História Submissa A Você - Imagine Jungkook - BTS - Capítulo 32


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Personagens Originais
Tags Adultério, Amor, Babygirlsadd, Hoseok, Imaginação, Jimin, Jin, Jungkook × Oc, Loury, Magia, Min Yoongi, Namjoon, Paixão, Romance, Submissa A Você, Taehyung, Terror, Traição
Visualizações 358
Palavras 1.921
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Fluffy, Hentai, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


O ranço foi tão grande que eu tô até internada no hospital kkkkk man

Capítulo 32 - Deixa eu cuidar de você



Porque eu não quero perder você agora

Estou olhando bem para minha outra metade

O vazio que se instalou em meu coração

É o espaço que agora você ocupa

Mostra-me como lutar

Porque é como se você fosse meu espelho

E eu não quero te perder agora

Justin Timberlake - Mirrors 



 Essa noite eu não consegui dormir, estava ansioso para levar S/n e Melinda para casa. Quando deu 8:50, me arrumei e fui para o hospital, eu tremia e me sentia feliz por finalmente ter minha mulher e minha filha em casa. 


- Posso entrar? - Pergunto batendo na porta do quarto onde S/n estava. 


- Pode. - S/n responde e então abro a porta vendo S/n arrumando seu cabelo. Fecho a mesma e vou até S/n que me abraça de um jeito reconfortante, seu abraço quentinho me fez sentir bem. 


- Estava com saudade. - Digo balançando um pouco seu corpo. 


- Nós vimos ontem. - S/n se afasta um pouco de mim me olhando com tédio.


- Ontem, verbo passado. - Faço um biquinho tentando me justificar. - Vai falar que não estava com saudades de mim. 


- Eu tava... - S/n diz com manha passando as mãos nos meus cabelos, mas para me olhando com os olhos semi-abertos. - Deixou o cabelo crescer? 


- Deixei, desde que você tava com cinco meses eu não cortei mais. - Digo pensativo. 


- Nossa, tô me sentindo uma péssima esposa por ter percebido antes... - S/n mexe no meu cabelo. - Mas tá bonito, tá lindo. 


- Hum...obrigada amor. - Deixo um beijo na sua bochecha. - Já tá arrumada? - Pergunto e S/n concorda. - Eu vou pegar a Melinda e assinar os papéis. 


    Digo e deixo um selinho em seus lábios e saio, caminho até o berçário feliz em saber que iríamos para casa, que iríamos ficar felizes de novo. 


- Bom dia Ruby. - Comprimento a enfermeira do berçário. - O que foi? - Pergunto ao ver que a mesma tinha uma feição triste. 


- Jungkook...eu sinto muito. - Ruby diz em um fio de voz. 


- Como assim? O que tá acontecendo? - Pergunto um pouco perdido. 


- A Melinda, hoje pela manhã ela não tava respirando tentamos fazer alguma coisa mas ela não resistiu.  Eu sinto muito Jungkook. 


     Sabe aquele momento em que seu corpo entra em um completamente transe e você perde a respiração? 


    Era assim que eu estava, não sabia o que fazer, não conseguia dizer se quer uma palavra, meu coração estava acelerado e eu processava suas palavras. Minha boca secou, minhas lágrimas desceram pelo meu rosto em questão de segundos. 


- Jungkook, você tá bem? - Ruby me pergunta mais foi como se ela tivesse metros de distância. 


- Eu...eu foi... - Eu me sentia tonto. E sem responder Ruby começo a andar de volta pra o quarto em que S/n estava. Era como se estivesse andando nas nuvens. 


     Limpo meus olhos e abro a porta do quarto, ando devagar até a cama me sentando na beira da mesma. Aperto os lençoes tentando senti-lo, era como se eu estivesse bêbado, não me sentia firme.


- Amor, já chegou? - S/n vem até mim me olhando com o cenho franzido. Levanto minha cabeça olhando-a. - Jungkook você tá bem? Você tá pálido. 


- Ela se foi...ela nunca mais vai voltar. - Digo voltando a chorar, abraço a cintura da S/n chorando. 


- Jungkook quem se foi? - S/n se abaixa ficando na mesma medida que a minha, suas mãos macias seguram meu rosto limpando o mesmo. - Jungkook para de chorar e me conta o que aconteceu. 


- A Melinda. - Digo entre soluços. S/n me olha assustada e parece que sua ficha caiu naquele momento. S/n caiu no chão assustada, sua mão vai para sua boca tampando a mesma, S/n começa a chorar, ela chorava desesperadamente. - Desculpa S/n... 


    Digo e vou até a mesma que se afasta um pouco, mas eu a abraço, S/n me abraça com força enquanto chorava sem parar e dizia repetidas vezes por que. Eu me sentia culpado, inconformado e uma triste que nunca senti antes, era como se estivesse entrando e saindo facas no meu coração. 



[...] 



    S/n precisou de um sedativo, ela ficou super agitada, mas eu consegui levá-la para casa, pelo menos eu vou ter ela perto de mim. Eu estou aqui, sentado no chão ao lado do sofá a observando dormir, seu rosto ainda estava vermelho e sua respiração era pesada. 


    Essa noite mesmo, aproveitei que S/n dormia e tirei tudo do quarto, foi ainda mais doloroso, mas se S/n ja sofria, eu tinha que me manter firme e ajudá-la nesse momento difícil. 


- S/n acorda, você precisar tomar um banho. - Acaricio seu rosto lentamente. S/n abre os olhos e se levanta, a ajudo a andar até o banheiro, S/n não falava exatamente nada. - Eu te ajudo a tomar banho.


- Não precisa, eu tomo banho sozinha. - S/n não me olha e diz desconfortável. 


- Tem certeza? Eu posso...


- Tenho. - S/n diz firme. Devagar ando até a porta do banheiro e S/n vem até a porta.


- Não tranca tá? - S/n faz um leve sinal com a cabeça e fecha a porta. Fico esperando para ouvir o barulho do chuveiro e só assim sai do quarto. Vou para a cozinha fazer alguma coisa para S/n comer, ela precisa se alimentar. 


    Após fazer um lanche saudável para S/n volto para o quarto e estranho ao ouvir o barulho do chuveiro ainda ligado.


- S/n? Posso entrar? - Bato na porta. Espero alguns minutos e bato novamente. - Vou entrar. 


    Digo e abro a porta, meu coração se partiu em mil pedaços em ver S/n ainda com roupa sentada no chão do box, a água caia em todo seu corpo e S/n se abraçava enquanto soluçava. 


- S/n... - Suspiro e entro no box, fecho o registro e me abaixo ficando próxima da mesma. S/n não me olhava, não falava e nem se movia, seu único som era seus soluços que ecoava pelo banheiro. - Amor, não precisa disso, eu tô aqui com você, sempre vou estar, eu te prometi isso... 


      S/n me olha sem dizer nada, seus lábios e suas mãos tremia. Seu corpo se mexia agressivamente com seus soluços que a pegava de surpresa. Desvio meu olhar do seu e subo a manga da minha blusa de frio, puxo sua blusa para cima mas S/n não levanta os braços, era como se ela estivesse com vergonha de mim, como se eu nunca tivesse visto a mesma nua. 


- Deixa eu cuidar de você. - Digo com calma e paciência.


    Devagar e com medo S/n levanta os braços, tiro sua blusa molhada colocando a mesma para fora do box, faço o mesmo procedimento até deixá-la nua. Abro novamente o registro na água morna e ajudo S/n a tomar banho, lavo seus cabelos e seu corpo. 


- Isso levanta. - S/n se levanta da cama e coloco sua calça de moletom. - Pronto, agora você vai comer alguma coisa tá bom. - Digo e S/n nega com a cabeça. 


- Eu não quero, não tô com fome. - S/n passa a mão sobre seus braços. 


- Não perguntei se você tá ou não, você tem que se alimentar. - S/n me olha com os olhos arregalados.


 

   seguro nas suas mãos e a levo até a cozinha. Eu fiquei lá na cozinha até S/n comer, enquanto ela não comeu eu não sai de perto dela e nem deixei ela sair. Arrumo toda a cozinha e vou para o quarto, arrumo a cama estranhando ao ver S/n pegar seu travesseiro e uma coberta. 


- Onde você vai? - Pergunto esticando o edredom na cama. 


- Eu... queria dormir sozinha hoje.. - S/n abre a porta do quarto, vou até a mesma e pego o travesseiro e o edredom da sua mão. 


- Eu dormo no sofá, pode dormir aqui no quarto. - Dou um passo ficando de fora do quarto. 


- N-não eu dormo lá, você vai ficar com as costas doendo amanhã. - S/n diz preocupada. 


- Você que vai se dormir no sofá. - S/n abaixa seu olhar. - Boa noite. - Me aproximo e deixo um beijo na sua testa. - Te amo. 


    Suspiro e fico esperando por uma resposta, mas S/n não diz nada e fecha a porta. Triste e cabisbaixo, ando até a sala, ajeito o travesseiro e deito me cobrindo. Eu olhava aquela sala escura pensando em como a vida pode ser uma surpresa, tanto para coisas boas e coisas ruins. 


    E mais uma noite se passou e eu não dormir, só escutava o silêncio enorme que tinha nessa casa. Me sento no sofá e passo as mãos sobre o rosto subindo para meus cabelos os puxando. Eu tinha um completo vazio dentro de mim, e tudo que eu queria, era um sorriso da S/n. 


      Olho para janela vendo que o sol já estava nascendo, sorrio com essa imagem linda e vou até a janela, abro a cortina e me apoio no batente da janela. Um grande sorriso preencheu meus lábios ao me lembrar da nossa lua de mel.




Flashback on 



      Faço carinho nas suas coxas desnudas que estava entre minhas pernas, nossa posição era até um pouco engraçada e eu queria saber como vim ficar de cabeça para baixo na cama. S/n esfrega sua outra perna na minha coxa fazendo-as ficar quente. 


    Em segundos S/n se levanta rapidamente se enrolando em uns dos lençóis da cama. S/n me cutuca e aponta para o sol que estava nascendo, a mesma anda até a grande janela do quarto. Com muita preguiça, me levanto, visto minha cueca e vou até S/n dando-lhe um abraço por trás deixando variados beijos em seu ombro. 


- Olha que lindo. - Sua voz rouca e cansada se referia ao nascer do sol. 


- É lindo mesmo. - O nascer do sol combinava perfeitamente com a água da ilha. 


- Sabia que, quando o sol nasce, ele tá levando embora sua tristeza e, quando ele se poe, ele traz de volta sua alegria. - S/n ergue sua cabeça me olhando.


- É mesmo? Quem te disse isso? - Pergunto curioso, eu conhecia essa " teoria " so queria ter certeza que S/n tinha lido meus livros. S/n se vira para mim assim que término minha fala. 


- Eu li em um dos seus livros. - S/n sorri empolgada. - Se não me engano foi o " A menina dos olhos de botões. " acertei? 


- Pior que acertou. - Sorrio passando meus dedos da sua testa descendo para seu pescoço até sua clavícula. - Tão linda... - Sussurro encarando-a e encantado com sua beleza. 


- Você que é. - S/n diz descontraída sorrindo. - Você que é um abacaxizinho . 


- Amor, abacaxi é feio pra caralho! - Digo rindo deitando minha cabeça em seu ombro. 


- Mas é gostoso. - S/n diz sorrindo divertida. 


- Humm..tá falando que eu sou gostoso? - Arqueo a sobrancelha. 


- Você é muito mais que isso! - S/n diz em um tom engraçado. 


- Bom saber disso. - Faço biquinho e dou um selinho rápido em S/n. - Você é uma delícia! 


     Tiro o lençol do seu corpo e a pego no colo levando S/n de volta para a cama. 



Flashback of 



    

    Sorrio limpando minhas lágrimas, o sol estava nascendo e eu queria que ele levasse minha tristeza, não só a minha como a da S/n também. 






Notas Finais


Pretendo posta capítulo amanhã se eu sai do hospital, caso contrário postarei do mesmo jeito mesmo o médico dizendo que não posso mexer no celular por causa do meu braço. Deixar meus leitores sem atualização? NUNCA!


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