História Stupid. Imagine Mark Lee - Capítulo 9


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Doyoung, Haechan, Hendery, Jaehyun, Jaemin, Jeno, Jisung, Johnny, Jungwoo, Kun, Lucas, Mark, Personagens Originais, RenJun, Taeil, Taeyong, Ten, Winwin, XiaoJun, YangYang, Yuta
Tags Lee Mark, Lucas Wong Song Yuqi, Luqi, Mark Lee, Wong Yukhei
Visualizações 87
Palavras 1.337
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Capítulo novo, babe.
Boa leitura, xoxo.💘

Capítulo 9 - IX. Cap - The real reason


                  Continuação...

Saí dalí pisando firme e segui até o banheiro, me sentindo mal. Ao chegar no banheiro, entrei em uma das cabines, me deixando escorregar sobre a porta, alí me permitindo lembrar do porquê me afastei de Mark e passei a "odia-lo".

Flashback on.

Sempre acreditei em Mark. Porém, dessa vez não senti confiança alguma em suas palavras. Confirmei minha desconfiança quando meu celular vibrou em meu bolso, mostrando a notificação de um vídeo.

Naquele vídeo havia alguns momentos meus com Mark, alguns até bem íntimos. E com certeza, não haveria ninguém que poderia gravar aquilo com tanta precisão,  a não ser eu ou o próprio Mark. Ou seja, foi ele quem gravou.

— Porque? Porque fez isso comigo? — Mostrei a tela de meu celular a Mark, praticamente jogando na cara dele, e me deixei desabar alí mesmo.

Não fui eu. — O garoto falou enquanto encolhia os ombros.

Ah, não foi?!?! Por acaso tem um paparazzi em um quarto, Mark? — Sorri irônica. — Pode ter certeza que perdeu a total confiança que eu tinha em você. Não consigo nem digerir isso. Pelo menos, agora sei quem é verdadeiro ou não. Espero que se divirta com esse videozinho, o qual não vejo graça nenhuma. Parabéns pra você. — Bati palmas, logo dando um riso sem humor tentando cessar as lágrimas que continuavam a cair insistimente. — Espero nunca mais ver a tua cara. — Virei as costas, saindo dalí, não deixando brechas para o garoto se explicar. Afinal, não tinha o que ser explicado.

E alí prometi para mim mesma, que nunca mais olharia para a cara de Mark, até então...


Flashback off.


— Pelo amor de Deus, S/N. — Já estava chorando e nem percebi. — Você prometeu que nunca ia chorar mais por ninguém, principalmente por esse estúpido. — Saí da cabine, encarando meu reflexo no espelho a minha frente, limpando qualquer vestígio de lágrimas, forçando um sorriso. — Isso é falta de sexo, certeza! — Lembrei das palavras de Cindy, começando a rir, neguei com a cabeça e saí do banheiro ainda dando algumas gargalhadas.

Dei de cara com Yukhei e Yuqi passando na frente do banheiro.

— O que foi, doida? — Yuqi perguntou, vendo que eu ainda estava segurando a risada.

— Nada. — Dei um meio sorriso, levando meu olhar até a baixo, percebendo que os dois estavam de mãos dadas. 'Pera... Mãos dadas?!?! Arregalei os olhos, logo dando um sorrisinho sacana. — Hmmmm, e essas mãos dadas, ein? — Gesticulei com a cabeça, vendo os dois soltando as mãos, dando um risinho nervoso.

— N- Nada..— Yuqi sorriu forçada olhando para os lados com as bochechas ruborizadas.

— Não precisa esconder de mim não. — Soltei uma risada, apoiando minha mão no ombro de Yukhei. — Cuida dela, nego. Juízo. — Sorri passando pelos dois, quando lembrei de outra coisa. — Ah, e usem camisinha, ok?!?!!!? — Gritei atraindo alguns olhares. — Que foi? Prevenção. Eu ein.

Aquelas aulas pareciam ter oitenta e duas horas cada. Já não aguentava mais.

Baguncei meus fios, praguejando.

— Parece um cavalo relinchando. — Marie diz em seguida dando uma risada baixa.

— Me erra. — Levei a mão até a testa, resmungando um pouco. — Não aguento mais, meu Deeeus.

— S/N! — Sra. Min chamou-me, mais como uma repreensão. Apenas assenti, olhando para a senhora de meia idade. — Quero que vá com Mark até a secretaria, entregar esses papéis. — Jogou os papéis em cima de sua mesa. Levantei-me e segui até sua mesa, pegando os papéis e esperando Mark fazer o favor de se levantar de sua carteira.

— Vamos. — O garoto falou baixo, enquanto passava por mim, cruzando a porta.

Cruzei a porta com aqueles papéis, que não eram poucos, percebendo a inutilidade do ser um pouco a minha frente.

— Não vai me ajudar não? — Indaguei, arqueando uma sombrancelha.

— Frouxa como sempre. — Voltou, pegando a pilha de papéis de meus braços.

Frouxa é seu...

— Olha a boca, menina! — Mark me repreendeu, fazendo eu o encarar, com um tanto de ironia.

— Você, logo você pedindo para eu ter cuidado com a boca. Pelo amor de Deus, né? — Ri um pouco, andando um pouco a frente dele.

— Se não cuidar dela... Deixa que eu cuido então. — Sorriu sacana.

Ok. Eu não esperava por isso, então congelei um pouquinho. Tentei não demonstrar que fui um tanto que "baleada". Então, dei um passo para trás, girando os calcanhares, encarando Mark.

— Quando tinha ela, não cuidou e nem pensou duas vezes antes de perder. — Cruzei os braços a frente do tronco.

— De novo com isso. É tão difícil assim entender que não fui eu quem vazou aquela desgraça de vídeo? — Ficou visivelmente irritado, pendendo a cabeça um pouco para o lado.

— Que saco. Nunca mais acredito em você. Esse é o fato. — Revirei os olhos, pegando metade daquela pilha de papéis dos seus braços, voltando a andar.

O resto do caminho em direção a secretária foi em silêncio. De vez em quando, pegava Mark me olhando de soslaio. Por um milagre divino, chegamos na secretaria que pareceu durar uma hora para chegar até ela. Deixamos os papéis lá e voltamos em direção a nossa sala, quando encontramos Mina no meio do caminho.

— Oi, oi. — Mina sorriu acenando para nós dois.

— Oie. — Sorri na mesma intensidade que ela, colocando minhas mãos a frente de meu corpo. — O que faz fora da sala? Cabulando aula? — Brinquei um tanto risonha, vendo a garota arregalar os olhos.

— Não, não. — Riu envergonhada. Tão fofa. — Definitivamente não. — Completou, mas logo semicerrou os olhos, intercalando o olhar entre mim e Mark. — E vocês? O que fazem andando por aí?

— Viemos entregar alguns papéis. Nada demais. — Sorri abertamente agora. — Porém, já estamos voltando para a sala. Tchau, Mina-ah. — Puxei Mark pelo braço, acenando com minha mão livre para Mina.

— Credo, o gato comeu sua língua, Mark? — Brinquei, porém fui puxada pela cintura.

O gato não. Mas você pode. — Sorriu, tomando meus lábios para si em um beijo rápido. Empurrei ele rapidamente, o olhando confusa.

Ridículo.— Bufei.

— Aliás, tenho uma ideia melhor. — Olhou para o nada como um cientista maluco que acabou de ter uma ideia "incrível".

— O que? — Arqueei a sombrancelha, perguntando um tanto curiosa.

— Apenas vem comigo. — Pegou minha mão, me arrastando até nossa sala. — Fala que você está passando mal, e que seus pais só tem confiança em mim para te levar para a casa. — Laudo médico: Alto retardamento mental.

— Não. Tá ficando louco? — Perguntei baixo.

— Confia em mim, vai dar certo. — Valeria a pena? Afinal, não tenho nada o que perder.

— Ok. — Entrei na sala, fingindo estar passando mal, e por incrível que pareça, o plano de Mark deu certo.

Nos dirigimos até sua moto, a qual fiquei boquiaberta por ser tão bonita e parecer tão cara.

— Linda a minha bebê, não? — Mark disse se referindo a moto, enquanto me estendia um capacete. Murmurei um "uhum", subindo nela após Mark.

Bem, me recusei a segurar a cintura se Mark.

— Segura na minha cintura logo, você melhor que ninguém sabe que eu não mordo. — Puxou meus braços, os fazendo rodear sua cintura. Ligou sua moto e por alguns instantes podia jurar que estávamos voando.

Só não esperava que o destino daquela viagem seria aquele. O antigo parque onde íamos quando éramos mais novos. Onde damos o primeiro beijo.

— Porque me trouxe para cá? — Perguntei sem o encarar, fixando meu olhar naquele local que era tão importante para mim. O quanto acho que era para Mark também.

— Preciso esclarecer as coisas e te pedir desculpas devidamente.

Virei no mesmo instante, me permitindo encarar o garoto.

    Continua...


Notas Finais


Finalmente, eeein.


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