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História Suayeon Soulmates - Capítulo 7


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Capítulo 7 - O Começo de um Pesadelo


Eu disse, eu avisei, e se concretizou.

Cá estou eu, as nove horas da manhã, junto com as meninas no salão principal do edifício esperando nossa hora de ir para o evento que começará às dez, aqui mesmo na cidade. O problema? A dor de cabeça proveniente da ressaca. Maldita hora que inventei de beber demais.

É por isso que estou mais quieta, sem conversar muito. Além de mim, a SuA também está na mesma situação, e tentamos ao mesmo tempo não nos envolvermos muito no que acontece, mas também não chamar a atenção de outras pessoas sobre como realmente estamos. As meninas sabem o que passa e nos ajudam, nos envolvendo no assunto em momentos bem escolhidos para demonstrar a quem quer que veja do lado de fora de nosso grupo que SuA e eu estamos apenas em um dia ao qual não queremos conversar muito.

Mesmo assim, vai ser um dia longo.

O despertador conseguiu me acordar na hora que programei, e eu precisei de uns bons cinco minutos para a torrente dor na cabeça me deixasse levantar. Tomei um bom banho, bebi muita água e passei maquiagem o suficiente para não parecer demais, mas também que escondesse a cara de ressaca em mim. Mais tarde as meninas que cuidam de nossa maquiagem, roupas e coisas do tipo – que também colaboram com nossas escapadas e ajudam quando necessário, como no caso – deu um retoque final e tenho e admitir, ficou muito bom. Só quem chegar realmente bem perto de mim notará algo de diferente.

Nós temos um bom staff trabalhando conosco, isso é certo.

Nosso diretor/chefe deu uma passada para nos ver mais cedo, e eu fiquei amedrontada com a cara séria que ele lançou para mim e SuA, mas como pensamos, não disse nada. Ao menos até agora, talvez não teremos tanta sorte quando o dia de eventos se encerrar.

Voltando a pensar em hoje de manhã, ainda no meu quarto, eu tive um momento em que precisei de todas as minhas forças para não fazer uma loucura. No momento em que eu estava me trocando, ainda de roupas íntimas, caminhei até a janela e fechei a cortina, e quando me viro de volta, a porta do quarto se abre e SuA entra com a mão na cabeça, nitidamente reclamando de dor também. Eu não fiz alarde sobre ela entrar sem ao menos bater – principalmente porque eu não me importo nenhum pouco com isso – nem com o fato de eu estar seminua na frente dela – muito mais por não ter me atentado a esse detalhe do que por outra coisa. Quando enfim percebi, foi no instante em que ela me lançou um olhar devorador e passeou pelo meu corpo. Com toda certeza devo ter ficado muito vermelha, mas como não sou de fugir das situações – infelizmente eu só não tenho coragem mesmo de me abrir emocionalmente como deveria – abri os braços e dei uma voltinha sensualizando, na provocação mesmo.

— Tem algo a comentar sobre o “look” que usarei no evento de hoje?

— Sobre o seu “look”, não tenho nada a dizer, apenas apreciar. — Ela fala na maior cara de pau, se aproximando de mim. — Agora, o fato de você querer sair assim, devo dizer que não vou permitir tal loucura.

— E por que seria loucura? — Brinco, mas realmente querendo saber sua resposta.

SuA enlaça seus braços pela minha cintura e faz nossos corpos se tocarem, me deixando completamente abismada com tal ato. Até hoje ela nunca fizera algo assim tão ousado, ato esse que acertou em cheio minha estima de querer contar tudo para ela.

— Eu gostaria de ser a única a te ver assim, ou sem essas peças. — Ela fala quase sussurrando, tocando a alça de meu sutiã e a parte superior da calcinha.

Instintivamente eu levei meus braços e toquei os seus, alisando sua pele, sentindo-a se arrepiar. Eu podia jurar que quando me encarou, eu via um certo desejo que eu apenas sonhava em ver, mas que era real. Era estupida e maravilhosamente real.

Isso está acontecendo mesmo? A SuA também me quer na mesma intensidade que a quero?

Eu já estava no meu limite e a beijaria ali mesmo, se não fosse por vê-la rir, me soltar e se afastar, dizendo:

— Acho melhor você colocar uma roupa senhorita Siyeon, ou Singnie, como quiser, antes que eu realmente te ataque e nós não iremos sair desse quarto tão cedo.

Pode até parecer uma declaração ou algo do tipo, mas o tom de voz humorado e brincalhão da SuA estava presente. Ela estava agindo como nós duas costumamos agir, com brincadeiras e coisas do tipo. Então me esforcei o máximo para não esboçar minha frustração com aquilo e decidi entrar na sua onda.

— Olha só quem fala, a dona do corpo mais sexy e perfeito que eu conheço. — Digo, fazendo-a gritar de vergonha com minhas palavras, e então fui me arrumar.

E cá estou eu pensando em uma forma de transformar o que aconteceu hoje de manhã em algo real, e não somente em mais uma zoação nossa costumeira.

Não conversamos com ninguém, nem mesmo houve uma interação entre nós mesmas na van enquanto íamos até o local do evento. Diante de nossos fãs, em um local aberto e público, assumimos o nosso papel e agimos como se estivéssemos bem, onde levantamos da cama cheias de disposição e tal. Deveríamos receber um prêmio por atuação para esconder a droga da ressaca, mas conseguimos.

E não entendem mal. Eu amo os insomnias. Amo eles com todo o meu coração. Estar com eles sempre são momentos que dão um sentido a mais em minha vida. É para eles que mostramos nossas músicas, e são eles que nos dão todo esse amor ao qual minhas companheiras e eu somos muito gratas. A questão nesse momento é que eu não estava em um dia com cem por cento de energia para retribuir toda aquela atenção e carinho, e fingir nunca é algo agradável de se fazer. É esconder para não preocupar nossos fãs, e não alimentar os fotógrafos e homens sedentos atrás das câmeras para encontrar um pequeno sinal ao qual eles possam usar para criar o caos na mídia. Além deles, tem os haters que sempre estão em busca de uma pequena migalha ao qual conseguem sempre transformar em uma tempestade cruel e devastadora.

A vida de um idol tem de ser perfeita e não pode possuir erros. Caso isso aconteça, você não está no nível adequado e é atacado a ponto de te tratar como se fosse um criminoso hediondo que cometeu o pior dos crimes. É por isso que estou torcendo muito para nosso plano dar certo. Iremos fazer todas essas mentes pequenas entenderem que o mundo é diferente, que há pessoas diferentes, e que isso é normal. Que a ideia errada esteve sempre nas cabeças preconceituosas ao qual eles possuem e se negam a ver.

Posso dizer que meu dia começou mesmo a partir de palavras ditas por um fã, em um momento mais descontraído, ao qual levou a uma brincadeira descontraída que fez minha mente descontrair... acho que usei o mesmo verbo demais. Eu nem sequer esperava por algo assim.

Eu estava ao lado das meninas, acenando para o público e odiando o calor que está fazendo nessa manhã, e eu ainda coloquei a droga de uma camisa com mangas longas. O pessoal se divertia com algumas palhaçadas feitas pela Gahyeon e Dami, quando ouço um rapaz de óculos e cabelo curto estender a mão em minha direção. Eu o noto e vejo algo de interessante em sua camisa. É uma foto minha e da SuA. Apenas nós duas. Nem sabia que tinham camisas assim, com só nós duas estampadas.

Isso me animou bastante. Eu chamo a atenção de SuA, tocando seu braço e aponto na direção do garoto. Ela repara e dá uma boa risada, costumeira dela, escandalosa como sempre, e se aproxima um pouco do menino, colocando a mão na orelha, querendo ouvir melhor o que ele tem a dizer. As outras meninas nem sequer percebeu o que estava acontecendo. Eu dei um passo a frente para poder ouvi-lo também.

— Eu só gostaria de poder tirar uma foto de vocês duas juntas.— Ele falou, um pouco recuado, com o celular em mãos.

SuA e eu nos encaramos e nossas respostas estavam estampadas em nossos olhares. Não havia motivo algum para negar um pedido desse, principalmente a um fã que nos ama – será que nos shipa também?

Su A (SuA), se aproxima e sussurra em meu ouvido:

— Esse cara merece uma foto extravagante, você não acha?

— Extravagante? — Faço tal pergunta retórica em tom baixo também, mas eu entendi muito bem o que ela estava querendo dizer.

— Sim, uma foto Suayeon, como realmente somos.

Ah, eu adoro quando ela usa o nome de nossos ship, e também quando me chama de Singnie – apesar que ela não está fazendo muito isso ultimamente.

— Seu pedido é uma ordem. — Brinco também. — Como você quer fazer?

— Assim.

Ela me puxa para um pouco mais perto do fã e me segura pela cintura, aproximando nossos rostos a ponto de nossos narizes quando se tocarem. Posso sentir o seu perfume me embriagar. Ela faz uma cara safada e eu percebo que devo entrar na onda ou qualquer um ali presente notará minha feição de completa e loucamente apaixonada pela SuA. Curvo o corpo em sua direção e a abraço também, deixando-nos em uma posição bem provocante e então, com os olhos fixos uma na outra, faço um sinal para ele tirar a foto. Acredito que ele tenha aproveitado o momento e ter tirado diversas, mas eu estava adorando cada segundo daquele momento.

Só saímos de nossas posições quando as outras meninas enfim haviam percebido o que estava acontecendo e começaram a nos sacanear. É quando elas fazem isso que meu nível de racionalidade entra em ação e um pouco de vergonha me faz recuar, fingindo ser apenas uma simples brincadeira, nada demais.

Ah, se os fãs soubessem o que apenas tocar a SuA faz comigo, eles teriam overdoses de amor ou começariam a me atacar paus e pedras.

Durante a viagem seguinte, ao qual levou cerca de uma hora e meia, foi mais divertida. SuA e eu brincamos com as meninas, em suma atazanando a Handong que tropeçara e caíra antes de entrar na van. Logo que chegamos almoçamos, onde houve mais diversão e como se todas as brincadeiras estivessem nos esgotado, todas, sem exceção, adormeceram quando chegamos a uma sala de espera com sofás e poltronas acolchoadas. Teríamos de esperar até o fim da tarde para a sessão de fotos ao entardecer, e a noite iríamos até a estação de rádio. Tínhamos tempo o suficiente para descansar. E como eu havia dormido pouco na noite passada, acredito ter adormecido logo que me acomodei em um dos sofás.

Ao abrir os olhos e me espreguiçar, verifico no meu relógio que dormi cerca de três horas, o que indicava que nosso tempo de descanso estava quase no fim. Esse cochilo foi o suficiente para energizar meu corpo. Também reparei que havia um peso em meu ombro esquerdo. SuA dormia ao meu lado, um braço possessivo sobre minha barriga. Eu nem sabia que ela tinha vindo se aconchegar em mim, e saber disso fez surgir um enorme sorriso em meus lábios.

Dou uma olhada rápida pelo local. Além da SuA, a Handong e a Dami ainda dormem. Gahyeon está em uma poltrona vendo algo no celular. Não vejo a Yoohyeon por aqui, porém a JiU chamada minha atenção. Ela está em pé em frente a uma janela, olhando para o mundo, e juro ter visto uma lágrima escorrer por sua bochecha. Assustada por estar a vendo chorar, eu me levanto – calmamente para não acordar a SuA e deixando-a em uma posição confortável – e vou até minha outra unnie.

— O que houve? — Pergunto delicadamente, ficando ao lado da Ji U e tocando seu rosto, enxugando outras lágrimas que escorriam por sua face.

— Não é nada demais. — Ela tenta disfarçar esboçando um sorriso, tão triste que acabou comigo.

— Se isso é ser nada, tenho medo se algo realmente acontecer. — Digo, olhando bem fundo em seus olhos. — Sabe que não me engana, não é? Então, por favor, não minha para mim e deixe-me te ajudar.

Ji U suspira e noto ter conseguido faze-la me contar o que se passa.

— Só estou pensando em como vai ser minha vida quando nosso grupo acabar.

— Nosso grupo não vai acabar... — Tento dizer, mas ela logo me corta.

— É questão de tempo Siyeon, você sabe disso, nosso manager já comentou sobre um possível disband. — Posso sentir a tristeza em cada palavra dela. — Pode ser daqui a meses, ou, na sorte, ainda teremos um ou dois anos, mas se as coisas não melhorarem como eles querem, teremos de nos despedir, e isso me machuca tanto que eu não estou conseguindo segurar. Tivemos um momento assim e eu jurava que tinha tudo acabado, quando trouxeram a ideia do Dreamcatcher, que me agradou bastante e me fez perceber que não terminava ali. Mas eu nunca pensei que isso pudesse acontecer de novo, e isso me assusta. Eu deveria ser a mais forte, por ser a mais forte, a líder, mas está sendo muito difícil...

Não permito que ela termine. Puxo ela para meus braços e a abraço com toda a força que tenho, confortando-a. Sinto que ela precisava bastante desse abraço, pois seu corpo tremeu com meu toque e perdurou por algum tempo, até que fosse se acalmando.

— Você já é forte Ji U, não acredite em quem diga o contrário disso. — Falo, segurando minhas próprias lágrimas para não tornar esse momento ainda mais emotivo. — Eu e as outras meninas nos orgulhamos bastante de ter você como nossa líder.

— É claro que sim. — Não fui eu que respondi. Su A havia se aproximado e nos abraçado também, e logo depois também fomos acolhidas pelos braços de Yoohyeon, que diz:

— Você é o alicerce de nossa felicidade, Ji U, então sei que cada uma de nós nos orgulhamos de ti.

— Ei, eu também quero esse abraço grupal. — Ouvimos Gahyeon falar, enquanto se levantava da poltrona e vinha em nossa direção.

Seu grito acabou despertando a Handong e a Dami, que notaram nosso abraço e nem se perguntaram o motivo, apenas sorriram, se levantaram e vieram até nós.

Nós sete, nada mais e nada menos.

Somos uma família que agradeço aos céus todas as noites por ter.

Minutos mais tarde Su A me chama em particular e nós caminhamos até uma área isolada no corredor da sala onde estamos ficando. Ela sorri ao perceber que não há ninguém que possa nos ouvir e se vira para mim, segurando minhas mãos entre as dela.

— O que quer ganhar de presente? — Ela indaga e sua felicidade me fez lembrar de um cachorrinho filhote quando está brincando com o seu dono – apenas lembra, não estou chamando de cachorrinho...

— Presente? — Indago confusa.

Por que eu estaria recebendo um presente? O que eu fiz? Ganhei algum concurso ou gincana?

— Sim, senhorita Siyeon, seu aniversário é próximo semana, certo? Então, eu quero te dar um presente e gostaria de saber o que quer ganhar.

Eu devo estar avoada mesmo hoje. Ela tem esse mesmo costume de me perguntar o que quero ganhar sempre que meu aniversário está chegando. Diferente de mim que costumo comprar algo que acredito que ela vá gostar – ou seja, eu tento a sorte com base em tudo que conheço dela, e até hoje eu consegui satisfaze-la nesse quesito – ela não gosta de se arriscar. Está sempre me perguntando e todo ano é a mesma coisa: eu digo que aquilo que ela quiser me dar, já é o suficiente para me fazer feliz, então ela continua insistindo até eu dizer algo que não seja muito caro, mas que eu vá precisar em algum momento, como roupas, joias e coisas do tipo.

Só que hoje eu não quero enrolar e quero fazer diferente. Quero dar um tiro no alvo e ver se eu consigo acertar.

— Ah sim, meu aniversário... — Me faço de despreocupada, e então sorrio, apontando meu dedo em sua direção. — Eu quero você.

Foi engraçado ver o modo como os olhos de Su A se arregalaram lentamente, sua mente processando o que acabei dizer. Acredito que ela não esperava eu dizer algo, que eu fosse enrolar como sempre faço, nem mesmo que eu diria que gostaria de ter ela mesma.

— Como assim, eu? — Ela indaga ainda surpresa, rindo tímida. — Devo entrar em uma caixa de presentes enorme e pedir para te entregarem de manhã logo cedo?

— Se você estiver comigo durante todo o dia, para mim será o melhor presente que terei.

Nós estamos quase sempre juntas. Ou eu a procuro, ou ela me procura. Tem dias que literalmente ficando as vinte e quatro horas uma ao lado da outra. Mas tanto em seu aniversário, quanto no meu, isso nunca aconteceu. Devido a alguns contrapontos, como uma ou outra ir visitar a família, ou estarmos um pouco distantes ou ainda termos algum trabalho pra fazer naquele dia, então ficamos por um leve período de tempo juntas. Eu gostaria de estar com ela apenas para mim nesse dia, será que estou pedindo muito?

Para minha surpresa, ela sorri, segura minha mão e me puxa de volta para a sala. Chegando lá, ela chama a atenção das demais meninas.

 — Ei, um minuto da atenção de vocês, por favor? — Cada uma delas para de fazer o que estivessem fazendo e olham sem entender para Su A, que prossegue ao perceber que tem toda a atenção daquele lugar. — Bem, gostaria de informar a vocês que não pensem em me procurar ou marcar algo para fazer comigo no dia do aniversário da Siyeon, porque eu serei toda dela nesse dia. Estarei me dando como presente para ela.

E a zoação logo veio. O local praticamente virou um salão de festa com gritos, assobios, palavras encorajando que uma de nós comprassem logo as alianças e coisas do tipo.

Meu coração sorriu com essa cena. Gritou junto com elas, dançou e comemorou, pois, um de meus desejos vai se realizar...

E poderia continuar feliz se não fosse pelo que veio a seguir.

Meu bolso vibra e percebo que meu celular acabara de receber mensagens. Eu o pego e vejo que vem de um aplicativo de conversas. A pessoa que me enviou é desconhecida e usa uma, na verdade, uma foto minha em seu perfil. Só que o preocupante foi o que essa pessoa me enviou. Inicialmente eram três fotos: a primeira dela foi tirada através de uma janela – a janela de meu quarto – e eu estava lá, apenas de roupas íntimas. Minha mente desesperada imediatamente recorda de hoje de manhã, quando eu esqueci de fechar a cortina antes de tirar meu pijama. Pelo ângulo da foto, essa pessoa estaria no telhado do prédio em frente.

Precisei de todas as minhas forças para não desabar nesse momento. Quis olhar o restante do conteúdo. A foto seguinte tratava-se da pose que Su A e eu fizemos hoje de manhã para aquele fã. Essa pessoa estava mais longe, um pouco distante de onde estávamos e com certeza se camuflou entre os fãs. A terceira foto também foi tirada nesse momento, mas com zoom e focando em seu sorriso apaixonado pela Su A.

Logo em seguida em mandara algumas palavras assustadoras:

“ Estou de olho em você Siyeon, e faz muito tempo. Tenho te perseguido e conseguido muitas boas fotos para minha coleção. Por falar nelas, olha só essa obra de arte que consegui ontem... (mais uma foto, dessa vez da Su A e eu caminhando juntas e de braços dados no parque, na noite de ontem quando descemos do táxi e fomos caminhando até o app daYuqi. Essa pessoa está vigiando tudo que faço em minha vida?). por fim, gostaria de dizer que estou preparando o melhor presente de aniversário para você e te garanto que vai amar. Por fim, gostaria de salientar que, se você contar para alguém, até mesmo para a Su A, que recebeu essa mensagem, e eu vou saber se você contar, eu vou espalhar pela internet todas as fotos que tenho sobre você e sua amiguinha e tenho certeza que você não vai querer isso acontecendo, não é? Até mais minha flor, espere ansiosamente por mais mensagens minhas. Beijos.”

Eu não consegui mais suportar, acabei desabando ao terminar de ler a mensagem...



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