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História Submissa - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Capítulo Único


Havia sido um dia longo e cansativo, exatamente como todos os demais, desde que ela havia assumido o posto de Kage da vila.

E, agora com a aproximação do novo Exame Chuunin, a demanda de trabalho aumentaria exponencialmente.

Normalmente, ela chegava em casa, tomava um banho, preparava o jantar, enquanto esforçava-se para dar uma atenção para sua filha, antes de adormecer menos horas do que um humano normal aguentaria. Tudo para recomeçar a mesma rotina estafante no dia seguinte.

Mas, naquele dia, sua rotina seria ligeiramente diferente.

Depois de seu banho, ela escolhera um vestido preto tomara que caia que se ajustava perfeitamente a suas curvas, uma meia-calça de renda, e um scarpin preto de salto agulha. Seus cabelos, estavam soltos e caiam abaixo do ombro, e ela usava uma maquiagem forte e carregada, ao mesmo tempo que sentia como se borboletas em seu estômago começassem alçar voo.

Seu coração parecia que iria sair pela boca. E, sua ansiedade tornara-se maior, isso porque a campainha tocara. E, aquilo poderia ser o fim da realização de seus planos. Isso porque a cada três meses, ela tinha um compromisso inadiável.

Não era a princesa, líder do clã Senju e herdeira de um homem tido como um deus entre os shinobis. Não era a ninja lendária, nem a médica com habilidades quase divinas. Tão pouco a chefe de estado, nem a mãe solicita e dedicada, escondida na figura de uma professora irrepreensível.

Naquele dia ela seria a mulher, rendida a um desejo avassalador, causado unicamente por um homem. Aquele que em segredo quinze anos atrás, desapareceu de Konoha após atos imorais e escusos, aquele que sendo Godaime de Konoha, ela deveria caçar junto a todos que a perseguiam.

Mas, como poderia condenar a morte o homem com quem compartilhava lembranças tão agridoces? O homem cujos os genes constituíam o sangue de sua própria filha? O homem que havia lhe roubado a pureza, de seu corpo e de sua alma, junto a sua sanidade? Com ele compartilhara muitos risos, na mesma proporção que derramara muitas lágrimas... Sua história com aquele homem era algo único e intenso... por isso, mesmo em sua posição ela cometia a heresia de se esgueirar uma vez a cada trimestre, e ir ao seu encontro, mesmo reconhecendo a sua toxidade.

Mas, era algo que ela não conseguia fugir. Com todos esses pensamentos permeando sua mente, ela abrira a porta, e ficara chocada quando o vira ali parado a sua soleira, com um sobretudo negro sobre os ombros e um chapéu de palha, sobre sua cabeça. Mas, os olhos eram o mesmo dourado de sempre, e a curvatura daquele sorriso, ela reconheceria em qualquer lugar.

— O que faz aqui, baka? – Ela dissera-lhe temerosa, olhando para todos os lados, ao mesmo tempo que o puxava para a discrição de seu apartamento.

— Deveria treinar melhor seus agentes, eles caíram muito fácil no meu genjutsu. Kukuku. – Orochimaru dissera com uma risada baixa, enquanto olhava-a dos pés à cabeça, encarando-a com lascívia.

— Como sempre você caprichou, hime. – Ele disse, deslizando a língua por seus lábios de um modo sacana.

— Orochi, nós combinamos de que nunca nos encontraríamos em Konoha, ainda mais em minha casa e se... – Ela parara de falar quando seu dedo indicador caíra sobre seus lábios.

— Está esquecendo, princesa... A principal regra do jogo. – Ele disse tirando o próprio sobretudo, e atirando para o alto seu chapéu, causando um tremor de expectativa e culpa na mulher, que mirou um ponto imaginário do chão, exatamente como quando ela no auge de seus doze anos declarara seus sentimentos, para seu colega de time.

— Assim, está melhor... – Ele dissera aproximando-se da mulher, dando uma olhada para o apartamento amplo e perfeitamente organizado, em que ela morava.

Um cheiro de lavanda enchia seu olfato, mas nada tão intenso quanto o cheiro que aquela mulher exalava.

Sua mulher, a única que haveria em seu coração para todo o sempre. E, amá-la no lugar onde deveria ter sido o seu lar, onde eles deveriam terem criado sua filha juntos, era o que ele mais queria naquele exato momento.

Então sem aviso, ele encurtara a distância entre eles, e absorvera com força seus lábios, deliciando-se com a textura magnifica dos mesmos.

Como se fosse uma garotinha hesitante e amedrontada, Tsunade retribuirá o beijo, simplesmente porque não acreditava que ele estava ali em sua sala de estar, beijando-a, em uma cena que poderia ter sido tão normal, mas que por uma série de escolhas erradas, não pudera ser.

— Ajoelhe-se... – A voz baixa, e imperativa, lhe causara um tremor. Ao mesmo tempo, que ela se deixava cair exatamente como ele mandara.

Qualquer um que a olhasse naquele momento, não acreditaria que a intempestiva e geniosa Senju se deixaria cair de joelhos perante alguém, e cederia todas suas vontades e caprichos. E, esse era exatamente o seu segredo mais sujo, aquele que ela não revelaria nem sobre a mais excruciante tortura.

O jogo. A regra. Um único mestre. Palavras soltas e desconexas, permeavam a mente da mulher. Quando o sentira circundar seu corpo, muito bem ornamentado, tomando o cuidado de não a tocar. E, a expectativa pelo seu toque a aquecia mais do que qualquer toque ou carícia, sua imaginação ganhava asas, e como se adivinhasse os pensamentos nada puritanos de sua mulher, Orochimaru murmurara de um jeito sacana.

— Por onde será que anda seus pensamentos? – Ele perguntara com a voz baixa, enquanto desliza seus dedos esguios pela pele sensível de Tsunade, que morde os lábios recusando-se a gemer tão cedo.

— Será que neles eu faço isto? – Ele pergunta soprando a pele alva dela, fazendo um percurso que a faz estremecer, mesmo contra sua vontade.

— Ou quem sabe isto? – Ele aproxima seu rosto do dela, fazendo-a soltar um suspiro, achando que ele a beijaria, mas tudo o que ele faz é tocar de leve com sua língua em seus lábios.

Seus lábios a traem, e se entreabrem receptivos, mesmo assim, ele não sacia sua cede e seu afasta, com um sorriso de divertimento, perante a agonia dela.

— Diga-me, princesa por onde anda seus pensamentos. – Aquilo não é uma pergunta, e sim uma ordem. Ele senta-se em sua poltrona e cruza as pernas, como se fosse o senhor absoluto daquela casa, e de sua pessoa.

Seu coração tamborila com esse pensamento. Uma fantasia profana, começa a ganhar forma, e o personagem toma conta de sua mente.

A menina doce e submissa, temerosa de seu senhor.

— Se eu lhe disser, talvez você se zangue... Meu senhor. – Ela responde com a voz trêmula, mas o brilho em seus olhos dizia outra coisa.

— Porque suas palavras me dizem uma coisa... E seus olhos me dizem outra, princesa? – O tom continuava maquinal, e ele a chamava do que ela mais odiava propositalmente, acalorando suas bochechas, mas diferente do habitual ela controla-se o máximo que pode, chegando a morder dolorosamente os lábios, para não dizer nada que o “zangue”.

— RESPONDA. – A voz inesperadamente alta dele, a faz estremecer, a ao mesmo tempo se irritar. Mas, de novo ela faz o seu melhor para se controlar.

— E se não tiver resposta? – Ela devolve com uma pergunta e o fita diretamente nos olhos.

— Então terá de me responder com atitudes. – Ele disse calmamente, percorrendo seus olhos pelo corpo que ele conhecia tão bem, mas que a cada encontro parecia estar vendo pela primeira vez.

Sua boca sedenta por sua pele, ela podia ver um lampejo de desejo percorrendo seus olhos, e nada no mundo a excitava mais do que a imagem daquele homem a desejando.

— Tire a roupa para mim. – Ele dissera cada palavra cadenciada, deliciando-se com as mudanças em seu rosto, por mais sutis que fossem.

— Lenta e demoradamente. – Tsunade levantou-se lentamente conforme ordenado, em parte porque ela tinha de lidar com o próprio constrangimento.

Orochimaru sempre soube que ela tinha sérios problemas com a nudez. Tirar a roupa na frente dele, era algo difícil e constrangedor para a Senju. Mas, o desgraçado estava simplesmente adorando, visualizar o seu rosto e pescoço sendo tingido de vermelho, enquanto ela tentava manter seu corpo equilibrado, sobre o salto que ela não estava acostumada usar.

— Nem por um momento tire os olhos dos meus. – Ele falara com a voz rouca, de desejo quando Tsunade girara no próprio eixo, e começara a jogar os quadris a sua frente, enquanto deslizava suas mãos cujas unhas estavam perfeitamente pintadas, pela silhueta bem torneada, demorando-se em seus seios, em sua barriga, até alcançara a barra do seu vestido, o qual ela subira lentamente, até que o homem tivesse uma visão privilegiada de sua calcinha.

A mulher virara lentamente o traseiro, fazendo um contorcionismo, para manter o encarando. Enquanto, ela arrebitava sua bunda na sua direção...

— Ah, que menina levada. – Ele dissera fazendo um gesto para que a Senju se aproximasse, e a mulher jogou com os cílios, sabendo o quanto aquilo mexia com o homem. – Acho que terei de puni-la, ele disse deslizando seus mãos trêmulas por sua coxa, e mesmo sob a meia-calça, o toque dele era um catalisador potente, para uma enxurrada de sensações impossíveis de serem descritas pela linguagem humana.

— Eu disse-lhe para tirar a roupa. Não para me provocar. – Ele dissera puxando a meia calça até deixa-la em pedaços, o que causou um muxoxo de desgosto na mulher que fizera um biquinho sexy, na esperança de contornar a severidade de seu amante, mas a julgar como o modo como ele a encarava, ela sabia que sua punição estava apenas começando.

Então, sem aviso ele a puxou de qualquer jeito em direção ao seu colo, no qual ela caiu facilmente, apenas porque assim ela quis.

Então ele deslizara a mão pela pele agora desnuda de sua bunda, e ela fechou os olhos perante aquele toque, até que um grito escapara de seus lábios, quando inesperadamente ele lhe dera uma palmada. Depois duas e mais uma, até que ele recomeçara a deslizar as mãos por sua pele agora quente e vermelha, por causa das batidas.

— Peça desculpas. E, eu paro. – Ele falara dando um sorriso de canto, e ela lhe retribuiu com um sorriso, também maroto.

— Não sei pedir desculpas, senhor. – A mulher disse fazendo uma expressão, que somente ele e mais ninguém teria o prazer de ver.

— Então, terei de lhe ensinar. – Ele dissera tornando a bater sem aviso em uma nádega, depois na outra, e depois demorando-se apenas na outra,  aumentando gradualmente a intensidade, até que ao fim seu corpo estremecia, mas aquilo para quem estivera no campo de batalha não era nada.

— Você ainda está com roupas. – Ele dissera subindo o dedo pela lateral de sua bunda, subindo mais e mais seu vestido até desnudar suas costas, deliciosamente macia e perfumada.

— Esqueci como se tira a roupa. – Ela disse tom jocoso, e seus olhos faiscaram, pois ele sabia que ela  estava o desafiando.

— Então terei de lembrar como se faz, princesa. – De novo aquela palavra, mas a loira não tivera tempo de responder, já que com uma facilidade surpreendente, ele a puxara pelos cabelos a conduzindo para fora de seu colo.

De onde a loira, saiu a contragosto. Com agilidade, ele a forçara em direção ao chão, Tsunade fingiu resistir, mas como “boa jogadora” ela aceitou a “derrota” e o deixou algemar suas mãos, com um acessório que ele inventara exclusivamente para ela.

Com aquilo, ele conseguia reduzir ao menos setenta por cento, de sua força. O que só aumentava a diversão da princesa das lesmas, por seu amante em suas horas vagas ter de dedicar um tempo precioso, em como lidar com sua menina levada entre quatro paredes.

Tsunade tentara movimentar as mãos, mas não conseguira.

— Qual foi a primeira regra que você não cumpriu, princesa? – Tsunade fez um biquinho de descontentamento, mas respondera educadamente à pergunta.

— Tirar a roupa, meu senhor. – Ela respondeu contendo o riso, porque naquele dia eles não estavam conseguindo sair do lugar. E, essa parecia ser a intenção de ambos, porque não saindo do lugar, eles demorariam mais tempo na companhia um do outro.

— E, porque você ainda não tirou? – Ele perguntou olhando-a diretamente nos olhos, ele estava em pé, então era difícil alcançar seu rosto.

— Eu me esqueci. – Tsunade rebateu dando de ombros, causando com isso um pequeno ato de rebeldia, que por sua vez causara um sorriso sádico da parte de Orochimaru que não perdera tempo em castiga-la, com um forte beliscão em sua coxa, ao mesmo tempo que ele aproximava seu rosto de seu corpo indefeso, causando uma avalanche de sensações na mulher, que gemeu baixo quando a língua dele deslizara por seu pescoço, antes que seus dentes se afundassem em sua pele, fazendo-a ver estrelas, ao mesmo tempo que dor e prazer a arrebatavam.

Então um fio de medo percorrera sua espinha quando o vira com uma Kunai entre os dedos, brincando displicentemente, sem nem arredar os olhos de sua pessoa, ali ajoelhada e algemada.

— Você gosta deste vestido? – Orochimaru perguntou com a voz baixa e provocante.

— Então você vai perde-lo. – Ele disse antes que ela pudesse dizer qualquer coisa, com um movimento preciso ele riscara a navalha pelo tecido, fazendo questão que ela sentisse a frieza do metal.

A mulher se quer respirara, até ver sua preciosa roupa partida em duas. O sutiã que mal continha seus seios fora arrancado, e ela por reflexo tentou mover os braços, para cobrir aquilo que a roupa agora rasgada não acobertava.

— Eu gostava desse vestido. – Ela disse em tom choroso, ainda mexendo-se incomodada, tentando acobertar sua nudez.

— Você gosta de esconder o que me pertence. – Ele rebatara com a voz rouca de tesão, já estava no limiar, ele queria tocá-la, beijá-la marca-la como sempre fazia.

— Não pertenço a você. – Ela diz dando uma risada debochada.

— Nem se eu fizer isso. – Então sem aviso, ele pusera-se de joelhos a seus pés, e a boca dele caíra na sua, iniciando uma dança de língua que cessou apenas quando eles já não tinham mais nenhuma gota de oxigênio em seus pulmões.

Sua boca seguiu descendo pelo pescoço, espalhando chupões pela região deixando para trás um rastro de saliva e vermelhidão, ao mesmo tempo em que ele possessivamente enlaçou sua cintura aproximando seus corpos, embora ela estivesse em desvantagem, já que não podia mexer as mãos, estando ali algemada de joelhos, no tapete de sua sala.

Mas, nada mais inusitado do que isto, ela pensara, imaginando a cara de seus súditos se a vissem ali à mercê de um dos inimigos declarados de Konoha, e ainda por livre e espontânea vontade.

— A boca dele seguiu desvendo até alcançar o seio, sua imensa, língua brincando com o mamilo fazendo-a delirar, antes de vagar por seu torso, indo em direção ao abdômen.

Até alcançar sua virilha, os dentes percorrendo sua calcinha, estraçalhando-a num único puxão, por reflexo Tsunade entreabrira as pernas, ainda mais quando ele a puxara pelos cabelos conduzindo-o para seu colo.

A mulher arfou quando se deparou com seu membro desnudo e entumecido a aguardando. Ela choramingou quando ele em uma estocada só, afundou-se em sua vagina, iniciando um vai e vem, frenético e doloroso. Estava tão apertada, e Orochimaru sabia disto, e fazia questão que fosse desse jeito, apenas para tirar a prova, de que ele era o único.

Maldita cobra mesquinha, como se fosse preciso. Ela pensara fechando os olhos com força, enquanto ele mantinha o vai e vem frenético, seus testículos batendo contra sua vulva, causando um estampido que enchia as paredes daquela sala. Era melhor aquele cretino ter prendido os Anbus em um bom Genjutsu, esse fora o último pensamento racional que ela tivera, antes de mergulhar fundo em um mundo que somente ele tinha a chave, e somente ele era capaz de empurrá-la.

Mas, antes que ela fosse ao fundo, ele a trouxera à tona puxando-a pelos cabelos e a instigando a chupar seu falo ereto, de modo a provocar estalidos.

Mas, sendo a boa menina levada que era Tsunade não contentou-se apenas com a glande, ela deslizara a língua pela base indo em direção as bolas, tomando o devido cuidado com a região sensível e delicada, dando uma escapada até a virilha, mas era difícil manter o controle quando você não tem as mãos, mas sendo um mestre exigente que só ele conseguia, Orochimaru a conduzia pelos cabelos, mantendo-a oras longe, oras perto.

E, antes que chegasse ao ápice ele afundara-se novamente dela de novo, pois queria fazê-la ter um orgasmo antes dele, mas Tsunade estava resoluta, em fazer com que ele fosse o primeiro, e assim mesmo quando ele suavizou os movimentos inclinando-a em direção ao chão, e alcançando ainda mais ao fundo, ela controlou-se vigorosamente, fazendo questão de contrair a própria musculatura, de modo a apertá-lo ainda mais, pressionando-o mais e mais na direção do prazer.

E, então ela o sentiu estremecer, ao mesmo tempo que seu membro se tornava mais quente e entumecido em seu interior.

Uma risada baixa escapou dos lábios dela, quando o vira se render e delirar nas curvas de seu corpo. Um feito raro, que a sannin não pode deixar de comemorar.

Ofegante, por causa da explosão sensorial anterior, Orochimaru a encarou em um jeito que lhe causou um calafrio.

— Acho que já consegui o que queria, vou embora e deixa-la aqui pelada e amarrada. – Ele ameaçou maldosamente, e a risada de triunfo de Tsunade fora engolida por ela que arregalara os olhos e entreabrira a boca de um modo adorável.

— Você não se atreveria. – Ela disse com a voz falha, e aquilo aumentou ainda mais o divertimento dele.

— Não me desafie, hime. – Ele falou em um tom ameaçador, que surtiu efeito, já que o gênio ruim de Tsunade levou a melhor sobre todas suas tentativas de alto-controle.

— Não me chame de princesa. – Ela falou arrependendo-se quando vira um brilho sádico nos olhos dele, em uma promessa que a fez arfar, em um misto de ansiedade, medo e excitação.

— Está com a língua afiada, princesa. – Ele provocou encarando-a no fundo de seus olhos, e deslizando seus olhos pelos seios rijos da mulher, e correndo os olhos por sua pelve vermelha e inchada, pela recente invasão.

— Sua sorte é que essa é uma visão que apenas eu mereço ver. – Ele disse em seu habitual tom possessivo que quase a fez revirar os olhos, mas ela controlou-se a tempo, pois seu “mestre” já estava suficientemente zangado com ela.

Tsunade chegou a abrir a boca, mas não soube o que dizer, ainda mais quando ele se aproximou dela novamente, e a beijou com sofreguidão como se sua vida dependesse disso, mas ao fim seus dentes pressionaram seus lábios, a ponto de solta um filete de sangue, então ele deslizara a língua através da pele machucada.

Ao mesmo tempo que sua mão deslizava por sua intimidade, sensível pelo contato anterior. O tremor percorreu a mulher quando o sentiu deslizando o dedo pela fenda, circundando a entrada, e fazendo o percurso de novo em direção ao seu clitóris.

— Você jura que tem o controle, princesa? – Ele perguntou em tom provocante. – Não passa de uma menina tola. – Ele disse intensificando o toque, o que a forçou fechar os olhos e morder seus lábios machucados, para não esboçar nenhuma reação.

— Orochi... – As palavras se converterem em um gemido, quando ele sem aviso introduzira um de seus dedos em sua entrada, enquanto mantinha o polegar friccionando intensamente seu clitóris.

Tornando a visão da mulher um borrão, enquanto ela tinha espasmos. Orochimaru a segurava com um braço e com o outro seguia brincando em sua intimidade.

— Isso gema, meu nome... E, eu perdoo todas as suas travessuras essa noite. – Ele fala, em um tom baixo e suave, que não combinava com sua natureza, obscura e cretina.

— Já... Aí... Ah.. mais... – Ela tenta mais um ato de rebeldia, mas seu corpo a trai mais uma vez e um gemido escapa de seu nome.

— Estamos quase lá, princesa. – Ele diz em trunfo, enquanto lambe seu pescoço, indo em direção aos seios, dedicando-se a um e depois outro.

Tsunade fechou os olhos, tentando em vão resistir e não se entregar, mas mais um espasmo a acometeu, quando ele passou a absorver seu mamilo, ao mesmo tempo que suavizava o ritmo em sua feminilidade, fazendo-a arfar em um misto de delírio e desespero. Querendo que aquilo durasse para sempre, ao mesmo tempo que ansiava para que aquilo terminasse.

Então, sem que ela tivesse o menor controle, o nome dele saíra de seus lábios, não uma mas diversas vezes.

— Orochi... Oro... Oro... Orochimaru... – A voz manhosa e a fala desconexa, denunciava que ela havia chegado ao ápice, gemendo o seu nome. Então, Orochimaru a soltara, e ela caiu dolorosamente no tapete.

Mas, conforme ele ia beijando seu ventre, indo em direção a sua pelve, ela sentia que aquele era o melhor curativo para qualquer dor. Ainda mais quando a boca dele sugara com força sua intimidade, fazendo-a estremecer e delirar, mais uma vez, no limiar da exaustão.

Mesmo sonolenta, ela pressentiu quando ele iria libertá-la das algemas, então apenas com um movimento apenas mais brusco, ela rompera o metal, fazendo-o em pedaços. E, a expressão assombrada dele, teria sido perfeita para um retrato. Ainda mais, quando ele dera um sorriso de canto, porém genuíno, sem seu habitual cinismo.

— Você é a melhor submissa, de todas. – Ele disse acariciando seu rosto, e a tomando em seus braços para um beijo suave e repleto de carinho.

“Somente para você meu bem”. – Ela dissera aquilo apenas em pensamento, preferindo deliciar-se com seu toque, mais uma vez, por que era certo que quando ela acordasse, ele já não mais estaria ali e demoraria a eles voltarem a jogar.



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