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História Sua lealdade e fidelidade - Capítulo 8


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Notas do Autor


Oi meus morangos! Tudo bom com vocês?



Capítulo novo iniciando o novo arco e prepararem por que esse arco é um tanto quanto PESADO


Fora isso, boa leitura 😌👓🍷📖💋

Capítulo 8 - Segundo arco (Prt1)


Fanfic / Fanfiction Sua lealdade e fidelidade - Capítulo 8 - Segundo arco (Prt1)

""Godric's Hollow""

 

 

Harry ajeitou suas coisas dentro do malão e suspirou quando terminou. Ele finalmente entrou no período de férias. Ele não sabia se ficava triste ou feliz, agora ficar em Hogwarts o deixava desconfortável, mas ir para a casa dos seus tios não o deixava tranquilo.

- Ei companheiro, vamos? - Rony parou ao lado de Harry. Potter assentiu - Você anda tão quieto ultimamente... - os dois seguiram para fora dos dormitórios - Vive grudado com o Longbottom agora. Acha que eu não vi?

- Somos amigos. - Harry o olhou - Não tem nada de errado com isso.

- Amigos, sei... Você e ele parecem mais que isso. - Harry franziu o cenho, não entendendo o tom ambíguo de Rony. Para certas coisas, Harry era realmente muito inocente e de fato não entendia.

- Somos bons amigos.

 




 

Severus observou as crianças irem embora. Ele não conseguiu se despedir do pequeno Potter, mas lhe enviou um bilhete, exigindo que ele descansasse em casa. Por alguma razão, o professor ficou apreensivo com a distância da criança. Ele tinha muitas dúvidas sobre como era na casa de Harry.

Dumbledore sempre lhe dizia que o menino vivia como um príncipe, mas, obviamente, Snape não confiava em suas palavras. Infelizmente, Potter vivia sob uma proteção de sangue, o que tornava impossível para Severus ver com seus próprios olhos.

Mas ele mudaria isso. Ele tinha suspeitas, que se fossem confirmadas, sangue seria derramado.

 





 

Harry entrou no carro de Válter em silêncio. O beta o olhou pelo retrovisor. Harry mantinha a cabeça baixa e quando chegaram em casa, o menino foi rápido em guardar seu malão e ir rapidamente fazer "suas" tarefas.

Ele se pôs a fazer o jantar enquanto lavava a louça acumulada na pia. Ele ouviu a porta abrir e os risos de Petúnia chegarem aos seus ouvidos. A ômega veio até a cozinha e quando viu Harry, fez uma expressão descontente.

- Esqueci que você voltava hoje. - ela comprimiu os lábios - Não quero nenhum prato engordurado, ou você já sabe, não é?

- Sim senhora. - Harry disse, nunca erguendo os olhos para ela e mantendo seu tom de voz baixo.

- Depois limpe a casa e tire o pó dos móveis também. - ela começou a listar tudo o que queria que fosse feito ainda naquele dia e aí de Harry se não o fizesse - Você ouviu?!

- Sim senhora. - obedientemente ele assentiu.

 




 

- Então, não conseguiu me trazer o pequeno Potter? Que decepção Severus. Você já foi mais competente... - o homem de aparência ofídica sibilou descontente - Ao menos tem o motivo?

- Sim, milorde, Dumbledore está atencioso á Potter e creio que isso é resultado da fuga de Black. Dumbledore teme que eles se encontrem e o menino acabe descobrindo alguma coisa... - Snape se calou, esperando o crucio – que veio segundos depois. Ele mordeu os lábios fortemente, evitando que qualquer som escapasse por seus lábios.

- Esqueça Potter por enquanto, já que não consegue fazer algo tão simples. Se junte á Malfoy e se concentre em Black. Agora saia.

-Sim, milorde.. - ele se levantou com os punhos cerrados, para impedir os espasmos da dor ainda presente.

Severus fechou a porta e foi até o quarto de Lucius. O loiro ficou surpreso ao ver sua porta ser escancarada pelo moreno, que a fechou rapidamente, caindo contra a porta.

- O que há com você? - ele se levantou, indo até Severus.

- Milorde... - foi tudo o que ele disse antes de ser levado até a cama do loiro. Lucius o ajudou a se deitar, suspirando em seguida.

- Ele acordou mais temperamental do coma. - Lucius acariciou o braço de Severus, tentando confortá-lo da dor - O que você fez?

- Foi o que eu deixei de fazer, na verdade. - ele fechou os olhos, sentindo seu corpo ainda estremecer.

- Deixou de fazer? Você nunca deixa de cumprir as ordens dadas pelo Lord... - o loiro estranhou.

- Essa ordem foi diferente. - ele abriu os olhos e fitou os olhos azuis acinzentados do Malfoy.

- O que ele te mandou fazer?

- Que eu lhe trouxesse Potter. - Lucius rapidamente entendeu. Severus nunca entregaria o menino.

- O que ele quer com o garoto?

- Eu não sei. Conversar ou algo assim.

- Conversar? Duvido muito. O Lord não é mais o mesmo de antes. Ele não para pra conversar.

- Eu sei, mas não foi por isso que não cumpri suas ordens, e sim porque o garoto não quer vir eu não vou força-lo...

- Vocês tem conversado?

- Sim. Aparentemente, ele confia em mim. Agora eu tenho uma chance real de protegê-lo; de cuidar dele e é o que vou fazer, não importa quantos ‘crucios’ eu leve. - ele voltou a fechar os olhos, aproveitando o carinho de Lucius, que subiu para o seu ombro e pescoço


- Como sempre, um homem admirável, Severus. - o moreno, por estar de olhos fechados, não viu o sorriso amável que cruzou os lábios do Lord Malfoy.

 





 

Três dias depois, Harry mal conseguia mover um dedo, mas ainda seguia fazendo "suas" tarefas.

Era cinco da manhã do quarto dia em "casa" e Harry não dormia. Ele não conseguia dormir. O medo era muito grande para tal.

O segundo dia – quando Harry finalmente conseguiu cochilar por alguns minutos – acabou tendo um pesadelo, ou melhor, sonhou com a morte dos seus pais. Ele acordou de imediato e seu coração batia de forma dolorosa. Sua magia se descontrolou, o que causou um pequeno terremoto na casa, que assustou seus tios até a morte.

Válter ficou furioso com ele, mesmo que o pequeno ômega não tivesse feito de propósito e repetisse isso há todo momento. Harry – já acostumado – não emitiu nenhum som enquanto o beta desferia golpes pesados contra ele e o chamava de aberração. Isso não ajudou nenhum um pouco com as batidas dolorosas de seu coração, que agora, além de dolorido, estava exausto.

Suspirando, ele se levantou com dificuldade e mancou até seu malão, deixado no canto do seu quarto – que nada mais era do que um armário de vassouras.

- Ei menina... - Harry sussurrou para Edwiges, que o fitava com seus grandes olhos amarelos preocupada. A coruja das neves piou, deixando claro que estava ouvindo - Eu sei que está tarde menina, mas... Mas eu pre-preciso de um favor... - ele escreveu um bilhete com dificuldade e foi até a gaiola, a abrindo - Por favor, leve isso para... Para... - ele se calou, tentando manter a consciência através da dor que o invadia. Um dos lados da sua cabeça estava machucada e com sangue seco e Harry estava começando a ter dificuldade para falar. Edwiges piou novamente, bicando o dedo de Harry para fazê-lo se concentrar e terminar a frase - Desculpe... Leve para... Para Neville... Neville Longbottom... - ele respirou fundo, tossindo em seguida. Harry tossiu sangue – Edwiges, eu não vou... Eu não vou estar... Estar aqui quando você voltar. - Edwiges o olhou curiosa - Eu... Eu preciso ir para um hospital... - Harry com os dedos trêmulos, amarrou o bilhete na pata da coruja - Você pode levar Neville... Levar Neville até mim. Ele é meu amigo. Eu acho...

Harry muito lentamente vestiu o casaco mais grosso que tinha e pegou seu malão, e a gaiola de Edwiges. Ele caminhou até a porta e pegou a copia da chave que ele tinha pegado escondido de Petúnia. Ele ouviu passos atrás dele e se virou em pânico, dando de cara com Dudley. O outro fitou o malão e a gaiola em suas mãos.

- Dudley... Por favor...

- Vá logo. - disse o beta - Eu não vou contar... Só... Só toma cuidado. - ele olhou para Harry uma última vez antes de subir, mas parou olhando para ele novamente - E me desculpe... - Dudley voltou a subir e sumir no corredor.

Harry suspirou aliviado e depois saiu da casa. A rua estava deserta e estava muito frio. Ele se afastou bastante antes de soltar Edwiges e seguir andando.

Ele conseguiu pegar um ônibus normal até o hospital mais próximo e já era 07:15 da manhã. Ele preferia ir no mais longe, pois queria se afastar o máximo possível de seus tios, mas Harry estava exausto por estar tanto tempo sem dormir – pois em Hogwarts ele também não dormia e estava muito ferido.

Harry estava prestes a entrar em choque. Seu corpo não resistiria por muito tempo e, por algum motivo ainda desconhecido, sua magia não estava o curando.

Ele saltou uma quadra longe do hospital e foi caminhando até lá. Quando chegou, ele atravessou a entrada e foi até a recepção, onde um grupo de enfermeiras estavam reunidas.

- Com... Com licença...? - ele falou muito baixo, por isso ninguém a ouviu – Co-... Hump-...! - Harry de repente se engasgou e começou a tossir de forma seca e violenta. Ele caiu de joelhos ainda tossindo, quando finalmente as enfermarias notaram sua presença.

- Ei! O que há com você rapaz? - uma delas se abaixou, puxando seu capuz e se assustando assim que Harry ergueu o rosto para fitá-la - Santo Deus!!

- O que fizeram com você?! - outra se abaixou, colocando a mão no ombro de Harry, olhando seu rosto inchado em roxo, preto e vermelho. Harry continuou tossindo, até que cuspiu sangue no chão branco do hospital – Rápido! Peguem uma maca e levem ele!

- Aju-... Ajuda... - Harry disse antes de cair para o lado e ser amparado pelos braços da enfermeira.

- Não se preocupe. Vamos cuidar de você, mas, por favor, não desmaie... Fique acord-... – infelizmente, Harry não conseguiu obedecer a enfermaria e desmaiou..

 





 

Algumas horas depois, Draco estava já estava na casa do seu padrinho, na Rua da Afiação. Seu padrinho morava numa casa trouxa simples. Por fora era decadente e por dentro era até muito bonita, e tinha um aspecto muito frio, mas Draco não se importava. Ele se sentia confortável ali, principalmente agora que o Lord das Trevas entrava e saía da sua mansão quando bem entendesse.

Ele estava sentado em uma das poltronas na sala, que era cercada de livros em quase todas as paredes. Foi quando uma coruja bicou a janela da sala. Draco não deu muita importância, até que Severus desceu as escadas e abriu a janela. A coruja branca com penas cinza e olhos castanhos foi até o loiro na poltrona.

- Parece que é pra você... - Severus viu Draco olhar o animal curioso. Aquela não era nenhuma das corujas de sua família ou amigos.

- Eu vejo... - ele pegou a carta da coruja, lendo-a em seguida. Logo ele também leu um bilhete que vira junto da carta.

- De quem é? - Draco olhou para seu padrinho assustado, sem saber o que fazer – Draco, de quem é?

- Eu preciso sair. - Draco se levantou.

- Sair? Pra onde? De quem é essa carta? - o loiro o olhou por alguns segundos, pensando bem na resposta.

- Padrinho, eu posso confiar no senhor? - Severus franziu o cenho.

- Que pergunta é essa? É claro que pode. - o loiro respirou fundo.

- O senhor sabe que Potter e eu fizemos as pazes, certo? - Severus assentiu - Então, essa carta é de Neville... E o bilhete é de Harry. - ele estendeu a carta e o bilhete, que foram pegos imediatamente por Snape.

Primeiro ele leu a carta.

 

“Malfoy, sei que não somos tão próximos ou íntimos para trocarmos cartas, mas tanto você quanto eu somos amigos de Harry.

Eu recebi essa manhã esse bilhete de Harry. A coruja dele, Edwiges, me guiou até ele, me levando até uma espécie de hospital trouxa...

Malfoy, Harry está internado nesse hospital, mas eu não posso vê-lo, pois eles exigem o nome de algum adulto responsável.

Por favor, me ajude.

 

Ass. Neville Longbottom”

 

 

Severus, com olhos arregalados e temerosos, leu o bilhete.

 

“Neville, sei que não deveria te mandar uma carta pedindo isso, mas eu realmente preciso de ajuda e, no momento, você é única pessoa que me vem a cabeça.

Edwiges vai te trazer até mim, se você não quiser vim, eu vou entender, de verdade.

 

Ass: H.J.P”

 

Severus leu espantado as letras tremidas, indicando que foram escritas com muita dificuldade, mas o que realmente o assustou foram as marcas de digitais em sangue no canto do bilhete...

 





 

Neville andava de um lado para o outro na calçada á uma quadra do hospital. Ele estava pensando no que fazer. Era a sua primeira vez no mundo trouxa e ele não sabia nem como agir.

- Longbottom! - ele se virou em direção ao loiro, mas se encolheu ao ver Snape - Não se preocupe, o professor Snape é totalmente confiável e é um adulto. - Neville assentiu.

- Uma das moças disse que Harry estava numa tal de UTI. - ele sussurrou enquanto caminhavam até o hospital.

Severus apressou os passos quando ouviu isso, entrando no lugar e foi direto até a recepção.

- Em que posso ajudá-lo? - perguntou a jovem recepcionista.

- Nessa manhã, um jovem de 13 anos, branco, baixo, magro e de cabelos negros deu entrada aqui? O nome dele é Harry James Potter. - a mulher o olhou com olhos semicerrados.

- Hoje de manhã um rapazinho com essas características deu entrada na UTI. O que o senhor é dele? Pergunto o porquê pelo estado em que ele chegou, fomos obrigados a acionar a polícia e o concelho tutelar.

- Polícia e concelho tutelar? Em que estado ele foi encontrado?

- Primeiro me responda: quem é o senhor?

- Meu nome é Severus Snape. Eu sou professor no internato a qual ele reside e estuda. - a ômega assentiu.

- O senhor sabe quem são os responsáveis dele? - ela começou a notar tudo.

- Por favor, me diga primeiro como ele está. - a recepcionista, vendo o olhar preocupado do alfa, suspirou, pegando o telefone e chamando o médico.

- O médico que o atendeu virá em alguns minutos e lhe dará todas as respostas.

Severus assentiu, esperando pelo médico responsável. Minutos depois, veio até ele outro ômega, usando um jaleco.

- Bom dia, eu sou Adolfo Jones e o senhor seria?

- Eu sou Severus Snape.

- O senhor é o professor do menor? - Severus assentiu - Por favor, venham comigo. - os três seguiram o médico até o consultório do mesmo - Por favor, sentem-se.

- Prefiro ficar em pé. Como está Potter?

- Esse é o nome dele? Ótimo. Potter está numa cirurgia agora, retirando os fluidos do seu pulmão. Ele chegou aqui em um estado lamentável. Três costelas quebradas, uma trincada; ele trincou o baço, três dedos do pé quebrado, dois da mão no mesmo estado, traumatismo craniano com coágulo... - Dr. Jones parou quando Severus precisou se sentar e Neville e Draco tinham expressões assustadas - A lista é extensa. Ele precisará ser submetido a alguns outros procedimentos cirúrgicos. O senhor está disposto a assinar um termo de responsabilidade? São realmente urgentes todos esses procedimentos.

- Eu assino, mas eu quero vê-lo imediatamente após esses procedimentos. Ele pode ser transferido?

- Não é recomendado e o concelho tutelar não vai permitir até que uma investigação seja feita.

- Certo. Aonde eu assino?

 






Lucius estava almoçando quando recebeu um patrono de Snape, pedindo que ele fosse á um hospital trouxa, dizendo que ele teria achado a solução perfeita para Black. O loiro aparatou á algumas quadras do hospital. Ele disfarçou suas vestes e foi até o mesmo, Olhando em volta meio enojado, ele viu Draco e o menino Longbottom em frente á uma máquina de lanches.

- Draco? - ele caminhou até seu filho - O que faz aqui?

- Vim acompanhar o padrinho.

- E onde ele esta?

- Na sala do médico trouxa. - Draco levou o pai até lá. Lucius esperou no corredor - O padrinho está com policiais e pessoas do concelho tutelar ou algo assim.

 

♡♡♡

 

Do lado de dentro, Severus respondia as perguntas calmamente.

- Os pais dele estão mortos, morreram quando ele tinha um ano e meio. Que eu saiba, ele mora com a tia materna e o marido dela, Válter e Petúnia Dursley.

- O senhor sabe quando começaram as agressões? - o policial perguntou - Como professor, o senhor notou alguma anormalidade no comportamento do menor?

- Infelizmente não. Ele sempre foi um menino muito quieto, apesar de arteiro em certas ocasiões. Acontece que no internato onde trabalho, os alunos são divididos em quatro casas e o senhor Potter não é da minha casa, por isso não tenho tanta acessibilidade a ele quanto gostaria. Eu fui amigo dos pais dele quando mais jovem.

- O senhor sabe onde moram esses tios?

- Não. - Severus suspirou.

- Harry precisará de alguém aqui para acompanha-lo essa noite. O senhor gostaria de-...

- Sim, eu fico. - Severus cortou o médico.

O policial e o assistente fizeram mais algumas perguntas antes de liberarem Severus, que puxou Lucius para longe dos meninos.

- Como esta Potter?

- Mau. Eu ainda não o vi, mas a lista de ferimentos não é pequena. Eles o espancaram, Lucius! - Severus rosnou.

- Se acalme.

- Eles espancaram um filhote! Uma das enfermarias comentou que ele estava deformado por conta do quanto inchado estava seu rosto. Se eu tivesse percebido os sinais...

- Não se culpe Severus. Você está aqui agora e pode cuidar dele.

- Mas eu não te chamei aqui para isso e sim para te dar uma solução para Black. - Severus respirou fundo, tentando acalmar seu alfa - As autoridades trouxas vão tomar providências, mas assim que Dumbledore souber, ele vai tentar impedir que Potter deixe a casa dos tios.

- Isso é óbvio. Esse homem é asqueroso.

- Mas, se esse caso for parar nos jornais bruxos, o Ministério da Magia vai ser obrigado a se pronunciar e tomar uma atitude. Um julgamento vai ser iniciado e no processo, várias famílias bruxas vão querer adotá-lo e você vai poder secretamente apresentar provas da inocência de Black, pois Dumbledore vai estar ocupado demais tentando se livrar da culpa de ser um Guardião Mágico irresponsável.

- Eu vou iniciar as coisas. - Malfoy gostou do plano – Porém, eu acho melhor Potter ser informado sobre isso. Vai ter muito mais exposição do que ele deve estar acostumado.

- Eu vou falar com ele. Ficarei aqui até que ele esteja bem.

- Não seria melhor transferi-lo? Ele precisa de cuidados mágicos.

- Ele está muito debilitado, é impossível tirá-lo daqui agora. - Severus se encostou na parede, se sentindo exausto.

 

 

 



Continua 


Notas Finais


Betado por @Alexander_Angel


Esse foi o capítulo de hoje

Espero que tenham gostado


Até a próxima 💋


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