História Submissa - Capítulo 24


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Categorias Naruto
Personagens Fugaku Uchiha, Hashirama Senju, Kakashi Hatake, Mikoto Uchiha, Personagens Originais, Sai, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Tsunade Senju
Tags Marikay, Sakura Submissa, Sasuke Dominador, Sasusaku, Submissa Marikay
Visualizações 927
Palavras 2.184
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OLÁ MARAVILHOSAS COMO VOCÊS ESTÃO LINDAS E SUBMISSASSSSSSSS

É ISSO MESMO QUE VOCÊ ESTÁ VENDO:

ATUALIZAÇÃO DE SUBMISSA

VOLTEI AGORA ESTOU MEIO PERDIDA JURO QUE ESQUECI ALGUMAS PARTES E ESTOU SEM TEMPO PRA LER, MAS SE TIVER QUALQUER COISA FORA DO NORMAL, ME AVISE, POR FAVOOOORRRR

PROMETO POSTAR AGORA DIRETO, COMPREI UM NOTEBOOK NOVO ENTÃO VOU VOLTAR COM TUDO


BOA LEITURAAA

Capítulo 24 - O Presente de Sakura


Se afastar do corpo uma garota nunca foi tão difícil para Sasuke Uchiha, um homem que quase nunca se apegava a alguma coisa, quanto mais nas mulheres com quem conseguia dividir a cama. Talvez fosse coisa da sua cabeça, afinal, Sakura Haruno não era como as outras que passaram por seus lenços sem contar que foi a única que ele teve o prazer de tirar a virgindade, isso já era de fato algo para se pensar.

 

Enquanto assistia as formas se construindo e sumindo diante de seus olhos até a empresa do seu pai, ele pensava nela e no que fez para aquela pobre garota de olhos tão bonitos e um cabelo tão maravilhoso. Sakura tinha sua inocência e era completa com ela, não que agora ela não fosse melhor do que antes, mas embora tudo o que aconteceu entre os dois tenha sido bom, lá no fundo do seu coração congelado, existia culpa, a culpa de quem tomou algo que nem todo seu dinheiro poderia comprar para que a pessoa tenha de volta, e isso, a seu ver, era ruim.

 

- você me parece muito bem, Sasuke – o Uchiha ergueu a cabeça quando cruzou a sala toda do seu pai e parou diante dele. Sua distração poderia ser um problema daqui por diante, mas ele não conseguia evitar, pensar nela, naquele corpo delgado que transou a noite toda, era tão bom, queria poder deixar ao seu lado e venerar cada parte dela em silencio absoluto.

 

- É, estou. – Confirmou, e era verdade. Ergueu sua mão dando a pasta que Fugaku exigiu que trouxesse ainda aquela manhã, algo que ele mesmo poderia ter mandado alguém buscar, mas dar pessoalmente algo tão importante era seu dever. – Precisa de mais alguma coisa?

 

- você sabe que sim. E é por isso que eu te chamei para vir até aqui. – Sasuke puxou a cadeira para se sentar, quando Fugaku largava seu charuto e se ajeitava na cadeira, algo de muito importante iria sair. – eu quero destruir aquele homem, arrancá-lo do mercado e você vai ter que me ajudar, Sasuke. Vai ter que me ajudar.

 

- claro que sim. – Sasuke nada expressou – mas eu quero uma semana de folga, preciso de tempo sozinho – ainda com os pensamentos longos, Sasuke declarou diante do pai que arregalou os olhos, impressionado, com o rumo que o menor estava levando aquela conversa.

 

- um tempo sozinho? Você já tem muito tempo sozinho, Sasuke, preciso de você. – Fugaku se aproximou mais do filho encarando aqueles olhos negros distraídos e até um pouco brilhosos – não me diga que achou uma puta nova para chamar de sua? – Sasuke levantou os olhos em sua direção.

 

Sakura poderia ser chata, e rebelde e também totalmente irritante, mas puta? Ah, mas isso não.

 

- pelo visto, sim, você arranjou. – Sasuke nada respondeu, mas desviou o olhar deixando que Fugaku pensasse o que quisesse – Não quero dar essa semana de folga que tanto precisa. Você trabalha para mim e ainda não achou uma solução para destruir aquele homem. – Sasuke revirou os olhos – quero que me ajude a levar ele de volta ao fracasso.

 

- toda pessoa que começa um negocio errado, termina mais errado ainda e isso eu não preciso lhe dizer. – Ele levantou puxando o ar para dentro – quando você tiver outra coisa para dizer, me ligue, vou pensar no que posso fazer, mas vou pensar em casa, esse lugar é chato. – Foi embora sem olhar para trás, tinha algo em casa mil vezes melhor que aquela conversa.

 

Melhor que qualquer coisa.

 

*

 

Mesmo que Sasuke tenha dito para ficar em casa e o esperar voltar deitada em sua cama, ela jamais seguiria sua ordem sabendo que Sasori ainda estava no hospital e queria mais do que tudo que ele acordasse de uma vez. Encarou-o da janela do corredor e sentia orgulho dele ser tão forte e aguentar tudo isso com o peito cheio de si.

 

- bom dia Sakura, esperando ele acordar? – uma das enfermeiras se aproximou para lhe falar – ele está bem ansioso, às vezes murmura seu nome, mas dorme logo. A operação foi um sucesso, de fato e estamos todos muito, muito felizes com a realização, mas a recuperação agora é o mais importante. Desde a moradia á escola, o que comer e beber, nada pode ser como antes.

 

- estou cuidando disso e vou dar o meu melhor para que ele continue com aquele sorriso bobo nos lábios – comentou sorridente e a enfermeira concordou.

 

- quando vou pode leva-lo?

 

- depois que Sasori acordar de vez e o médico liberar. Temos um sentimento especial pelo Sasori, desde quando ele entrou aqui. Claro que ele ganhou muitos amigos, e cartas e até uma generosa doação para sua cirurgia, não é? – Sakura concordou abertamente, mas só ela sabia o que lhe custou – e o doutor quer ter certeza de tudo, não pretende liberar ele sem fazer mais alguns exames e o acompanhar por algumas semanas, terá que ter paciência, mas eu garanto que quando ele for liberado, tudo estará bem.

 

Sakura olhou outra vez pela porta, o corpo pequeno estirado na cama lhe partia o coração, mas ao menos ela poderia ficar tranquila. Ele não corria mais perigo, ele estava bem. As lágrimas vieram caindo sem ela perceber e sentiu os braços da mulher ao lado lhe cercar.

 

- estar tudo bem agora. Eu sei tudo que você passou com ele aqui e sei que estar sozinha por muito tempo. Mas eu quero te lembrar duma coisa, aqui você conseguiu amigos e a qualquer momento, pode vir correndo para nossos braços. Ok? E sem choro, a partir de hoje, tudo será apenas felicidade.

 

- tudo bem. Eu estou bem. – Ela limpou as lagrimas rapidamente – enquanto ele estiver aqui eu vou atrás de reformar o apartamento que a gente mora. Deixar da melhor forma possível pra que ele viva confortável. E preciso de uma escola especial para seu caso, porque eu não vou está acompanhando ele vinte e quatro horas por dia, mas ele precisa que qualquer coisa que venha acontecer, alguém esteja ao lado para acudi-lo e se não for eu, tem que ser alguém que possa ajudar de verdade.

 

- ah muitas escolas que ajudam no desenvolvimento de crianças após um processo como este, garanto que vai encontrar uma do eu agrado. Agora eu tenho que ir, melhoras para você. E vai tranquila, estamos aqui o tempo todo – avisou e logo partiu deixando a Haruno sozinha novamente com o coração cheio de orgulho do seu menino.

 

Quando voltou a mansão de Sasuke, até sentiu um arrepio no corpo quando viu o carro ele estacionado em frente a casa. Isso queria dizer que sua saída foi mais rápida que ir visitar Sasori e ela não estava na sua cama para espera-lo chegar. Até porque, mesmo se tivesse em casa não estaria mesmo na cama dele e sim na sua descansando. Suas pernas ainda estavam doloridas e bem lá no fundo do seu intimo ainda ardia.

 

E mesmo com esses pequenos problemas, ela ainda queria que algo como aquilo voltasse a acontecer, a qualquer momento. Fechou a porta quando entrou procurando as empregadas da casa ou qualquer alma, mas nem isso encontrou. Subiu as escadas parando no seu quarto para deixar a bolsa que carregava e os sapatos que como não era acostumada com saltos – e não achou mais sua sapatilha confortável – machucou seus pés.

 

Respirando fundo, ela cruzou o corredor chegando ao quarto de Sasuke e bastou uma única batida para ele mesmo abrir a porta a puxá-la para dentro. A sorte de não está com os saltos, é que mesmo pisando em seu próprio pé, ela não caiu, mas foi parada por Sasuke que lhe agarrou a cintura procurando os lábios doces para beijá-los e ter a mesma sensação da noite. E sim, eram os melhores que já provou. Foi caminhando com ela até a cama onde a deixou cair e não parou o beijo ao ficar por cima, o cheiro dela era tão inspirador, queria-a por inteira. Completamente.

 

- quase morri quando não te achei em casa, linda – ele sussurrou quando o beijo acabou, segurou o rosto meigo apertando seu queixo devagar e até riu quando abriu os olhos encarando os dela – onde você foi?

 

- eu fui ver Sasori, Sasuke, e ele está muito bem. Obrigada por perguntar – Sasuke riu de novo largando o aperto para deslizar os dedos sobre a pele macia de seu rosto, o cabelo bonito jogado ao redor. Ele era maravilhosa.

 

- linda… Você é linda. – Sakura corou, mas, apesar de sentir vergonha quando escutava isso dele, seu ego ia lá no alto e se sentia feliz em ouvir isso, era revigorante para sua alma, porque até poucas semanas atrás, linda, era a última coisa que se sentia.

 

- eu quero te dar algo – ele soltou fazendo o Uchiha estreitar os olhos em sua direção. Sasuke quis rir quando foi obrigado e se ajoelhar na cama quando a rosada o empurrou para sentar – eu comprei um presente pra você.

 

- Eu não quero presentes de você, eu não quero nada.

 

- Eu sei. E obviamente você não precisa de nada, mas eu achei que… eu poderia lhe dar algo. – Sasuke a olhou por um tempo.

 

O que mais Sakura queria dar ele? Já não bastava tudo que já tinha? Respirou profundamente quando ela saiu dos seus braços e do quarto, para voltar cinco minutos depois com uma caixinha nas mãos. Ele sentou na cama ao lado dela e pegou o objeto abrido sem nem mesmo esperar. Quando finalmente chegou ao presente, estreitou os olhos e os levou para Sakura.

 

– eu sei que você tem vários, mas nenhum foi dado por mim. Não tem ouro, ou diamante, nada muito precioso como os que eu vi você usando.

 

- não faz meu estilo, ele não tem tanto valor assim – Foi direto.

 

- Sim, é como eu. – Sasuke estreitou os olhos fechando a pequena caixinha – eu não faço seu estilo, não tenho tanto valor assim. Não venho de uma família rica, ou tenho uma lista de nomes de homens com quem já dormir, não ando nos mesmos lugares que você ou que as mulheres da sua vida andam, não tenho ouro, e nem diamantes, eu não tenho nada. Mas eu tenho certeza que os momentos comigo, serão de alguma forma, especial pra você. Assim como… Isso. – Apontou para o presente.

 

- Sakura – ele soprou seu nome com certo carinho – você tem mais valor que qualquer objeto que meu dinheiro possa comprar. Não se compare com um relógio sem graça, ou sem marca como este – ela revirou os olhos, tá que o presente não fazia o estilo dele, mas não precisava jogar na cama – mas eu sei dar valor aos momentos.

 

- Uau! Você falou bonito agora, escutou isso de alguém?

 

Um.

 

Dois.

 

Três.

 

Quatro.

 

Cinco

 

- estou tentando não ser rude, e nem te jogar na cama e arrancar esse vestido, mas você me irrita.

 

- estamos conversando ainda, se fizer isso eu grito. – Sasuke entreabriu os lábios, totalmente desacreditado. – obrigada.

 

Ele a puxou de novo colando seu corpo, enterrou sua cabeça entre o pescoço e o ombro dela puxando o ar pra dentro dos seus pulmões, ela era cheirosa, seu cabelo cor de rosa era maravilhoso, ele gostava dele, era cumprido, e usaria isso muito bem a seu favor. Logo ergueu sua mão que ainda estava segurando o relógio na mão, riu de lado, era bonito sim, e fazia seu estilo, mas ela não precisava saber. Não podia entender uma mulher como ela. Sakura sabia que ele tinha tudo, ele tem tudo, dinheiro, fortuna, tudo do bom e do melhor, em primeira mão. Mas mesmo assim, teve coragem de ir ao shopping e comprar um presente pra ele. Sorrindo, teve certeza que aquele relógio valia mais que toda sua fortuna, valia o caráter de Sakura, valia mais que o sentimento que ele nutriu quando sentiu ela entregue completamente.

 

Ele valia mais que a vontade de comê-la outra vez.

 

– obrigada – a voz dela foi ouvida abafada, ele desfez o abraço – obrigada pelos brinquedos de Sasori. Tudo de novo, e até por ontem.

 

– eu não quero tampar sua boca, mas pra isso quero que você pare de dizer: obrigada – ele falou se afastando – tão linda e sensual – ele olhou pra ela de cima a baixo, mesmo com tantas outras roupas de grife, ela optou o vestido simples de alcinha e renda.

 

Seis.

 

Sete.

 

Oito.

 

Porra!

 

- Porque você está me olhando desse jeito? – Sakura o encarou mais inocente do que nunca, mas no sorriso, naquele sorriso que subiu apenas um canto dos lábios deixando Sasuke excitado e seu corpo arrepiado, ele notou um incentivo ao seu prazer interior.

 

Nove.

 

Dez.

 

– gosto desse seu jeito – ele puxou a alça do vestido pra baixo e encarou o ombro nu descendo para os seios, Sakura sorriu corando, assistindo o olhar dele estudar seu corpo. Logo fechou os olhos quando ele se aproximou beijando o colo dos seios e subiu para o pescoço – se prepare – ele sussurrou devagarzinho em seu ouvido – hoje, eu vou foder você, submissa.


Notas Finais


ESPERO QUE TENHAM GOSTADO
DEIXEM SEUS COMENTÁRIOS E O QUE ACHOU DESSE CAPITULO UM POUCO GRANDE, MAS CHEIO DE """"""CARINHO"""""""""

ESPERO DO FUNDO DO MEU CORAÇÃO DE ESCRITORA QUE VOCES AINDA ESTEJAM COMIGO, EU PASSEI UM TEMPO DA MINHA VIDA TOTALMENTE ISOLADO, MAS GRAÇAS AO BOM DEUS ESTOU DE VOLTA E SÓ ELE SABE A MINHA VONTADE DE FICAR.

ATÉ O PRÓXIMO


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