1. Spirit Fanfics >
  2. ; sub. (kaisoo) >
  3. Capítulo único.

História ; sub. (kaisoo) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


olá!
eu sou o loui, como alguns devem saber, e não sou experiênte em escrever one-shot's. porém, dei meu melhor em algo fofo, mas um hot nunca faz mal a ninguém também.

boa leitura a todes!

Capítulo 1 - Capítulo único.


Fanfic / Fanfiction ; sub. (kaisoo) - Capítulo 1 - Capítulo único.


Sábado, 23:07. 


Parecia um dia comum. De fato, era sim, mas KyungSoo não o consideráva. 

Deitado na grande cama de casal, entediado e carente, e com um bico bravo nos lábios, pensou na possibilidade de Jongin, seu namorado, ter deixado o garoto por diversas vezes. Sua insegurança era muito clara, infelizmente, mas nem sempre a expressava com o seu papai; ou, em quem mais confiava. 

Papai, mestre, ou senhor, era os apelidos que Soo mais chamava o rapaz, de 26 anos. O Kim trabalhava em um escritório, num cargo bom, e era o suficiente para manter os dois. KyungSoo fazia faculdade, de artes cênicas, e sempre gostou do que fazia. 

Quase chorando de raiva, o menino se colocou sentado, usando um moletom e uma calcinha confortável. Gostava de usar acessórios, roupas e sapatos considerados femininos, mas sabia muito bem que roupa não tinha gênero. Então, se o sentisse bem, usaria oque quisesse. 

Sentiu formigaçōes em todo o seu corpinho, chegando a se estremecer pela sensação ruím. Estava tão carente dos toques do namorado, que até mesmo se esqueceu de como era poder chamar o nome do maior, com tanta intensidade. Jongin trabalhava demais, e mal tinha tempo para o pequeno, que quase sempre resolvia seus desejos sozinho. E, naquele dia, não seria diferente. 

Abaixou devagarzinho a calcinha, de forma delicada, e deixou a peça ao lado de seu corpo, no colchão. Abriu levemente ás perninhas, suspirando baixinho, e viu seu membro sensível expelindo um líquido transparente, um “pré gozo”. Com a ajuda de dois dedinhos, desceu um pouco mais para baixo de seu períneo, chegando em seu lugarzinho mais sensível. Estimulou toda a região rosadinha com as falanges, já começando a dar gemidos manhosos. Fechou vagarosamente os olhinhos, para aproveitar melhor o prazer que sentia sozinho, como falta de ter o seu namorado. 

Aos poucos, foi enfiando os dedinhos em seu interior, já molhadinho o suficiente para os receber sem dificuldade. E, assim que começou a quicar levemente alí, ouviu a porta sendo aberta, revelando um Jongin surpreso. 

──  KyungSoo.  

──  Papai...? 

Não adiantou tentar se explicar. O de mais idade fechou a porta, sem delicadeza, e a trancou, mesmo não tendo necessidade por estarem sozinhos. Caminhou em passos firmes até a cama, já sem paciência, e sem esboçar nenhuma reação em sua face. Estava puto. 

Afroxou a própria gravata e tirou a calça, jogando ambas as peças para qualquer local do quarto. Foi diretamente onde KyungSoo se encontrava, na mesma posição, e o deixou de bruços na cama. 

── Que porra é essa, hm? Príncipe, não tinha necessidade disso, ah... Eu poderia muito bem o fazer gozar com o plástico que sempre goza, mas hoje vou fazer diferente. Abre bem ás pernas, D.O KyungSoo. 

Acertou um tapa forte na nádega direita, vendo a região se avermelhar quase que, em imediato. Terminou de retirar ás roupas, com o total de zero paciência, e se ajoelhou na cama. Viu Soo totalmente entregue para sí, todo abertinho. O cuzinho do garoto se contraía, para poder sentir o namorado o preenchendo, que nesse momento já apreciava a visão que tinha. Sorriu de canto, e com a própria calcinha de Soo, teve a ideia de amarrar os bracinhos deste. 

── Bracinhos 'pra trás, Soo. 

Este, então, obedeceu, deixando a sua cabeça deitada no travesseiro felpudo. Se inclinou bastante, mesmo isso não sendo pedido agora, sabia bem como Kai agia, e uma hora ou outra ele o pediria para se inclinar. 

── Bom garoto. 

Sorriu, amarrando os bracinhos delicados do namorado, que gemeu baixinho pela pressão feita em sua pele, já vermelhinha. 

── Papai, vai lógo. 

KyungSoo exigiu, mas se arrependeu quase que, de imediato. Sentiu um forte tapa em sua bunda redondinha, e lógo um “não te dei permissão para falar” vindo de Kai. 

O citado anteriormente se ajeitou, e como Soo já estava se masturbando antes, seria mais fácil o preparar. Jongin lambeu a entradinha necessitada do outro, e em questão de segundos, penetrou dois dedos. Eram estocadas fraquinhas no começo, mas que aos poucos iriam aumentando. Dois, três, e quatro dedos foram penetrados contra o menorzinho, que já se sentia preparado o suficiente. Como “mestre” era a palavra que permitia o menor falar, não poderia abusar e usa-la muitas vezes durante o sexo, teria que manter o controle. Era, como se fosse, uma palavra de segurança. 

O Kim, depois de retirar os dedos, segurou rente a base de seu membro. Sua glande expelia, e era grande, o verdadeiro motivo para tanta preparação para Soo. Sem demora, enfiou apenas a cabecinha, e a deixou por alguns segundos. Depois, até a metade, até que estivesse completamente dentro do menor. Gemeu baixo sentindo o interiorzinho o apertar com tanta força, e até achou cômico o fato de KyungSoo estar tão necessitado. 

Aos poucos, foi estocando devagarzinho, metendo de um jeito perfeito. A cinturinha de Soo era segurada, de ambos os lados. O garoto gemia alto, e não poupava demonstrar o tamanho prazer que seu namorado o proporcionava. Com seus bracinhos amarrados, não tinha praticamente nenhuma mobilidade daquela parte, mas gostava de ser dominado daquela forma. Principalmente, porque era Jongin alí. 

── M-mestre... 

Sem aguentar mais, o chamou, choramingando de tanto prazer que sentia. Tudo aquilo, não poderia ser guardado para sí, e queria se sentir aliviado lógo. 

── Sim, príncipe... 

── Forte, por favor... Muito forte. 

O Kim até se espantou de ouvir aquilo vindo da boquinha de Kyung, que quase nunca gostava de sexo violênto. Mas, afinal, quem era Jongin para negar aquilo ao garoto!? 

Foi pedido, e teve. O rapaz começou a ir forte no interior do pequeno, quase chegando a surrar a sua próstata sensível. Soo já chorava de prazer, e quase gritava, estremecendo pelas sensações. Sentiu seu ápice perto demais, e assim que foi anunciar para o namorado, se esqueceu da palavra de segurança. 

── E-eu já vou goz... -

── Calada, vadia! 

Jongin não perdeu a oportunidade, e começou a iniciar uma sequência de tapas por toda a bundinha de Soo; que adorou tudo aquilo. E quando menos percebeu, seu orgasmo já havia chegado. Obviamente, os espasmos fortes no corpo chegaram primeiro, e depois o grito alto de prazer de KyungSoo. Para deixar ainda melhor, o Kim ainda estocava com força, mas logo gozou em seu garotinho também. 

Ambos estavam suados, exaustos. 

Ainda ofegante, Jongin desamarrou os pulsos do menor, que caíu de uma vez só na cama. Estava todo molinho, manhoso, e fraco também. Foi pego no colo com cuidado e levado até a banheira, todo vermelho e com marcas também. A temperatura escolhida por Jongin, foi morna, e este também jogou saís por toda a banheira. Deixou KyungSoo deitado alí, mas entrou também, abraçando o pequeno, e o deixando em seu colo. 

── Pensa melhor antes de se masturbar, hm? Eu posso estar ausente, mas sempre vou amar cada segundo com você, pequeno. Eu te amo. 

──  Eu te amo, papai. 

KyungSoo respondeu com os olhinhos já fechados, sem muita noção do que estava acontecendo. Estava cansado demais. Jongin riu da situação e continuou dando banho em seu namorado, podendo se apaixonar com cada detalhezinho de seu corpo. 


O banho não demorou, e o sono de Jongin também não. Ambos se deitaram, e adormeceram, rapidamente. Abraçados, com respiraçōes próximas, e mãos entrelaçadas. 

Apesar da ausência de Jongin, ainda se amavam. 




Notas Finais


obrigado por lerem até aqui. ♡


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...