História Sua Voz - Capítulo 1


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Categorias Mamamoo
Personagens Hwasa, Moonbyul, Solar, Wheein
Tags Hwasa, Mamamoo, Moonbyul, Moonsun, Solar, Wheein
Visualizações 143
Palavras 529
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Meu deus o que eu to fazendo, enfim boa leitura :)

Capítulo 1 - Prólogo


Kim Yongsun adentra a grande sala posicionando-se a frente da bancada e repousando seus livros sobre ela. Olhos curiosos a observavam atentamente, silenciando todo e qualquer murmúrio que antes preenchia o lugar. 
Analisando cada semblante a sua frente, pôs-se a falar: 
 
"Bom dia. Dispenso apresentações, por isso darei início a aula, acredito que já saibam quem sou, entretanto, para aqueles que não se deram ao trabalho de conhecer seus respectivos professores, me chamo Kim Yongsun"
 
Sua fala exalava superioridade, causando de imediato arrepios aos presentes. 
 
Olhos escuros e cabelos marrons eram a principal característica da mulher, que com apenas 30 anos lecionava literatura a universitários pertencentes a uma rede particular de ensino. Devido a excelência acadêmica, não demorou muito para a jovem destacar-se entre os demais e conquistar o merecido espaço. 
 
Entretanto, a principal característica da Kim apresentava-se em sua personalidade: rígida e presa aos métodos de ensino tradicionais. Pertencia a uma antiga família e por isso, espelhava-se em sua educação que a levou até ali. 
 
Criticada por poucos e elogiada por muitos, Yongsun dedicava sua vida ao ensino. Graduou-se aos 16 anos e pouco antes de seu vigésimo segundo aniversário, o diploma de licenciatura em literatura já enfeitava a sala de seu apartamento. Por cerca de oito anos, trabalhou em escolas públicas e privadas e por fim, há dois anos, recebera a oportunidade que tanto almejava: lecionar em universidades. 
 
O gênio forte nem sempre esteve estampado em sua personalidade, porém a vida que levava a tornou assim. Solitária e independente. 
 
Espelhava suas atitudes nas de seus pais, importantes empresários do ramo educacional. Viveu sempre sob a sombra de sua irmã mais velha e isso enfurecia Yongsun que sempre clamava pela perfeição. Seu maior defeito talvez fosse esperar o mesmo de seus alunos que nunca correspondiam a suas expectativas, tornando frustrante qualquer tentativa de encontrar alguém semelhante a si. 
 
Riscou o quadro branco transformando traços em palavras e iniciando a aula. Introduziu os alunos a seu método de avaliação deixando claro o quão rígida poderia ser.  
 
Sem muita demora, distribuiu algumas folhas com informações sobre o necessário para acompanharem suas aulas, alguns livros e materiais. Prosseguiu com a explicação até ver os poucos minutos restantes se esvaírem e observar cada alma retirar-se de sua sala. Exceto uma. 
 
De uma maneira um tanto desajeitada, a jovem de cabelos acinzentados seguiu os inaudíveis sons reproduzidos pelo material de sua professora e posicionou-se ao seu lado chamando a atenção da mesma. 
 
Sem sequer olhar a Kim indaga com uma voz de indiferença: 
 
"O primeiro período acabou. Pode se retirar, a não ser que queira ter esta aula novamente" 
 
Remexendo as mãos e procurando as palavras certas, a aluna prontamente fala: 
 
"Desculpe interromper, mas acho que não serei capaz de ler o que pede. Sinto muito" 
 
Com um sorriso sarcástico, a mulher agora levanta de sua cadeira, achando petulante a atitude da mais nova. 
 
"Algum problema? Por acaso é cega?" 
 
Sem paciência, Yongsun despeja as palavras entaladas em sua garganta. Trabalho excessivo causava este efeito nela. 
 
Claramente nervosa, a aluna agora levanta a cabeça em uma tentativa de encarar sua mentora que não tivera ainda chance de olha-la nos olhos. 
 
"Na verdade, sim". 


Notas Finais


É isso até o talvez próximo capítulo


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