História Submeta-se - Capítulo 14


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Alpha, Amarração, Beta, Bondage, Coleira, Dominação, Drama, Loba, Lobo, Luta, Masoquismo, Originais, Original, Punição, Romance, Sadismo, Sadomasoquismo, Sobrenatural, Submissão, Tortura, Violencia, Wolf
Visualizações 174
Palavras 2.366
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Perdão, perdão, perdão!

Já começo as notas assim, porque sei o quanto é ruim ficar sem atualização por muito tempo. Primeiro final de semeste na faculdade, que colocam inúmeros trabalhos, relatórios, palestras e audiência pra gente. Depois, minha mudança, que me fará rodar pro outro lado do país.

Eu ja estava desesperada porque estava escrevendo três capítulos diferentes de história ao mesmo tempo, atualizei uma ontem é terminei esta hoje.

O capítulo é essencial para a história, então fiquem atento. Entramos na zona Vermelha da estória.

E aqui vocês literalmente verão muito sangue e sinal de perigo.

Muito obrigada pelos favoritos e por comentários. Eu não me canso de agradecer porque eu realmente me sinto muito feliz.

Boa leitura. 📖💙

Capítulo 14 - Lar, onde eu queria ir


Fanfic / Fanfiction Submeta-se - Capítulo 14 - Lar, onde eu queria ir

“Conte-me seus segredos, faça-me suas 

perguntas

Oh, vamos voltar para o começo

Correndo em círculos, lançando a 

moeda”

Capítulo 14


Estávamos alcançando a fronteira da Holanda, chegando à uma parte na qual poucos lobos se arriscaram ir.

O motivo?

Homens que caçam o que chamavam “aberrações da natureza“, mas exatamente, os lupinos.

Alguns eram radicais, caçavam, torturavam, faziam experiências em busca ser uma cura, ou até mesmo de conseguir os seus poderes degenerativos, força, eternidade.

Eles não era o muitos e nem ao menos se dispunham a aceitar mais pessoas. Eram uma família, cujo o pai ensinou aos filhos, que ensinou aos filhos que ensinou ao próximo. Hoje haviam três irmãos, com três filhos cada um, menos o mais velho, que tinha apenas dois. Dizem que o terceiro morreu em confronto com um lobo, e apenas foi encontrado um mês seguinte por seu pai, totalmente ensanguentado e dilacerado.

Eis um dos motivos para que houvesse tanta segurança entre as vilas de lobos. Além de se protegerem contra rivais, hora ou outra encontravam com eles. Mas era extremamente proibido avançar contra humanos, devido à natureza fraca e inferior.

Porém, em caso de risco maior, deveriam ser presos e condenados à eternidade.

O caso do caçador que morreu foi um mistério, jamais desvendado.

Contudo, era exatamente nesse mundo perigoso que ela estava. Darla se escondeu em uma hospedaria velha e que mal alguém entraria ali. Uma senhora tomava conta junto ao marido. Um casal simpático .

– Querida, se precisar de qualquer coisa estaremos lá em baixo. O número para discar está ai ao lado do telefone. – A senhora de cabelos grisalhos apontou para o papel preso à parede. – Até mais.

Quando a mulher se retirou, a loba que agora estava com a roupa do corpo suja, corpo suado e extremamente casada, se jogou em cima da pequena cama de solteiro e encarou o teto antigo e desbotado.

Apesar de todo o lugar parecer precisar de uma boa reforma, os móveis serem antigos, ainda assim todo o ar ali dentro era aconchegante. Como que se ela estivesse em casa, estivesse em um lugar seguro, apesar dessa não ser a real verdade.

Havia apenas uma janela em tamanho médio que dava para a pequena rua que passava ao lado da entrada do prédio. Uma cortina vermelha desbotada estava aberta, deixando a luz do luar entrar e iluminar o lugar. Ao lado da janela havia no chão uma pequena geladeira com preços em cima em um papel. Ao lado da cama, forrada com lençóis marrons antigos mas limpos e bem alinhados tinha uma mesinha com um telefone moderno em cima.

Pelo menos isso, pensou a loba.

Já mais próximo a porta do quarto, um guarda roupa de madeira com duas portas. E ao lado dele a porta do banheiro.

– Que fome mais infernal! – Darla passou uma das mãos pelo rosto e olhou a geladeira. – Preciso tanto de algo...

Ela a levantou e caminhou ate o pequeno frigobar e o abriu, encontrado um pacote de bolacha, três águas, dois sucos industrializados, dois refrigerantes, uma barra de chocolate e uma caixa de barrinhas de cereais.

– Não economizam nisso pelo menos... – Ela olhou tudo, mas nada parecia agradar. – Preciso tanto de uma carne bem vermelha... Quase crua... Ou até mesmo...

E parou e colocou a mão sobre a própria boca. Mas o que ela ia dizer? Que absurdo!

– Como eu precisava da sua chata inteligência agora Rutger. – Fechou a pequena porta e voltou a deitar. – Não estou segura em lugar nenhum... E agora essas coisas estranhas. Ai, Sag, me de uma luz... Uma calmaria.

A loba branca fechou os olhos encostando a cabeça sobre os braços dobrados atrás dela, e dormiu.




– Tu não entendes, Aroon. Se ele souber, ele matará nosso pequeno, e fará isto da maneira mais cruel e desumana que achar. – A mulher de cabelos cumpridos brandos agarras agarrada a camiseta de um homem. – Não deixes isso acontecer. Devemos partir o quanto antes.

O homem, o mesmo de todos os seus sonhos segurava o rosto fino da mulher em suas mãos, a olhando com cumplicidade e medo.

Estavam em meio a uma vegetação verde, com árvores altas, à luz do dia.

Toda a vida deles parecia como um ultraje a alguém que não os desejava feliz,, exatamente a Karmin, o tirano e esposo de Luna.

– Minha pequena Luna, nos não podemos partir agora. Estas prenha e prestes a ganhar um filhote, não temos condições de correr e nos esconder. – Ele desceu a mão pela lateral do corpo da moça até chega à barriga já bem saliente. – Eu os protegerei.

– Não duvido de tua força, nem de tua coragem, mas sabes que estas cometendo um erro em querer esperar o nascimento. – Ela tocou a mão por cima da dele. – Este ser, pequeno ser, não tem culpa de nosso amor ter sido separado e à força esmagado por tanto tempo por um homem repugnante.

– Meu amor, confie em mim. Não deixarei nada de mal lhe atingir.

A imagem toda sumiu e como que em um lapso, o tempo havia passado e agora aquela que ela conhecia por Luna estava deitada em uma imensa cama, rodeada por duas mulheres a segurando, e uma senhora abaixada entre suas pernas abertas e cobertas por sangue.

– Faça força, senhorita! – A velha dizia.

Por todo o cômodo pouco iluminado, apenas os gritos longos de dor eram ouvidos. E em mais três minutos de pura agonia, finalmente um choro foi ouvido.

– Tens um herdeiro, senhorita. – A mulher enrolou a criança em um lençol e levou até a mulher de cabelos descoloridos.

– Meu pequeno... Meu amor... – Luna falava enquanto sorria e olhava para o menino, que estava de olhos fechados. – Que Sag proteja-nos...

E de repente uma dor forte se apossou novamente da loba, que entregou o filho para uma das mulheres e voltou a gritar em agonia.

– Aaki, me ajude... Esta doendo... Me ajude...

– Será possível...? – A velha Aaki voltou a se por entre as pernas da sua senhora e a tocou, sentindo algo em seu interior. – A senhora terá outro filho...

– Gêmeos? – Perguntou antes de gritar e a contornar sobre a cama.

– Sim, senhora. Agora tens que fazer força.

– Estou muito fraca... Estou tão cansada...

– Senhora, precisa jogar a criança para fora, caso contrário ela sufocara.

A loba respirou fundo e agarrou-se aos lençóis, fazendo o máximo de força que podia. Seu sangue estava espalhado por todo o lugar, sua recuperação seria lenta, pois apesar de lobos possuírem uma regeneração acelerada, durante o parto as fêmeas adquiriram uma espécie de humanidade, aonde seus poderes sobrenaturais não a valiam.

Em mais oito minutos de muito desespero, a outra criança nasceu, saudável e chorona.

– Tens um casal, senhorita Luna.

A velha entregou a menina nas mãos de sua mãe e voltou para fazer os preparos para recuperar suas forças.

As crianças tinham característica peculiares, principalmente uma mancha perto da barriga, como se fossem dois círculos juntos. O mesmo de Luna.

– Durma senhora, suas crias estarão ao seu lado.

Assim, sem esperar mais, até porque não conseguiria, a lupina fechou os olhos e adormeceu.

Acordou com o barulho de objetos quebrando e gritos.

– Senhor, clemencia, não faça isso. – Era a voz da ansia Aaki. – Não há motivos para isso. As crianças crescem e mudam. É um equívoco.

– Saia daqui, velha! Chame meu braço direito, quero ele aqui imediatamente! – Seu marido, o tirano, gritava.

Luna despertou totalmente olhando ao seu redor à procura de seus filhos, e os viu descansado em um berço ao seu lado direito.

– O que está acontecendo? Estas ensandecido de vez? Não notas que há dois bebês aqui? – A loba se arrumou na cama e ficou sentada. – Nem ao menos pode respeitar isto?

O homem que estava até então de costas para ela, virou-se calmamente, mas em seu olhar apenas via-se fúria e o próprio olhar do demônio.

– O que queres que eu respeite, querida esposa? – Ele debochou aproximando-se dela, em seguida mudando seu caminho para perto dos recém-nascidos. – Queres que eu respeite a sua traição?

De repente o coração da loba disparou e como em um ato de alerta, pôs-se em pé.

– Queres que respeite dois sangues imundos que nasceram sob o meu teto? – Ele apertou a mão sobre a madeira do berço que se partiu facilmente. – Sabes que meu cabelo não é escuro, não sabes? – Ele pegou uma das crianças que acordou e começou a chorar. – Como sabes que meus olhos não são verdes...

Ele sabia. Claro que sabia. Assim que visse a falta de toda semelhança consigo ele saberia. Mas o que fazer em meio a tudo isso? Estava fraca, debilitada e seus pobres filhote à beira da morte.

– Depois de anos tentando lhe colocar uma barriga, tua apareces aqui prenha de outro macho? – Os olhos dourados estavam ali, juntos das presas malditas em sua boca.

– Por favor, deixe-os fora disso. – Pediu andando em direção a ele. – Não o toque...

– Não querida... – Ele sorriu. Péssimo sinal. – Não te preocupes. – Agora as duas crianças choravam alto e se contorciam. – Eu não farei nada.

De repente a porta se abriu, e Gain entrou. Este era o braço direito do tirano, tão cruel e sem alma quanto o próprio senhor.

– Gain fará. – O homem anunciou, entregando o menino nos braços dele. – Pegue aquela criatura também e os jogue no rio, de cima do penhasco.

– Não! – A loba correu em direção aos dois, mas antes que pudesse chegar la, levou um tapa forte no rosto e foi pega pelos cabelos.

– Tu também vais pagar, vou lhe fazer sofrer cada segundo de vida que te sobras. – Ele arrastou para fora do quarto.

Alguns empregados que passavam olhavam com pavor e desviavam antes mesmo do senhor os amaldiçoar.

Gain e as crianças viam logo atrás, chamando atenção pelo choro que não cessava.

– Meus filhos não! Monstro! Desgraçado! Me larga! – Luna não conseguia nem ao menos se transformar, seu corpo não respondia adequadamente. – Tu não podes fazer isso a dois seres pequenos...

– Calada, imunda! – Ele a jogou no chão de uma sala ao meio do pátio principal. – Quero todos aqui, agora! Quero que presenciem como deve ser tratado um traidor. – Ao tirano a coloco de joelhos e pegou os dois bebês pelo tecido da roupa. – Está mulher colocou sobre meu teto, filhos não legítimos. Ela merece a morte, junto a estes... – Karmin olhou os dois e olhou novamente para ela. – Sem raça.

– Por favor, eu imploro Karmin, não os machuque... – Luna chorou implorando, enquanto via seus filhos prestes a desmoronarem. – Meus filhos...

De monde todos observavam atônitos, temendo pela vida da mulher e de seus herdeiros.

– Leve esses vermes daqui, os jogue de uma altura em que não há chance nenhuma de sobreviverem.

– Não! Não! – A loba albina se debatia em desespero. – Não!

Gain tomou as crianças da mão de Karmin e se dirigiu para fora do lugar. Luna se levantou com dificuldade e correu, mesmo que quase caindo ao chão e sai atrás do homem, mas antes que chegasse à porta, o tirano apareceu em sua frente. Depois disso tudo ficou negro.




Darla acordou em um impulso pulando da cama, com o rosto quente e suado, os olhos molhados por lágrimas e o coração apertado.

Ela sabia que tudo aquilo não era sonho, era real. Era tudo parte de um passado, aonde ela não sabia como, mas caso parte de pelo menos um trecho desta história.

Ela levou a mão à barriga e de repente algo veio em sua mente.

– Não é possível...

Ela a levantou e correu até o banheiro e pegou o espelho que apenas ficava preso a parede por uma linha e voltou para o quarto.

Jogou o espelho na cama e andou de um lado para outro, até que parou e correu o pegando novamente. De uma so vez, levantou a barra da blusa e olhou no canto direito na barriga.

– O sinal... – Ela soltou o espelho que se partiu em pedaços. – É o mesmo sinal. – Passou a mão em cima do local e sentiu também a diferença no corpo. – Por que...?

Um cheiro forte de sangue invadiu o quarto e seus olhos ficaram instantaneamente dourados.

– Carne mal passada... – Ela suspirou. – Preciso comer...

Ela desceu indo de encontro à rua, passou por alguns locais que vendiam alimentos e encontrou finalmente de onde vinha o cheiro.

– Está perdida? – Uma voz masculina a chamou.

Neste momento uma sensação diferente, estranhamente familiar consumiu seu interior.

Ela se virou e quase caiu para trás quando viu de quem a tratava. Seria possível que o destino fosse tão louco assim?

– Moça, está tudo bem?

Era o homem do porta retrato de Volga. Estava enlouquecendo e vendo coisas. Provavelmente estava com tanta fome que estava alucinado.

– Me desculpe, não quis assusta-lá.

– Eu... Não sei...Eu estou faminta e não estou raciocinando direito. – Ela sorriu ainda sem jeito sem deixar de encarar o homem.

O homem tinha um porte esguio e requintado. Trajado em uma sobretudo escuro, mas aberto, podendo ser visível uma camiseta azul escura e em baixo uma calça social preta. Cabelos negros penteados para trás, deixando seu rosto quadrado e cumprido mais elegante. Além do ótimo cheiro de colônia cara.

– Deixe eu me apresentar. – Ele estendeu a mão em direção a mulher. – Me chamo Milan. – Ela estendeu a mão em direção ao homem e apertou. – Milan Middelcoop.

A albina soltou a mão da dele lentamente, enquanto parecia que iria desmaiar a qualquer momento. Não tinha como isso está acontecendo.

Ele tem o mesmo sobrenome que ele. Então não seria apenas uma mera consciência, este homem era parente de Volga.

– Acredito que esteja precisando de ajuda. – O homem a encarou esperando por um movimento dela. – Sei quem você é, é acredito que saiba um pouco sobre mim. Mas podemos sentar, conversar e lhe explicarei tudo. – Apontou para uma das meses do restaurante. – Acredito também que prefira comer antes.

– Não sei se posso confiar em você... – Os olhos dourados da mulher estavam ali. – Parece saber muito sobre mim, contudo, eu não si nada sobre você. Mesmo que de alguma forma eu pareça te conhecer.

– Bom, isso é porque já nos encontramos rapidamente.

– Como?

– Que tal sentar-se. – Ele sorriu. – Será uma conversa longa. Mas sugiro que controle sua loba, antes que algum deles te encontre.




Continua...


Notas Finais


Eu sei que vocês querem romance e nossas pregações. Hahaha. Mas juro que está prestes a chegar uns momentos de nossos protagonistas, mas antes talvez eles precisem sofre mais um pouquinho...

E o que acham que acontece durante todo esse tempo? O que será que Darla tem a ver com a nossa Luna? O que aconteceu em seguida no passado da Luna? O que Melin e Volga tem de importante? Aceitando especulações...

Espero conseguir postar um capítulo antes da mudança...

Beijos no coração de vocês. 💙

Capítulo que vem soltarei a bomba atômica.


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