História Stupid. Imagine Mark Lee - Capítulo 11


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Doyoung, Haechan, Hendery, Jaehyun, Jaemin, Jeno, Jisung, Johnny, Jungwoo, Kun, Lucas, Mark, Personagens Originais, RenJun, Taeil, Taeyong, Ten, Winwin, XiaoJun, YangYang, Yuta
Tags Lee Mark, Lucas Wong Song Yuqi, Luqi, Mark Lee, Wong Yukhei
Visualizações 58
Palavras 1.673
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Quem é vivo sempre aparece, né?
Tava sem celular galerous 👍👍
esse capítulo está toda interação Mark e s/n, lindo. 😍
nana = jaemin
eles são amigos em comum, não se esqueçam!
Boa leitura, xoxo. 💘

Capítulo 11 - XI. Cap - Maybe pool party


                           Continuação...

Quando a voz estridente de Chin Sun entrou em meus ouvidos, pude jurar que a qualquer momento eu poderia deitar ela na porrada.

— S/N! É bem com você quem tenho que conversar. — A mais alta bateu a mão na mesa em que estávamos sentadas.

— Diga, Chin. — Falei tranquilamente, arqueando uma sombrancelha.

— A sós! — Praticamente gritou, que menina irritante! Minha nossa!

— Por que não fala aqui, na frente dos outros? — Entrelacei meus dedos, colocando meus cotovelos em cima da mesa, fitando a coreana.

— Tem que marcar horário pra conversar com a "rainha"?— Fez aspas com os dedos, seguido de uma risada debochada.

— Se você diz. — Recostei minhas costas na cadeira, pegando o suco de uva da mesa, deixando-o em minha mão.

— S/N, não se faça de boba! — Bateu a mão novamente.

— Diga as palavrinhas mágicas, meu amor. — Sorri para ela que parecia que saía fumaça por suas orelhas. Naquele momento parecia que o refeitório inteiro tinha se calado, apenas para apreciar o "show".

Mas que merda...— Jogou os cabelos para trás. — Podemos conversar a sós?

Arqueei a sombrancelha fingindo estar incrédula.

Por favor... — Hilário.

— Ok. — Sorri forçada, me levantando. — Foi tão difícil assim? — Sussurrei passando por ela.

Posso parecer má, porém aquela garota é o ápice da ridicularidade. Não a suporto. Seguimos até o banheiro em silêncio, ao chegar, pergunto:

— O que é de tão importante para conversar com a rainha? — Usei suas palavras, seguindo de um sorrisinho de minha parte.

— Soube que está andando com Mark Lee. — Chin Sun enrolou uma mecha de seu cabelo no dedo, dando uma mínima atenção aquilo e voltou a olhar para mim.

— Sim. Do que isso te interessa? — Encostei-me no balcão da pia, a fitando.

— Se afaste dele. Simples. — Falou simplória. Quem essa garota acha que é?

— Chin, não sei se sabe... Mas isso não cabe a você decidir, ou ameaçar, né amor?

— Quero que se afaste dele o mais rápido possível. Só quero isso, ou sofrerá consequências. — Ameaçou com aquela cara de sonsa que só ela tem. A única coisa que fiz foi me abrir na risada, o que a fez ficar mais irritada.

— Acha que vou roubar sua paixãozinha platônica? — Dei uma gargalhada. — Relaxa, querida. Tenho mais o que fazer. — Cessei a risada, agora passando por ela. — Quer uma dica? Ele adora calcinhas vermelhas. Boa sorte~~~— Cantarolei saindo do local.

Patética. Acha que gosto do Lee. Logo eu, logo eeeu.

(...)

— Você esqueceu, sua demente?!?!? — Mark praticamente gritou comigo, quando falei o que tinha acontecido no banheiro.

— Primeiro, abaixo o tom. Segundo, o que eu esqueci, fuinha maldita? — Ele me olhou como se fosse algo óbvio.

— O namoro, S/N! O namoro falso, caralho!! Você esqueceu!!! — Ele andava de um lado para o outro, pensei um pouco e lembrei.

— Ops! Acho que esqueci... — Sorri sacana, mas rapidamente colocando um biquinho em meus lábios, fingindo estar chateada. Oscar, me chama aí!

— Sua filha da p...

— Respeita minha mãe, resto de esperma! — Gritei e logo me arrependi vendo que o garoto ficou vermelho de raiva. — Calminha, Markizinho calminho, Markinho é calminho. Ai minha nossa!!!! — O mais alto se jogou em cima de mim, começando a fazer cosquinhas em minha barriga. — Meu ponto fraco, maldito! Estúpido!

Shhh! Sem xingamentos, boca suja! — O garoto ria quase na mesma intensidade que eu.

— Pa- Para... — Fazia algumas pausas por conta das risadas escandalosas

— Palavrinhas mágicas? — Usou minha frase. Filho de uma mãe.

— Filho da puta...

— 'Oh a boca! — Deu um leve tapa com a mão que não fazia cosquinhas. — Palavras mágicas?

— Por...— Fiz uma pausa pelas risadas. — Favor... Para. — O garoto parou e só assim me dei conta da posição que estávamos. Ele estava praticamente no meio de minhas pernas.

— Não se esqueça que xingou sua quase sogra! — Revirei os olhos. Ridículo.

— Vai a merda! — Olhei novamente para nós. — Agora, sai de cima. — Dei dois tapinhas em sua coxa.

— Não. — Sorriu sacana aproximando seu rosto do meu.

— Sai... É sério... — Minha voz já estava morrendo. Que saco, Mark!

— Acho que acalmei a fera, não? — Sussurrou próximo a minha orelha, fazendo um pequeno arrepio percorrer por meu corpo.

— Sai, caralho! Vou partir para a agressão! — Ameacei e ele tornou o rosto para me encarar.

— Dúvido, Irene da deep web. — Mas como consegue me irritar. Como não o matei quando tive oportunidade?

— Irene da deep web, teu cu! Saaaaai!!! — Empurrei seus ombros, conseguindo inverter as posições.

Opa! Dessa eu gosto! — Percebi a merda e saí de cima do meu quase arqui inimigo.

— Deixa de ser besta, garoto. — Revirei os olhos, pegando meus materiais que estavam no chão.

— Foda-se, não tô ligando mesmo. — Fez uma pausa. — Você sabe que o Nana vai dar uma festa hoje, né?

— Não... — Olhei para o teto. — Aquele vagabundo não me avisou! Não acredito!

— Ih, amiga, acho que ele está te traindo. — Mark fez uma voz bem fininha, provavelmente querendo imitar alguma de minhas amigas.

Insuportável!

Idiota!

Estúpido!

Vagaba!

— Owwwww, isso não, babaca!!!!

Comecei a estapear seu peitoral, mas logo cessei quando ele segurou meus pulsos.

— Af, garota. — Desceu seu olhar para minha boca.

— Nem pens...

Seus lábios foram de encontro com os meus, em um selinho rápido. Fiquei parada alí mesmo, ainda raciocinando.

— Assim que eu gosto. Calminha. — Deu uma risadinha.

Acordei no mesmo instante, começando a correr atrás dele.

VAI TE FUDER, MARK! — Gritei enquanto chegavamos na cozinha.

Ficamos cada um de um lado da mesa, começando uma correria sem fim.

— Porque me beijou? Ein, idiotão? — Travei uma batalha, ficando frente a frente dele, apenas com a mesa de mármore separando.

— Porque eu quis! — Deu uma corrida quando ameacei atravessar a mesa para o bater.

— Mas eu não deixei! — Exclamei.

Mark subiu e rolou por cima da mesa, quando pensei em correr, ele já havia me segurado pela cintura.

— Se eu pedir... Você deixa? — Fitou o teto e depois voltou o olhar a mim.

— Não, né? — Ri debochada, me soltando de seu agarre.

— Então te peço outra coisa. — Me puxou novamente.

— Fala. — Já sem paciência, resolvi ouvi-lo.

— Nessa festa do nana, vá como minha namorada. Apenas para a Mina, nem ninguém desconfiar. — Segurou meu rosto.

— Nem fodendo! Tá ficando louco?

— Apenas hoje. Depois da uns três dias, falamos que terminamos e fim. — Fiquei pensativa, porém, o que eu perderia com isso? Por isso respondi:

— Fechou. — Bati minha mão com a dele, que logo começou a dar palminhas.

— Agora vai para sua casa. Aliás o que você está fazendo aqui mesmo? — Mark fazia cara de desentendido.

— Esqueceu que me arrastou até aqui? — Senti minha mochila vir de encontro com minha cara.

— 'Ah, é! Agora vou te arrastar para você ir embora. — Foi me arrastando como um daqueles carrinhos que carregam corpos. — Escolha um biquíni bonitinho para sua bundinha de grilo, ok? Te vejo as 15:30, beijos de luz, rata!

Ele praticamente fechou a porta na minha cara! Estúpido! Eu nem queria ir nessa festa mesmo! Nana me paga!

(...)

Ouvi a buzina irritantemente constante em frente a minha casa. Anne já havia ido, e eu fiquei aqui sozinha. Terminava de pegar minhas coisas, como protetor solar e etc.

— JÁ VAI CARALHO! — Desci as escadas quase caindo.

— Orra! Achei que tinha desisti... — Mark pareceu um boboca, todo paralisado ao me ver.

— Olha a baba escorrendo, aqui. — Limpei o canto de sua boca.

— Ha, ha! Engraçadinha! — Semicerrou os olhos.

— Eu sei, né? Incrível! Mas, vamos! Não podemos perder tempo! — Liguei o rádio para irmos a caminho a casa de Nana.

(...)

O caminho foi meio longo então chegamos lá e já fui me jogando em uma espreguiçadeira. Mark se aproximou de mim com duas bebidas.

— Trouxe para mim? Ora, que lindo, nenê! — Sorri debochada

— Está falando do que? As duas são para mim! — Ficou sério, mas em poucos instantes se abriu na risada quando um bico se formou em meus lábios, me alcançou a bebida.

— Nossa, como esse cara é um gênio! — Dei um gole na minha bebida, a deixando em cima da mesinha.

— Credo, pode nem brincar mais! — Ele se emburrou. Posso apertar? De preferência até esguelar ele!

Ownt! Não vai entrar na piscina não? — Perguntei, agora me sentando.

— Não sei... E você? Não vai?

— Não. — Me deitei novamente, ajeitando meus óculos de sol.

Mark intercalou seu olhar entre a piscina e eu, me pegando no colo ele correu até a borda da piscina me jogando lá. Só que como eu não iria ficar lá sozinha, o puxei junto. Golpe em cima de golpe!

— Idiotão! — Joguei água nele.

— Para com as ofensas! — Colocou a mão no peito, fingindo indignação.

— Não e não! — Nadei até a borda da piscina, me apoiando para sair, quando senti mãos em minha cintura, eram de Mark.

— Não reclama, tô ajudando! — Mark parece que leu minha mente.

— Mas não quero a sua ajuda! — Tentei dar impulso para sair, porém escorreguei, caindo de frente com Mark. Nossos olhares se encontraram, e automaticamente parecia que o mundo parou e só existiamos nós dois alí.

Automaticamente, fui puxada como um ímã para seu corpo.

— Eita que a piscina está pegando fogo! — Jaemin grita, enquanto estava aumentando o som.

Vá a merda! — Mark e eu respondemos juntos, enquanto nos separavamos.

    Continua..


Notas Finais


Eita que a Chin Sun tá loucona!
uma perguntinha
curtem BDSM?
tenho uma ideia de fic, hm.


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