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História Stuck with you - Capítulo 6


Escrita por:


Notas do Autor


boa noite! boa noite!

tudo bem leitores lindes e maravilhosos? Prontos para mais um cap de Stuck with you?
ótima leitura!

Capítulo 6 - Baque


Mari:

 

            Não lembrava de ter tido uma noite tão insone, geralmente eu fazia tantas coisas que praticamente desabava na cama, mas desta vez por mais cansada que eu estivesse meu sono havia sido inconsistente e cheio de sonhos. Eu estava na beirada da cama e não tinha coragem de me virar para ver se Sirius já havia acordado. Segurei um suspiro relembrando noite passada, após muito e muitos beijos no terraço e quando descemos para quarto pensei sinceramente que rolaria, tanto que não disfarcei a cara de surpresa quando Sirius se afastou um pouco:

-O que foi?

-Preciso tomar um longo e frio banho.

-Mas...

-Não quero fazer nada que você queira- Ele disse por fim me deixando no quarto.

            Tinha que admitir que esse seu gesto me pegara de surpresa, e era um tanto atencioso, por mais que aqueles beijos tivessem acendido uma espécie de chama dentro de mim eu queria levar as coisas com calma, e também tinha o fato que ambos tínhamos bebido além da conta, eu me perguntava se Sirius se lembrava do que havia ocorrido. Peguei meu fone de ouvido e meu celular e abri na minha playlist de músicas brasileiras para quem sabe voltar a dormir :

 

Você me vira a cabeça, me tira do sério
Destrói os planos que um dia eu fiz pra mim
Me faz pensar por que que a vida é assim
Eu sempre vou e volto pros teus braços

 

            Ah não, Alcione agora não. Fechei a cara e troquei de música antes mesmo de começar o refrão:

 

Eu tô indo
Abra a porta
Tô subindo
Não demora
Que hoje eu vou te deixar sem a-a-ar

 

            Não era possível, essa era mesmo minha playlist brasileira ou a de músicas que me faziam pensar na escultura que dormia ao meu lado? Apertei o botão do meu fone para ver se vinha algo menos direto:

 

Amor é um livro
Sexo é esporte
Sexo é escolha
Amor é sorte

 

            Escondi o rosto com as mãos morrendo de vergonha, e ao mesmo tempo... Me perguntando como era possível um beijo despertar tantas coisas, nossa primeiro foi lento, quente e incrível, um entendimento que nunca havia tido com ninguém, nem parecia real uma química tão inédita, mas estávamos mais para a história da Cinderela, com as doze badaladas  o encanto se desfez e voltaríamos a ser dois amigos que dividiam a cama. Virei lentamente para encará-lo e vi que ele estava acordando.

-Bom dia – Ele disse suavemente.

-Bom dia – Sorri sentindo o pescoço esquentar- Dormiu bem?

-Sim, dormi feito pedra. Tá escutando o que?  My Chemical Romance?

-Não, bobão... Música brasileira, quer escutar?

-Manda- Ele disse lhe entreguei um dos fones, tive que me aproximar dele a ponto de quase tocar seu braço

 

É, e na hora que eu te beijei
Foi melhor do que eu imaginei
Se eu soubesse eu tinha feito antes
No fundo sempre fomos bons amantes

 

-Português é uma língua engraçada, eu não entendo nada, mas parece uma letra legal- Sirius comentou e dei uma risadinha.

-Eu gosto dessa versão, é mais lenta.

-O que fala?

-Vai ter que olhar no google tradutor- Disfarcei e ficamos nos olhando por um bom tempo enquanto escutávamos a música.

-Tive um sonho muito bom essa noite- Sirius falou quebrando o silêncio entre nós.

-É mesmo? Sonhou com o que?

-Que eu beijava a mulher mais bonita de Roma- Tentei não arregalar os olhos e segurar um gritinho, mas ele se lembrava.

-E depois?

-Depois eu acordei- Ele simplesmente falou- Mas acordei do lado dela.

-Sirius...

-Como eu te disse, não quero fazer nada que você não queira, mas não posso mais esconder que eu te quero- Ele disse e na hora me levantei e corri para o banheiro e me olhei no espelho, eu estava com a cara de sono, mas rapidamente arrumei o cabelo e escovei os dentes, respirei fundo e abri a porta, Sirius me encarava muito confuso.

-O que foi isso? Estava apertada para ir no banheiro?- Ele zombou e rolei os olhos

-Não...Eu só não queria te beijar com hálito matinal- Sirius deu uma gargalhada.

-Só você mesmo, MacLaine. Bom, não me resta fazer outra coisa senão escovar meus dentes para poder beijar essa boquinha linda- Ele se levantou e entrou no banheiro, meu coração estava batendo tão forte que pensei em sair do quarto e me esconder em algum lugar, mas ao invés disso voltei para meu lado da cama, mas coloquei o travesseiro na cara tentando me acalmar.

-Calma, não precisa treinar no travesseiro, estou bem aqui- Sirius Disse aparecendo e vi ele se aproximando, ele subiu na cama e ficou bem pertinho de mim, sua mão acariciou meu rosto e fechei os olhos.

-Eu não estava brincando ontem à noite quando falei que te queria nos meus braços.- Ele disse.

-Mas e depois?- Falei  abrindo os olhos encarando seu rosto e sinceramente... Que homem lindo.

-Vamos fazer um acordo, certo? Enquanto estivermos aqui nada mais importa senão nós... Apenas dois colegas de quarto matando tempo em uma quarentena.

-Quando você fala isso parece tão... Fácil.

-E é, você também sentiu quando a gente se beijou... a gente pode esquecer tudo e todos enquanto estivermos aqui- Ele disse.

-Você tem alguém na Inglaterra?- Notei um segundo de hesitação vindo dele.

-Tenho meu cachorro, mas ele não se importa de me dividir com  você. E você, tem alguém na Inglaterra?

-Não.- Respondi sem hesitar- Não tenho mais.

-ótimo – O sorriso de Sirius fez minhas pernas tremerem, fui em sua direção e subi no seu colo, ele pareceu surpreso, mas isso logo mudou, seus braços me seguravam firmemente quando beijei seus lábios, mais confiante. Na hora ele retribuiu abrindo a boca para aproveitar ainda mais e adorei, seus lábios eram tão macios, se encaixavam tão bem com os meus, além de ter um beijo delicioso eu estava adorando como ele me segurava firmemente com uma mão e a outra foi para meus cabelos trançando os dedos nas mechas. Na hora um arrepio subiu e todo meu corpo foi tomado por uma onda de desejo, era como se uma voz aqui dentro estivesse berrando “levar as coisas com calma uma ova.” E resolvi escutar esse meu lado recém despertado quando apertei meu corpo contra o dele, sua reação foi imediata, senti sua mão apertar minha cintura e suspirei numa breve pausa do nosso beijo, ele tinha um toque firme e quando senti sua mão subir lentamente minha respiração acelerar, ele parou de me beijar e levou os lábios para meu pescoço, aquilo já era um baita de um golpe baixo.

-Está bom assim?- Ele perguntou baixinho, perto do meu ouvido com aquela voz rouca dele.

-Sim- Sussurrei tão baixinho que me perguntei se ele havia escutado, porém sua risada era um sinal que sim, mas o que me deixou à beira da loucura foi sentir sua mão por cima do meu sutiã, eu estava adorando sua ousadia.

-Se você quiser podemos parar – Sirius falou, e então levantei seu queixo delicadamente para que ele pudesse me encarar, então mordi seu lábio inferior enquanto sorria.

-Estou com cara de quem quer que pare? – Indaguei me perguntando de onde eu tinha tirado tamanha coragem, não tive muito para questionar minhas atitudes porque Sirius simplesmente me jogou na cama ficando em cima de mim, na hora dei um  gritinho de susto, ele por outro lado me encarava com satisfação, mas antes que qualquer acontecesse escutamos alguém bater na porta.

-Shh... – Sirius fez colocando o dedo nos meus lábios.

-Mari – Chamou James. – Está acordada?

-Não- Sirius que respondeu enquanto eu saía da cama, abri a porta para encontrar James ainda de pijamas e cabelos bagunçados, ele olhou por cima do meu ombro e deu uma tossidinha.

-Desculpa atrapalhar, mas achei que você ia querer saber.... Sua família é do Brasil, não é?

-Sim- Na hora meu coração começou a disparar, mas não de um jeito bom. – O que aconteceu James?

-A bbc, está falando da situação de lá- Ele disse e praticamente corri para a sala de estar no andar de baixo, apenas Lily e Ingrid estavam lá, olhei para a TV e tentar entender a situação: a transmissão local já estava no país, incluindo o estado em que meus avós viviam, São Paulo. Não havia casos de mortes ainda, mas o problema nem era esse... O presidente não estava levando a sério a situação.

-Mula!- Exclamei em português, a notícia ainda falava que o plano do governo era fazer uma imunização de rebanho, ou seja, não ter nenhum isolamento, as pessoas se contaminarem e ver no que ia dar. – Você quer matar todos! Irresponsável!

-Mari! O que houve? – Ingrid quis saber.

-Essa anta vestida de presidente quer matar o país! Agora os números estão baixos, mas logo vão aumentar! Imunização de rebanho é teu cu, presidente de merda!

-Alô! Mari, inglês! – Lily exclamou e parei para olhar minhas amigas.

-Desculpe meninas, preciso fazer uma ligação- Falei correndo para o quarto.

-Mari...! – Sirius ia falando, mas peguei o celular e fui para o terraço, estava um pouco mais frio hoje, mas meu corpo estava quente.

-Alô- Minha avó atendeu sorri aliviada.

-Oi vovó- Falei em português. – Que saudades.

-Eu também, meu bem... Sua mãe falou que você está na Itália.

-Sim, eu estava na França a trabalho, mas vim encontrar alguns amigos e vou ter que passar a quarentena aqui, mas está tudo bem eu liguei para saber como estão as coisas aqui. Você e o vovô estão seguros?

-Estamos bem, Maricotinha – Sorri com o meu apelido de infância. – Provavelmente o comércio vai fechar, mas seu primo vem passar a quarentena conosco.

-Que alívio. – Eu estava quase chorando.

-Então sossega esse coração que estamos bem, quando isso acabar faremos um churrasco.

-Sim senhora- Sorri – Eu te amo, vó. Manda um beijo pro vô.

-Pode deixar querida, se cuide- Ela disse e então desligou o telefone.

-Com frio?- James perguntou  trazendo uma coberta e percebi que eu estava com uma regata e shorts como pijama e aceitei. –Então? Como estão as coisas?

-Bem, são poucos casos no Brasil, sem nenhuma morte... Mas o problema é o presidente... ele não está nem aí.

-Vai ficar tudo bem – James disse sentando do meu lado. – Logo sai o boletim de como estão as coisas aqui na Itália, e saberemos quando vamos embora.

-Verdade, mal posso esperar para voltar para casa- Falei apoiando a cabeça no ombro dele.

-Tem certeza? Tenho a impressão que você tem aproveitado bastante.

-Não comece, Potter- Cortei e então sorri- Estar com vocês facilita.

-E estar pegando meu melhor amigo também- Ele comentou rindo e rolei os olhos.

-Sem mais comentários- Brinquei.- Vamos descer que hoje esfriou bastante.

-Vamos que hoje quem vai cozinhar sou eu e Lily- James contou.

-Não acredito, Remo deixou?

-Ele não está sabendo- E falando isso deu uma piscadinha...

-Ficarei com o uber eats pronto- Zombei.

            Quando cheguei no quarto vi Sirius já trocado, ele estava com fones de ouvido e sorria todo bobo para a tela do celular, quando ele me viu chegando acenou para que eu me aproximasse, sentei ao lado dele na cama e soltei uma exclamação: ele estava numa chamada de vídeo com o cachorro dele.

-Almofadinhas está num hotel para cachorros- Ele explicou- E pelo menos uma vez por semana Sam me liga para que eu  o veja. – A cena era adorável, havia um cachorro preto de porte médio nadando numa piscina com outros cachorros, ele parecia muito feliz.

-Ele é uma graça! – Falei sorrindo.

-Está tudo bem com seu cachorro, Sirius- A câmera mostrou um rapaz negro de óculos e cabelos raspados.

-Muito obrigado, Sam... Ainda bem que sua clínica tem hotel- Sirius disse. – Nos vemos semana que vem.

-Até, Almofadinhas, dá tchau para seu pai! – Ri vendo que o cachorro realmente latir para o celular, então a chamada acabou.

-Seu cachorro é tão fofo! – Comentei para Sirius.

-E é esperto pra caramba- Ele disse todo orgulhoso.- Então, o que aconteceu?

-Ahh, coisas de família. Fiquei preocupada com meus avôs, mas ela me garantiu que está tudo bem. – Falei e ele estava com uma expressão suave e então pegou na minha mão.

-Fico feliz, porque consegui escutar você berrando em português daqui, foi assustador- Ele admitiu e ri.

-Escapa. – Rimos.

-Pontas comentou que provavelmente amanhã tentaremos pegar um voo para Londres- Ele disse.

-Oh. – Apenas falei, eu estava divida com essa notícia.

-Poderíamos nos despedir daqui com chave de ouro, não é – Ele se aproximou de mim, encostando o nariz no meu e fazendo uma cara de filhote de cachorro. Fiz um leve carinho no seu rosto.

-Claro, para nunca esquecer aqui- Falei e beijei seus lábios, um beijo bem mais carinhoso e lento que os anteriores, ele fazia carinho na minha bochecha com o polegar .

-Hem hem- Nos viramos e Lily estava parada no batente. – Desculpa atrapalhar esse momento fofo, mas eu e James precisamos da ajuda de vocês na cozinha.

-O que aconteceu? – Sirius perguntou.

-Queimamos o arroz- Ela disse – E a panela.

-E Remo não quis expulsar vocês daqui ainda? Já estou indo com o Uber Eats- Falei e Lily deu uma risadinha.

-Se comportem... Ou não- Ela falou e bati a mão na testa.

-Lily é tão óbvia, vamos lá antes que Remo dê uma panelada na cara deles. – Me levantei mas Sirius segurou meu pulso, me virei e dei de cara com seu olhar de filhote.

-Essa noite, para ninguém nos incomodar- Ele disse.

-Estarei esperando. – Pisquei para ele. Passei o almoço com a cabeça nas nuvens, uma expectativa crescia dentro de mim, quando sentamos na mesa para almoçar hambúrgueres do delivery sempre que nossos se cruzavam era um arrepio que descia pela minha coluna, nem eu sabia o que nos aguardava mais tarde, mas sabia que seria algo inesquecível.

            Porém as coisas nunca ocorrem como planejado, e como sempre desde que essa pandemia havia começado fomos pegos de surpresa ao ligar a televisão no começo da noite para ver o noticiário e foi um baque para todos ver que as coisas na Itália não estavam nada boas, só haviam piorado da semana passada para essa, os números só subiam, tanto o de infectados quanto de óbitos, eu olhava as imagens, mas tudo aquilo parecia coisa de cinema... E segundo o governo não havia data ainda para as fronteiras na Europa reabrirem, nem repatriar os ingleses o governo estava pensando.

-Tudo bem, podemos criar um novo cronograma- James disse tentando ser o líder da situação, eu apreciava sua iniciativa, mas a verdade era que todos estavam desorientados. Ninguém falou nada por um bom tempo, cada um preso em seus pensamentos e preocupações, só saímos do torpor quando escutamos aplausos e assobios vindos de fora, nos olhamos confusos e subimos para o terraço para ver o que estava acontecendo, chegando lá olhamos para baixo e vimos uma cena que jamais sairia da memória de ninguém: as pessoas das casas e dos apartamentos aplaudiam o que parecia um comboio de caminhos do exército.

-São médicos?- Lily perguntou esperançosa.

-Não- Remo que respondeu com a voz cheia de pesar, ele olhava a tela de celular. – São caixões.

-Ah meu Deus- Ingrid sussurrou ao meu lado e olhei de novo para baixo, os caminhos eram enormes, então lá dentro só haviam caixões? Pessoas que perderam suas vidas? Quantas famílias não estavam sofrendo, se despedindo de seus familiares neste exato momento? Aquilo era um soco no estômago. Isso aconteceria no Reino Unido? No Brasil? Quando me dei conta lágrimas escorriam no meu rosto, olhei para minha amiga e vi que Ingrid também chorava silenciosamente, nos abraçamos e não falamos nada. Quando éramos pequenas eu era a chorona da dupla, qualquer coisa já fazia com que eu chorasse, mas ela nunca zombava de mim, ou pedia para eu parar de chorar, ela apenas me abraçava até eu me acalmar, ou jogava terra no olho de quem estivesse me importunando, e pela primeira vez senti que as duas estavam exercendo a função de acalmar a outra. Ficamos os seis ali sem saber o que fazer ou falar até que aos poucos fomos descendo, eu e Sirius nos trocamos em silêncio e assim fomos nos deitar, mas desta vez não dormi de costas para ele, estávamos um virado para o outro e ele fazia carinho no meu braço, um desfecho tão diferente para o que tínhamos planejado para essa noite.

-Vai ficar tudo bem- Ele me garantiu- Nada vai acontecer com a gente ou com nossas famílias.

-Eu só queria que isso fosse um pesadelo. Um pesadelo terrivelmente realista.

-Vem cá- Ele disse e não recusei seu aconchego , apoiei minha cabeça em seu peito enquanto minha perna ficava por cima dele, sorri um pouco contra sei peito enquanto seus dedos faziam carinho no meu cabelo.

-Coloca aquela sua playlist de músicas brasileiras . –Sirius pediu baixinho e peguei meu celular.

 

Os ventos do norte
Não movem moinhos
E o que me resta
É só um gemido

Minha vida, meus mortos
Meus caminhos tortos
Meu Sangue Latino
Uh! Uh! Uh! Uh!
Minh'alma cativa

            Não sei o que me fez dormir tão rapidamente, se fora a melodia suave de Sangue Latino, o cansaço e tristeza ou estar nos braços de Sirius de um jeito tão carinhoso, mas no fundo, bem lá no fundo sabia que devia ser a terceira opção.


Notas Finais


é, o capítulo começou de um jeito e acabou beeeem diferente
mas claro que eu tinha que mostrar o outro lado da quarentena né? O que acharam?
bom agora que caiu a ficha que eles ficarão mais tempo presos em casa muitas coisas vão acontecer...
espero que tenham gostado do cap!
Beijos <3

ps: nome das músicas que coloquei aqui:
Você me vira a cabeça - Alcione
Te Pegar - Isa
Amor e Sexo - Rita Lee
Medo Bobo - versão do Rubel
Sangue Latino - Secos e Molhados


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