História Su Novio - Capítulo 6


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Categorias Marco Asensio
Personagens Marco Asensio
Visualizações 119
Palavras 978
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Esporte, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Perdoe o horário e o capítulo pequeno, a criatividade falhou!

Espero que gostem e boa leitura! 💛

Capítulo 6 - Seis


Fanfic / Fanfiction Su Novio - Capítulo 6 - Seis

 

Marco narrando. 

 

Cantando pneus eu faço o caminho de casa mais rápido do que deveria. Eu não consigo aceitar que meu irmão, o cara que até ontem era um exemplo de um caráter ímpar, pôde machucar a Letícia. O pior de tudo, mesmo se ela não fosse minha namorada, é uma mulher! A que ponto ele tem sido tão covarde?

 

Faço uma curva para entrar na garagem, sentindo a pressão das veias pulsando nas minhas mãos. Tenho ira nos olhos, o coração acelerado e palavras rondando minha cabeça atrás de solução. Soco o volante antes de desligar o veículo. 

 

“Calma, Marco”, pede minha consciência. Eu preciso me acalmar, não por mim, mas por ela. A tela do celular brilha e consigo enxergar inúmeras notificações chegando, tampando a foto de bloqueio em que tem eu, Letícia e Mike. Nós dois sorrindo e o spitz com a língua para fora nos olhando. 

 

Eu sou imensamente feliz com ela. 

 

Com a tela bloqueada, leio cada mensagem. 

 

Amor, se acalma por favor! 

Igor é seu irmão e eu não quero trazer problemas para ninguém! 

Vou continuar estudando caso queira vim para cá

Amo você! <3

 

— Amo você. — digo, desligando o carro por fim. 

 

Digito a senha da porta com rapidez, e assim que entro, suspiro aliviado por saber que meu pai já pode está dormindo. A luz da cozinha está acesa e eu escuto risadas de lá, o que indica que Igor está fazendo sua própria festa

 

Caminho devagar, deixando tudo desligado até entrar pelo corredor, encontrando meu irmão e uma mulher loira vestindo sua blusa. Igor corta alguns pedaços de queijos e enche as taças de vinho, entregando para a mulher. Ela tem os olhos brilhando, mas eu sei que meu irmão só quer saber dela por essa noite. 

 

— Boa noite. — minha voz sai um pouco mais grave. A mulher me olha dos pés à cabeça, antes de beber o líquido branco. — Será que podemos conversar, Igor?

 

— Claro, maninho. Me espere aqui, linda. 

 

Eles se beijam e, antes de vê-lo me seguir, saio do cômodo subindo até o meu quarto. Não quero que a mulher descubra algo, não sei quem é e nem sua índole, e muito menos, decepcionar meu pai essa hora da noite. 

 

— Pode falar, Marco. — fecha a porta atrás de si. 

 

— Você ficou louco de procurar a Letícia e agredi-la daquela forma? 

 

— Agredir? — ele ri. Eu apenas reviro os olhos. — A sonsa agora disse que eu sou covarde? 

 

— Agredir com palavras e com gestos, Igor. Primeiro que você procurou a minha namorada para pedir que ela se afastasse, oferecendo dinheiro. Depois, seus dedos estão marcados nos braços dela. Eu vi, ela não precisou falar nada. — ele me olha sem expressar nada. — Qual o seu problema dessa vez? 

 

— Eu já disse, Marco, que ela não é para você. 

 

— E eu já disse que eu tenho a minha vida e faço dela o que eu quero. Isso inclui decidir quem eu namoro ou deixo de namorar. 

 

— E veio até aqui por que? Defender o seu lance? Sinceramente, Marco, você já foi melhor. Até mesmo para escolher mulheres. 

 

— Cala a boca, Igor! — empurro seu corpo. 

 

— Uh, valentão! — revira os olhos. Aproveito que seu corpo está perto da parede e o empurro mais, encurralando-o. — Marco… 

 

— Escuta aqui, Igor. Antes de tudo eu quero que você respeite a Letícia. Não por ser minha namorada, mas por ser mulher! Respeita a posição, o trabalho, quem ela é. Não agrida, grite ou a trate como uma folha de papel amassado. — ele engole a seco. — Eu só não te encho de porrada, que é o que você merece, porque o nosso pai ainda não vai saber do filho canalha que tem. E, por fim, saiba que eu estou saindo de casa e avise ao nosso pai que eu só volto quando eu souber que a Letícia vai ser aceita aqui sem reclamações. — solto seu corpo. 

 

— Marco, o papai não precisa saber. 

 

— Ficou com medo, valentão

 

— Quando você se tornou assim?

 

— Quando você se tornou assim, Igor? — ele olha para os lados. — Eu tinha meu irmão como referência e hoje eu sinto nojo de quem vejo na minha frente. 

 

— Você sabe que isso pode ser resolvido com uma conversa. 

 

Não. Não pode. 

 

— A próxima vez que eu souber que tentou encostar na Letícia, eu não respondo por mim. Escutou? — como uma ameaça, fio a fio, meu irmão maneia a cabeça. — Era só isso, Igor. Pode descer. 

 

(...)

 

Os braços de Letícia contornam meu corpo assim que entro em casa. Ela analisa meu rosto por alguns segundos, acho que procurando vestígios de brigas, mas eu soube manter a calma. 

 

— Eu não briguei, amor. — rio pela sua cara de preocupada. — Quer dizer, não dessa forma. 

 

— Você saiu daqui tão nervoso que imaginei que iria quebrar a casa toda. 

 

— Meu pai já estava dormindo e Igor estava com uma mulher por lá. Eu não quis expor a situação a ela, então, preferi conversar. Trouxe algumas coisas, não tudo. 

 

— Tem certeza? 

 

— De ficar aqui? Olha, se você não roncar… 

 

— Marco! — ela grita, quando a rodopio pela sala. — E eu não ronco! 

 

— Estou brincando, amor. — selo seus lábios. — Prefiro mil vezes aqui do que na casa do Francisco. 

 

— Ô Marcinho, ele cuida de você. Preciso concordar quando falam que ele é fofo. 

 

— Hm, é? 

 

— Ciúmes, Asensio? 

 

— Amor, não fala Asensio que o Asensio aqui embaixo desperta. 

 

— MARCO! — ela bate no meu ombro. — Vamos dormir, vai. Eu preparei a banheira para você. A água está morna e eu coloquei sais de banho para relaxar esses músculos. 

 

— Tem certeza que não vai relaxar outra coisa também?

 

— Marco Asensio Willemsen! 

 

— Poxa, amor… 

 

— Você está impossível hoje! Vamos logo dormir e entra na água para baixar esse fogo. 

 

Enquanto Letícia se prepara para dormir, eu vou para o banho. Realmente, o dia hoje precisaria acabar de forma calma depois de toda a agitação que passei. 

 


Notas Finais


Continuo?


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