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História Stupid Wife (Moonsun Version) - Capítulo 33


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Notas do Autor


Olá pessoal, hoje vim mais cedo hehe. Ademais, vou deixar uma nota final importante, por favor leiam e opinem sobre.

Boa Leitura!

Capítulo 33 - The Gift


O vento gelado bate em meu corpo, alguns fios soltos de meus cabelos voam em frente ao meu rosto, fazendo-me sentir algumas cócegas em minha pele. O silêncio que paira por ali apenas me fazer pensar mais e mais sobre tudo. Pensar que a quase três meses atrás eu ainda não suportava MoonByul, pensava estar presa em um universo paralelo e que a qualquer momento eu iria voltar para a minha casa, a verdadeira casa. Tinha certeza que era uma adolescente terminando o colégio, que todo aquele pesadelo era apenas um sonho ruim.

Como a Yongsun do passado poderia imaginar que treze anos depois de repudiar a ideia de casar com MoonByul se tornaria algo real no futuro? Nunca. Se eu pudesse voltar e dizer isso para ela pessoalmente, provavelmente veria um suicídio de mim mesma.

Passei anos da minha vida odiando e repudiando a presença constante de MoonByul, no início meu ódio era apenas por ela ter sido uma idiota. Mas depois ela começou a se mostrar ainda mais idiota do que era, e isso fez um ódio começar a nascer dentro de mim. Eu simplesmente não podia ouvir falar dela, ou o nome dela. A presença dela no mesmo lugar que eu me fazia ter crises asmáticas. Tudo em MoonByul me fazia não gostar dela, era como se eu fosse alérgica a ela. Tecnicamente eu era mesmo.

E então eu me pergunto... Como viemos parar aqui? Sei que ela já me contou sobre nosso primeiro beijo, mas não me contou o motivo que eu quis me afastar dela depois disso, além do medo que eu devo ter sentido, é óbvio. Porque bem... Ela era como minha inimiga, e eu não a suportava. Bem lógico eu ter ficado apavorada após beijar ela, certo? E segundo ela, foi eu quem tomou a atitude para que o beijo rolasse.

Talvez eu só quisesse fazê-la calar a boca.

Ou talvez a Yongsun do passado quisesse descobrir porque as garotas se apaixonavam por MoonByul.

Pode ter sido curiosidade.

Ou talvez, mas só talvez um pouco de atração.

— Não está com frio?

Ouço uma voz atrás de mim, olho para o lado a tempo de ver MoonByul passar pela porta de vidro, duas canecas em suas mãos. Sei que é algo quente, pois é possível ver a fumaça sair pelo topo de ambos os copos. Sorrio para ela, ajeito-me no banco e dou espaço para que ela possa sentar ao meu lado.

— Na verdade não.

— Aqui, café com creme, do jeito que você gosta. – Me estende a caneca branca com desenhos de patinhos. MoonByul passa um braço por cima dos meus ombros e me puxa para perto dela, inclino a cabeça para trás e me apoio em seu ombro. — O que tanto pensa? Parecia bastante concentrada quando eu cheguei aqui.

Levo a caneca até os lábios e sorvo um pouco do café, soltando um suspiro de satisfação pelo gosto maravilhoso da cafeína mesclando com o gosto doce do creme de baunilha. MoonByul sabe tudo do jeito que eu gosto, por isso é a esposa perfeita.

— Estava tentando me lembrar dos nossos tempos de escola. Queria entender um pouco mais sobre nós duas. – Bebo um grande gole do café, sinto os dedos dela acariciarem meu ombro esquerdo. — Minha mente parece ter uma grande bolha de nada, eu só consigo me lembrar claramente de algumas coisas. Porém, nada importante.

— Me pergunte, talvez eu consiga te fazer lembrar.

Um sorriso nasce em meus lábios, é isso. Essa mulher é um gênio. Viro-me de lado e coloco minhas pernas sobre as dela, MoonByul apóia a mão em minha lombar para me dar equilíbrio. Seguro a caneca com as duas mãos e olho para ela, penso no que devo perguntar primeiro.

— Depois do nosso primeiro beijo.

— Que você me atacou e saiu correndo.

— Sim. – Sorrio sem jeito, ela bebe um gole do café dela. — Você disse que eu comecei a evitar você, certo? Mas por quê? Foi somente por causa do beijo?

— Bem, sim? – Sua testa franze em confusão. — Quero dizer, você não podia me ver que parecia estar correndo do diabo com medo dele te possuir.

Você era como o diabo.

— Nossa.

— Pois é, era exatamente dessa forma. Eu me lembro do dia que a Wheein ameaçou cortar seu cabelo e você veio falar comigo. – Ela olha para frente, mais precisamente para o céu. Seu olhar se torna nostálgico. — Você comentou sobre ter ouvido alguma coisa, um desafio. Não me lembro direito, alguma coisa assim. Acho que era uma aposta, sim! Sim! Era isso.

— Uma aposta?

Pergunto mais para mim mesma. Fecho os olhos e respiro fundo, faço aquela palavra ecoar na minha mente. Tento me lembrar do que ela está falando, mas tudo que consigo enxergar é um grande borrão de nada. É frustrante, sabe? Você querer lembrar-se do seu passado e não conseguir pelo simples fato de que seu cérebro não quer cooperar com você.

— Sun? Tudo bem? – Ouço a voz de MoonByul bem ao longe, sinto meu corpo um pouco leve. É uma sensação tipo aquela que você sente quando está quase bêbada, ou então quando fuma maconha. É como flutuar sem sair do chão. — Amor? Fala comigo pelo amor de Deus.

Sinto uma pressão em meus ombros, tento abri-los para olhar minha esposa e pedir por ajuda. Mas tudo que sinto é a escuridão tomando conta de tudo, e então simplesmente não me lembro de nada mais.

Corro pelos corredores desesperada. Minha mente é uma eterna confusão, tento achar algum lugar para me esconder. Ela não pode me encontrar, por que ela fica me perseguindo? Tudo bem que ela já fazia isso antes, mas parece que agora é muito mais do que antes. Chega a ser assustador.

Olho para os lados, algumas pessoas passam pelo corredor, nem parecem me notar aqui. Menos mal, não quero ter que ficar me explicando para ninguém. Devo estar com a aparência de uma louca que está fugindo de alguém mais louca ainda. Para onde ir agora?

O banheiro, sim!

Corro pelos corredores, adentro o banheiro feminino e vou até a última cabine. Meu coração bate tão acelerado que ouço as batidas dele em meus ouvidos. Okay, Yongsun. Respiro fundo algumas vezes para me acalmar e conseguir pensar com clareza. Daqui a pouco o sinal bate, posso esperar todos irem embora para ir também. Onde está Wheein quando preciso daquela idiota?

— Okay, Moon agora nos conte. O que você fez com a Yongsun?

— Eu já disse, nada.

Oh não. Isso só pode ser algum castigo. Eu corri a escola toda dela e ela me aparece justamente aqui?

— Vamos fingir que acreditamos.

E não somente ela como todo o bando de estúpidas.

— Vocês podem não acreditar, mas eu realmente não fiz nada com ela. Não entendo porque ela fica correndo de mim.

MoonByul parece frustrada, mas que se dane. O que aconteceu no vestiário foi um erro que eu jamais cometerei nessa vida outra vez.

— Claro, porque ela é uma doida que não consegue ficar perto de você. Oh, espera... Isso é verdade.

Eu já disse que odeio essas vadias?

— Olha dentro dos meus olhos e me responde; MoonByul: Vocês transaram? Você comeu a garota ela não gostou e agora está te evitando?

Tudo ficou em silêncio, era possível ouvir somente as respirações delas. Se MoonByul disser que sim, eu saio dessa cabine e arrasto a cara dela no chão.

— Eu vou dizer bem devagar, eu não fiz nada disso com ela. Nós só nos beijamos.

— Se beijaram? Você beija tão mal assim ?

As três idiotas começaram a rir.

— Você sabe muito bem que eu não beijo mal.

— É eu sei.

Que nojo. Sério que vou ter que ficar ouvindo sobre as aventuras dela com essas vadias?

— Eu aposto cinquenta dólares que até a semana que vem você consegue foder a inocente Kim.

Como é que é?

— Eu dobro a aposta.

— Vocês duas não prestam.

— E então, MoonByul? Vai amarelar? Achei que você não fosse uma frouxa.

— Nunca, ouviu bem? Nunca mais me chame de frouxa na sua vida.

— Essa sim é minha garota.

Ouço o som da porta sendo aberta e as vozes dela somem. Estou incrédula, então é isso? Ela vai tentar algo comigo por causa de uma maldita aposta?

Eu sempre soube que não deveria ter me deixado envolver por essa imbecil.

-

Abro os olhos assustada, estou ofegante. Coloco a mão sobre meu pescoço, sinto minha garganta seca. Que porra foi essa?

— Meu Deus, amor. – Olho para o lado, deparando-me com uma MoonByul completamente vermelha e com o olhar desesperado. — Estava quase te levando ao hospital. Está tudo bem?

— Eu... Não sei.

Pego o copo de água que ela me estende, o liquido gelado escorre por minha garganta, aos poucos saciando minha sede. Minha mente está um pouco confusa, tenho certeza que tive uma lembrança. E preferia mil vezes esquecê-la.

— Eu fiquei desesperada. – Solta uma risada nervosa. Termino de beber minha água e entrego o copo a ela. — Nós estávamos conversando e você de repente apagou do nada.

— Você apostou com as suas amigas que iria conseguir me levar para a cama?

MoonByul abre e fecha a boca algumas vezes, sua testa franzida e o olhar perdido. Confusa. Mantenho meu olhar sério. Tenho certeza que aquele tinha sido o motivo para o qual eu a evitei mais do que evitava antes.

Eu não posso acreditar que ela era dessa forma. Quero dizer, ela parecia ser. Mas agora que a conheço, não consigo vê-la como cafajeste.

— Não.

— Não? Engraçado, eu acabei de me lembrar de uma conversa sua com a Dahee e a Yooa, lembra?

— Oh... – Senta na cama, o lábio inferior preso entre seus dentes. Estudo todas as suas reações, e não gosto nada do jeito dela no momento. — Eu me lembro disso.

— Eu achei que você gostasse de mim naquela época.

— E eu gostava, por Deus, eu juro. – Passa uma mão por seus cabelos, jogando-os para trás. — Eu não concordei com a aposta.

— Mas também não negou.

— Mas eu não disse que faria aquilo, além do mais eu dei o seu espaço. Eu queria uma chance com você, não forcei nada.

— Só que você não disse que não faria, suas amigas riram e zombaram de mim, como se eu fosse qualquer uma e você não fez nada.

— Espera. Você está brigando comigo por uma coisa idiota que aconteceu há treze anos? Sério?

Ela parece incrédula, mas a única pessoa que pode estar assim sou eu. Eu me sinto como se tivesse voltado no tempo, devo ter me sentido suja por ter beijado ela. Da mesma forma que estou me sentindo agora.

— Como você pôde não defender a honra de uma garota que você "gostava"?

— Espera aí, pode tirando essas aspas e parando com essa ironia. Eu errei sim em não ter defendido você quando elas falaram aquilo, mas eu te respeitei de todas formas possíveis. E defendi você em outras ocasiões, okay? Nunca deixei ninguém faltar com o respeito com você, mesmo quando você me ignorava.

Olho desconfiada para ela, mas, vejo a verdade em seu olhar. É obvio que MoonByul não era canalha, como pude pensar isso dela? E ela tem razão, aconteceu há treze anos, eu não deveria me sentir tão abalada. Mas tente se pôr no meu lugar, eu não conheço a vida que tive. Claro que me sinto desapontada e triste por ela não ter me defendido no passado.

— Eu juro pela minha vida que nunca faltei com o respeito em relação a você, e espero que se lembre disso. Sempre soube os seus limites e nunca forcei nada, e acredite. Foi difícil ficar quase dois anos sem nada mais que mãos bobas.

— Quase dois anos?

— Sim. Eu demorei um ano para ganhar sua confiança e conseguir você para mim, depois tivemos mais um ano de relacionamento até finalmente termos nossa primeira vez.

— Eu quero tanto me lembrar da primeira vez que senti você.

Confesso um pouco tímida. Será que algum dia eu perderei essa timidez com ela? Talvez eu só precise me acostumar.

— Você vai se lembrar, amor. – Senta ao meu lado e entrelaça nossas mãos. — Tenho que dizer, foi incrível. E valeu muito a pena ter ficado dois anos esperando acontecer.

Puxo-a para mais perto, MoonByul separa minhas pernas e se coloca sobre mim. Abraço seu pescoço, os dedos afagando seus cabelos. Ela me olha diretamente nos olhos antes de se abaixar e tomar meus lábios com os seus. Abro um pouco a boca para encaixar com a dela, logo damos início a um beijo lento, sensual. Suas mãos tocam minha cintura, ela as coloca por debaixo de minha blusa. Os dedos gelados em contato com minha pele quente me faz sentir um arrepio gostoso. MoonByul prende meu lábio inferior entre seus dentes e o suga, esse ato faz eu sentir uma pontada direto na boceta.

A boca dessa mulher é um pecado.

— Mamãe?

Separamos nossas bocas ao ouvir a voz de nosso filho seguida de batidas leves na porta. Sorrio para ela, que tem um pequeno bico em seus lábios. A beijo uma última vez e jogo-a para o lado.

— Pode entrar filho.

A porta é aberta, por ela um Dae sonolento vestindo um pijama de bichinhos passa. Mesmo visivelmente frustrada, MoonByul levanta da cama e pega o pequeno no colo, o gira para logo depois jogá-lo na cama. Ele ri e pede por mais, acabo rindo das brincadeiras dos dois.

O passado não é tão importante, gosto desse meu futuro. Estou mais do que satisfeita com ele.

Kim MoonByul's Point Of View

Dou um beijo na testa do meu filho, que já dorme profundamente agarrado em seu leão de pelúcia. Apago as luzes do quarto, deixo apenas uma pequena luz ligada na tomada perto da porta. Ele odeia acordar no escuro, e caso ele acorde de madrugada não quero que ele acorde assustado. Olho uma última vez para o pequeno anjo dormindo.

Fecho a porta devagar, estico bem os braços e ouço os ossos da minha coluna estalando. Não foi nada confortável ficar minutos na mesma posição com uma criança pesada no colo, mas vale á pena. Adentro meu quarto e vejo Yongsun distraída comendo uma maçã e lendo um livro, sorrio para a imagem fofa dela entretida na leitura. O biquinho em seus lábios e a testa franzida, o modo como ela resmunga consigo mesma. Deuses! Ela é perfeita, e eu sou estupidamente apaixonada por ela. Completamente, por cada detalhe.

Desde a primeira vez que a vi naquele corredor da escola, toda cheirosa, parecia uma daquelas garotas estudiosas, mas não usava óculos enormes. Quando ela começou a gritar comigo por ter derrubado os livros dela, eu só conseguia pensar em como eu gostaria de beijar os lábios dela. Tão carnudos e atrativos, eu pensei que deveria ser uma delícia chupar eles e pegar naquele cabelo dela. Por tanto tempo eu desejei poder ter aquilo, que quando tive a primeira vez nem consegui aproveitar. Mas graças ao destino, aqui estamos nós duas. Ela é minha esposa agora, mãe do meu filho. E a mulher da minha vida.

— Vê se não deixa calcinha pendurada no banheiro, ou eu vou começar a tacar elas lá no quintal.

É impossível não rir dessa fala dela. Yongsun tem falado para eu não fazer isso á semanas, mas me dá preguiça de pendurar as calcinhas. Às vezes faço para irritar ela, confesso(...)

Após terminar meu banho, saio do banheiro enrolada na toalha. Yongsun continua lendo aquele livro, a maçã já acabou. Parece bastante entretida na leitura, mas eu quero que ela preste atenção em mim. Só preciso de uma ideia.

Já sei!

Volto para o banheiro e pego um frasco de hidratante. Lembro bem que ela adorava esse em especial, um que comprei de uma moça que foi na minha galeria uma vez. É de morango, bastante cheiroso. Mantive contato com ela apenas para conseguir mais dele. E claro, queria agradar minha esposa.

Yongsun continua distraída com seu livro, sorrio maliciosa enquanto caminho em direção a cama. Me sento na beirada da mesma, de costas para ela. Coloco um pé apoiado no colchão e coloco um pouco do creme em minha mão, esfrego uma na outra e depois passo em minha pele. O aroma adocicado de morango começa a tomar conta do ambiente, é realmente cheiroso. Aliso devagar meu tornozelo, passo para os pés, depois subo e vou até a coxa.

— Que cheiro gostoso. – Ouço-a comentar e inspirar com força em seguida, seguro meu sorriso de satisfação e continuo passando o creme. — O que é? Frutas vermelhas?

— Morango. - Mantenho a voz no tom normal, coloco mais creme em minha mão e repito o mesmo processo na minha outra perna. — Pode passar nas minhas costas?

Olho por cima do ombro e balanço o frasco de creme, Yongsun demora alguns segundos para responder, parece hipnotizada com algo. Sorrio de lado, ela fecha o livro e o coloca sobre a mesa de cabeceira. Solto um pouco a toalha e deixo-a deslizar pelo meu corpo até parar em meu quadril. O colchão se movimenta atrás de mim, Yongsun pega o frasco da minha mão e senta atrás de mim.

— Quer uma massagem também?

Meus pelos se arrepiam um pouco com a voz dela soando baixa em minha orelha. Fecho os olhos e respiro fundo, maldita! Ela não pode simplesmente virar o jogo, e o pior, sem perceber. Apenas aceno com a cabeça. Segundos depois sinto o contato de suas mãos quentes cobertas pelo creme gelado em minha pele, suspiro. Impossível não gemer quando ela começa a apertar meus ombros e girar os polegares, tocando os pontos certos. Yongsun sempre foi ótima com as mãos e os dedos, eu bem sei disso.

— Ah, aperta mais aí, amor. Isso, bem aí.

Ela faz um pouco mais de pressão no local onde pedi, estou perdida em meio aqueles toques tão experientes. Quem diria, huh? Eu comecei querendo provocar ela e agora ela quem me tem na mão. Irônico, não?

Yongsun coloca um pouco mais de creme em suas mãos e volta a massagear meus ombros, aos poucos vai descendo. Eu apenas suspiro e guio-a para os locais onde mais preciso daquelas mãos. Yongsun atende a todos meus pedidos, e supera minhas expectativas. Como sempre, devo dizer.

— Se sente mais relaxada?

— Muito mais.

E fodidamente molhada também.

Yongsun termina a massagem e depois deposita um delicado beijo em minha nuca. Derreto-me com isso, mesmo quando estamos em um momento tão sexual quanto esse, ainda assim eu consigo me apaixonar mais por essa mulher. Também, como eu não poderia? Ela é incrível. Muito mais do que eu esperava ter na minha vida, e mais do que eu sempre achei merecer.

Ela se afasta de mim dando espaço para eu me levantar. Mas eu ainda a quero. Portanto, apenas termino de tirar minha toalha e me deito na cama. Enfio-me debaixo das cobertas, solto meus cabelos e deito de costas para Yongsun. Mas então resolvo virar de frente para ela, seus olhos me fitavam com aquele brilho tão conhecido por mim. Bom, não fui a única que ficou excitada.

— Boa noite, amor.

Sorrio de forma doce para ela, Yongsun pisca algumas vezes. Seguro a risada, pareço ter deixado ela bem surpresa. Continuo olhando para seu rosto, sua feição parece mudar aos poucos. Comemoro internamente por estar conseguindo o que quero. Vejo a mandíbula dela ser contraída, suas narinas inflam e de repente seu olhar torna-se algo como um predador em busca de sua presa. Engulo em seco, minha boceta latejando por ela de forma dolorosa.

Com um puxão só, Yongsun descobre meu corpo nu. O cobertor para em meus pés, ergo uma sobrancelha surpresa. Ela sorri, o brilho de desejo em seu olhar me deixa ainda mais ansiosa para senti-la. Seus olhos percorrem todo meu corpo, nossos abajures estão acesos, portanto ela consegue ter uma visão privilegiada de mim.

Estou prestes a chamar ela, mas me surpreendendo mais uma vez, Yongsun paira sobre mim, suas pernas afastando as minhas. Sua mão direita desliza em minha barriga, meus músculos se contraem. Foco meu olhar em seu rosto, Yongsun parece concentrada em me tocar. Ela morde o lábio inferior com força, sinto sua mão tomar posse de meu seio esquerdo, ela o aperta. Suspiro rendida, eu sou toda dela. Quero que ela faça comigo o que quiser.

— Gostosa.

É o que saí de seus lábios em forma de sussurro antes dela se inclinar e tomar meus lábios com os seus. Suspiro sob seus lábios. Sinto a língua dela ser forçada para dentro de minha boca, dou passagem para ela. Yongsun aperta meu peito outra vez, dessa vez não impeço meu gemido de sair. Minha esposa solta um pequeno rosnado, diz algo que não consigo entender. Suga meu lábio inferior e dá início a um beijo voraz. Tento acompanhar seu ritmo, sua mão continua a massagear meu seio com força. Minha boceta está ainda mais molhada. Sua outra mão chega até meu outro seio, ela também o aperta com força.

Se eu soubesse que minhas provocações ainda causavam esse efeito nela, já teria feito algo assim muito antes.

Com uma última mordida em meus lábios, Yongsun migra para meu queixo. Distribui beijos molhados por toda a extensão da minha mandíbula, de um lado ao outro. Depois desce para o meu pescoço, prende um pouco da minha pele entre seus dentes e chupa com força. Meu quadril se ergue do colchão, um gemido agoniado escapa de minha boca. Yongsun sorri sobre minha pele, seus dentes roçam minha jugular. Algo molhado toca a região, deduzo ser sua língua.

Olho para baixo apenas para quase morrer quando a vejo segurar meu seio direito com firmeza e em seguida o abocanhar. Jogo a cabeça para trás, minha mão automaticamente vai parar em seus cabelos, pressiono sua cabeça contra meu peito. Yongsun começa a chupar meu peito, sua língua toca de leve meu mamilo sensível. Retorço-me sobre a cama, meu quadril se movendo sozinho.

Quero aliviar a pressão em minha boceta, quero gozar para ela.

Yongsun puxa a cabeça para trás, fazendo um alto som de estalar ecoar pelo quarto. Seus dedos apertam meu mamilo, ela o torce entre seus dedos. Minha barriga se contrai, mordo o lábio para não gemer muito alto o nome dela. Yongsun volta a colocar metade de meu seio em sua boca, dessa vez sua língua faz movimentos rápidos sobre o mamilo maltratado pelos seus dedos.

Inferno de boca maravilhosa!

Ela solta meu seio direito e com pequenas mordidas em minha pele migra para o esquerdo. Olho para seu rosto, e quando ela levanta o olhar, um arrepio sobe por minha espinha. Yongsun sorri antes de colocar metade de sua língua para fora, aos poucos ela toca meu mamilo. Prendo a respiração, ela começa a girar a língua em torno do bico sensível de forma lenta, bem devagar. Jogando-me no espaço, minha excitação já escorre para o lençol da cama.

Acho que fiquei tanto tempo sem os toques dela que agora me sinto sensível ao mínimo toque.

Sua boca se fecha em meu mamilo, ela o suga delicadamente. Sem desviar os olhos dos meus. Estou ofegando, meus pulmões ardem de tanto que forço para buscar ar. Ela fecha os olhos e geme ao abocanhar boa parte de meu seio, quando ela começa a solta-lo, seus dentes raspam em minha pele. Curvo a coluna, minha cabeça é jogada para trás e um alto gemido, seguido do nome dela ecoa pelo quarto. Meus dedos apertam com extrema força seus cabelos, quase posso sentir alguns fios sendo arrancados. Mas ela parece não se importar, continua me maltratando com essa boca maravilhosa.

Yongsun finalmente se dá por satisfeita e retira a boca de meus seios, começa a migrar os beijos em direção a minha barriga. Passa a ponta da língua por baixo dos meus peitos. Arfo ao senti-la morder minha barriga, logo depois lamber a região. Nem parece que até pouco tempo ela ficava insegura no sexo, nada parece ter mudado. Yongsun continua com essa confiança e atitude.

Eu gosto disso.

Suas mãos alisam por debaixo de minhas coxas, ela ergue minhas pernas um pouco e as separa, deixando-me exposta. Seus beijos são depositados em meu púbis, onde tem uma fina linha de pelos. Yongsun vai até minha virilha, primeiro beija e chupa a esquerda, com certeza deixando uma marca. Depois vai até a direita e faz o mesmo. Levo minhas mãos até meus peitos e os aperto, com a intenção de aliviar meu tesão. Meus mamilos estão sensíveis, tanto pelos toques dela quanto pela forma que ela os maltratou antes.

— Não enrola não, para de me torturar. Por favor, amor. – Estou praticamente implorando, um sorriso surge em seus lábios. — Me chupa gostoso. Deixa eu gozar para você na sua boca, deixa.

E não preciso dizer mais nada para que ela faça o que eu quero. Sem qualquer timidez, Yongsun deposita um leve beijo em meu clitóris e depois o lambe, desce até minha entrada e volta para o nervo já bem rígido. Minhas pernas tremem, Yongsun volta descer sua boca e sinto-a sugar a excitação que escorre para fora de minha boceta. Ela fecha os olhos momentaneamente, parece apreciar meu gosto. Quando os abre, vejo ainda mais fome e desejo do que antes.

— Que delícia. – Sussurra e dá uma única chupada no meu clitóris, meu estômago revira e minhas paredes se fecham contra o nada. — Você é uma delícia, amor.

E volta a me lamber, de cima para baixo, de baixo para cima. Sua língua se move com extrema rapidez, de um lado para o outro, em círculos. Em momento algum ela ameaça me penetrar, talvez por eu não poder ter relações sexuais ainda. E isso é uma droga, porque quero tanto sentir os dedos dela me fodendo outra vez. Yongsun se concentrar em meu clitóris, o provoca com a ponta da língua, depois com os lábios como se estivesse o mordendo. Seus olhos voltam a focar em meu rosto no mesmo instante que ela dá início a um beijo de língua em minha boceta, fazendo questão de usar bastante a língua.

Começo a gemer o nome dela sem parar. Peço para ela me chupar mais forte, para não parar. Movo meu quadril sem parar, em movimentos circulares e vez ou outra de forma irregular. Sinto aquela tão conhecida sensação começar a se concentrar na entrada de meu sexo. Seguro com as duas mãos nos cabelos de Yongsun e começo a me esfregar em seu rosto. Ela me chupa e lambe como se estivesse desesperada para me fazer gozar logo. Não demora muito para que meu corpo comece a tremer e eu derrame meu gozo em seus lábios. Yongsun suga tudo que eu lhe dou, não para de me lamber nem mesmo depois que meu corpo para de tremer.

— Deixa só eu recuperar o movimento dos meus braços e pernas que eu vou te recompensar.

Ela acaba rindo de minha fala ofegante. Sobe em cima de mim outra vez e me puxa para um beijo lento dessa vez. Envolvo seu pescoço com meus braços e pressiono-a contra mim. Suas mãos acariciam a lateral de meu corpo, continuamos nos beijando devagar. Seus lábios parecem fazer carinhos nos meus, meu gosto em sua boca apenas deixa o beijo mais gostoso.

— Eu vou te chupar sempre que eu puder agora. Por que eu demorei tanto para fazer isso?

— Gostou mesmo, não é?

— Eu amei, e eu quero mais.

[...]

Depois de me fazer gozar em sua boca outra vez, e eu ter feito o mesmo com ela. Decidimos sair um pouco do quarto e ir comer alguma coisa, sexo sempre dá bastante fome. Fomos de braços dados, trocando carinhos e alguns beijos enquanto descíamos as escadas.

— O que quer comer?

— Você. – Responde de imediato, olho para ela e nego com a cabeça. Um sorriso em meus lábios. — Pensando bem, um queijo quente agora seria maravilhoso.

— E não quer me comer mais? – Entro em sua brincadeira, seguro sua cintura e a pressiono contra um dos balcões. Yongsun sorri com a língua entre os dentes e nega com a cabeça. — Ah, é? Então tudo bem.

— Estou brincando, você eu deixo para depois. Agora eu preciso me alimentar mesmo, parece que tem um monstrinho faminto dentro da minha barriga.

— Quem disse que não tem?

Ela me dá um tapinha no ombro e eu rio. Seguro em sua cintura e dou impulso para que ela sente no balcão. Dou-lhe um rápido beijo e me afasto dela para ir pegar as coisas e preparar queijo quente para nós duas.

— Amor, faz um suco de laranja também?

— Faço sim.

Tiro as coisas da geladeira e coloca-as sobre a bancada. Enquanto preparo nossos sanduíches. Yongsun e eu conversamos sobre coisas banais e também sobre as reformas que pretendemos fazer em nossa casa. Eu senti tanta saudade de poder conversar com ela assim, nós não tínhamos muitos momentos como esse há alguns meses atrás. Quando não estávamos discutindo, estávamos sem nos falar ou trepando pela casa. Não que o sexo fosse ruim, mas somente ele não serve para sustentar uma relação. Ainda mais um casamento de anos como o nosso.

Eu cheguei a pensar de verdade que não tínhamos mais futuro, pensei que a perderia para sempre. Tentava reverter a situação de todas as formas, mas tudo parecia uma grande merda. Quanto mais tentávamos arrumar, mais bagunçado ficava. Talvez essa perda de memória dela tenha uma razão, talvez tivesse que acontecer isso para que tudo entre nós duas voltasse ao normal. No caso melhorou, porque é como se estivéssemos nos conhecendo pela primeira vez. Como se o amor adolescente tivesse voltado.

E eu gosto disso, me sinto mais apaixonada por ela a cada dia que passa.

E eu que pensei que não era mais apaixonada por ela. Que tola eu fui.

— Hm, nós temos que voltar com as minhas aulas de direção. Não tem como você ficar sempre a disposição para me levar nos lugares. E acho que isso pode ser bom até mesmo para a minha memória.

— É verdade. Mas eu gosto de te servir como chofer. – Brinco, ela sorri. Mordo um pedaço do pão que ela me dá na boca e depois bebo um pouco do suco. Estamos as duas na cozinha ainda, ela sentada na bancada e eu entre suas pernas comendo tudo que ela me dá na boca. — Podemos fazer isso nos dias que você não dá aula de dança. Daqui a pouco o carinha volta a estudar, teremos mais tempo livre.

— É uma ótima ideia.

Ficamos em silêncio comendo, vez ou outra eu roubo um beijo dela. Ela finge estar emburrada e me empurra, alegando que está comendo. Mas o sorriso em seu rosto contraria suas atitudes. É tão bom me sentir como uma adolescente que ama pela primeira vez, é essa sensação que ela me passa.

— Eu estou precisando comprar umas roupas novas, tenho a impressão que as minhas estão ficando menores.

— Você está engordando, amor.

Dá de ombros como se tivesse dito algo irrelevante. Olho para ela incrédula. Yongsun sorri, morde um pedaço do pão em sua mão e depois bebe um pouco de suco. Como ela ousa?

— Está me chamando de gorda? – Me faço de ofendida, ela concorda com a cabeça.

— Mas não fica com essa cara, você continua gostosa.

Pisca para mim e antes que eu possa abrir a boca para retrucar aquilo, ela enfia um pedaço de pão em minha boca. Mastigo sem tirar meus olhos dos dela. Yongsun está segurando o riso, reviro os olhos.

— Você é uma idiota.

— Eu sei. Mas você adora essa idiota.

— Eu amo.

Seus olhos brilham, ela segura em meu queixo e me dá um beijo rápido. Depois que terminamos de comer, Yongsun fica encarregada de lavar a louça enquanto eu guardo as coisas. Pego-a no colo e dessa forma subo as escadas, mesmo ela reclamando que era pesada ou que eu iria deixá-la cair no chão.

— Esqueci de te perguntar uma coisa.

Ouço Yongsun dizer após eu ligar o ar-condicionado. Arrumo a barra da blusa do Real Madrid que estou usando e volto para a cama. Subo de joelhos na cama e me arrasto até pairar sobre ela, mais precisamente entre suas pernas.

— Perguntar o que?

— É que, eu estava trocando de roupa um dia desses e vi uma coisa no closet.

Junto as sobrancelhas, curiosa pela sua timidez repentina. É possível ver as bochechas dela coradas.

— Que coisa?

— Uma caixa. – Sussurra e desvia o olhar do meu.

— Que caixa? – Sussurro de volta.

— Com umas coisas dentro.

— Yongsun, vá direto ao ponto.

— Nós costumávamos usar brinquedos eróticos durante o sexo?

Oh... Okay, isso é surpreendente. E eu não faço ideia do que ela está falando.

— Como?

— Você ouviu não me faça repetir de novo.

Resmunga sem jeito. Estudo sua expressão, ela não parece estar brincando.

— Eu não faço ideia do que você está falando, amor. Juro.

— O que?

— Estou falando sério. – Ela me olha desconfiada, mas ao ver que estou sendo sincera, o rosto dela se torna confuso. — Onde está essa caixa?

— Na prateleira de cima na minha parte.

Levanto-me da cama em um salto. Estou mais curiosa do que nunca, até porque nós nunca usamos algo além do que um pequeno chicote e algemas uma vez quando estávamos comemorando nosso aniversário de casamento. Abro o closet e acendo a luz, fico na ponta dos pés para encontrar a tal caixa que Yongsun disse, e não demoro muito a achá-la. Não é que tem uma caixa aqui mesmo?

Volto para o quarto com a caixa em minhas mãos, vou até a cama e me sento perto de Yongsun. Abro a tal caixa misteriosa e quando tenho visão das coisas lá dentro, meu queixo cai incrédulo.

— Mas o que... – Pego o chicote e o analiso, acabo rindo. Quem colocou isso ali? — Ouch! Isso dói.

Reclamo de dor ao dar uma chicotada na palma de minha mão, essa porra realmente doeu. Yongsun ri de mim, então por vingança dou uma chicotada em suas pernas.

— Filha da puta! – Pega o chicote de minha mão e devolve a chicotada, é minha vez de gemer de dor. — Essa porra arde.

— Realmente. Tem que gostar muito de apanhar para usar isso aí. – Ela deixa o chicote de lado na cama. Volto a olhar dentro da caixa. — Uh, olha só que legal. – Tiro as bolinhas de silicone de dentro da caixa. — Esferas anais.

— O que?

— Esferas anais, amor. Servem para enfiar dentro do seu c-

— Eu entendi, eu entendi. – Coloca as mãos sobre minha boca. — E eu inocente achando que era algum colar doido.

— Você inocente? – Jogo a cabeça para trás e gargalho. — Não pareceu ser inocente quando estava me chupando alguns minutos atrás.

— Cala a boca. – Olha para a caixa e retira algo de lá. — Isso aqui é engraçado, parece um cogumelo.

— Você sabe o que é isso, né? – Nega com a cabeça, brincando com o objeto. — Um plug anal.

Sua boca se abre e ela deixa o plug prateado cair no colchão.

— Só tem coisa para sexo anal dentro dessa caixa?

— Não sei. – Dou de ombros e continuo olhando, vejo alguns cremes e géis eróticos. E por fim. — Essa aqui é interessante.

— Eu fiquei curiosa para saber como se usa.

Ela comenta enquanto nós duas analisamos o dildo em minhas mãos. Desvio o olhar para ela e um sorriso malicioso surge em meus lábios.

— É simples. Uma parte fica dentro de mim e a outra dentro de você, é como se fosse um strap on, só que sem a cinta. – Ela faz uma careta engraçada que me faz rir. — Quer experimentar, amor?

— Não, talvez outro dia.

— Eu vou te cobrar isso. – Ela me mostra a língua. — Mas de onde vieram essas coisas? Que eu saiba não comprei nada disso, só se você tiver ido a um sex shop e não tiver me contado.

— Nem vou me dar o trabalho de responder isso.

Olho dentro da caixa para ver se tem algum bilhete ou número que possa me dizer de quem é. Mas não encontro nada, até que olho na tampa da caixa algo escrito. Curiosa, pego e leio de perto.

— Acho que já sei de onde veio isso. – Yongsun olha para mim e se inclina para poder ler. — "Aproveitem bastante o presente, W."

— Não entendi.

— W, amor. Moon Jung Wheein , conhece alguma?

— Por que eu não estou surpresa mesmo?

Guardo as coisas de volta na caixa e coloco-a no chão ao lado da cama. Volto para debaixo das cobertas e abraço Yongsun por trás. Trocamos um "boa noite" e enfio meu rosto em meio aos seus cabelos para dormir sentindo seu cheiro.

Eu tinha certeza de duas coisas: Yongsun iria brigar com Wheein pelo presente dela, e eu definitivamente irei usar tudo naquela caixa com Yongsun.

Não se recusa um presente, certo?

 


Notas Finais


Pretendo trazer uma outra fic, na verdade eu já cheguei a postar ela por aqui, a fic é G!p e tem a temática aluna X Professora. Eu na verdade queria saber se vocês teriam interesse em ler e tudo mais. De todos os modos vou deixar a sinopse aqui e quero muito que vocês opinem sobre.


A fanfic se chama "Aula de Anatomia"

Sinopse: "Você não sabe quando os momentos da sua vida acontecem, nem percebe do jeito que acontecem, ainda mais quando isso é sobre se apaixonar por alguém. Uma vez me disseram que se apaixonar é como cair em um abismo sem paraquedas, eu acho o extremo oposto disso, e ainda mais suicida. Para mim, se apaixonar é ficar dependente de alguém que você pode perder a qualquer hora."


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