posso dizer com certeza quando vai sair capítulo, mas em breve, para não ficar um auê eu vou listar os dias em que eu poderei atualizar a história.
É isso, boa leitura a todos.

Capítulo 36 - Change and discoveries.


Point of View

Elizabeth Cooper

 

Após o acontecido, Joaquim decidiu coloca-lo em um dos bancos. Nós não poderíamos ir ao hospital pois ele estava sem os documentos da moto, e não pegaria nada bem um do lado Sul frequentando o lado Norte. Eu não parava quieta, rodeava os bancos, roía as unhas e insistia para Joaquim nos levar de uma vez para o hospital, quando ele acordou, um pouco assustado. Eu corri até ele, checando se estava tudo realmente bem. 

- Ei, tudo bem? - Perguntei, ansiosa por uma resposta rápida mesmo que ele estivesse "debilitado" e um pouco assustado. 

- Eu estou, obrigada. - Para minha surpresa ele respondeu rápido demais, pegou a bolsa, endireitou a touca e levantou-se do banco. Cambaleou um pouco, segurando em um galho de uma das enorme árvores do parque. 

- Eu.. Nós, precisamos te contar uma coisa. - Olhei por cima dos ombros, e Joaquim assentiu como se mandasse eu acabar com aquilo logo de uma vez. - É sobre o seu pai. - Ele virou-se imediatamente, surpreso. 

- O meu pai? - Ele perguntou intrigado, aproximando-se um pouco mais. 

- Sim, o seu pai. Nós.. - Juntei as mãos, minhas boca ainda estava aberta mais eu não conseguia continuar a frase, como se algo em impedisse de fazer, já prevendo as consequências que isso causaria. 

- O seu pai. - Joaquim tomou frente do caso, como se lesse meus pensamentos. - Nós sabemos onde ele está. - Jug o olhou. Era um olhar intrigante e ao mesmo tempo feliz. Um pequeno e singelo sorriso adornou seus lábios, ah, como eu sentia saudades de vê-lo sorrindo assim. 

- E como vocês acharam ele? Onde ele está? - O seu descontrole e animação para saber as noticias eram visíveis. Joaquim me olhou e eu devolvi o olhar, com um sorriso fraco. - Vocês sabem se ele lembra de mim? 

- Ele fala de você e da sua irmã sempre, desde quando ele voltou para cá ele tenta procurar vocês, mas ele anda ocupado com algumas coisas no Sul.. - Joaquim começou a falar novamente. - Qualquer dia se você quiser ir lá, a Betty te leva, não B? - Ele olhou por cima do ombro e deu uma leve piscadinha, tentei ignora-lo, mas o silêncio tomou o local então eu tive que responder.

- Sim. - Respondi friamente, observando as folhas secas que cobriam o gramíneo repleto de musgos do parque. 

Após minha resposta fria, Joaquim continuou a conversar com ele. Marcamos de nos encontrar naquele local as 15:30 assim que nós largássemos da escola. Joaquim passou o número para Jug e nós subimos na moto, voltando para o lado Sul.

                                                                                            ***

- Você acha que ele vem ver o coroa mesmo? - Ele me perguntou, enquanto posicionava o capacete no guidão da moto.

- Jug é meio desconfiado com tudo, mas ele acreditou em você. Ele vem. - Falei convicta de que estava certa quanto á isso. - Mas eu não sei se ele vai querer.. - Não consegui terminar a frase e o olhei, desconfiada e receosa. 

- Ele não é obrigado a ser uma serpente. - Falou enquanto caminhava até a entrada do bar, eu fui atrás dele. - Mas eu não negaria. 

- Você acha que o FP vai obrigar ele a fazer isso? - Perguntei mais uma vez, sempre curiosa. 

Ele parou de andar e ficou, literalmente, estático. Eu me assustei, mas permanecia atrás dele, esperando minha resposta. 

- Essa não, porra! - Ele resmungou, parecendo estressado e nervoso. - Betty, me espera lá fora. 

Ele pediu e eu apenas obedeci, mesmo não sabendo o quê estava acontecendo eu sai do bar, encostando-me em uma das janelas de vidro rabiscadas. Alguns minutos depois ele saiu, me procurando.

- Betty, lembra do que você me disse sobre ser uma de nós? - Ele perguntou, gesticulando e um pouco assustado. 

- Sim, lembro. Mas, o quê isso importa agora? - Perguntei confusa, me desencostando do emaranhado de desenhos e nomes presentes no painel.

- Se você quiser mesmo.. Acho que essa é a hora. - Ele disse, e eu engoli á seco, pela sensatez da frase dita. 

Eu pensei em todos; Verônica, Cordelia, James, Archie, Polly, as meninas.. Tudo passou por minha cabeça aquele momento, me deixando confusa e nervosa, eu pensei em recusar, mas algo em mim pedia para fazer aquilo, mesmo que fosse errado eu queria fazer, queria provar do perigo ao menos uma vez, ou talvez pelo resto dos dias, anos, ou sei lá.. 

- Eu quero! - Inflei o peito de ar e fui soltando aos poucos, certa de que aquilo não era uma das minhas alucinações que só acontecem nos meus pensamentos. 

Ele sorriu, segurou minha mão me arrastando para dentro do bar de novo. Nós subimos as escadas, passando pelo corredor dos quartos, e subimos mais uma pequena escada, escondida próximo de uma coluna com desenhos de serpentes. 

- Eu trouxe ela. - Ele disse, e nós adentramos ao cômodo, um arrepio tomou conta de mim, mas eu fiquei firme e apenas adentrei junto á ele no local. 

- Muito bem, mocinha. - O homem sentado em uma poltrona, com a voz um tanto grave disse. - Ser uma serpente não está apenas nas diversões que o Sul lhe oferece; Drogas, sexo, bebidas, festas e outras coisas que os jovens curtem. A nossa gangue é uma pilastra de lealdade. Você morreria por nós e nós morreríamos por você. - Ele virou a poltrona, revelando o rosto cansado e ao mesmo tempo sexy. Ele tinha os cabelos baixos, barba um pouco grande, olhos fortemente negros e sorrateiros como o de uma serpente. - Disposta? - Perguntou por fim. 

- Disposta! - Minhas mãos estavam gélidas, porém jogadas ao ar, para fingir uma confiança. 

- Mas antes de você ser uma de nós, precisa passar por algumas "provas".. - Ele deu um sorriso fraco, olhando para Joaquim, que fez o mesmo. Eu engoli á seco, mas permaneci quieta. 

Ele sentou-se na poltrona novamente, e nós continuamos a conversar. Ele ligou para um dos tatuadores de confiança, marcando com ele terça-feira, após a escola. Após a nossa conversa, que foi devidamente rápida e objetiva ele nos dispensou. Joaquim me levou de carro, de acordo com ele "não se deveria andar de moto á uma hora dessas."

Estacionou a caminhonete em frente ao casarão branco, eu me despedi dele, abri a porta do veículo e desci. A casa estava vazia, um silêncio assustador que as vezes era interrompido pelo som agudo da bengala de James. Eu subi as escadas, abri a porta do quarto e ignorei Verônica e Archie de agarra-agarra em cima da cama. Deixei a bolsa em cima da prateleira e corri para o banheiro. Me livrei das minhas vestes rapidamente. Liguei o chuveiro e fechei a porta do boxer, apenas senti a água quente escorrer sobre o meu corpo como se me abraçasse, confortasse e dissesse que estava tudo bem, mesmo tudo estando tão desordenado. 


Notas Finais


E AÍ BABYSSSS!
Bem, eu demorei mais voltei com mais um capítulo e dessa vez com dois babados de uma vez só.
Como será que o Jug vai reagir com a volta do pai? E Betty, será que ela vai cumprir provas e mostrar ser uma serpente leal á gangue?
Aproveitando para agradecer á todos pelos 50 favoritos e que as estatísticas veem subindo muito desde os últimos meses e eu só tenho a agradecer a todos vocês, eu estou a pouco tempo aqui mas já me sinto anfitriã KKKKK.
Amo vocês, obrigada por tudo.


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