História Submissive To Sex. - Capítulo 15


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Categorias Luan Santana
Personagens Luan Santana, Personagens Originais
Tags Bruna Santana, Luan Santana, Luanete, Professor, Sadismo
Visualizações 220
Palavras 906
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá.

Essa capa, meio sem sentido, mas não deixa de ser uma capa. Depois tento dar um charme a mais. (:
Obrigada pelos 30 favoritos – já é milésima vez que eu peço obrigada aqui, mas mil e um obrigadas não vão bastar para o quão grata eu sou.

Boa leitura.

Capítulo 15 - Dominante pervertido.


Fanfic / Fanfiction Submissive To Sex. - Capítulo 15 - Dominante pervertido.

— Oi, senhorita Duarte. – seus lábios sustentam um sorriso implícito.

Sibilo um “oi” tentando demonstrar normalidade e dou espaço para que ele possa passar.

Caminho a sua frente e me sento em meio a cama. Seus olhos andam pelo o quarto, parando no meu óculos e depois em mim, com as sobrancelhas arqueadas.

— Não sabia que usava óculos. – a armação fina corre em em seus dedos.

— Não uso. Tenho de usar, mas não gosto. – falo com a testa franzida.

— Deveria começar a usar.

— É, eu deveria. Mas não vou.

Seu lado professor autoritário acabara de surgir. Ele cruza os braços firme e me encara diretamente – eu não sou uma criancinha de 5 anos, ok?

— Sinto muito não fazer o que você manda, mas não sou do tipo devota a um dominante pervertido. – respondo sua pergunta-não-perguntada enfaticamente, levando os braços ao alto.

Um resquício de sorriso o toma. Luan ri, passando a mão no cabelo.

— Dominante pervertido, esquisitices, autoritário sem controle. Não gostaria de ferir mais meu ego, senhorita Duarte?

— Sinto muito.

— Sente mesmo?

— Não. – respondo e sua risada contagiante me faz rir também.

Sigo seu corpo harmonioso se movendo pelo meu quarto. Que homem lindo.

Seus castanhos inquisidores me fitam.

— O que é? – pergunta com um meio sorriso.

— Nada.

— Não sei se quero realmente testar seus limites.

— E então porque dirigiu meia hora para vir aqui, senhor S?

— Para usufruir da sua Netflix, do seu Wi-Fi... – diz, vindo em minha direção — E de você.

Sua fragrância inebriante acaba com o espaço que existia entre nós. Meu penteado mal feito se desfaz ao alcançar de seus dedos em meu cabelo.

Caio em meio as almofadas coloridas espalhadas na cama quando seus lábios colam nos meus calorosamente.

— Não vou te machucar. – murmura, desatando o nó da gravata vermelha escura — Seu rostinho de desespero está te entregando.

Viro o rosto, olhando para os prédios longínquos do Centro. Algo envolve minha vista... Começou.

— Seja lá qual forem as circunstâncias, quero que você me fale de eu te machucar. Entendeu?

Mexo a cabeça em confirmação.

Seus dedos alcançam meu cabelo, ele tira os grampos que prendiam o penteado mal feito e o mesmo se desfaz. Ele continua traçando seu caminho, parando no meu lábio inferior. Desliza para dentro da boca, e eu agarro seu dedo suavemente com os dedos. Seu gemido é música para os meus ouvidos – parece que os papéis se inverteram, não?

— Não me provoque. Tem noção do quanto sua boca está fervendo? – murmura — Não sabe as imoralidades que eu posso fazer com ela.

— Eu não me importaria.

Benditas palavras. Aperto as pernas tentando amenizar que me encontro depois de alguns minutos da minha última frase – os punhos presos um ao outro, nua e visão coberta. Bondage.

Meus quadris se movem ritmicamente com seus movimentos circulares. Meu Deus. E em um déjà vu levemente distorcido, ele cessa, quando estou prestes a atingir meu clímax.

— Sempre tão apressada. Ainda tenho muito tempo aqui, não fique tão atordoada. – fala. Seu pedido impossível causa-me um revirar de olhos imensurável, ainda bem que não pode ver isso.

Tenho um vislumbre de seu abdômen nu uma vez que consigo enxergar por baixo da venda sedosa.

Caio trôpega sobre o chão, ficando de joelhos diante do par caro de Capottaco Matteo’s em seus pés.

— Quero você. – ronrono enquanto seus dedos andam em meus cabelos.

— Seja clara.

— Eu quero você. – repito suplicante.

— Peça direito. – o deboche se instala aos poucos em seu tom.

Minhas bochechas tomam cor, ardendo. Isso é sério? 

— Eu quero você, por favor. Dentro de mim. – engulo em seco.

Retomo aos lençóis bagunçados de bruços, seu encaixe é brusco e meu ventre se retrai em resposta. Meu Deus.

O suor brota em minha pele da mesma forma que o prazer escorre pelas minhas pernas trêmulas. A venda macia é tirada e meus pulsos se libertam, o ar volta ao meus pulmões.

Talvez em meus últimos suspiros – prazerosos – eu tenha falado uma versão incoerente de seu nome, mas nada que eu possa me lembrar enquanto minha mente se estabiliza aos poucos.

O calor do seu corpo é aconchegante, me viro e encaro seus olhinhos castanhos cintilantes e sorridentes. Tão tranquilo.

— Acho que eu te amo. – confesso inerte.

Por alguns segundos tenho a impressão de que sua respiração cessou. Suas mãos buscam meus pulsos, estão vermelhos, marcados e doloridos. Nada que eu não possa relevar.

— Eu te machuquei, e você não avisou. – junta as sobrancelhas, afagando cuidadosamente as marcas avermelhadas. Sua capacidade de mudar de assunto tão naturalmente é incrível.

— Eu sei, mas não estamos falando disso agora. Estamos falando sobre meu amor pelo meu professor pervertido, autoritário sem controle, dominante, esquisito e incrivelmente sexy.

— Eu diria que está sob uso de algum entorpecente se não te conhecesse também. – sorri, exibindo sua bela curvatura — Podemos conversar sobre isso depois de você descansar.

— Tá, mas não pegue leve comigo da próxima vez. – bocejo, quase fechando os olhos.

— Desafiadora, como sempre. Mas não quero correr o risco de te perder de novo. Agora, descansa.

Ele beija minha testa e passa os braços ao redor da minha cintura. Aninho-me em seu peito e acabo dormindo, escutando as palpitadas rápidas de seu coração se acalmarem devagar. Quando penso em murmurar um "eu te amo", perco-me no sono.


Notas Finais


Até mais ver, espero eu.

bezos. <33


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