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História Stronger - Bungou Stray Dogs - Capítulo 38


Escrita por:


Notas do Autor


Então, minha gente!

Eu voltei e gostaria de falar sobre esse capítulo

Muitas coisas terríveis estão acontecendo na fanfic (e vão acontecer, como vcs podem ver Kakakakaka)

Mas, em meio toda essa confusão, há sempre uma forma de alguns membros da Agência se distraírem

Então criei esse capítulo como uma espécie de OVA (digo "espécie" pq terá uma certa importância no enredo, e tbm pq eu precisava arranjar um local para colocar nossa querida personagem principal kakakaka)


E já vou avisando que faz pequenas referências ao BEAST (mas prometo que não há spoiler algum kakakaka)

Enfim, espero que gostem!

⚠️ AVISO NAS NOTAS FINAIS ⚠️

Capítulo 38 - Will of Tycoon - Last Part


Fanfic / Fanfiction Stronger - Bungou Stray Dogs - Capítulo 38 - Will of Tycoon - Last Part


                 Felicity.





Um longo suspiro escapou dos meus lábios ao observar a porta do escritório. 




Depois do dia de ontem, nós conseguimos voltar para a sede principal da Agência.




Assim que chegamos, Yosano logo cuidou das minhas feridas que, felizmente, não foram tão graves. 




Só alguns curativos sobre meu rosto e antebraço foram necessários para cobrir os machucados. 




Mas, depois do discurso assustador de Dazai, não o vimos o resto do dia e nem hoje de manhã.




Meus pensamentos foram interrompidos quando comecei a ouvir passos vindo em minha direção. 




Então sorri, vendo Atsushi  se aproximar.




Ontem, passei o resto do dia ouvindo o garoto se desculpar. 




Ele estava mesmo apavorado pelo estrago que causou. 



— Ah, bom dia – Meu colega falou assim que me viu, abrindo um pequeno sorriso em seguida. 




— Bom dia, Atsushi – Coloquei minhas mãos atrás das costas, de forma simpática — Se está aqui, Kunikida deve ter mandado você organizar o resto dos relatórios também. Estou certa? 




A expressão do garoto murchou. 




— Ele não dá um descanso – Falou, desviando o olhar para seus sapatos. 




Revirei os olhos e dei risada.




Coloquei a mão na maçaneta, abrindo a porta logo em seguida. 



Nós dois entramos no escritório rapidamente. 




— Ah, Atsushi,  tenho algo para perguntar – Falei ao me lembrar — Você viu o Dazai-- 





— Olá, jovens – Uma voz feminina me interrompeu — Vieram só vocês dois? 




Eu e meu colega damos um leve grito, assustados. 

    



Então arregalei os olhos ao ver a pessoa que estava sentada no sofá de espera do local. 




— O que está fazendo aqui? – Atsushi perguntou, olhando para a mulher.




Kouyou abriu um sorriso calmo, fechando os olhos em seguida.




— Eu fechei um acordo com seu amigo Dazai – Ela falou.  Então desviou o olhar para mim — Você parece estar bem machucada, garota. 




Levantei uma das minhas sobrancelhas. 




— É, pelo visto a criança de vocês não é tão fofa quanto parece – Falei, ao me lembrar da real causadora dos meus machucados. 




Uma leve risada escapou dos lábios de Kouyou. 





— São pontos de vista relativos – A mulher disse. 





— Qual foi o acordo que você fechou com Dazai? – A voz de Atsushi interrompeu nossa conversa.





Kouyou estreitou os olhos e sorriu.




 — Se ele quiser encontrar e salvar Kyouka, esperarei pacientemente aqui – Falou — É um acordo bem justo. Não querem ficar ao lado dele?




Arqueei as sobrancelhas. 




Dazai foi tentar encontrar Kyouka? 




Mas como?




— Então, quer dizer que o Dazai saiu para negociar com o agente do governo? – Meu colega perguntou, pensativo. 




Mordi a ponta do meu polegar, confusa. 




Do que eles estão falando?




Eu e Atsushi nos sentamos no sofá que ficava em frente ao da ruiva.




— O que quer dizer com isso, Atsushi? – Perguntei. 




— Acho que entendi o caso – Kouyou se dispôs a responder — A Divisão de Operações Paranormais é a organização secreta mais poderosa desse país. Tenha-os do seu lado e, com certeza, serão a maior arma da Agência. 





Encarei meus sapatos, começando a compreender a situação.





— Se Dazai conseguir convencer esse tal agente – Comecei a falar —, a Kyouka vai poder voltar a trabalhar na Agência, não vai? 




— Acredito que sim – Atsushi falou, mordendo a ponta do polegar. 



— Será mesmo? – A voz de Kouyou chamou nossa atenção — Se eu dissesse a vocês que aquela jovem de quatorze anos poderia, com poucos meses de treinamento, matar trinta e cinco pessoas a sangue frio, acreditariam nisso? É o poder dela. Enquanto tiver empregando na alma, ela jamais fugirá da escuridão. Assim como eu também nunca pude me livrar. 




Um arrepio perturbador atingiu meu corpo. 




— E por que está nos dizendo isso? – Perguntei. 




Kouyou levantou levemente a cabeça para nos  olhar melhor. 




— Porque quero que cuidem dela. 




Atsushi arregalou os olhos levemente, tão surpreso pela  resposta da mafiosa quanto eu. 




Então, depois de assimilar tudo, assentiu. 



— Cuidaremos. 




                                (...)




O ar-condicionado do refeitório da agência estava em uma temperatura confortável o suficiente para causar uma boa sensação.





Atsushi havia saído há algumas horas atrás para esperar Dazai. 




Mas nenhum dos dois chegou ainda. 




E, de todas as coisas terríveis que eu deveria estar focada, apenas uma chamou minha atenção. 




A quantidade de doces que Ranpo pode comer de uma vez




O detetive baixinho estava sentado na cadeira do outro lado da mesa, bem à minha frente. 




Nós estávamos com fome, então meu amigo decidiu que deveríamos fazer uma pausa do trabalho para comer. 




Tradução: eu deveria fazer uma pausa dos relatórios porque Ranpo estava com fome e cansado de fofocar mais sobre os casos que ele resolveu essa semana.




Mas, quando terminamos de comprar nossos almoços e nos sentamos para comer no refeitório, o detetive só me surpreendeu ainda mais com a quantidade de sobremesas que ele tirou da mochila.



E ainda não parou de fofocar sobre os casos




— … então eu olhei bem no fundo dos olhos dele e disse "o assassino é você" – Ele falou. Então começou a gargalhar — Consegue acreditar? Foi hilário!  




O moreno terminou sua história, pegando mais um pedaço de bolo e levando-o até sua boca.




Olhei para seu prato, tentando não demonstrar minha expressão incrédula. 




Já é o quinto. 



— Olha, docinho – A voz desconfiada de Ranpo chamou minha atenção novamente — Eu estou achando  que você não está prestando atenção na conversa. 




Voltando à realidade, olhei para o moreno por alguns segundos, tentando raciocinar. 




— N-não – Balancei  a cabeça — Eu só estava pensando em outra coisa. 




O moreno tombou a cabeça para o lado, com uma expressão confusa em seus olhos. 




Então suspirou. 




— Ah, já sei – Falou — Está assim porque eu não ofereci um pedaço do meu bolo, não é? Toma, pode pegar. 





Revirei os olhos e dei risada, erguendo levemente minha mão como sinal para recusar a comida.




Observei  o pedaço de bolo, com inquieta. 




— Você não tem medo de engordar… ou adquirir diabetes? – Perguntei, curiosa. 




Meu amigo bocejou e colocou uma das mãos atrás da cabeça, de maneira preguiçosa. 




— Na verdade, eu descobri que você não ganha peso se queimar calorias usando o cérebro – Ele disse, colocando o garfo na boca — Então eu não tenho com o que me preocupar, não é? 




Seu sorriso convencido me fez dar risada. 




Então apoiei um dos meus pés na cadeira onde eu estava sentada, abraçando meu joelho. 




— Sabe o que eu estava pensando, docinho? – Ranpo chamou minha atenção novamente.




— Em como guardar a maior quantidade de doces naquele pequeno cofre? – Perguntei, tentando adivinhar a resposta.




— Também – Ele encolheu os ombros, pensativo. Então sorriu — Mas eu também estava me lembrando daquele seu cachecol vermelho. 




Arqueei minhas sobrancelhas. 




— No meu cachecol? – Perguntei, confusa — Por quê? 




— Bom, você nos disse que ganhou de alguém misterioso e que não lembra como era o rosto – O detetive começou a falar — Então Kenji até o comparou com aquela lenda extremamente clichê do Akai Ito. É interessante, não? 





— Sim… mas aonde você quer chegar? – Perguntei, tentando entender o objetivo de Ranpo.




Meu amigo se animou, inclinando seu corpo para poder ficar mais perto de mim. 




— Eu vou descobrir quem realmente deu esse cachecol para você. 




Arregalei os olhos, surpresa. 




— Pode fazer isso? – Perguntei, tentando esconder minha ansiedade. 




Ranpo ajeitou seu chapéu, com um sorriso. 




— Nada é impossível para um grande detetive – Ele disse. 




Mordi a parte superior dos meus lábios, balançando levemente minha perna como sinal de nervosismo. 




Então levantei uma das sobrancelhas, pensativa. 




— E por que você faria isso? – Perguntei.




Um biquinho se formou nos lábios do detetive, e ele desviou o olhar em seguida.




— Porque você é minha amiga.




Não pude conter um grande sorriso. 



— Você também é meu amigo, Ranpo. 




O moreno me olhou por alguns segundos, então cruzou os braços. 




— Está bem, chega de tanto clichê – Ele disse, fingindo desinteresse — Eu posso te ajudar, mas tem algo que você precisa fazer antes.




Arqueei as sobrancelhas, confusa e desconfiada.



— E o que é? – Perguntei.



Um sorriso escapou dos lábios do mais velho. 



Então levei um pequeno susto ao ver que Ranpo bateu a mão na mesa, colocando um pequeno cartão sobre ela. 



— O que é isso? – Perguntei, confusa. 




— É o cartão do "está bem". 




— Cartão do quê? 




O moreno abriu um grande sorriso.



— É um cartão que eu nomeei de: cartão do "está bem" – Ele disse — Se olhar com atenção, os nomes de todos os detetives da Agência estão aqui, do lado de um pequeno quadrado em branco. Se você conseguir cobrir todos esses quadrados com o carimbo do "está bem" para provar que eles estão cientes, eu irei procurar o antigo dono do cachecol.




— E...como  eu faço para conseguir o carimbo do "está bem"? – Perguntei, receosa. 




— Basicamente, a pessoa vai te dar uma condição ou pedir para você fazer alguma coisa e, só depois de cumprir essa tarefa, você pode ganhar o carimbo – O moreno falou.



Olhei para o papel, atentamente. 




— Acho que entendi… 




— Então, docinho – Ranpo colocou mais um pedaço de bolo na boca — Acha que consegue? 



Abri um sorriso. 



— É claro que eu consigo. 




                               (...)



Meus pés já doíam depois de ter passado tanto tempo andando.




Kenji soltou um longo suspiro e colocou as mãos na cintura assim que chegamos perto de uma lavoura. 




— Foi muita gentileza da sua parte se dispor em me ajudar na fazenda da senhorita Maeda para conseguir meu  carimbo, senhorita Brown – Ele sorriu — Sei que corremos muitos riscos agora que estamos em guerra com a Guilda e a Máfia do Porto, mas eu não pude negar quando ela pediu ajuda para organizar sua plantação. 




Abri um grande sorriso. 




— Eu que agradeço por você aceitar minha condição, Kenji.  




E vir até o vilarejo do Kenji ajudá-lo com as plantações é uma ótima forma de eu me distrair para não pensar em como Atsushi e Dazai estão agora. 



— Agora, vamos começar! – O loiro juntou as mãos, animado — Você já plantou alguma coisa, senhorita Brown? 



Franzi o cenho, tentando lembrar. 




— Bom, quando eu estava no jardim de infância, eu plantei alguns girassóis em garrafas pet por causa de uma lição que passaram na escola – Falei, nostálgica. 




Lembro-me que as flores foram destruídas quando eu e Hannah inventamos tentar andar de patins, sendo que nenhuma de nós sabia. 




Isso resultou no desastroso fim dos girassóis, dois dentes quebrados de Hannah e meu braço direito torcido. 



Aquele dia foi terrível.




— Ah, nesse caso, acho que você aprenderá bem rápido se eu te ensinar! – Kenji falou, animado — Mas, primeiro, acho melhor você colocar essas incríveis botas de borracha que eu trouxe.




Desviei meu olhar para a grande sacola que o garoto carregava, vendo-o tirar os sapatos de lá dentro. 



Oh, isso é curioso. 




Tirei meus tênis, vestindo as botas borrachudas. 




— São confortáveis – Falei, enquanto as analisava em meus pés. 



Kenji assentiu, sorridente. 




— Ah, eu já ia me esquecendo! A senhorita pode usar isso também  – Ele disse, puxando outra coisa da sacola — É um chapéu de palha.



Observei o acessório, sem saber o que dizer por alguns segundos. 



— O-oh – Peguei o objeto da mão do mais novo e abri um grande sorriso — Obrigada, Kenji. 




— De nada – Ele disse, da mesma forma. 



Ainda sem jeito, coloquei o chapéu sobre minha cabeça, me virando para o loiro novamente. 




— E, então? – Perguntei — Como fiquei? 




Os olhos do meu colega brilharam. 




— Você está incrível, senhorita Brown! 



Senti minhas bochechas arderem, dando um risinho em seguida. 



— Então, vamos! – Kenji pegou uma das minhas mãos e me puxou para mais perto da plantação — Você vai adorar a senhorita Bernadete, ela é tão divertida. 




Fiz o possível para acompanhar seus passos rápidos. 




Quando estávamos bem próximos ao local das plantações, estreitei os olhos ao ver uma cerca separando o nosso espaço do das lavouras. 




Isso deveria existir? 




Então voltei à realidade, arqueando  as sobrancelhas ao perceber algo. 




— "senhorita Bernadete"?  – Perguntei, um pouco confusa. 



O garoto assentiu, sorridente. 



— É a vaca favorita da senhorita Maeda – Respondeu — Eu adoro ela. Mas também tem a Esmeralda, a Dondoca, a Frederica--  




Parei bruscamente, interrompendo a fala do loiro.



— Como assim "vaca"? – Perguntei, um pouco assustada — Nós...vamos nos encontrar com ela? 



Meu colega parecia um pouco confuso com minha pergunta. 



Então assentiu. 



— Nós vamos cuidar da fazenda  da senhorita Maeda – Ele disse, sorridente — Isso inclui as vacas, e os outros animais também, é  claro.



— E… de que outros animais nós teremos que cuidar? 




— Ah, dos coelhos, dos porcos, dos cavalos… – Kenji colocou o dedo indicador nos lábios, pensativo — Talvez fiquemos o dia inteiro aqui. 



Arregalei os  olhos, me engasgando  com minha própria saliva. 



— "O dia inteiro"?



— Isso mesmo – O garoto disse — Sem contar que deveríamos voltar todos os dias até conseguirmos, de fato, arrumar tudo. 



Não seria exagero falar que senti minha pressão cair. 



Cocei a garganta, tentando me recompor. 




— A-ah – Tentei soar o menos agitada possível.



— Mas...tudo bem por você? – Ele perguntou, um pouco aflito — Não quero que a senhorita se sinta muito pressionada. 



Não pude conter um sorriso emocionado.



Kenji se preocupa comigo de uma forma tão adorável. 



— Não estou me sentindo pressionada, Kenji – Falei — Vai ser uma honra organizar... a fazenda da senhorita Maeda com você. 




Meu colega colocou as mãos na cintura, animado. 



— Nesse caso, vamos ao trabalho! 





Notas Finais


Eu sei que vocês devem estar cansados de ver meus avisos, mas estou aqui novamente Kakakakakaka

Na verdade, isso seria mais um pedido


Vamos direto ao ponto:

Estou à procura de pessoas que gostem de turnar cenários aleatórios com personagens de BSD!

Isso mesmo, gente Kakakakaka

Eu comecei no ano passo e acho que virei uma viciada em turnos

Caso alguém esteja interessado...

Mas, enfim!

Vejo vocês no próximo capítulo ❤


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