História Submissive Angel (hot - Kim Namjoon) - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Namjoon (RM)
Visualizações 64
Palavras 4.244
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite anjos do Spirit (de anjo só a cara né?) Estão indo numa boa?
Pois então, eu sei que é uma péssima hora pra postar, mas o capítulo já estava pronto e eu já estava sedenta pra "ver" o Namjoon fodendo a Elisa, então é isso aí!

Beijinhos, e boa leitura nenéns! (^^)

Capítulo 2 - 2- Videozinho pro papai.


A madrugada já se fazia presente, Elisa estava deitada em sua cama se recordando da noite passada com Namjoon. Agora a garota estava vestida com um blusão branco de tecido fino. Elisa recordou dos toques do senhor Kim no seu corpo, seus toques brutos e suas investidas violentas.

Ela deslizou seus dedos pelo corpo até chegar em seu íntimo o estimulando lentamente, a outra mão foi para seu seio por cima da blusa,  o apertando. Dois dígitos dela foram para o seu interior enquanto imaginava Namjoon a chamando de ninfeta como na noite passada. O olhar da garota foi para o seu lado,  onde seu celular estava, uma ideia arriscada passou pela sua cabeça.

Com sua mão que estava livre ela pegou o aparelho desbloqueando a tela e abrindo sua recente conversa com Namjoon, ela pressionou o botão para enviar um áudio aproximando o aparelho de sua boca aumentando a velocidade dos dedos e deixando um gemido longo e rouco sair dos seus lábios.

"Namjoon..." gemeu baixo "sua ninfeta está com saudades" sussurrou. Ela direcionou seu celular para perto do seu íntimo para que Namjoon conseguisse ouvir o som dos seus dedos molhados dentro do seu íntimo.

Ah, sim aquilo fazia barulhos excitantes.

As pernas da garota tremeram e seu útero se esfriou, seu orgasmo estava próximo, Elisa continuou aumentando a velocidade de seus dedos até sentir que os mesmos estavam melecados e saiu um gemido alto e fino.

"Namjoon..." gemeu alto.
Retirou os dedos de seu interior, enviando o áudio, Elisa ainda não satisfeita abriu a câmera do seu telefone, pressionando o botão para gravar um vídeo e logo chupando os dedos que estavam melecados com seu orgasmo, a garota direcionou seus dedos até sua boca aproveitando até a última gota do seu melzinho, no final do vídeo ainda teve a ousadia de mordiscar o lábio e sorrir, assim que terminou seu vídeo.

"Boa punheta, papai" ela digitou, enviando o vídeo para ele.

Depois de longas e torturantes horas para Elisa, Namjoon chegou na casa, Elisa já estava desistindo de espera-lo. O garoto adentrou o quarto de modo agressivo fechando a porta com força e trancando a mesma ele subiu em cima da cama, e logo beijando a garota com desejo, o ósculo deles era intenso e gostoso para ambos ele apertava a cintura dela durante o beijo. Aquilo era delicioso para Elisa. As mãos dele invadiram a blusa branca dela e apertou o seio e ela gemeu alto. Ela estava louca para que ele a fodesse.

"Estava com saudades?" Namjoon perguntou ofegante assim que cessaram o beijo.

"Sim, sua ninfeta estava com saudades..." ela sussurrou levando as mãos até os cabelos da nuca de Namjoon. Ele riu para ela erguendo o corpo Elisa a deixando sentada sobre a cama.

Por um segundo, Namjoon se pegou fitando o corpo dela, como o bico de seus seios estavam salientes debaixo da blusa, Namjoon segurou a barra da peça que cobria seu corpo e retirou a mesma, Namjoon sorriu ao ver que ela não vestia nada, seu pau pulsou no mesmo instante, ele puxou os tornozelos da garota trazendo o corpo de Elisa para si apoiando os pés dela em seu ombro e aproximando sua boca do íntimo da garota. Os lábios dele se fecharam em torno do clitóris dela e o chupando com força, a língua dele passou a deslizar no íntimo dela ele sugou seus lábios vaginais os dedos médios e indicador abriram seus lábios vaginais sugando o pontinho deixando seu clitóris exposto, com a pontinha da língua ele passou estimulou o clitóris dela. Elisa rebolou contra a sua boca procurando mais contato com ele, Namjoon deu uma cuspida em seu íntimo fazendo Elisa gemer baixo com aquilo. Aquele ato foi fodidamente excitante para ela.

Elisa estava deitada em sua cama, mais uma vez sozinha naquela casa enorme. Se pudesse moraria em uma bem menor, mas logo faria dezoito anos e poderia comprar tranquila um apartamento no centro da cidade para morar. Os pais haviam saído, e ela tinha a casa só para ela praticamente até o fim da tarde, e o sol lá fora era um bom indicativo de que passaria boa parte da manhã na piscina enorme nos fundos da casa. Mas isso depois que acabasse com a preguiça, deitada de bruços,  mexendo aleatoriamente no celular. Fazia um tempo que não dava atenção aos livros na estante, e só lhe restava energia para o aparelho.

A campainha lá fora resolveu tocar e lhe tirar o sossego. Quem quer que fosse ela já tinha uma resposta programada: "eles estão trabalhando", já que a visita sem dúvidas seria a procura dos pais. A campainha tocou de novo e desceu as escadas quase se arrastando. Iria falar pelo televisor que dava a visão da câmera do lado de fora, então nem se importou em vestir outra coisa mais apresentável. Chegou a sala, ligou o televisor ao lado da porta e seu peito deu um salto com quem estava a centímetros de distância dali.

- N-namjoon? Oi...? - não sabia o que falar. Com certeza não estava atrás dela e sentiu um leve ruborizar ao lembrar da noite em que tiveram há uns dias atrás, desde quando parou de se hospedar na casa deles. E mesmo que tenha dado a desculpa de que não queria mais abusar da hospitalidade, foi por causa da garota que Namjoon alugou um apartamento para passar a temporada. Não conseguia ir de manhã a cozinha onde a menina estava sentada num dos banquinhos com aquela bunda farta e empinada sob a camisa de renda que usava e se manter neutro, sem vontade de fode-la naquele balcão. Sabendo que não se controlaria, saiu do mesmo espaço que ela.

- Bom dia - saudou o homem, ainda parado do outro lado da porta. Ele ficava ainda mais atraente no terno de trabalho que usava e nos fios de cabelo jogados com gel para trás, ainda assim alguns teimavam em escapar e cair sobre sua testa, o deixando deliciosamente lindo demais para os impulsos da garota. - Seu pai está?

- Não. Os dois saíram. - reponde, um tanto nervosa. Não sabia o motivo de estar assim. Talvez estar falando com o homem que ouviu seus mais gostosos gemidos a deixavam sem fôlego algum.

- Bem, não sei se avisou para você, mas seu pai pediu para eu pegar um documento na sala dele. Pode me deixar entrar? - pediu gentilmente o homem, tentando manter a expressão neutra diante da ideia de a garota estar sozinha. Sozinha naquela casa. Ninguém para ouvir os gritos que ela poderia dar ... Não! Namjoon chacoalhou a cabeça para os lados, tirando a imagem de seu pau entrando nela dos pensamentos. Tinha que tirar ela da cabeça, ou não se conheceria o bastante para controlar-se diante da menina.

- Ah... Tudo bem, então. - ela nem sequer pensou em ligar para confirmar com o pai a visita do amigo, mesmo assim manipulou o mecanismo da tela e assim a porta foi aberta com um barulho robotizado de confirmação.

Namjoon adentrou a casa, a porta fechando atrás de si, e ambos por um momento, por milésimos segundos, se encararam o bastante para o desejo dos dois aumentarem a um nível anormal, demoníaco, porque não podia ser coisa do ser supremo o fogo que lancinava na pele de Elisa só com os olhos penetrando sua face, como se pudessem enxergar através de sua alma, através da roupa mínima que usava... A roupa. Os olhos de Namjoon se demoraram no blusão branco que ela usava, tão fino o tecido que ele podia ver o sutiã e calcinha pretos cobrindo suas partes prediletas. Quem sabe o que ele podia fazer com ela se estivesse sem peça alguma por debaixo daquela camisa tão sensual e ao mesmo angelical, o rosto da menina sendo emoldurado pelas tranças que comumente usava. Namjoon engoliu em seco.

- Eu... Vou lá para cima. Com licença. - acenando com a cabeça, ele contornou a menina, subindo as escadas para o escritório. Uma linha tênue de um fogo intenso, de prazer havia se formado entre os dois, isso nenhum podia negar. Por mais que não admitissem, queriam o calor um do outro novamente, a adrenalina possuindo seus corpos no auge do prazer. Renegavam isso piamente como uma religião.

Elisa decidiu ignorar a presença total do homem enquanto ele passasse o tempo naquele escritório. Precisava tirar cada toque, cada sopro e grunhido do homem daquela noite da cabeça, e nada melhor do que relaxar na piscina de água gelada em um dia ensolarado. Mas antes prepararia a bebida para bebericar enquanto tomava sol. Caminhou para a cozinha, juntando no liquidificador morango, banana e leite. Misturou tudo e se aventurou em pegar uma das garrafas de vodka do pai e jogou dois copinhos ali dentro. Provou tudo e percebeu que fez a melhor bebida que já provara.

Mas a presença do homem debaixo da soleira da porta da cozinha lhe chamou a atenção. Seu corpo enrijeceu diante do arrepio que sentiu com a presença dele justo ali naquele cômodo. Um certo calor percorreu-lhe a derme enquanto engolia em seco as palavras afiadas que daria a ele. Decidiu ignora-lo.

- Tudo bem que não queira falar comigo, mas ignorar o calor que sente na minha presença já é um pouco demais, não acha? - provocou Namjoon, cruzando os braços que mesmo cobertos pelo tecido do terno, não deixavam de mostrar seus músculos notáveis.. Encarou avidamente a menina, que não desfazia um movimento enquanto guardava os ingredientes que usara.

- Não quero conversa com você, acho que ficou meio claro. - retrucou ela, deixando seu temperamento dominar suas feições delicadas, torcidas em raiva. Mal sabia ela que Namjoon achava aquilo uma graça, e cômico, seja lá a raiva toda que queria passar para ele.

- Não seja boba. - falou, suavemente deslizando para a frente do balcão que ela estava. Um sorrisinho convencido tomava conta dos lábios do homem. Lábios que ela queria tanto tocar, beijar, lamber e tudo que tivesse direito. - não use a marra como defesa.

A garota engoliu em seco, sugando o canudinho da bebida, encarando com perfídia o homem.

- Não sei do que tá falando. - rebateu de novo, apoiando o queixo nas mãos e tentando passar plenitude na forma como tomava a bebida e apoiava contra o balcão. Mas algo na fala de Namjoon a deixou inquieta, e só percebeu isso quando esfregou uma perna na outra ao que ele disse em seguida.

- Eu recebi o áudio e o vídeo que me mandou essa semana. - diz, mexendo nas unhas como se aquilo não fosse nada, mas a verdade é que Namjoon se tocou tantas vezes aquela noite só imaginando a garota quicando sobre o corpo dele como uma louca, as tranças e os seios se movimentando enquanto subia e descia em seu pau.

Mais uma vez ela engoliu em seco, tão seco que apertou as bochechas a fim de conseguir juntar saliva, a que poderia muito bem gastar se estivesse chupando Namjoon naquele momento, sentir aquelas veias grossas do seu pau dentro dela, certamente a oitava maravilha do mundo. Mas ainda assim trancafiava esse desejo e preferiu se manter a menina ácida e teimosa diante do lembrete de quando gravou aquele vídeo. Sua intimidade pulsou só de lembrar da sensação de Namjoon sugando todo o seu líquido como se fosse mel. Poderiam fazer ali mesmo, se ela não fosse tão teimosa e birrenta.

- Você já pegou o documento que precisava? Já pode ir embora. - afirmou, se virando para o outro balcão com a pia atrás de si. Encaixou o canudinho na boca, esperando que o homem atrás de si evaporasse junto com o desejo formigando quente no meio das pernas. Apoiou um pé no outro, deixando os cotovelos sobre o balcão, esperando Namjoon sair da cozinha e ir embora da sua casa.

Mas aquela visão da sua bunda coberta pela calcinha, que mal cobria direito a pele exposta, desceu os níveis de racionalidade de Namjoon para um por cento, e todo o resto se esvaiu quando o homem saiu do banquinho, caminhando com uma graciosidade que deixou o corpo de Elisa rijo, parando de sugar a bebida e se concentrando em manter a respiração regular perto dele. Tentativa falha.

- Quando eu disse que podia virar as costas quando estava falando com você? - a voz rouca e sensual de Namjoon ressoou no fundo dela, vibrando sob seu corpo arrepiado. Namjoon percebeu o efeito, espalmando as nádegas com as mãos grandes e dando um aperto em sua bunda, e jurou sentir a menina empurrando seu corpo contra suas mãos. - Que menina marrenta... - e a tentativa de respirar fundo foi por água abaixo como Namjoon perpassou a ponta do seu nariz no pescoço dela, o cheiro natural da mesma inebriando ele. Suas mãos percorreram seu tronco por cima da blusa, que por ser curta, foi mais um ponto a favor dos toques de Namjoon, que se atreveram por debaixo dela, para sua cintura, contornando a barriga e espalmando os seios fartos da menina.

- Namjoon... - o nome escorreu suavemente por seus lábios como brisa sendo soprada, tão deleitoso que ele sentiu mais uma fisgada em seu membro coberto, louco para sair da calça e provar mais uma vez o corpo da menina. Mas Namjoon sabia exatamente onde tocar e como tocar para preparar a garota para ser loucamente fodida por ele em questão de segundos, o controle era algo que ele aperfeiçoou, mesmo com a fome descomunal para se enterrar nela.
Uma mordida foi aplicada no pescoço dela, próximo ao pulsar da garota.

Um suspiro misturado a um profundo arfar foi deixado quando Namjoon levou a mão até o meio das pernas dela, afastando a calcinha da garota para o lado e lhe enterrando um dedo.

- Cacete Namjoon, não faz isso... - ela tentou debater contra o fogo que aumentava, o peito do homem colado as suas costas e a ereção lhe cutucando por debaixo da calça. Mordeu os lábios quando sentiu os dedos longos do homem lhe masturbando e a outra mão levando seu corpo para ele pela cintura, a puxando com fervor, com necessidade, ouvindo outro arfar dela e com isso bombeou mais rápido seus dedos.

— Sentiu saudades de mim? - perguntou ofegante, segurando com delicadeza entre os dedos o bico de seus seios, a cabeça dela quase deitando sobre seu pescoço com tamanho prazer em ter ele invadindo seu espaço com os dedos. — Diz pra mim, me mostra o quanto você sentiu minha falta. - sussurrou em seu ouvido, entrando e tirando com os dedos, parando para espalhar o líquido acumulado entre as coxas. — Que boceta molhada amor, está com tanto tesão assim? — ela balançou a cabeça, envolvida em um frenesi que só a fazia querer mais de Namjoon. Chega de relutar contra o fogo ardente em sua pele, precisava dele,  forte e rápido.

— Vamos papai, fode sua ninfetinha, vai. - ela estava ousada, aquela voz travessa e manhosa tomou conta dela, de seu corpo, como começou a se esfregar fortemente contra a ereção do homem.

— Porra, você quer me matar garota. - murmura ele, tirando as mãos de seu corpo para abrir o zíper da calça com pressa. Elisa se vira de frente para ele, tomando a atitude de envolver o pescoço do homem com as mãos e chupar seus lábios em um beijo saliente. Com seu zíper aberto, Namjoon apertou a cintura da menina envolvida em seu pescoço e a ergueu, pondo-a sentada sob a bancada. Iria foder ela ali mesmo, em cima do mármore frio, e gostoso como nunca. As pernas da menina tremeram diante da visão de Namjoon se abaixando da altura de sua barriga, e uma empolgação tomou conta dela quando sabia o que viria a seguir.

— Vai sua putinha, abre as pernas pra mim. - Namjoon pede, segurando nas coxas da garota, que morde os lábios assim que a língua morna e habilidosa do homem passeia por sua boceta encharcada. Namjoon suga todo seu líquido antes de pressionar a língua no clitóris inchado da menina, chupando seus lábios e passeando sua língua por toda a extensão dela com voracidade e ao mesmo tempo em um ritmo lento e torturante. O olhar que ele lança do meio das pernas para ela é de deixar qualquer um em chamas. Ela geme, jogando a cabeça para trás e amassando um de seus seios na mão quando os dedos de Namjoon estimulam seu ponto de prazer.

— Vai Namjoon... Caralho...! - ela grita, olhando para baixo, para onde a cabeça do homem se enterra entre suas coxas e quase a faz chegar no seu orgasmo. Namjoon não quer dar essa satisfação a ela, sendo o grande dominador que era. Retira os dedos que bombeava na menina, levando os mesmos a boca e chupando como se fosse doce, seu olhar quente é como fogo, que varreu qualquer sinal de sensatez dela. Queria ser fodida logo pelo homem duro e másculo a sua frente.

Antes que a garota pudesse fechar as pernas a fim de conseguir alguma satisfação, Namjoon segurou as mesmas para mantê-las abertas, e essa foi a coisa mais quente que ele já fez depois de ter chupado a menina como se seu gozo fosse mel.
Lambendo os lábios molhados e suspirando com o latejar de seu membro crescente na calça, Namjoon por fim desafivelou seu cinto, liberando seu pau que pulou duro como rocha da calça. O homem pegou a longa extensão e deu várias batidas na boceta encharcada da garota, sem se aprofundar nela. Aquilo quase fez a garota gozar.

— Porra, que gostoso papai... - ela geme, apertando a beira do balcão e abrindo mais as pernas como sinal de que precisava Namjoon como precisava respirar.

– Minha ninfetinha tá tão necessitada, tão marrenta e não assume que é viciada no meu pau. – sibila, dando um sorriso unilateral que incendiou Elisa.

Namjoon não era um homem que ia direto ao ponto, fazia suas companheiras passarem por um processo lento de preliminares, e de alguma forma ele conhecia o corpo  de Elisa como um mapa, sabia bem onde ela gostava de mais pressão e onde preferia toques delicados, mas intensos. E ele conseguia fazer com que ela se sentisse mais puta do que já era, já que para a mesma, não tinha limites do que devia fazer com Namjoon. A ideia levantou uma onda de empolgação nela, que clamou por Namjoon quando o homem continuava passando a ponta macia e melada de seu membro em sua entrada, ameaçando penetrá-la.  Não queria parecer desesperada, mas estava claro que ele era filho da mãe o bastante para brincar com ela naquele estado, mesmo enlouquecendo com as pinceladas que ele dava na pele molhada.

Impaciente, a garota fincou as unhas nas costas de Namjoon, puxando ele para mais perto.

— O que acha de me foder agora, uh? - fala com ironia, um risinho brincalhão enfeitando seu rosto safado.

Uma risada deliciosa partiu dele, que, com o peitoral colado aos seios da menina, mordeu a ponta de sua orelha, segurando com força suas coxas fartas.

— Relaxa, amor. - reverberou em seu ouvido, soprando em seguida. Elisa achou que isso seria uma forma de distrair ela para o que viria a seguir, pois Namjoon se enterrou nela de uma vez com tanta facilidade e tanto vigor que ela não repreendeu um grito histérico lhe saltar a boca. Namjoon aprovou aquilo, dando uma palmada na coxa direita da menina, sem se mover; estava adorando o pulsar descontrolado dela mesmo sem dar investida alguma. Ela estava tão excitada que sua boceta se adequou ao tamanho de Namjoon com facilidade, mas também não era pra menos, o pré gozo em excesso nela ajudava bastante.

— Vamos caralho...! - xingou baixinho ela, fazendo Namjoon dar aquela risada marota mais uma vez e dar um tapa na pele vermelha de sua coxa como punição.

— Quero saber quem ensinou minha garota a falar palavrão assim. - grunhiu, fazendo um movimento e sentiu como se fosse explodir. Tirou o pau dela e voltou a inserir-se ali mais fundo, tão fundo que suas bolas tocaram a garota. - Sentiu minha falta, não é? Faz birra, mas ama ser fodida desse jeito, hum? . - o prazer que sentia agora investindo com mais força nela não deixava sua voz passar de um sussurro grave. Os lábios de Elisa estavam entreabertos, o ar ficara insuficiente e seu coração estava mais que acelerado. Empurrou seu quadril para a frente, o que não foi preciso com Namjoon aumentando as estocadas em seu corpo. Os gemidos quase sem voz e altos da garota eliminavam o silêncio de antes da casa.

— Fala minha putinha, me diz o quanto você gosta disso. - ordenou, rodeando levemente o pescoço dela enquanto movia seu quadril para a frente. Elisa joga a cabeça para trás, os seios balançando com o movimento de Namjoon e o fogo aumentando na sua espinha. Estava próxima, muito próxima da linha que separava o prazer infinito do ritmo acelerado do corpo de ambos. O útero da menina não parava de contrair e parecia ondular quando a ponta do membro do homem tocou naquele ponto exato, o ponto que se ele continuasse brincando muito tempo com aquilo iria logo estar se contorcendo no balcão.  Ela jogou a cabeça para trás, deitando-a no balcão deixando Namjoon foder como quisesse com sua boceta, e nem percebeu quando sua costa começava a se arquear do mármore.

— Você gosta assim? — provoca ele mais uma vez, aumentando dez vezes mais a velocidade sobre o corpo fraco dela. Completamente irracional, estava entregue a sensação gostosa de ser apertado pela menina a cada enterrada que fazia com rigorosidade, não duraria muito tempo se a garota continuasse apertando os seios nas próprias mãos daquele jeito. As pernas de Elisa começaram a queimar naquela posição e seus braços cansados de apoiarem na pedra, mas não sairia dali sem antes alcançar o ponto máximo daquela foda.

— S-sim, Namjoon! - um grito lhe parte a garganta, sua cabeça vai para trás e suas pernas adotam espasmos incessantes. Seu útero rapidamente parece se contrair o dobro de antes e ela jurou ter visto estrelas embaçadas quando, mesmo depois de ter seu tão glorioso orgasmo, Namjoon continuou fodendo a garota.

Namjoon sai de dentro da dela, deixando a mesma sentar corretamente no balcão e deslizar pelo abdômen malhado e suado de Namjoon. Ela desce do mesmo e sem delongas, mete o pau dele de uma vez na boca, fazendo garganta profunda no homem. Ele revirou os olhos e tombou a cabeça para trás com os lábios dela fazendo sucção em cada veia latejante de seu pau. Namjoon olha para baixo, para a menina abaixada entre suas pernas e os seios grandes a mostra, e não poderia ter visão melhor que aquela, os lábios vermelhos se formatando e o olhar pecaminoso que Elisa lhe dá, tentando sorrir enquanto olha para ele e o chupa.

Por fim ela retira Namjoon de dentro da sua boca e bombeia umas cinco vezes o homem antes de colocar sua língua para fora, lambendo a ponta do seu membro e fazendo a cara mais travessa que consegue.

— Vamos papai, goza pra sua ninfetinha. — e ela que o diga que aquela visão do pau ereto de Namjoon e a expressão devassa que faz quando jorradas de gozo caem em sua boca era uma que ela faria de tudo para ver de novo. Lambeu todo o gozo do homem antes de engolir e ser erguida por ele, que a prensou com força no balcão, tomando seus lábios salientes.

— Que chupada, minha gatinha. - ele enrola suas línguas, envolvendo sua cintura com os músculos.

Mas um barulho estranho desperta ambos do beijo fogoso que davam. O barulho da porta da sala se abrindo e vozes familiares faz os dois se separarem e se vestirem rapidamente.

— Já vou! — grita ela, acabando de  vestir a blusa antes de correr para a sala receber os pais e enrolar, dando mais tempo a Namjoon se vestir. Ela dá uma risada e recebe um tapa na bunda antes de sair do enorme cômodo.

Seus pais carregam compras e se surpreendem com o rosto vermelho da menina e suas tranças bagunçadas.

— Meu Deus, filha. Que aparência é essa? - exclama sua vaidosa mãe. Elisa trata de se desculpar.

— Hoje foi um dia cansativo. Estava arrumando os armários da cozinha e Namjoon resolveu me ajudar. — explica sorrindo amarelo quando o mesmo surge arrumado na sala. Os fios estão jogados para trás e ele não parece estar tão ofegante, com a camisa social perfeitamente colocada dentro da calça. — Ele veio pegar um documento e viu meu esforço. — Ah, e transamos muito mãe, como dois malucos por sexo.

A mãe se ocupa em cumprimentar Namjoon e lhe oferecer um copo de água pelo esforço. O pai faz o mesmo.

— Que prestativo Namjoon. Uma pena que você saiu daqui de casa, ainda acho desnecessário pagar aluguel quando pode ficar aqui! - seu pai fala, dando tapinhas no ombro do amigo.

Namjoon abre um sorriso que fez Elisa secretamente se contrair novamente, aquele sorriso sensual e ladino que apenas Namjoon consegue fazer, quando não tira os olhos ferozes da garota.

— É... Uma pena mesmo. 




Notas Finais


A primeira parte (sim, essa do vídeo) é toda da @_cafezinho_- e é melhor eu encerrar as notas aqui antes que eu comece a falar da madrinha desse casal!

Comenta o que tu estás achando, compartilhe isso pra sua amiga safada e, de novo, diz o que você acha, isso é importante pra um caralho, amores.

Até o próximo "conto" bbs. .^_^.


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