História Subarashii - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang
Personagens G-Dragon, Jungkook, V
Tags Jungkook, Komatsu Nana, Taehyung, Taekook
Visualizações 6
Palavras 771
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Slash, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Hospital


A mãe de Nana levou-a ao hospital. Ela tomou soro e fez exames de sangue. Foi pedido que ela tirasse um raio-x do pulmão, também, porque sua mãe estava com medo da filha ter pego friagem enquanto estava jogada no chão. Nana estava tão fraca e tão cansada que dormiu durante todo o tempo que tomou soro.

Os médicos disseram que ela devia procurar um psiquiatra urgentemente e que devia tomar muitas vitaminas em pílulas e suplementos alimentares, porque já estava com anemia. Ela também precisava parar de vomitar, porque o estômago estava ficando machucado, assim como sua garganta.

O pai de Nana foi ao hospital. Ele não entendia o motivo da sua princesinha estar daquele jeito. Por que ela achava que estava gorda quando todos os seus ossos eram tão visíveis? Tão visíveis e tão quebráveis. Ele tinha medo que ela caísse e quebrasse todos. O que ele faria se a visse inteirinha machucada? A única coisa que ele queria fazer era protegê-la e, ao ver o estado da filha deitada na maca, percebeu que havia falhado na única coisa que queria fazer. Como ele deixara sua florzinha de cerejeira chegar naquele estado? Ela parecia mais frágil do que a primeira vez que a pegou no colo, tão pequenininha e indefesa.

— Eu vou cuidar de você até o último dia da minha vida — fora a primeira coisa que dissera ao bebezinho em seus braços.

Nana estava doente, foi o que seus pais finalmente se convenceram, entre algumas lágrimas.




 

O agente de Nana estava parado à sua frente, enquanto ela abaixava a cabeça com medo de olhá-lo nos olhos. Seus pais não queriam que ele entrasse ali de jeito nenhum, mas ela tinha um contrato. E não o estava seguindo (lê-se respeitando) há alguns dias.

— Nana-chan, você precisa de um psiquiatra — foi a primeira coisa que o agente disse e seus pais arregalaram os olhos. Ele tinha mesmo dito aquilo? Esse homem sempre parecera tão… desumano. — Vamos arranjar um para você e as vitaminas e todos as coisas que os médicos disseram. E depois arranjaremos um namorado para você.

Oh, ali estava a desumanidade dele.

Nana acha que seu agente se parece com um personagem malvado de algum mangá, mas não consegue se lembrar qual. Ela queria mesmo era se virar e encontrar o Naruto ao seu lado, sorrindo com seus cabelos loiros e seus olhos azuis. Ele diria “dattebayo!” e ela riria. Pena que Naruto estava longe, cumprindo seus direitos de Hokage. E ela estava… onde ela estava?

Ah! Hospital. Hospital, Nana, lembre-se. Hos-pi-tal. Baka.

— O quê? — a mãe de Nana ficou abismada. Do que o agente de sua filha estava falando? Essa era a última coisa que sua filha precisava: namorados.

— É, assim o foco das atenções irá para a notícia do namorado, não para os problemas que está causando — ele colocou os dedos nos ossinhos do nariz, perto dos olhos, massageando-os com nervoso, soltando o ar pelo nariz devagar. Dramático. — Aliás, uma agência daqueles coreanos que fazem música estão querendo fazer isso também. “Unir duas nações” para ver se a venda de CDs cresce e, igualmente com a história da Nana, querem esconder algumas coisinhas, né? Isso é uma ótima ideia, eu vou falar com eles já.

— Isso é horrível, a Nana não vai namorar ninguém, está me ouvindo? — o pai da Nana estava muito bravo.

— Eu sinto muito, mas a Nana assinou um contrato — seu agente levantou os ombros, fazendo uma careta de “não posso falar nada, ela assinou com tinta e vocês não podem apagar a assinatura!”. — E ela ainda dá muito dinheiro. Temos muitos contratos para cumprir, ela precisa ficar bem logo, então vocês cuidam disso e eu cuido do resto, okay? Okay. Tenham um bom dia. Hey! Nana-chan!

Ele estalou os dedos na frente dela, fazendo-a tirar os olhos da parede e olhá-lo.

— Melhore logo e tire essa cara de boba para podermos tirar muitas fotos! Gambate, né!

— Hai — saiu num sussurro e ela curvou a cabeça, envergonhada de estar em um hospital e de tê-lo feito vir até ali. O que estava acontecendo com ela?

Nana olhou suas mãos. Ela não conseguia vê-las tão ossudas como todos viam. Estava com frio, apesar de só estar uma brisa gostosa lá fora. Jogou a cabeça de novo no travesseiro e se cobriu com o lençol branco. Hospitais tinham cheiro diferente de sua casa. Ela não gostava muito de hospitais. E aquela agulha no seu braço…

Se Nana tivesse amigos, ela gostaria muito que eles viessem visitá-la naquele quarto. Gostaria que trouxessem-lhe flores, porque ela adorava flores.

Só o que ela queria era ir para casa.

 



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