História Subliminal (JUNGKOOK) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook)
Tags College, Lei Da Atraçao, Love, Subliminais, Teen
Visualizações 58
Palavras 1.559
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais uma fanficzinha clichêzinha porque eu adoroll


Bem amores, essa fanfic vai ser um pouco preconceituosa de ambos os lados e vai se tratar um pouco sobre religião e respeitar os costumes de cada pessoa e no que ela acredita.
Então, preparem a pipoca e lets go!

Boa leitura.

Capítulo 1 - Acredite se puder


Fazia – se dois anos dês da minha última decepção amorosa, foram tantas que eu não estou afim de contar. Agora, estou com meus dezenove anos, prontinha para entrar em uma faculdade boa, e começar uma das etapas novas de minha vida. Mas, nem tudo estava bom pra mim, já que, apenas uma coisinha me faltava e era, um namorado.

Nesses dois anos, eu realmente não ligava pelo fato das minhas amigas todas terem um namorado e apenas eu não conseguia nenhum, mesmo tendo vários amigos homens ao longo dos anos, até achei que eu era lésbica, mas, deixei de lado essa ideia quando uma garota deu encima de mim nas redes sociais. Fiz de quase tudo pra ficar com os garotos que já me pediram em namoro mas, não deu muito certo.

Agora, eu estou aqui, bv e solteira.

— Pensei que não ia sair nunca. – olho para a garota morena de cabelos cacheados na frente da minha casa. Ela era a única que me apoiava mais em minhas decepções e até me batia se preciso, mesmo ela tendo meio metro de altura.

— Desculpa, estava ajeitando as coisas. – comento, arrumando minha bolsa pra sair, nós iríamos a algumas lojas e depois em um café, estávamos a procura de materiais para a faculdade, já que anotações vai ser a fase primordial para aprendermos tudo sobre o corpo humano, isso, vamos fazer enfermagem.

— que tal irmos ao shopping? – proponho e ela sorri animada. — nada de BK, estamos de dieta, lembra? – comento e ela revira os olhos, depois faz uma careta engraçada.

Andamos pelo shopping a procura de todos os matérias possíveis, e agora lá estávamos nos tomando nosso café da tarde sagrado e jogando conversa fora.

— Tenho um secret pra te contar amiga! – Alana ri.

— me diz. – sorrio, colocando uma bolacha em minha boca, em seguida.

—Então, estou namorando com o Wender! Finalmente ele criou coragem pra falar com meus pais! – ela bate palmas frenéticas e eu Sorrio.

— Parabéns Alana. – digo com toda a sinceridade a garota, eles eram bonitos juntos e desejava toda a felicidade a eles.

Depois de ter deixado a garota no ponto de ônibus volto pra minha casa a pé, indo sobre o canto da sarjeta. Todos que olhavam para mim viam minha cara tristonha. Eu sei, deveria estar feliz pela conquista de minha amiga mas, e eu?

Todas as vezes que me apaixonei por alguém, sempre fui deixada de lado pela pessoa, ou apenas, me viam como um “ garoto” por eu ter grande facilidade em fazer amizades com meninos, como eu disse. Já tinha até desistido disso mas esse sentimento estranho passou novamente por mim, e eu só queria alguém comigo.

Paro na faixa de pedestres esperando o sinal abrir, e assim o fez, passo em passos lentos quando ouço o frear de uma moto e olho para frente, e fecho meus olhos por pura adrenalina.

Abro os novamente assim que sinto o calor da lataria da moto sobre minha perna, ele tinha freado o máximo e não tinha acontecido nada, olho nos olhos do moço que parecia mais assustado que eu.

—Garota, você está maluca?!

Ele grita, e eu o olho nervosa.

— está machucada? Aconteceu algo? – ele desce da moto e eu nego com a cabeça afirmando que está tudo bem, fazendo o garoto que tinha seus vinte anos sair por aí.

Encosto na parede de uma casa, passando a mão sobre meu rosto vendo que a minutos atrás eu quase dei um beijo na morte, mas, felizmente estou vivinha pra contar o caso pra minha mãe e ouvir um sermão de meia hora.

Minha mãe, uma mulher de meia idade, totalmente rígida, casada duas vezes e totalmente fanática por religião.

Essa é minha mãe. Ela era um tanto demais pra minha cabeça, mas sempre tentei ser a filha que ela quer eu seja, nunca consegui desaponta – lá depois da morte do meu pai biológico, falando em pai eu tenho um pai também.

Muito protetor, pega no pé até demais, mas, ele é mais compreensível que minha mãe, mas não deixa de ser mais fanático que ela.

E um irmão babacão de dezessete anos. Um típico adolescente frustrado que não sabe oque vai fazer depois do terceiro colegial, dura fase, já passei por isto.

Essa é minha família.

E por mais que eu reclame da minha mãe e suas loucuras, ela é ótima pra me entender e me dar conselhos, esse é... Seu ponto forte.

— mãe cheguei. – anuncio. Deixando meu sapato na frente da porta, eu sabia que minha mãe odiava aquilo mas, depois eu recolhia de lá.

Vou até meu quarto me jogando na cama. Coloco meus fones e coloco uma música aleatória em meu celular, depois de vários nadas feitos olho para a música que tocava na tela, ela parecia ter vozes no fundo e acabei por estranhar.

Subliminal forced.

Li aquilo, ainda curiosa mostrando as instruções e logo de cara vi que era um acelerador. Pesquisei por mais naquilo e vi que tinha até a lei da atração pensei. Bastante achando que tudo àquilo não se passava de uma farsa, mas continuei fazendo por um ano.

Atrair namorado desejado”.

2022

— chega. – disse a mim mesma, guardando meus fones de desistindo de arrumar um namorado. A faculdade era enorme e em um ano Ninguém se interessou por mim, absolutamente ninguém.

Desço as escadas da faculdade com a calça branca que eu odiava por marcar toda minha silhueta e até mesmo a cor da minha roupa íntima, mas, era preciso usar a calça por ordens da faculdade.

Jogo a blusa encima do banco e pego meu livro de anatomia para dar uma revisada antes da prova. Sento – me encima da blusa no intuito de não sujar minha calça quando ouço o som de uma bandeja colidir com a mesa, fazendo – me olhar para um garoto que se sentou ao meu lado. Seus cabelos eram castanhos e batiam nos olhos, ele tinha o braço coberto de tatoos e aparentava usar mais brincos que eu.

— posso me sentar? – aceno positiva, voltando a prestar atenção em meus livros. Do começo eu até quis ignorar, mas, seu olhar sobre mim estava me dando nos nervos e estava me incomodando. E o fato dele não desviar o olhar em nenhum minuto me deixava apreensiva.

— oque foi?. – pergunto curiosa. — tem alguma coisa no meu rosto? – aponto pro meu rosto mas ele logo nega.

— E então? – procuro por uma resposta.

— Só estou te observando estudar...te incomoda? – seu português era arrastado, de fato era estrangeiro e tinha traços asiáticos.

— Sim, me incomoda moço. – fui sincera. E o encaro. Ele se desculpa voltando a comer sua comida em silêncio.

Fecho meu livro e olho para frente vendo que o garoto não comia com colheres mas sim com palitinhos que ele mesmo retirou de sua mochila, fico curiosa. Eu não devia estar falando com estranhos, realmente não devia.

Ainda mais ele, que me parecia meio badboy com todas essas tatuagens e estilo gótico.

— Você é japonês? – pergunto, sem qualquer má intenção.

— quinta menina que me pergunta isso hoje. – ri. Ele tinha um sorriso bonito, pelo menos

— me desculpa então...? – o olho e o garoto balança cabeça em negação.

— Está tudo bem, eu sou coreano. Vim pro Brasil faz uns cinco anos, mas não me acostumei ainda.

Solto um “ah” e ele continua a falar mais sobre ele, sua personalidade não condizia nada com sua aparência, ele era até legal demais pra conversar, mas espera oque estou dizendo?

— tenho que ir. – digo a verdade, iria fazer uma prova ferrada agora e já devia estar na sala.

— Ah, okay. Sou Jeon e você? – ele questiona.

— sou ______. – sorrio, acenando para o mesmo.

Assim que cheguei em minha casa, revirei meus papéis antigos vendo o que tinha escrito nas subliminais.

Ele se sentar ao meu lado,vai conversar comigo primeiro

Ele é alto

Bonito

Tem um sorriso bonito

Estiloso

Toca guitarra

Reviro os olhos olhando para o papel que eu tinha escrito fazia mais de um ano, e dou um sorriso assim que lembro de Jeon, credo que isso, acabei de conhecer o garoto.

Não, não, não, não.

No dia seguinte.

Acordo a todo vapor, e como sempre faço minha caminhada matinal para me manter em forma, corro o quarteirão vendo que o dia estava calmo, me presenteando até com a presença de algumas borboletas dançantes sobre o vento, sorria ao som de call me baby .

Depois de meia hora eu já tinha chego em casa, e tomado meu banho. Pego um copo de água e paro de degusta – lá assim que ouço a campainha e corro para atende – lá antes de minha mãe.

Abro a porta dando de cara com o menino tatuado.

— Oque? Oque você está fazendo aqui?

Arregalo meus olhos.

— bom dia, eu sou seu novo vizinho, na verdade nem sabia que você morava por aqui mas acidentalmente te vi correndo pela rua quando fui acordar o Cloud pra dar ração pra ele, mas sem sucesso. E quis vir te dar isso.

Pego o pequeno embrulho em mãos.

— Eh....eh...

Eu não podia manda – lo entrar, minha mãe me mataria. E qual é a desse garoto, de jeito nenhum eu posso ter ele como amigo ou namorado.


Notas Finais


Gogo!
Oque acharam?
Beijos!


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