História Sua canção - Capítulo 30


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Categorias O Hobbit
Personagens Balin, Dis, Fili, Kili, Legolas, Personagens Originais, Tauriel, Thorin II (Escudo-de-Carvalho), Thranduil
Tags Legolas, Legolas Folhas Verdes, Senhor Dos Anéis
Visualizações 67
Palavras 3.156
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 30 - Reconciliações


Fanfic / Fanfiction Sua canção - Capítulo 30 - Reconciliações

Myelle despertou, espreguiçando-se ainda um pouco sonolenta, a lareira ainda queimava alguns galhos, e a lua estava rica e prateada no céu estrelado, mas alguns sons chamaram sua atenção, ela levantou-se e foi para a sala de estar, Thorin estava sentado em sua poltrona com os olhos fechados, seu cabelo cobria suas costas nuas, sua calça de dormir, era suave em seu corpo, enquanto uma perna estava dobrada e a outra esticada, um dos braços descansava sobre o colo e o outro estava apoiado na poltrona, seu peito largo e musculoso estava  coberto por pelos grossos e escuros, seus músculos fortes e definidos, ela o cobriu com um cobertor tentando evitar o pensamento de toca-lo, mas não pode se impedir de tirar alguns fios de cabelo de seu rosto,  como ela nunca percebeu o que realmente sentia? Como nunca percebeu como seu coração reagia a ele tão desesperadamente?

Seus toques suaves, começaram a despertar o corpo do anão, e quando ele abriu seus olhos, ela recolheu a mão em um impulso.

- Desculpe, Thorin, não deveria usar sua cama, é que Dís me disse que você voltaria logo – ela se justificou – está tarde, você está cansado, eu vou para outro quarto, amanhã podemos conversar.

Thorin a segurou pela mão, e a olhou com preocupação.

- Por favor, quero conversar agora – ele disse, e se levantou deixando o cobertor escorregar por seu corpo, deixando seu peito nu novamente.

Ela suspirou tentando reunir toda sua coragem para dizer tudo que tinha que dizer, e seu coração não colaborou, explodindo e bombeando enormes quantidades de sangue, espalhando o medo por seu corpo.

- Me perdoe Thorin, eu não deveria fugir, e fingir que nada está acontecendo, por mentir e ir embora duas vezes, eu não queria magoa-lo, não deveria deixar meus deveres no conselho sem solução, não deveria ter ido sem avisar – ela disse – por favor me perdoe por estar longe de você, e por não contar o que sinto, o que sentia, e o que estava acontecendo comigo, eu sei que você se preocupa muito com meu bem-estar e eu nunca dei o devido valor.

Thorin ainda tinha um olhar preocupado em seu rosto, analisando-a, parecia ainda questionar suas palavras e decidir se deveria perdoa-la.

- Eu sei Thorin, eu não mereço o seu perdão por engana-lo, fui uma tola completa, realmente sinto muito por tudo que fiz – ela soprou, e algumas lagrimas caíram de seu rosto, ele não poderia ama-la depois de tudo e seu coração se apertou ao pensamento. Mas o rei anão se aproximou, abraçando-a dolorosamente contra o peito quente.

- Você sempre terá meu perdão, não fez nada de errado – ele suspirou – mas eu não vou permitir que você coloque sua vida em risco outra vez, nem que esteja longe de mim.

- Obrigada Thorin – ela chorou permitindo que seu coração se sentisse tranquilo novamente, ele a afastou um pouco, para que pudesse olhar em seus olhos e secar suas lagrimas.

- Myelle, você se machucou – ele soprou segurando seus cabelos, forçando delicadamente a cabeça para trás, a respiração quente do anão contra sua pele a fez pensar em coisas que não deveria, e seu olhar preocupado se misturava com desejo deixando seus olhos claros quase escuros, ela queria responder, mas ele beijou seu pescoço em uma suave carícia, traçando com a língua quente sua cicatriz, Myelle sentiu-se tão impotente diante de seu aberto, e um gemido suave escapou de seu peito.

- Thorin, eu... – mas o anão não quis ouvir e a beijou, um beijo saudoso e tanto aguardado.

Sua língua se enredou em sua boca, preenchendo com seu sabor, explorando seu interior, derramando com carinho todo o amor e saudade que sentia, ele queria apenas ela e ninguém mais, e ela o aceitava, colocando as mãos em sua cintura, a pele quente a fez gemer entre os lábios, e o som apenas agradou o anão, que aprofundou o beijo, mantendo-a em seu aperto. Seus beijos se tornaram tão necessitados que ela ficou sem ar, ele mudou-se para seu pescoço novamente, devorando a pele quente e macia, seu corpo sempre foi necessitado de Myelle, e agora ele não poderia mais suportar seu desejo, como se seu peso não fosse nada, ele a pegou no colo e colocou sobre a mesa, se posicionando entre suas pernas, seu membro rígido contra ela, e voltou a beija-la, queria tê-la em seus braços, provar cada polegada de seu corpo.

Seu rosto ardia com o beijo profundo, a barba do anão roçou seu rosto provocando uma sensação deliciosa, as mãos dela começaram a alisar e apertar os músculos firmes de seu peito e costas, os ombros largos, braços fortes, enquanto a mão do anão estava atrás de seu pescoço, por baixo do cabelo solto, puxando-a para ele e sua fome insaciável. Quando Thorin se afastou, Myelle estava ofegante novamente, e necessitada, o anão começou a desfazer os laços de sua própria calça e ela aproveitou para tirar sua túnica, quando voltou a olha-lo estava nu, ela levou a mão para acaricia-lo, tão imponente quanto ele poderia ser, ele aceitou seu carinho, mas então a puxou para outro beijo, ansioso para devora-la, ele a pressionou com força contra seu peito, o contato da pele do anão com seus seios a fez gemer mais alto, eles estavam tão apertados no abraço que ela pensou que se fundiria a ele antes mesmo da penetração.

Thorin a devorou com desejo, seu beijo era tudo que ansiava e seu corpo, seu corpo o levaria a loucura, ele emaranhou uma das mãos em seu cabelo para ajudá-la a sincronizar seus lábios, e a outra envolta em sua cintura em um aperto forte, enquanto ela estava com os braços ao redor de seu pescoço, ela se afastou um pouco para recuperar o ar, mas ele  não poderia deixa-la, não agora, não assim, seu corpo todo formigava e ele capturou seu lábio inferior, sugando com desejo, ela virou o rosto, então ele devorou com fome extrema, mordiscando sua bochecha, até alcançar o lóbulo de sua orelha, sugando e mordiscando, lambendo enquanto ela gemia seu nome.

Ele a pegou no colo novamente, e ela o beijou, obrigando sua língua a se mover conforme seu desejo, ele a deitou sobre a cama e continuou explorando sua boca, deixando ela controlar seus movimentos e exigir suas preferencias, isso era uma coisa que ele estava disposto a fazer pelo resto da vida, deixar que ela tenha controle sobre ele, não apenas na cama, onde quer que ela desejar. Myelle gemeu com o peso de Thorin entre as suas pernas, foi gostoso recebe-lo dessa forma, sentir sua necessidade rígida contra ela, suas mãos correram sobre o corpo musculoso do anão, conhecendo cada polegada de pele, cada curva, cada cicatriz. Finalmente Thorin agarrou um de seus seios, e ela gemeu contra seus lábios, a mão grande começou a massagear suavemente, roçando o polegar contra o mamilo rígido, a maneira como ele movimentava sua carne, como ele  a apertava estava fazendo seu corpo se contorcer e inclinar-se para ele, nunca sentiu tanta excitação apenas com um toque em seus seios,  quando ele liberou sua boca e se concentrou em seu pescoço, ela gemeu mais alto, e se contorceu novamente, o corpo pesado do anão a impedia se mover muito.

- Thorin!! – ela gemeu, e o anão beijou o vale entre seus seios, lambendo e sugando, antes de beijar a pele lisa de seu seio e mordisca-la.

Ela levou a mão sobre os cabelos do rei, os lábios úmidos se arrastando em sua pele, até encontrar seu mamilo rígido, a barba roçou contra o feixe de nervos, e ela se inclinou para ele, sua boca toda desceu sobre ela, sugando com força, girando com a língua, sua mão livre veio para brincar com o outro seio, sua mão engoliu, seu mamilo preso entre os dedos, ele apertou, duro, a sensação voou por seu corpo e terminou entre suas pernas, sua boca agora estava se movendo livremente entre os dois. Raspar sua barba sobre os mamilos era delicioso, ela não conseguia descrever, exceto que o prazer e a dor se misturavam. Quando os dentes dele arranharam o mamilo inchado, enquanto a outra mão beliscava e provocava, sentiu a queimação que se espalhou através dela e ela gritou para ele.

- Eu não posso suportar!! –

Thorin sugou seu mamilo rígido, enquanto fazia suas carícias logo abaixo de seu seio, mas então ele parou.

- Myelle abra os olhos, eu desejo que me observe – ela forçou-se a olhar para ele, mesmo que seu corpo gritasse para permanecer de olhos fechados, todo aquele prazer nunca sentido borbulhando em suas veias, deixando seu sangue muito mais quente, e seu coração muito mais desesperado, o peso do quadril masculino sobre seu foi suficiente para atordoá-la da maneira mais deliciosa, o formigamento em seus mamilos era quase insuportável, ela queria apenas soltar tudo isso e ter seus nervos relaxados novamente. Os olhos de Thorin continham um brilho suave enquanto ele a observava, ele sabia que poderia facilmente acabar com sua sanidade, Thorin manteve seu olhar trancado ao dela enquanto abaixava o rosto, a língua úmida e grossa tocou seu mamilo novamente, fazendo suaves círculos antes de mantê-lo em sua boca, um gemido gutural escapou dos lábios do anão enquanto provava sua carne quente e macia.

- Tão suave, tão doce... – ele murmurou brincando com feixe de nervos dentro de sua boca, sua língua ávida, circulava, lambia, com desejo implacável.

Ele manteve o mamilo entre os dentes, apertando suavemente fazendo a dor e prazer voar seu corpo novamente, fazendo-a gemer em sua agonia prazerosa, ela estava tão molhada que sabia que não precisava de mais nada para tê-lo, mas dedicado como o seu rei era, continuou provando de sua pele.

Thorin queria cada polegada do corpo dela provada por seus lábios gananciosos, distribuindo beijos de boca aberta sobre a pele de seu estomago, então se afastou.

- Myelle, você se recorda dos costumes anões sobre o cortejo e casamento? – ele questionou contra sua pele, dando um beijo suave.

- Sim! Balin me contou sobre a trança, sobre os únicos, ou Ones – ela gemeu ainda recuperando o ar para seus pulmões.

- Sim, nossos Ones, nossos parceiros de vida, costumam vir uma marca de nascença – ele sussurrou.

- Eu não sei Thorin! Não sei de marca que eu deveria ter! – ela gemeu e enredou a mão em seus cabelos para que ele descesse mais a baixo.

Mas ele se levantou, e com um impulso retirou as calças que ela ainda usava, deixando-a completamente nua, e ela abriu os olhos para olha-lo novamente, seus olhos azuis quase escondidos pela pupila dilatada admiraram seu corpo antes de soltar a posição anterior.

- Você tem sim, meu amor, apenas não notou antes – ele sorriu e lambeu sua marca, a marca que dizia que ela era sua desde do dia de seu nascimento.

Ela levantou seu corpo quando os lábios do anão encontraram um lugar sensível em seu estomago.

- Tão pequena – ele sussurrou – deve ser por isso que não notou, mas eu posso ver, as runas descritas aqui, o brasão de minha família, você é minha Myelle, sempre foi, sempre será, pode passar sua vida inteira fugindo de mim, no final sempre acabará em meus braços.

- Thorin!! – ela gemeu um pouco irritada com a declaração, e com ausência de caricias sobre o lugar que mais desejava.

- Eu também tenho isso – ele sorriu contra sua pele – também sempre serei seu, não importa o quanto eu negue a mim mesmo, o quanto eu discuta com você e te evite, ou permita que você fuja, ou que diga a mim mesmo “eu não sou seu”, eu sempre serie, sempre fui, desde de meu nascimento.

- Por favor Thorin! Me faça sua! Me faça agora! –

O rei anão abaixou-se um pouco mais, respirando contra sua feminilidade, antes de passar a língua por suas dobras, a ponta de seu nariz tocou seu clitóris inchado, e ela gemeu pressionando as cabeça dele um pouco mais. Ele lambeu seus lábios, provando sua umidade.

- Tão doce – ele sussurrou antes provar um pouco mais, lambendo e sugando, antes de voltar sua atenção para o seu broto inchado e necessitado.

Sua língua tocou, fazendo os mesmos movimentos que fez em seus mamilos, antes de sugar e manter em sua boca, os processos de sucção tornou-se mais rígidos, ansiosos, devorando-a com tanta gana, suas terminações nervosas pareciam tocadas e manipuladas como cordas de uma arpa, todo seu mundo parecia explodir, em uma agonia, seu corpo começou a queimar tão desesperadamente e ela gritou, gritou sem se importar com quem possa ouvir, agarrando-se nos lençóis e cabelos do anão, curvando suas costas quase até quebrar sua espinha.

Myelle sentiu seu corpo se romper com a sensação forte de êxtase que se formou atrás de sua testa, nunca sentiu uma explosão tão imensa que poderia facilmente matá-la, Thorin soltou um grunhido animalesco antes de levar as pernas da moça até seus ombros, sua boca voltou a estar em sua feminilidade ainda terrivelmente sensível do orgasmo recente, ela sugou periodicamente.

 -Thorin...eu não posso – ela gemeu inclinando o corpo, seus nervos estavam a flor da pele e qualquer toque parecia sensível de mais para suportar.

- Pode sim – ele disse antes de passar a língua por seu clitóris inchado, o anão introduziu um dedo em seu calor fazendo-a gemer loucamente, ela apertou os lençóis com força, sua cabeça inclinada para trás em um delírio, ele introduziu outro dedo mudando sua curvatura para lhe dar mais prazer enquanto sua boca ainda torturava, e de repente ela parecia segurar tudo outra vez como se nunca tivesse alcançado seu momento de alacridade.

Seus dedos ágeis empurrando-a novamente para outro abismo de prazer, seus nervos voltaram a ser testados da maneira mais agonizantemente deliciosa, deixando-a louca, segurando os lençóis e gritando seu prazer ao ar frio, seu corpo tremia, sua respiração era dificultosa, e sua pele estava encharcada de suor, por um segundo ela esqueceu completamente quem era, e todo seu mundo se resumiu ali, naquele quarto, naquele homem e no prazer proporcionado por ele. Ela sentiu beijos suaves sobre seu rosto e pescoço, enquanto o rei se acomodou entre suas pernas, seu peso prendendo-a contra o colchão, ela virou o rosto e foi engolida em outro beijo profundo, mas agora mais calmo, os dedos dele voltaram a acariciar seu rosto lentamente enquanto a beijava, apesar da distração causada por seus lábios deliciosos, seu corpo inteiro reagiu quando ele se empurrou para dentro dela, espalhando sua umidade ao redor de si mesmo, ela cravou as unhas nas costas dele, e esperou aproxima investida, deslizando um pouco mais.

- Por favor – ela implorou jogando sua cabeça para trás e apertando os olhos com força.

Thorin empurrou-se um pouco mais e com um suspiro de Myelle, ele se conectou a ela, ele apoiou seu peso sobre os cotovelos enquanto suas mãos faziam carícias suaves no rosto dela, a expressão da menina o fez ficar preocupado, mas a sensação de estar dentro de seu corpo começou a corrompe-lo, ele apoiou uma das mãos na parte de trás do pescoço dela, enquanto seus quadris moviam-se um pouco, outro suspiro, misturado com um gemido saiu dos lábios da menina.

- Myelle, você está bem? – ele questionou, a moça abriu os olhos, uma linha de suor em seus traços delicados, mas seu olhar era de amor, ele sabia que era e seu coração inflou.

- Sim, Thorin, apenas cheia – moveu seu quadril para ele – muito cheia!

A declaração o fez louco novamente e seus movimentos tornaram se mais brutos, arrancando gemidos irregulares de Myelle. Thorin se movia sobre ela, empurrando seu quadril, tentando satisfazer seu corpo sem perder o autocontrole, mas Myelle gravou as unhas em suas costas e respirou muito próximo de seu ouvido. Os gemidos, a maneira erótica que ela dizia seu nome começou a enlouquece-lo, as unhas que se arrastaram de seus ombros para seu peito, arranhando suavemente sua pele, dando sensações vibrantes aos seus nervos, seu corpo estremeceu quando as unhas rasparam seus mamilos, desse jeito ele não poderia aguentar, seu desejo era fazer amor, pelo menos hoje à noite, queria demonstrar todo seu amor, adorar seu corpo de uma maneira calma e amorosa, mostrar a ela o quanto a adorava, de corpo e alma.

 - Mais duro Thorin!! – ela ordenou – não é hora de ser gentil!

- Não me peça isso, Myelle – ele gemeu contra sua orelha, dando beijos suaves em seu rosto, enquanto seu movimento ainda era calmo.

Ela alcançou a coluna poderosa de seu pescoço e começou a chupar, fazendo-o gemer, ele não iria perder a compostura, não hoje, mesmo que ela implorasse, ele não faria, ela envolveu sua cintura com suas pernas, seus pés macios deslizaram até a parte de trás de suas coxas, e os sentimentos inspirados por esse movimento fizeram com que ele se afastasse e empurrasse de volta mais rápido.

- Não posso! Não posso Myelle! Não posso suportar você dessa forma! – ele gemeu, estava por um fio, não sabia o que fazer, obedecer seu corpo, ou sua mente.

Ela levou uma perna para descansar um pouco acima de sua cintura, e o movimento acabou com o seu último resquício de controle, Thorin segurou uma de suas coxas puxando-a mais para ele, e empurrou, impulso após impulso, ele bateu nela. Ele pensou que seu primeiro grito tinha sido de dor, mas logo sua mão estava puxando-o para mais perto, ele empurrou mais forte, mais fundo sua própria voz se misturando com a dela. Grunhir, rosnar, gritar e chorar, foi tudo de uma só vez deixando seu corpo totalmente torpe com o desejo de tê-la, sua carne batendo contra a dela, seu gemido de prazer e dor, tão teimosa quanto ela era, não o deixaria em paz nenhuma noite se quer, e o pensamento o agradou, porque era isso que ele queria, possui-la com força faze-la saber que pertencia a ele, que era apenas dele, nunca mais ela iria desejar outro.

Ela explodiu ao redor dele, e ele prolongou sua liberação apertando seus quadris contra os dela. Partindo de um clímax menor. Ela começou a descer e ele procurou sua própria conclusão, estava batendo contra ela, começando na parte inferior das costas, primeiro formigando, em seguida, uma sensação pesada que o fez ofegar contra o peito. Foi agonia e êxtase, que banharam seu corpo e sua alma com uma alacridade pouco encontrada, não era apenas o prazer de possui-la, mas de possuir a mulher de sua vida, a mulher que amava.

Ele se jogou ao lado dela, cansado, respirando ofegante, mas reuniu toda sua força para abraça-la, e acariciar seu rosto um pouco mais.

- Amrâlimê – ele sorriu amorosamente, ganhando um sorriso sincero, mas cansado, os olhos dela já estavam visivelmente pesados.

- Eu o amo Thorin, como nunca amei ninguém –

- Eu também te amo, amrâlimê – ele sorriu plantando um beijo suave no topo de sua cabeça.


Notas Finais


Amrâlimê – meu amor


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