História Strangers Lovers - Capítulo 2


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Categorias Camila Cabello, Dua Lipa, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Dua Lipa, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Visualizações 13
Palavras 1.588
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Keana


Pequenas gotículas de suor faziam caminhos em todo meu rosto/nuca descendo entre o vale dos meus seios e se perdendo ali. O top preto que eu usava parecia que eu havia mergulhado em um balde d'água e colocado em meu corpo. Meu short não estava muito atrás não. Meu corpo pedia descanso, na verdade ele implorava mas eu precisava desse treino.

Meus movimentos socando o saco de pancada eram os mesmo: Jab, direto, cruzado.

— Você já socou isso com mais força.

— Vou socar sua cara se me desconcentrar novamente - Adicionei um chute e voltei a golpear com mais força. - O que faz aqui? Pensei que já tivesse ido.

— Eu ia mas ouvi seus grunidos e como adoro ver você treinando, aqui estou - Com minha visão panorâmica observei a bela morena sentar-se em um dos aparelhos me observando com aquele olhar de caçadora.

Parei meus movimentos e peguei a garrafinha de água que estava no chão e bebi, fechei e a joguei ali no chão mesmo. Seus olhos observavam cada movimento meu, me comendo com os olhos.

— Você vai sair hoje de noite?

— Está me chamando pra sair? - Ela gargalhou como se eu tivesse feito alguma piada.

— Não Jauregui, eu não estou.

— Vou sair com Dinah para jantar na casa dela. Por que?

— Eu ia vim pra cá, Josh vai viajar de novo.

— Não devo demorar lá, se quiser vim e ficar me esperando. - Dei de ombros.

— Certo! Então já vou - Ela se levantou e veio até mim me dando um selinho rápido. - Te vejo de noite.

— Até lá!

Fiquei mais uma hora treinando e depois fui para meu quarto. Tomei um banho gelado para relaxar meus músculos e sai minutos depois. Peguei uma calcinha box branca, e meu sutiã também branco e vesti. Coloquei uma calça jeans surrada e uma blusa regata branca por cima do conjunto e fui descalço até a cozinha. Olhei no relógio e era uma da tarde. Preparei uma salada e frango grelhado, comi ali no balcão mesmo e fui pra sala como uma latinha de cerveja em mãos e coloquei em um canal de futebol.

Hoje era mais um dos dias que eu ficava sozinha em casa aproveitando minha própria presença com cervejas e canais de televisões. De noite eu iria jantar com Dinah em sua casa para resolvermos algumas coisas para minha próxima sessão de fotos para minha luta que seria um dia antes do ano novo. Eu estava ansiosa, era minha segunda luta para defender o cinturão de peso-galo e eu estava determinada a continuar com ele.

Quando deu cinco horas eu fui tomar banho e me arrumar. Coloquei um vestido preto que ia até o meio de minhas coxas e com um decote generoso nos seios, por cima vesti uma jaqueta de corou é um salto-alto. Passei perfume e me olhei no espelho, acabei tirando uma foto e postando no meu Instagram. Peguei as chaves do meu carro e minha bolsa que estava na sala.

Dinah não morava muito longe do meu prédio e em vinte minutos eu já estava estacionando em frente de sua casa. Toquei a campainha e rapidamente a porta abriu e senti um braço me puxando pra dentro, acabei caindo com a força do puxão e batendo minha bunda no chão.

— Porra Dinah!

— Desculpa, amiga - Ela disse gargalhando.

Ela esticou a mão ainda rindo e eu me levantei passando a mão em minha bunda que doía.

— Meu Deus, o que aconteceu pra você me recepcionar assim?

— Eu conheci uma pessoa - Ela caminhou na frente. Joguei minha bolsa em seu sofá e fui pra cozinha. Dinah terminava de tirar a lasanha do fogo.

— Que pessoa? - Fui até sua adega que ficava do lado da geladeira.

— Uma garota. - Passei meus olhos por toda a adega. - A gente se conheceu naquele bar que fomos no Harlem, eu fui lá no sábado e acabamos nos conhecendo. - Sorri ao ver a garrafa que eu queria. - Bebemos e eu a beijei, ficamos dentro do meu carro e... - Olhei para minha amiga que tinha um sorriso diferente no rosto.

— Vocês transaram no mesmo dia que se conheceram? - Seu sorriso cresceu mais ainda. - Dinah sua vadia!

— Ela é tão maravilhosa na cama, é selvagem deliciosa e...

— Não quero saber de como é o sexo entre vocês duas, argh! - Peguei duas taças e abri o vinho. - O que aconteceu com "Sexo só depois de se conhecer melhor, nada de sexo no primeiro encontro"?

— Eu retiro o que eu disse. - Entreguei uma taça pra ela. - Normani foi uma coisa de louco, foi tudo ao mesmo tempo acontecendo que quando eu vi já estava fazendo um 69 com ela... -Disse perdida em seus pensamentos.

— DINAH! - Ela riu.

— Não venha se fazer de Santa. Beijou uma menina lá no banheiro sem saber nem o nome e se ela curtia garotas.

— Eu beijei, você transou sua cretina. E primeiro foi ela que me beijou, e segundo ela era gostosa e beijava muito bem e não parava de olhar para minha bunda.

— Mesmo assim, você não é Santa aqui não.

— Vocês mantém contato?

— Vamos nos encontrar no dia da sua luta. Ela trabalha lá perto e vou ir pegar ela em seu trabalho antes da luta.

— Você vai levar ela para uma luta, Dinah? Meu Deus! Tu é burra?

— Ela disse que gostava.

— Menos mal.

Ela colocou a mesa e nos serviu. Continuamos a conversar sobre a tal da Normani e até mesmo da morena que beijei no banheiro, depois sobre a sessão de fotos e outras lutas que iriam vir futuramente. Fiquei mais algumas horas lá e recebi uma mensagem de Keana dizendo que estava no meu apartamento. Me despedi da minha amiga e fui pra casa.

— Atrasada dez minutos. - Escutei a voz da morena assim que abri a porta. Ri negando com a cabeça e fechei a porta.

— O trânsito não ajudou muito. - Puxei sua cintura e beijei seu pescoço.

Logo depois me afastei um pouco e vi como ela estava. Calcinha e sutiã vermelho contrastando com sua pele bronzeada, cabelos soltos e selvagens, salto-alto preto. Mordi meus lábios e olhei as órbitas cor de mel da mulher.

— Você está maravilhosa. - Disse num sussurro.

— Eu sabia que ia gostar.

Eu e Keana tínhamos um caso de anos, nos conhecemos assim que cheguei aqui em Manhattan e não há nenhum sentimento maior que a amizade e a atração entre nós duas. Ela ama Josh, seu noivo, mas não temos culpa se somos boas na cama. E isso faz com que ela traía ele toda vez que ele viaja a trabalho ou briga com ele. Eu poderia dizer que depois de Dinah, ela é minha segunda melhor amiga. Acima de tudo a amizade entre nós é muito grande, eu conto sobre meus casos para ela e ela sobre sua vida com Josh. Keana é maravilhosa tanto por dentro quanto por fora.

[...]

— Você vai né?

— Claro Laur, não posso perder a luta da minha melhor amiga - Ela disse entrando no banheiro - Posso levar Josh?! - Gritou.

— Deve! - Levantei da cama e fui até a mesinha que tinha perto da janela, peguei um cigarro e acendi, tragando logo depois.

Já se passava das duas da madrugada a noite tinha sido cansativa e prazerosa porém Keana recebeu uma mensagem de Josh dizendo que estava pra chegar em casa e ela decidiu ir esperar ele. Não achei ruim, nunca cobraria nada dela. Traguei mais uma vez e soltei observando o trânsito lá em baixo. Virei e a mulher vestia seu vestido com certa dificuldade em fechar o zíper, cheguei por trás dela e toquei sua pele macia e a ajudei.

— Obrigada. - Ela se virou e deixou um beijo em meus lábios, sorri.

Voltei até a janela e acabei de fumar o cigarro. Levei Keana até a porta e nos abraçamos.

— Até logo Jauregui

— Até Marie. - Ela rolou os olhos e eu ri. Deixei um beijo em sua bochecha e abri a porta.

[...]

Sai do banho e me sequei voltei até meu quarto do mesmo jeito que vim ao mundo e procurei uma roupa no closet. Decidi vestir um short e uma camiseta do Nirvana que tinha as mangas cortadas por cima de uma lingerie preta. Calcei meu vans preto surrado e passei meu hidratante corporal que Dinah dizia ter cheiro de bebê. Peguei as chaves do meu carro, meu celular e alguns dólares.

Destravei a porta do meu Ranger Rover evoque branco e entrei. Liguei o aparelho de som na minha playlist favorita e a voz de Lana Del Rey começou a ser transmitida nos altos falanges.  O relógio no painel do carro marcava 05:22 da manhã. A avenida estava tranquila e eu dirigia em direção ao Harlem, tá eu sabia que era perigoso o bairro naquele horário mas eu não me importava. Deixei meu carro estacionado em frente ao bar, assim que sai fui olhada por vários caras que estavam na esquina, caminhei até a entrada do bar e entrei.

Havia poucas pessoas bêbadas ali, algumas garçonetes espalhadas pelo local e uma música que eu não conhecia tocava. Sentei numa mesa afastada de todos e peguei meu celular mandando mensagem pra Dinah.

— Já foi atendida branquela?



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