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História Strike The Walking Dead - Capítulo 2


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Notas do Autor


Por conta da quarentena do COVID-19, estarei disponibilizando os capítulos fora do cronograma previsto (todas sextas-feiras à noite), ou seja, mais capítulos por semana e com mais frequências. Justificativa: simplesmente para entretenimento da minha pessoa e de todos que acompanham.

Capítulo 2 - Greve


Fanfic / Fanfiction Strike The Walking Dead - Capítulo 2 - Greve

Sentados em uma das extremidades do prédio, conversavam até que, derrepente, uma explosão tremeu o chão e o barulho chamou a atenção de todos que ali estavam. Uma área do hospital havia explodido e se encontrava em chamas.

Pedro e Felipe olham, assim como todos que estavam no terraço, assustado para a direção do hospital.

- Veja, Pedro. Foi o hospital!

- Caralho, mas que porra que pode ter acontecido!?

Os dois continuavam olhando a fumaça que subia em direção às nuvens com uma coloração tão escura quanto o céu que já anoitecia.

Ainda assustados e comentando entre eles, uma mulher se aproxima e entra na conversa. Era Stefane Oliveira, uma garota que, com seus 1,64 de altura, trazia um olhar assustado estampado em seu rosto.

- Eu fiquei sabendo que haviam trazido uns equipamentos para ajudar na luta daquele novo vírus que eles descobriram... - diz a garota.

- Vírus? - perguntou Felipe.

- Sim, eu ouvi falar enquanto estava no ônibus, ele causa instintos agressivos em quem é contaminado, né? - opina, Pedro.

- Na verdade, isso é o que vem depois... Bom, não se pode confiar em boatos, mas pelo que estou sabendo, esse vírus não tem haver com esses comportamentos. - explica a garota sem muita confiança no que dizia.

- Ah, bom, eu muito menos sei, deve ser isso que disse. - volta a comentar Pedro que em seguida continua - Bom, perdão os maus modos, eu sou Pedro Sanches e esse é o meu amigo Felipe Dixon - se apresenta, então, Pedro apertando a mão da garota e em seguida Felipe repete a ação do amigo.

- Prazer, eu sou Stefane Oliveira, sou uma amiga do José, meu filho cresceu junto com o dele.

- Muito legal, prazer. - disse Felipe.

Apesar de ainda sem muita intimidade, os três continuaram conversando por um bom tempo no terraço enquanto observavam o movimento de resgates que passavam em direção ao hospital.

Depois de algum tempo, Stefane e Pedro trocam contato de celulares para manterem contato.

- Eii, pessoal. Vamos descer, iremos cantar parabéns e daqui a pouco encerramos, as crianças já estão cansadas e o movimento na avenida está ficando feio por causa do acontecido no hospital - disse José ao acabar de subir pro terraço.

- Vamos descer, então, Felipe?

- Sim, vamos sim, Pedro.

- Foi um prazer em te conhecer, Stefane, eu costumo fazer algumas festas, se quiser ir e levar teu filho, fica o convite - informa Pedro paea Stefane.

- Está certo, agora você tem meu contato, pode me chamar - responde Stefane.

Assim, os três descem para o salão principal da festa onde começa o parabéns para o filgo de José. Uma hora depois, poucos convidados estavam na festa, Pedro então, junto com Felipe, vão até José e se despede dele e de seu filho.

· Três dias depois...

Samuel Baston um rapaz com seus 26 anos e de origem cearense, amigo de Pedro Sanches e de Marcos Henrique, estava muito tranquilo em sua hospedagem na atual cidade paulista quando, inesperadamente, seu celular começa a tocar.

- Alô? - fala Samuel.

- Eai, Samuel, como está? - pergunta Pedro.

- Estou bem, mas e aí, qual a boa? - pergunta Samuel.

- Estou ligando pra te convidar pra um churrasco aqui em casa. Vem cá, chamei o Marcos, o Felipe e também uma amiga nova, chamada Stefane. Todos ja confirmaram presença, falta você.

- Opa, é pra já, Pedro. Estava afim de sair de casa e encontrar o Marcos e tu, faz um tempo que não nos encontramos. Vou aproveitar que estou de folga esses dois dias do trabalho.

- Fecho, Samuel. Te aguardo aqui em casa umas 17h40, pode ser?

- Pode sim, Pedro. Chegarei pontualmente.

- Beleza, até mais, irmão - se despediu Pedro.

- Até, cara - retribuiu Samuel a despedida.

Em seguida, Samuel olha para o relógio e vê que são 16h, então, entra tomar um banho para se arrumar.

Após seu banho, Samuel senta no sofá de seus aposentos e liga a TV. Lá ele vê um noticiário que falava sobre uma possível greve e paralisações em prol da cessamento em ataques à pessoas infectadas com o VID-Z.

- Essa infecção está muito estranha, esse vírus também, cada um fala uma coisa. Bom, não vou ficar me preocupando com isso agora - diz Samuel que, em seguida, muda de canal para um filme aleatório que passava naquela tarde.

· Chegando o horário da festa

Marcos Henrique, melhor amigo de Pedro e de Samuel já havia chegado adiantado na casa de Pedro para ajudar ele a preparar as coisas.

Momentos depois, chega Felipe com um quilo de carne e dois fardo de cervejas.

- Opaaa, como você está, cuzão?! - cumprimenta Felipe o Marcos, porque já não o encontrava a algum tempo.

- Fala, mano. Eu to bem e tu? - reaponde Marcos.

- Tô tranquilo. Ei, Pedro, toma - diz Felipe que logo entrega o pacote de carne e os fardos de cerveja - coloca para gelar.

- Beleza - responde Pedro pegando as coisas.

- Pow, vai vir só nós três? - pergunta Felipe.

- Não, o Samuel está para chegar e a Stefane também, disse que viria de ônibus e deixou seu filho na casa do meu colega da faculdade. Aquele mesmo que fomos na festa, o José.

- Pode crê. Então tranquilo. Vou te dar uma força ai na churrasqueira.

Assim, Felipe ajuda Pedro na churrasqueira enquanto Marcos dá uma geral no local onde estaria sendo realizado o churrasco. Era um quintal amplo, de uma casa simples, mas aconchegante. Tal casa se localizava em um bairro mais elevado, onde então, tinha-se uma boa vista da cidade.

Momentos depois, a campainha toca e Marcos vai até a porta da casa atender, era Samuel que chegava às 17h40 em ponto, como dito.

- Eai! Como você está, irmão? Quanto tempo! - cumprimenta Marcos à Samuel.

- Eu estou bem, irmão, e você? Como está? Já faz muito tempo.

- Eu estou bem. Vamos, bora, entra, o Felipe e o Pedro estão la no fundo, no quintal, preparando a churrasqueira. Acredito que agora falta só a Stefane chegar.

- Bora, partiu.

Samuel então, entra na casa e se dirige até onde os outros estavam e todos se cumprimentam com termos, abraços e apertos de mãos.

Passava o tempo, o relógio já marcava 18h30 e Stefane não chegava. Pedro, então, resolve ligar para ela.

- Alô? Stefane?

- Oi, Pedro.

- Olá, viu, você está vindo?

- Estou sim, perdão, parece que está acontecendo uma espécie de paralisação e o trânsito aqui está muito difícil.

- Nossa, deve ser alguma greve ou algo relacionado. Onde você está exatamente?

- Estou parada na avenida, perto de BK, ao lado do Banco do Brasil... Por quê?

- Eu vou te buscar de carro, desça no próximo ponto.

- Está certo, Pedro, mas acredito que não conseguirá chegar aqui, pelo menos não pela avenida.

- Faz o seguinte: desça do ônibus e suba uma rua acima da avenidade, acredito que não esteja tão afetada por essa tal paralisação.

- Beleza, farei isso, então.

- Já já chego aí, Stefane, até.

- Até, Pedro.

Pedro, então, desliga o telefone e informa seus amigos do ocorrido.

- Uma paralisação? - perguntava Felipe.

- Sim, eu ouvi falar em um noticiário que haveria uma espécie de greve - respondia Samuel.

- Bom, eu só sei que vou busca-lá. Cuida aqui das coisas, galera, eu já volto.

Então, Pedro entra dentro de sua casa, pega a chave de seu carro e vai ao encontro de Stefane.

· Enquanto isso...

Stefane desce do ônibus, como dito por Pedro.

Segue até uma entrada de rua, mas em certo momento ela para. Queria ver o motivo ou entender do porque ninguém andava com seus carros. Então, ela se depara com uma cena muito muito chocante. Um homem estava com a cabeça totalmente destroçada no chão, policiais usavam máscaras perto dele, e um deles estava ferido na mão. Poucos minutos depois, ela vê o policial retirar seu capacete, olhar para sua mão e sussurrar algumas palavras para outro policial. O policial ainda deitado com a mão sangrando, empunha sua arma e sem exitar, atira em sua própria cabeça.

Stefane ao ver essas cenas, faz uma expressão de assustada e, totalmente apavorada, corre para a rua na qual havia marcado de se encontrar com Pedro.

Chegando na rua acima da avenida, senta-se na calçada e começa a chorar, apavorada e sem entender por que tamanha violência.

Pedro, chegando próximo ao local, diminui a velocidade e encosta o carro, desce e acolhe a mulher com lágrimas por todo o rosto.

- Stefane!? Venha, venha cá - dizia Pedro, abraçando-a e auxiliando ela até o carro - venha, venha.

Com Stefane dentro de seu carro, Pedro volta para sua casa, no caminho, tenta acalmar Stafene e entender o que aconteceu.

- Stefane!? Seja lá o que houve, acabou, está tudo bem - dizia Pedro olhando para a pista na qual dirigia e para Stefane.

- Eu vi... - Stefane tentava falar com sua voz falha - eu vi... Uma brutalidade... Mas, mas eu não consigo entender...

- Calma. Chegando em casa, conversamos sobre o porquê ficou assim.

- Pedro, eu não sou mais uma adolescente. Desculpe, mas a cena que eu vi é muito forte.

- Foi algum acidente na avenida?

- Sim, um homem com a cabeça destroçada no asfalto, ou sei lá como descrever... Mas, também outra cena...

- Outra cena?

- Um policial, ele estava ferido... um ferimento na mão e... - falava baixo e um tanto gago Stefane - e ele... ele se matou. Ele atirou na própria cabeça, Pedro.

- Calma, não fique pensando nessas coisas.

- Pedro, onde que esse mundo vai chegar!?

- Eu não sei... eu não sei...

Pedro chega, enfim, na sua casa e entra com Stefane. Felipe percebe que Stefane não estava muito bem e tenta descobrir, mas vê um gesto de Pedro que dizia para não insistir.

Stefane é apresentado à Samuel e a Marcos por Pedro e, enquanto os dois puxavam conversa com Stefane, Pedro chama Felipe à sós para conversar.

- Irmão, preciso conversar contigo.

C O N T I N U A . . .



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