História Submisso - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais
Tags Bts, Drama, Jeongguk, Jikook, Jimin, Kookmin, Lemon, Romance, Submisso, Yaoi
Visualizações 508
Palavras 1.601
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Obrigada pelos comentários ^^

Capítulo 2 - Nojo


Nojo
{substantivo masculino}
- tristeza profunda; pesar, desgosto.

 

Jeongguk caminhava lentamente com Jimin em seus braços. Um sorriso brincava em seu rosto, e ao seu lado Taehyung se questionava o porquê daquela alegria repentina.

— Não percebe Tae? — Arqueou sua sobrancelha, abaixando-se para pôr o outro no banco traseiro de seu carro. — Está tudo, tão perfeitamente bem, que eu seria capaz de te fuder até te matar.

— Se quiser, pode ser agora. — Taehyung, entrou pelo outro lado da porta e abriu o zíper de sua calça, na esperança de ter aquelas mãos fortes em seu membro.

Sua relação com o Jeongguk se baseava em trocas. Um fazia algo e o outro retribuia, e normalmente esse algo, era o corpo do garoto sendo utilizado para o sadomasoquismo do Jeongguk.

Taehyung gostava de se sentir submisso ao outro. Ele era assim desde criança, quando se conheceram naquele internato para jovens ricos. Logo ali, Jeongguk já demonstrava seus sinais de psicopatia e Taehyung sentia-se feliz em receber aquelas chicotadas.

O sorriso em seus rostos demonstrava a felicidade.

— O que você fará com aquela garota?

— Um novo brinquedo? — Ele sorriu, encarando Jimin pelo espelho. — Ele parece calmo assim, não é mesmo? — Virou-se, tocando o rosto do garoto, e ajeitando os cabelos que o cobriam.

— Acho que ele não dura um mês. — Revirou os olhos. — Não tenho paciência para iniciantes.

— Se eu não te conhecesse diria que está com ciúmes.

— Ah claro. — Bufou, abrindo a porta do carro. — Vou ficar com a Seonee.

— Corrigindo, você irá deixar ela te foder. — Ele sorriu, agarrando o pescoço de Taehyung e o puxando para mais perto, e com sua mão livre apalpou o sexo exposto, recebendo um gemido de aprovação. — Adoraria brincar com você hoje Tae, mas Park Jimin está chamando mais minha atenção.

— Eu aceito ser trocado por esse aí. Mas só, por esse aí. — Ele sorriu, e deu um beijo em Jeongguk, antes de sair do carro, e ir de encontro a Seonee que observava os dois de longe.

***

Jeongguk estacionou seu carro na frente da casa de classe média baixa. Abriu a porta traseira, pegou Jimin em seu braço e subiu a pequena escada, até a porta da frente. Tocou a campainha e aguardou.

— Okay. — A garota falou pausadamente o observando.

Jeongguk a encarou. Ela possuía as pontas do cabelo vermelha, além de seu delineador preto marcando todo seu olho, e seios bastante atrativos.

— Perdoe-me minha inconveniência. Mas, Park Jimin passou mal na escola, e eu vim trazê-lo em casa. Passamos em um hospital e ele está bem, apenas falta sal em sua alimentação. — Jeongguk sorriu, e a garota continuava a encará-lo.

— Sinto muito que você teve que lidar com esse aí. Eu sou, acho eu, a “irmã” mais nova dele. E eu te conheço, Jeon Jeongguk. — Ela sorriu, abrindo a porta, e dando espaço para o garoto entrar.

— Claro que você me conhece. — Ele pôs Jimin no quarto em que ela indicava e depois a encarou. — Todos me conhecem, todos me desejam. — Sua mão tocou seu queixo, levantando sua cabeça para ela o olhar diretamente. — Você tentou ficar com o Tae, mês passado, mas perdeu a aposta. — Ele aproximou-se. — Mas, calma, comigo não terá apostas, a não ser que você queira algo em troca. — Sua mão livre, levantou sua saia e tocou-lhe por cima da calcinha. Ela prendeu seus lábios.

— Continua... — Gemeu, subindo e descendo.

— Para isso, você terá que fazer algo. — Ele tirou sua mão de lá, e a prendeu na parede.

— Eu faço. — Ela tocou o corpo e Jeongguk.

— Foda seu irmão, em minha frente, e aí, te dou o tanto de prazer que você quiser. — Se afastou dela, e sentou-se no sofá.

— Quê? — Sua cara expressou nojo e medo, da feição do garoto a sua frente. — Você ficou louco?

— Você só notou agora? — Levantou-se e caminhou em direção a porta. — Já que não queres, vou embora. Tenho assunto importantes a tratar.

— Jeongguk... — Ela segurou em sua blusa, o puxando. Um sorriso se formou nos lábios do garoto, que se virou para encará-la. — Eu poderei ser sua?

— Meu bem, você poderá ter a vidinha que sempre sonhou. — Ele a empurrou no sofá. — É tão fácil se conseguir tudo, quando se tem um corpo. — Ele retirou a blusa dela, revelando o sutiã. — Estou esperando, você foder Park Jimin.

— Eu farei. — Ela levantou-se, e caminhou na direção do quarto de seu irmão.

Ele ainda dormia profundamente, e aparentemente não acordaria nem tão cedo.

Jeongguk sentou-se na cadeira, próximo a porta e pôs-se a observá-la. Ela estava com uma cara nítida de nojo, mas ele pressentia o medo que ela sentia. Era sempre assim, todos sentiam a mesma coisa, e ele já estava cansado disso.

— Tão superficial. — Bufou. — Dê um pouco de emoção nisso. Eu quero ver sangue. — Sorriu, enquanto ela o olhou assustado.

— Eu não quero mais fazer isso.

— Mas, você fará isso. — Ele levantou-se, e retirou uma pequena faca de seu bolso e foi até ela, que se encolheu. — É fácil. Faça como você sempre fez. — A faca percorreu o rosto da garota, desceu pela garganta, e perfurou sua barriga. Jeongguk detestava marcar o rosto, então divertia-se com todo o resto do corpo. — Agora vá, foda ele, ou você prefere morrer? — Pendeu a cabeça a observando.

— Eu... — Ela gaguejou, voltando a observar Jimin.

Suas mãos moveram-se lentamente, abrindo a calça, baixando-a e retirando a cueca.

Mesmo odiando Park Jimin, ela sentia pena. Ninguém merecia algo assim, nem mesmo a pior pessoa do mundo.

— Segure e corte. — Jeongguk entregou a faca a garota, que tremeu ao segurá-la.

Ela veio para casa na intenção de correr dos problemas da escola, porém, eles sempre chegavam primeiro que ela.

Desde o dia em que viu o Jeongguk pela primeira vez, ela o desejou, apenas para mostrar a todas as garotas que ela conseguia conquistar alguém, mas, ele nunca a olhou. E para aumentar seu desgosto, quando Jimin cruzou seu caminho certa vez com Jeongguk, ela notou o olhar desse para com seu irmão.

Mesmo, Jimin sem fazer esforço algum, conseguiu ganhar um pouco da atenção daquele garoto, e ela que tentou por tempos, conseguiu nada. Até o Taehyung não a aceitou, e ela não entendia o motivo. Era bonita, tinha um corpo que interessava aos garotos, e era popularzinha em sua turma, mas mesmo assim, quem ela queria não a olhava.

Jimin estava a sua frente, desprotegido, e ela segurava fortemente suas lágrimas, mas se não fizesse o que o outro mandava, ela morreria, e mesmo detestando sua vida, não era o que desejava.

A faca percorreu a barriga do garoto, e ela cortou-o, e em seguida, abriu suas pernas, para penetrar seus dedos ali. Sem preparação alguma.

E em seguida, já segurando o vômito, por conta do cheiro de sangue, abaixou sua própria roupa, e sentou-se no membro exposto do garoto. Doeu. Estava doendo. Mas, ela aguentou, e nisso, Jeongguk a puxou e a beijou.

Um misto de felicidade e nojo, percorria seu corpo, e ela não sabia, mas quem era.

***

Jimin chegava em casa da escola, e deu graças ao universo por não ter se encontrado com o Jeongguk hoje. Queria esquecer tudo que ocorreu na noite anterior, mesmo não se lembrando muito do ocorrido.

Sua barriga estava dolorida, e um corte profundo aparecera ali, mas não sabia o porquê.

— Olha quem resolveu aparecer na janta de hoje. — Jungi estava sentado na mesa. Sua irmã e sua mãe, estavam chegando a cozinha. Jimin queria correr. — Sente-se Park Jimin, sua mamãe preparou um jantar tão especial hoje, acho que é para você. — Sentou-se. Não poderia contrariá-lo, não agora, não hoje.

Não queria passar por aquela dor novamente.

— Soube que você passou em uma prova importante. — Ele foi até Jimin sorrindo. — Soube também que certo dia você beijou um garoto.

Os olhos de Jimin encontraram os de Hyaelim que desviou no mesmo instante. Sabia que aquela história apareceria mais cedo ou mais tarde, e que seria ela quem contaria.

— Jimin meu querido... porque você me dá tanto desgosto? — Ele retirava o cinto de sua calça. — Porque você veio para essa casa? Você sabe que ninguém aqui gosta de você, além da vaca da Jiyoung.

— Não fale assim da minha mãe! — Gritou empurrando o outro que gargalhou.

— Sua mãe? — O cinto já estava em sua mão e logo acertaria a pele do garoto. Jimin se afastou. — Ela não é sua mãe, eu não sou seu pai e Hyaelim não é sua irmã. Isso aqui não é a sua família, porra! — Jimin segurou um grito, quando o objeto lhe acertou.

— Para Jungi, por favor. — Jiyoung pediu, aproximando-se cautelosamente do marido. — Por favor, não fale essas coisas a ele.

— Cala a boca, mulher! — Jiyoung afastou-se, quando ele bateu na mesa de centro. — Agora Jimin, voltando a questão do beijou, porque? Responda! — A pele do garoto ficou vermelha quando o cinto lhe bateu novamente. — Responda seu imprestável!

— Eu abro. — Hyaelim, correu até a porta, onde a campainha tocava.

— Boa noite, Park Jimin está?

Jimin encarou a porta e avistou Jeon Jeongguk de relance. Jungi por outro lado, abriu um sorriso, e correu para a porta para receber ao outro.

— Que honra o receber em minha humilde casa, Jeongguk. — Estendeu a mão, a qual o garoto apertou. — Entre, minha mulher preparou um excelente jantar.

— Ah senhor, eu apenas vim convidar o Jimin para ir em minha casa. Ele havia perguntou sobre a matéria, e me pediu ajuda.

— Ah entendi. Claro, ele está. Jimin, meu filho, venha aqui. — Jimin levantou-se, pegou sua mochila, segurou no braço de Jeongguk e o puxou.

Mesmo tendo medo daquele garoto, o medo do “pai” era maior ainda.


Notas Finais


Até o dia 19/08, terá capítulos novos todos os dias!


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