História Study - Capítulo 1


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Categorias X1
Personagens Kim Yohan
Tags Juhan, Produce X 101
Visualizações 32
Palavras 1.782
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Fluffy

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi gente, essa é minha primeira fic do x1 — fiz uma do minkyu x hyeongjun mas n vem ao caso (vão lá ler depois kk) — e tava querendo escrever ela faz um tempão mas nunca conseguia, escrevi alguns cap num caderno mas acabei perdendo o bendito masss vou tentar fazer uma história boa pra voces, espero que gostem.
lembrando que é uma visão do Junho.
Boa leitura 💗

Capítulo 1 - One


   E mais um dia eu acordo com o barulho infernal do meu despertador, por que eu sempre esqueço de abaixar o volume antes de dormir e toda vez que ele toca parece que meu ouvido vai explodir? Parece meu pai vendo vídeos na sala de casa, no volume máximo, e se puder aumentar mais ele faz.
Assim que desliguei o som alto que vinha do meu celular, recebi uma mensagem de Minhee.

mini:
Jun, não esquece de levar
a calculadora que ia me
emprestar. A prova de
matemática é hoje.

Deixo o objeto de lado e vou fazer o que preciso. Fico tranquilo quanto a prova, estudei ontem o dia todo — como sempre — mas estou preocupado com Minhee, ele se esforça tanto mas o coitadinho não tem tempo pra nada. A família dele é bem exigente e o cobra muito. Bom, os meus também, mas ao contrário dos dele, me dão amor e atenção, sei que eles me amam independente de qualquer coisa — espero. Sempre procuro deixá-los orgulhosos.

Depois de fazer tudo que preciso, desço as escadas com minha mochila em minhas costas. Sinto cheiro de panqueca vindo da cozinha e vou logo elogiando pois com certeza minha mãe que fez — como um bom puxa saco.

     — Hmm, o cheiro 'tá ótimo e tenho certeza que o gosto 'tá ainda melhor — digo sorrindo.

Comprimento ela sentando-me logo sendo respondido pela mesma e pondo uma panqueca no prato em cima da bancada em minha frente.

— Ah, boa sorte na prova, tenho certeza que irá se sair bem — a mais velha pega sua bolsa a pendurando no ombro e me dando um beijo na testa como uma forma de 'tchau', pegando as chaves e saindo pela porta.


Ela é advogada, é super ocupada mas não tanto quanto meu pai. Os dois ficam fora a maior parte do tempo mas quando estão aqui são super atenciosos. Me cobram bastante e por isso sempre tento nao decepciona-los, mas isso é normal, não é? Eles são meus pais, devo orgulho.



     — Demorou né filhão! quase achei que não vinha — o mais alto exclamou batendo o pé no chão com as mãos na cintura.

     — Ah tá Minhee, acha mesmo que vou deixar meu melhor amigo aqui sozinho e ainda sem avisar? — pergunto óbvio, sorrindo com o ato do outro — Ah, a calculadora...

O outro fez cara de morte, parecia que podia me esquartejar a qualquer momento. abriu a boca pra falar algo, provavelmente pra me xingar mas para logo quando tiro o objeto da minha mochila.

— Você sabe que eu nunca esqueço de nada, eu sou Cha Junho — digo me vangloriando brincalhão.

— Pordoe-me por duvidar da sua digníssima memória e responsabilidade, senhor Cha Junho! — exclama ainda mais a última parte, como se estivesse me adorando, rindo logo em seguida e pegando o objeto.

Nos conhecemos desde a infância, quando seus pais se mudaram para Seul, para melhor carreira profissional dos dois médicos. Lembro-me até hoje eu junto a meus pais indo os dar boas vindas mas, os pais de Minhee, vamos dizer que não são tão gentis assim, mas ao contrário dos dois mais velhos, ele é atencioso e simpático. Nossas família não se dão muito bem, meus pais os acham muito mesquinhos, frios e serios. Mas eu e Kang somos totalmente o oposto, nos damos super bem.
Eu sou tímido e por isso me sentir bem e confortável, me abrir, mostrar meu lado bobo e contar minha vida pessoal para alguém é bem difícil e leva tempo. Pode-se dizer que a única pessoa me consigo ser tudo isso é com Minhee, não imagino minha vida sem ele.

Chegamos na sala de aula, porque além de nos conhecermos desde sempre, morarmos perto, termos os mesmos gostos, ainda estudamos juntos. O professor já estava na sala, fiquei com medo dele não nos deixar entrar, mas pela graça divina ele nos permitiu participar da aula.

Eu odeio isso, odeio atenção, quando todos param o que estão fazendo para se focar em mim – desta vez em Minhee também pois não estou sozinho –, toda vez que isso acontece fico sem graça e nervoso, sendo que conheço todos há tempos. Quando percebi que milagrosamente Kim Yohan estava na aula e tinha seu olhar sobre mim, fico ainda mais nervoso. Ele me olha tão normalmente, não sei porque me sinto assim.

Ele é do tipo que não vai muito á escola e é bem despreocupado, então todos ficam bem surpresos quando o encontram por lá. Vamos dizer que ele não é odiado mas também não é amado. Era conhecido por ser muito bonito e tinha várias meninas á sua volta mas não ligava para nenhuma, até que um dia uma do 3° ano saiu espalhando rumores sobre ele, se dizia sua ex namorada. Não faço ideia o que o de cabelo castanhos fez pra garota ficar revoltada ao ponto de postar na página do colégio falando que Kim Yohan do 2° ano, além de ser lindo, fofo, engraçado, não era interessado em meninas, o que pra mim não faz muito sentido até porque ele namorava com ela, com uma garota. No fim a grande maioria não acreditou pois a mais velha já não era levada a sério e dita como surtada louca há tempos. As meninas continuaram envolta de Kim mas em menor quantidade, será que ela fez isso para que as outras se afastassen e assim teria ele só para ela?


     — Acha que foi bem na prova? — pergunto para Minhee, me referindo a de matemática que acabamos de fazer.

     — Espero que sim mas não quero me iludir. Se eu tirar nota baixa meu pai me mata, eu ando piorando na escola, 'tô com medo. — a feição dele é de tristeza e preocupação. Entendo, tirar nota baixa é horrível, nossos pais ficam furiosos.

     — Calma Mini, vai dar tudo certo — digo ponto a mão sobre seu ombro, num ato de tentar transmitir conforto.

     — Espero... Mas então, vamos mudar de assunto
  

um silêncio se instala por alguns segundos, eu estava pensando se deveria perguntar aquilo.


— Você... Quer dizer... Yohan... Yohan também 'tava te encarando? — pergunto baixo.


     — É... Não, por que? Ele tava te encarando? — Kang pergunta curioso, logo dando uma mordida em seu sanduíche.

     — Não também — antes dele querer questionar alguma coisa, ouvimos o sinal tocar, indicando que o recreio acabou.

última aula

A professora já estava chamando os alunos para pegar as provas, mas somente aqueles que tiraram acima da média. Minhee estava perto de ter um colapso ali do meu lado, chegava a tremer o coitado, já que ainda nao havia sido chamado. Se tranquilizou quando a mulher mais velha o chamou alcançando-o o papel que tanto esperava receber naquele dia. Seu rosto estava sem expressão, o que me deixou um pouco confuso e preocupado.

Quando ia pedir sua nota, ouço meu nome ser chamado. Quando volto para meu lugar, o que antes estava com uma feição meio séria, pede curioso meu resultado.

     — 10? Como esperado Cha Junho, parabéns. Eu tirei 8,5 — disse feliz — deveria ter tirado mais mas não está tão ruim.

Quando estava prestes a responde-lo, ouço a mulher que estava á nossa frente chamar Kim Yohan, o que nos fez ficar boquiabertos. Ele tirou nota alta? Ouvi-la dizer algo como se ele continuar assim ela irá chamar seus pais. É, provavelmente ele tirou 0 de novo e estava levando uma bronca mas deu de ombros. Estava o observando mas desviei o olhar assim que percebeu e olhou em minha direção. Meu pai.

Eu estava preocupado com sua mesmo não sendo amigos — na verdade nunca trocamos mais de duas palavras, apenas a vez que ele pediu meu apontador emprestado. Queria o ajudar. Volto a minha atenção para Kang, o parabenizando e o aconselhando a estudar um pouco mais para que consiga a nota máxima e de certa forma orgulhe nem que seja um pouco seus pais.

Não paro de pensar em ajudar Yohan, e é isso que vou fazer. Fico treinando minhas falas na minha mente, esperando ansioso o fim da aula de hoje. Pensei e decorei umas 999999 vezes o que ia falar, achei que nao poderia ficar mais nervoso mas percebi que estava errado quando o sinal toca. "chegou a hora" penso. Eu não sei porque estou tão nervoso porque ninguém está me forçando a nada, isso é vontade minha mas... Falar com pessoas que não estou acostumado é tão difícil, nunca encaro isso mas poxa, é para ajudar alguém.

Ele já estava de pé, pronto pra sair dali quando eu chamo pelo seu nome, o fazendo me olhar sem muita expressão, esperando eu falar algo. Vou andando em sua direção meio receoso mas não falo nada, de repente tudo o que treinei some da minha cabeça e vai para o espaço. Ele continua me olhando, agora com um semblante duvidoso.

— É-é... Oi, você... Q-quer dizer... Eu... Queria saber você se gostaria que lhe eu ajudasse na matéria — falo meio embolado e aperto minhas maos e fecho meus olhos fortemente, por conta do nervosismo e pelos erros na fala, com medo do que o garoto em minha frente iria falar.

Yohan mexe a cabeça pro lado, parece estar pensando, deve estar meio confuso. — Me ajudar na matéria? Assim de repente? Por quê?

     — Eu ouvi o que a professora disse e fiquei preocupado... Sabe, não quero que chamem seus pais, isso pode deixá-los furiosos — falei olhando pra baixo, dessa vez um pouco melhor, sem errar e menos embolado.


     — Não entendo a preocupação mas valeu. E sobre meus pais, tenho certeza que eles não se importariam com isso.


— Mas então, não quer minha ajuda? Isso pode te ajudar bastante... — digo ainda fitando o chão, espero que meu rosto de desespero e nervosismo não seja tão óbvio, o que acho meio impossível  por que o queridinho aqui não sabe disfarçar.


     — Ah... Se quer me ajudar eu aceito, não tenho nada a perder — ainda parecia meio confuso mas deu de ombros e logo um sorriso sem mostrar os dentes apareceu em seus lábios — lindos por sinal.


Fico mais aliviado porque já estava pronto pra correr e me esconder pra sempre, me preparando pra fugir dele a minha vida toda. Como iria olhar pra sua cara depois disso? Mas fico aliviado que pelo 'não' eu não preciso mais me preocupar.


     — Na sua casa as 7hrs?

Achei meio repentino ele se convidar assim do nada pra ir á minha casa mas ok. Passei meu endereço certinho e agora só esperar.


Notas Finais


Sei que o Junho parece chatinho só falando em estudar mas é esse o ponto principal do começo, espero que acompanhem a evolução, bjs até o próximo cap ♡


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