História Stronger Than Heaven and Hell - Malec - Capítulo 1


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Categorias As Crônicas de Bane, As Peças Infernais, Os Artifícios Das Trevas (The Dark Artifices), Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Asmodeus, Camille Belcourt, Catarina Loss, Clary Fairchild, Clary Fairchild (Clary Fray), Emma Carstairs, Emma Carstaris, Imasu Morales, Isabelle Lightwood, Ithuriel, Jace Herondale, Jace Herondale (Jace Wayland), James "Jem" Carstairs, Jem Carstairs, Jem Carstairs, Jocelyn Fairchild, Jonathan Christopher Morgenstern, Magnus Bane, Magnus Bane, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Max Lightwood, Max Lightwood-Bane, Max Michael Lightwood-Bane, Meliorn, Rafael Lightwood-Bane, Ragnor Fell, Rainha Seelie, Raziel, Robert Lightwood, Robert Lightwood, Sebastian Morgstren, Sebastian Verlac, Simon Lewis, Tessa Gray, Tessa Gray, Tessa Gray, Valentim Morgenstern, Will Herondale
Tags Alec Lightwood, Clace, Lemon, Magnus Bane, Malec, Os Instrumentos Mortais, Romance Gay, Shadowhunters, Sizzy, The Mortal Instruments, Tmi
Visualizações 39
Palavras 2.792
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Lemon, Luta, Magia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey amores, eu peço desculpas se essa fanfic estiver inferior as que vocês costumam ler (provavelmente vai estar). Sou nova com isso de escrever então tenha paciência comigo. Prometo estar buscando evoluir sempre.

Boa leitura sweets. 💖🌸

Capítulo 1 - Chapter One


Fanfic / Fanfiction Stronger Than Heaven and Hell - Malec - Capítulo 1 - Chapter One

O príncipe Magnus estava a janela, observando as pequenas gotas de chuva, enquanto fazia desenhos aleatórios por conta da neblina. Ouviu batidas na porta, e permitiu a entrada de quem batia. Quando a enorme porta de seu quarto foi aberta, Lilith, sua madrasta entrou no quarto do príncipe com um sorriso no rosto.

– Estais feliz, eu presumo. – ela tinha certeza na verdade, sabia que seu esposo havia cedido a Magnus. 3 anos afastado de Edom, até que ele completasse seus 25 anos.

– Estou mamãe. – era pândego o fato de que Magnus amava mais Lilith do que amava seu próprio pai. Bem... ele tinha motivos – Asmodeus fez-me a mercê de morar em Londres por alguns anos, poucos. O suficiente.

Lilith sorriu, ela amava Magnus. Sempre fôra bem próxima do asiático de olhos âmbar esverdeados, com as pupilas tão pequenas que os olhos do príncipe eram semelhantes a de um gato. Um fato burlesco, pois os olhos de gato eram sua marca de feiticeiro.

– Então eu estou feliz por você, meu filho. – disse-lhe com sinceridade, lhe oferecendo um de seus mais belos sorrisos – Temos um jantar com Raziel e a Rainha Seelie. Não se atrase.

– Tudo bem mamãe, não irei me atrasar. – garantiu-lhe e sorriu, se afastando da janela – Mamãe? – Magnus a chamou, quando a mesma já estava saindo do cômodo.

– Sim meu amor? – ela se virou, olhando fixamente para Magnus.

– Tudo bem por você eu ir, certo? – ele perguntou receoso – A senhora sabe que eu nada faria para lhe deixar triste.

– Magnus, querido, se você está feliz, eu estou da mesma forma. Eu amo você. – disse-lhe segurando nas mãos firmes do asiático – Agora vá se arrumar. Estamos te esperando. – ela ficou na ponta dos pés. Magnus era quase uma muralha humana. E então beijou a bochecha do filho e saiu de seu quarto.

Magnus respirou fundo e se apropinquou de seu enorme guarda-roupa. Ele mesmo fazia questão de se lembrar que tudo aquilo era pela sua mãe. Pois se dependesse do príncipe, ele iria embora de Edom para viver seus 3 anos o mais intensamente possível, esperando que fossem os mais longos de sua vida.

...

Magnus respirou fundo, e cogitou a idéia de permanecer em Edom. Ele não confiava em seu pai, e deixar Lilith com Asmodeus era uma idéia, um tanto quanto... Macabra.

Ele conversou – várias vezes até – com Lilith, para se certificar que ela realmente tinha certeza de que ele poderia ir e de que ela ficaria bem. E a resposta foi sim, em todas as incontáveis vezes que ele perguntou.

O jantar havia sido excelente na verdade. Mesmo Raziel não gostando de fazer acordo com submundanos, Magnus como um rei de fato. E bem, ele tinha seu charme. Nem mesmo o próprio rei de todos os anjos poderia negar.

Magnus se adiantou até a saída do reino escondido por um feitiço, e olhou para seus pais – Lilith era sua mãe de fato, ele não poderia negar – e sorriu como resposta quando Lilith disse que ele poderia ir sem preocupações.

– Você pode cuidar disso para mim? – Magnus perguntou, entregando a coroa para sua mãe.

– Você não vai precisar mais dela quando voltar. – ela afirmou – Mas será um honra. Futuro rei de Edom. – Lilith disse em um riso, fazendo Magnus rir junto consigo.

Magnus olhou para Asmodeus, não sabia como se despedir, até que sei pai abriu os braços para o mesmo, fazendo o feiticeiro ficar imóvel por alguns instantes.

Bem, ele não iria vê-lo por 3 anos. Que mal teria em lhe dar um abraço de despedida? Então Magnus o abraçou, puxando Lilith para o abraço.

– Eu amo vocês. – Magnus disse com uma voz calma. Mesmo que ele e seu pai não tivessem uma relação muito dócil, eles se amavam. E Magnus o respeitava.

Magnus estava prestes a sair do reino, quando sentiu Asmodeus lhe chamar. Então se virou.

– Magnus? Na Inglaterra, a família real. Ou melhor, os Stinson's... Você ficará próximo deles, mas eu quero dizer no mesmo ambiente. – Asmodeus disse com firmeza na voz, e Magnus não entendia a onde ele queria chegar com aquilo – Não confie neles, certo? Vá em paz filho. Que os enviados de Lúcifer estejam com você.

Asmodeus tinha a voz de alguém que sabia de algo, mas Magnus não ousou perguntar. Apenas assentiu.

...

Magnus finalmente chegou em Londres, e sentiu o frio invadir seu corpo. O que perto do frio que fazia em Edom não era muito, mas ainda sim, frio.

Ele resolveu relaxar um pouco, já que no dia seguinte ele iria almoçar com a família real. Representando Asmodeus.

Magnus não conseguiu conter o riso ao perceber que não importava a onde ele estivesse, a coroa o perseguia. Céus aquilo era alguma maldição sobre si? Ele pela primeira vez fugiu de suas responsabilidades, mas eram tão apegados, elas vieram juntamente com Magnus sem algum tipo de aviso prévio.

Magnus andou pela mansão de seu pai. O feiticeiro gostava de ostentar, era um fato, mas achou um exagero quando percebeu que iria morar sozinho naquela casa enorme. Ou talvez não...

– Vossa alteza? – a voz não lhe era estranha, e Magnus sorriu quando se virou e viu Catarina em sua frente. Então a abraçou apertado – Eu também estava com saudades.

– Você está linda. Bem, você não mudou nada desde a última vez que eu te vi. – o príncipe riu, e a governanta riu junto.

– É a imortalidade meu querido. – ela disse jogando seu cabelo, mandando um beijinho para o asiático – Mas tem sido um tédio. Estou condenada a viver sozinha pela eternidade. – a mesma levou uma mão até sua testa, em um ato dramático, e ambos riram.

– Não me diga. Vou ter que aguentar suas piadas horríveis pelo resto da vida. Santo Lúcifer, o que eu fiz para merecer isso? – o mesmo imitou Catarina com a mão no rosto, com um drama quase na mesma intensidade.

E eles riram novamente. Coisa que não acontecia com felicidade para Magnus. Afinal, ele não tinha motivos para sorrir.

– Enfim... – ele iniciou – Meu pai te mandou aqui para me vigiar? Se eu dissesse que estou surpreso, seria uma mentira. – Ele disse e caminhou até uma garrafa de uísque que estava na mesa de centro, e então pôs o líquido em um copo que estava próximo da garrafa, e bebeu.

– Então você irá ficar surpreso, já que não estou aqui para isso. – ela deu de ombros e pegou o copo na mão de Magnus, bebendo um pouco do uísque, e em seguida devolveu o mesmo para o asiático – Na verdade, sou a governanta da casa, seu pai pediu para que eu cuidasse da mansão enquanto eles estivesse fora. – ela fez uma expressão pensativa e contou nos anos – E isso já tem cerca de 10 anos.

Magnus tombou a cabeça um pouco para o lado, e em seguida disse um "entendo", realmente estava surpreso pelo fato de que seu pai não havia colocado ninguém para espiona-lo.

– Por Lúcifer, será que meu pai finalmente resolveu me deixar em paz?

– Eu não iria contar com isso se fosse você. – ela disse, se aproximando do asiático – O nome é James Carstairs, ou Jem, como você preferir. Cabelo platinado, olhos bonitos. Vai saber quando ver. – Catarina deu um beijo na bochecha de Magnus, e então foi na direção das escadas – Não se esqueça que você terá um brunch com a família Stinson amanhã, é melhor descansar bem. – ela subiu um degrau, mas logo se virou para Magnus novamente – É bom te ver de novo, Banezinho.

Banezinho, Magnus se lembrava da última vez que Catarina o havia lhe chamado assim. Sua infância, era tão calma, mesmo que ele soubesse que a coroa iria pesar em sua cabeça dali alguns anos, ele não foi uma criança infeliz. Longe disso. Ele queria voltar no tempo, a onde ele tinha seus amigos, ou pelo menos Ragnor, seu único amigo de verdade até Catarina aparecer.

Magnus saiu de seus devaneios e subiu as escadas. O príncipe calcorreou até uma das suítes que haviam ali, tomou um banho de banheira enquanto atualizava suas redes sociais – sim, as pessoas precisavam saber a onde ele estava, elas se interessavam – e assim que terminou seu banho e então locomoveu-se até a cama. A onde dormiu depois de alguns minutos. Não era fácil ser Magnus Bane.

...

Magnus acordou no outro dia, atrasado. Velozmente o príncipe se dirigiu até o enorme guarda-roupa que havia no quarto.

Ele deveria estar ao menos apresentável. Tudo bem, ele conseguiria fazer isso mesmo sem vestimenta nenhuma. Mas era importante que ele estivesse aprazível. Ok, não importava, Magnus estaria deleitoso de qualquer forma. Mas optou por um colete social preto. E por Deus, que tentação de homem, ele estava deslumbrante.

O asiático seguiu até a garagem da mansão, e entre todos os diversos carros que haviam ali ele escolheu o que na sua opinião, era a opção mais "humilde" para a ocasião. Uma La Ferrari Aperta. Saiu lentamente da garagem e olhou para o mordomo, Imasu, e então piscou para o homem que se arrepiou instantaneamente.

– Boa escolha senhor. – Imasu disse, com um sorriso no rosto – E a propósito, o senhor está deslumbrante. Me desculpe pela minha indiscrição.

– Obrigado querido. – Magnus colocou seus óculos, e apoiou os cotovelos na porta do automóvel – Poderia dizer para Catarina não me esperar para o jantar, sim?

Imasu assentiu, com os braços atrás das costas, e viu quando Magnus saiu a toda velocidade da mansão.

...

Magnus estava muito atrasado. Pedindo para todos os demônios que fossem para que permitissem que ele chegasse a tempo.

Ok, aquilo poderia ser um tanto quanto hipócrita da sua parte. Magnus odiava atrasos. Mas tudo bem quando era ele se atrasando, afinal, ele era Magnus Bane. Todos eram submissos a ele, pelo menos era assim que ele pensava.

Ele firmou o pé no acelerador. Era o máximo, 350 km/h, e novamente ele estava pedindo ao que fosse. Céus, ele não poderia chegar atrasado. Ele garantiu a sua mãe que iria ser responsável, pelo menos no seu primeiro ano em Londres.

Magnus já havia passado três sinais vermelhos, e quando estava chegando no quarto olhou para o lado e viu o tal Robert Stinson em um Jaguar F Type. Ele reconhecera o rei de Londres das fotos, e sinceramente, Magnus esperava mais.

Magnus levantou os óculos, e sorriu para Robert. Um sorriso falso, assim como tudo naquele almoço. Sim, era um droga, mas infelizmente as pessoas quase nunca podiam ser elas mesmas de fato. E então, Robert sorriu de volta, e obviamente também havia muita falsidade em seu sorriso, era um fato.

– Caso ultrapasse mais um sinal vermelho, pode esquecer almoço. – Robert brincou, arrancando uma risada fraca de Magnus.

– Eu sinto muito. Não queria me atrasar. – Magnus disse colocando o óculos em seu colete, e pela primeira o jovem logo ao lado de Robert resolveu olhar para Magnus, e céus, ele amou o que viu.

O colete de Magnus marcava nos lugares certos, e ele levou as mãos próximas do pescoço. Se abanando em um ato involuntário. Magnus percebeu aquilo, e piscou para o jovem, que ruborizou. De uma forma discreta para que Robert não visse, é claro.

– Espero que não se atrase. – Robert disse, com um tom de ironia na voz, e então o sinal abriu.

Magnus e Robert saíram praticamente juntos, e Alec observava as mãos firmes de Magnus no volante. Alec nunca se interessou por ninguém com quem seu pai estivesse "envolvido", mas ele poderia abrir uma exceção para aquele tal asiático gostoso.

...

Eles finalmente chegaram no brunch, quando Magnus escuta um barulho irritante da cadeira sendo arrastada para trás, ao seu lado.

– Desculpem a demora. – disse o homem sem dar muitas informações de quem ele era, então se aproximou de Magnus e sussurou algo em em ouvido – Eu sou o Jem.

– Oh, certo. – Magnus disse assentindo a cabeça.

Magnus não conseguiu evitar o olhar quase fuzilante para a bunda de Alec, que se sentou do lado de Magnus com suas bochechas levemente avermelhadas. E Robert arqueou a sobrancelha ao ver a cena.

– Você é gay, não é? – Robert perguntou, extremamente baixo, para que só Magnus escutasse – Não tem problema, eu tenho um irmão que é...

Ele disse, e Magnus odiava aquilo.

– Antes de tudo eu queria deixar claro o fato de eu ser bissexual. Mas por que minha vida te interessa tanto? – Magnus perguntou em um tom ríspido, e Robert se fez de cínico por alguns instantes.

– Me perdoe se o que eu disse soou incoveniente Magnus, mas meu filho é hétero, inclusive... – Robert se levantou, e pegou uma taça que havia em cima da mesa, batendo levemente com a colher na mesma – Atenção a todos. – Sua voz soava grossa, e Alec revirou os olhos sabendo do que aquilo se tratava, e Magnus observou a cena com a sobrancelha arqueada – Eu gostaria de propor um brinde ao meu filho, que logo irá se casar. – Robert disse com um sorriso no rosto, que esbanjava orgulho.

Magnus olhou no fundo dos olhos azuis de Alec, e parecia que ele queria sumir. Não só parecia, como de fato ele queria sumir, e ir para o mais longe que conseguisse.

– Casar aos 16. Que sonho, não? – Alec disse em um tom irônico, e Robert lhe lançou um olhar de reprovação.

– Ele pelo menos é um homem? – Magnus perguntou com os lábios próximos do ouvido de Alec, fazendo o corpo do mesmo se arrepiar por completo. E Magnus não pode deixar de notar aquilo.

– Eu agradeceria aos anjos se fosse. – Alec disse, e deu uma risada, irônica e frustada – Espera, mas como você sabe que eu... – Alec não conseguiu terminar, e Robert prosseguiu.

– Clarissa Fairchild, peço que se junte a nós como uma futura Stinson.

Alec quis se esconder, e Magnus observava atentamente cada mínimo detalhe. Pelo anjo, Robert era louco? Ele havia lhe chamado para tratar de assuntos importantes, e agora estava falando sobre seu filho que iria casar? Não fazia sentido. Alexander se arrastou um pouco na cadeira, esperando que aquilo escondesse seu rosto completamente vermelho. Óbvio que não funcionou.

– Ei, não fique assim. – Magnus pediu, com uma voz tão doce quanto a de um anjo. Que ironia – Eu estou aqui com você agora, e eu tenho certeza que esses héteros precisam de nós. Do nosso brilho. – o asiático brincou, mesmo parecendo convencido daquilo, e então Alec riu junto com ele – Como você se chama? Desculpe se não fiz meu trabalho direito. Não deu tempo de pesquisar sobre a sua família. – Magnus fez uma careta, nem parecia o príncipe patético de um dia atrás.

– Você não iria achar nada de interessante. Ou pelo menos não algo que fosse verdade. – Alec disse, e Magnus lhe observou com um olhar indecifrável – Alexander, mas pode me chamar de Alec. E a propósito, sei que você chama Magnus. – e então Alec sorriu, iluminando todo aquele ambiente entediante, fazendo Magnus sorrir, inclusive pelo fato de que Alec sabia seu nome. Por que isso era tão importante mesmo? Ele não entendia, nomes não eram importantes quando podem ser substituídos por apelidos fofos, que escondem algo sujo. Pelo menos para Magnus.

– Mas Alexander é um nome estonteante. Deveria ser apreciado. – Magnus disse com certeza na voz, e então bebeu um pouco da água que estava na mesa, e Alec parecia estar em algum museu. Não parava de apreciar Magnus, e nem queria – Alexander? – Ele chamou por Alec, que o encarou com suas íris azuis.

Alec tremeu apenas com aquilo. Como alguém conseguia ser tão sexy apenas falando. O Lightwood não sabia dizer, mas estava louco para descobrir.

– Sim? – Ele perguntou olhando fixamente para cada detalhe no rosto de Magnus, e ambos estavam ignorando totalmente o que Robert falava ali.

– Se sente mais confortável se eu pegar em sua mão?

Tudo bem, agora sim aquilo parecia loucura, e Alec sentia como se fosse desmaiar. Tantos para receberem a atenção de Magnus, e por que justo ele? Ele não entendia.

– Provavelmente não. – ele disse com sinceridade, fazendo com que Magnus engolisse seco – Mas não significa que não quero que assim faça. – e então Alec sorriu novamente, com uma intensidade ainda maior, e escorregou suas mãos para a de Magnus.

Magnus acariciou levemente a mão de Alec antes de entrelaçar seus dedos na mesma. Eles acabaram de se conhecer, por que aquele mínimo toque estava deixando Alec como se tivesse borboletas no estômago? E como se Magnus não fosse o bom o bastante para tocar em Alec? Bem, não poderia ser paixão a primeira vista. Isso não existia, certo?

– Acho que as coisas estão começando a ficar interessantes por aqui... – Magnus disse, vendo um rubor tomar conta das bochechas de Alec. Céus, como ele conseguia ser tão belo sem ao menos tentar? Magnus parecia estar delirando. Mas não poderia negar, estava adorando aquilo.



Magnus então fingiu estar prestando atenção no que Robert falava. Mas no fundo, ele estava admirando o contraste da sua pele bronzeada com a pele pálida de Alec. Eram diferentes, mas juntos parecia perfeito, e de fato era.


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Qualquer crítica construtiva, elogio ou idéia deixem aí nos comentários. Até o próximo capítulo amores. 💕🌈


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