História Submissos Ao Amor - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Bia, Boris, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Dimitry, Giles, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Letícia, Li, Lynn, Lysandre, Manon, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Thomas, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amor, Amor Doce, Colegial, Drama, Romance, Sexo, Yaoi, Yuri
Visualizações 75
Palavras 2.915
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Devido ao grande número de pessoas que pediram por capítulos maiores uma vez por semana, vou escrever capítulos com no mínimo 4000 palavras a partir do próximo. E eu também prefiro assim, sobra mais tempo pra mim e para a revisa de capítulos.

Sobre o capítulo de hoje, teremos o ponto de vista do nosso cabeça de tomate no mesmo dia do capítulo anterior. Espero que gostem, eu amei escrevê-lo e acho que ficou bom...

Enfim, boa leitura ♥

Capítulo 3 - Reconhecendo os erros (POV Castiel)


Castiel


Edifício Roswell - Ville Sugared, França

06h22

Eu estava deitado de maneira desajeitada no extenso sofá da sala de estar, ao mesmo tempo em que mexia em meu celular lendo algumas mensagens e checando meu e-mail. A televisão estava ligada num canal qualquer, era possível eu ouvir, ao longe, vozes distintas vindas dela, mas eu mal compreendia ou sequer me importava por estar ocupado demais concentrado no aparelho em minhas mãos. Havia também uma grande mesa de centro entre os três sofás vermelhos da sala e a TV de plasma conectada à parede, e em cima da mesa continha alguns pacotes de salgadinhos e latas de refrigerante e cerveja, no qual eu devorava tudo a cada instante.

— Mas que merda você tá fazendo aí vestido desse jeito a essa hora?! — Iris apareceu na frente da TV com os braços cruzados e fazendo pose de durona, mas falhando miseravelmente se achava que me intimidaria com isso. Ela já estava toda arrumada, usando a mesma roupa de sempre e com o cabelo ruivo dela trançado e jogado pro lado, enquanto que minha pessoa aqui usava apenas uma cueca — Você tem ideia de que horas são, garoto? — questionou batendo pé. Incrível como uma garota tão legal e amigável consegue mudar a personalidade tão rápido de manhã, essa era Iris Searle.

Dei uma olhada rápida em meu celular e vi as horas, em seguida virando pra ruiva.

— Xaum xeis e poco — a respondi de boca cheia propositalmente, vendo-a fazer uma cara engraçada de nojo. Dei um riso nasal.

— Credo, Castiel. Tenha modos, por favor! — virou o rosto incomodada, eu apenas revirei os olhos e voltei minha atenção no celular, mastigando e engolindo a comida — Eu nem vou perder meu tempo te perguntando o porquê de você estar aqui e assim — se referiu ao sofá e como estou vestido. Fala sério, o apartamento era meu e eu me vestia como bem quisesse. Iris só morava aqui temporariamente, portanto, não tinha nenhuma autoridade, mas por algum motivo me tornei capacho dela — Agora vai rápido tomar um banho e colocar uma roupa decente, precisamos ir pra escola e não podemos nos atrasar. Tem a prova de química hoje, esqueceu? E essa prova é super importante e a única coisa que pode nos salvar de ficar com nota baixa — fez questão de me lembrar.

— Tá, tá — me levantei do sofá meio cambaleante, pegando os pacotes de salgados e levando comigo. Como eu disse, um capacho — Já tô indo, mamãe — digo irônico.

— Vai indo que eu vou preparando um café e limpo essa sua bagunça — disse apontando pra mesa toda suja de farelos de salgadinhos.

— Valeu aí, ruiva.

— Não demora! — avisou rapidamente, eu apenas assenti e fui andando.

Segui caminho até uma pequena escada de três degraus que dava acesso a um corredor, no qual continha um banheiro, uma sala de jogos e três quartos, logo entrei no meu.

Iris Searle era a amiga mais próxima que eu tinha, praticamente minha irmãzinha, e eu o dela. Era a única garota no qual nunca teve interesse sexual por mim ou um ódio do meu jeito meio hostil e grosseiro, já que a maioria das garotas do colégio ou só sentiam atração por mim ou me achavam um “riquinho mimado e viciado em drogas que vivia sempre de mal-humor”, era o que elas diziam.

Iris estava hospedada no meu apartamento há uns dias, pois sua casa estava em reforma e ela e a mãe tiveram que sair e ficar em outro lugar até essa reforma terminar. Pelo que a ruiva me contou, o seu irmão mais novo, um tal de Thomas, iria morar com as duas por conta do falecimento recente de seu pai – isso abalou a Iris —, por isso estão reformando a casa e construindo outro quarto. Na verdade, era para a Iris estar morando junto com a Melody, e não comigo, pelo menos foi isso que a ruiva contou pra mãe, mas os pais da Melody não deixaram, então sobrou pra mim conviver com essa garota. O engraçado é que a Isabelle, mãe da Iris, não sabe do "pequeno" detalhe da filha estar morando sozinha com um garoto, mesmo eu conhecendo a Isabelle tem um tempo – mas digamos que ela não foi muito com a minha cara, minha fama de "vagabundo e sedutor" não ajudava muito. Iris afirma que se a mãe soubesse ficaria louca, nunca permitiria que sua filha morasse no mesmo teto de um garoto, ainda mais como eu.

Assim que saí do quarto de banho tomado e devidamente vestido, me dirigi à cozinha que ficava ao lado da sala de estar. Iris estava lá com uma caneca de café nas mãos enquanto lia uma revista.

— O café está dentro da garrafa térmica — indicou com a cabeça a pia onde estava a garrafa e ao lado havia um copo — Tem bolachas e cereal no armário e geleia de uva na geladeira — informou sem tirar os olhos da revista.

— Uhum — murmurei enquanto despejava o café no copo, de costas pra Iris, e tomava um gole — Só vou beber café mesmo.

— Imagino o porquê — revirei os olhos.

Terminei de beber o café momentos depois, no entanto Iris tomava o café aos poucos, bem lentamente enquanto lia a revista. Parecia que eu era invisível pra ela, a garota mal me olhava.

— Podemos ir agora ou a senhora ainda precisa ver os preços das roupas na sua revista de moda? — provoquei, ela me olhou e mostrou o dedo — Nossa, me ofendi com essa — fingi estar chateado colocando a mão no peito.

— Poupe-me o sarcasmo, Castiel — ela fechou a revista e deixou a caneca na pia — E aquela era uma revista de instrumentos musicais, não que isso importe.

— Tem razão, não importa — dei um sorriso cínico, deixando meu copo na pia também — Vamos, ruivinha?

— Vai na frente, preciso fazer uma coisa antes.

— Que coisa? — perguntei com curiosidade.

— Uma coisa chamada "vai cuidar da sua vida", anda logo — me empurrou para que eu andasse.

— Ah, já sei — fui andando até a porta, aproveitando pra pegar minha mochila jogada no sofá — Vai conferir se a parte mais embaixo está vermelho também, não é? — encarei Iris e indiquei com os olhos sua intimidade com um cínico sorriso no rosto.

— Cala essa boca, seu desgraçado! — berrou com fúria nos olhos e as bochechas coradas, pegando uma almofada em cima do sofá e arremessando em minha direção, porém fui mais rápido e saí fechando a porta atrás de mim, ouvindo o impacto da almofada contra a porta. Iris era forte.

— Isso explica o TPM! — gritei para que ela ouvisse, e com certeza ela ouviu.

Comecei a rir sozinho no corredor vazio, caminhando até chegar no elevador e apertar o botão para ir no térreo.

Quando as portas se abriram, indicando que cheguei onde queria, me encaminhei para a garagem do edifício, onde localizava-se minha moto e mais alguns automóveis das pessoas que moravam aqui também. Assim que encontrei a moto, montei nela e lhe dei vida usando as chaves, limpando com as mangas da jaqueta que eu vestia os dois espelhos que estavam embaçados. Conduzi a moto para a frente do edifício, onde fiquei esperando. Pronto, agora era só aquela ruiva aparecer pra gente ir de uma vez.

E não demorou muito, a garota apareceu minutos depois com a mochila nas costas e com um capacete na cabeça – o meu capacete. Ela então sentou-se atrás de mim na moto e me envolveu com seus braços em minha cintura firmemente, posicionando os dois pés no pedal da moto.

— Você não tem outro capacete reserva pra usar? É perigoso andar de moto sem o principal objeto de proteção para caso um acidente aconteça — me alertou, preocupada. Eu dei um sorriso convencido antes de respondê-la.

— Relaxa, é bom sentir um ventinho no rosto de vez em quando. E não se preocupe comigo, não há nenhum piloto de moto melhor que o papai aqui — apontei pra mim mesmo, vendo através do espelho a Iris revirar os olhos.

— Você tem que parar de ser tão convencido.

— Não sou convencido… — comecei a dizer, acionando o forte ronco do motor — Apenas digo a verdade — pisquei pra ela dando a partida na moto e acelerando sem medo, ultrapassamos vários carros na pista.

— Vai mais devagar, seu maluco! — Iris gritou no meu ouvido, porém mal consegui ouvi-la por conta de sua voz estar ofuscada pelo capacete e perante o som do motor estar muito mais alto, fora os assobios que o vento fazia ao chocar-se contra meu rosto — A gente vai morrer por culpa dessa sua sede de adrenalina!

Soltei uma gargalhada alta, proporcionando ainda mais raiva na garota atrás de mim.

— Foi você quem disse para não nos atrasarmos, não me culpe — foi a última coisa que disse antes de acelerar ainda mais e seguir pilotando a toda velocidade.

Depois disso não consegui ouvir mais nada vindo dela. Apenas sentir a forte emoção e a sensação de liberdade que o meu bebê estabelecia a mim, é sempre incrível esse sentimento.


[...]



Escola Sweet Amoris - Ville Sugared, França

07h08

Havíamos chegado cedo demais, não tinha quase ninguém no escola. Pelo menos consegui uma boa vaga para minha moto.

— Eu nunca fiquei tão feliz em ter meus pés no chão de novo — comentou Iris ao sair de cima da moto e retirar o capacete, me fazendo revirar os olhos ao sair da moto também.

Desde quando ela passou a ser tão dramática?

— Ah, qual é, Iris! Deixa esse drama, já tá ficando irritante — peguei o capacete em suas mãos e começamos a andar em direção ao pátio, indo para os corredores onde estavam os armários. Guardaria meu capacete lá e dali voltaríamos pro pátio até tocar o sinal.

— Irritante?! Você passou quinze faróis vermelhos, Castiel! Quinze! — deu ênfase à palavra — E ultrapassou a velocidade permitida nas placas, quase 20km a cima do limite, seu doido irresponsável! Além do fato de você ter quase atropelado uma velhinha quando passou por cima da faixa de pedestres — soltei uma risadinha ao lembrar, ganhando um olhar furioso da Iris — Foi sorte não termos dado de cara com uma viatura pelo caminho, poderíamos ter sidos presos! — me repreendeu aos berros, sorte não ter ninguém no estacionamento da escola para presenciar essa cena vergonhosa — E nem use a desculpa de que nós não chegaríamos atrasados! — avisou quando eu ia abrir a boca.

Eu dei um longo suspiro pra tentar me acalmar e não fazer nenhuma burrice.

— Okay, okay. Foi mal, falô? — digo torcendo para que ela parasse de gritar feito uma louca.

— Tanto faz, contanto que não faça novamente — abaixou o tom de voz, se acalmando — Ei, olha lá! — apontou para um conversível estacionado alguns metros de distância — É o carro do Nathaniel.

— Hum… — fingi não estar interessado, eu sei o que ela queria fazendo isso e nem morto eu falaria com ele. Embora eu tenha a obrigação, não quero ir me desculpar — E daí?

— E daí que é a chance perfeita pra você ir falar com ele — disse como a coisa mais óbvia do mundo — Vocês precisam voltar a ser amigos, Castiel. E além disso, você deve isso a ele, você sabe.

— Não, obrigado — apressei os passos, deixando a ruiva falando sozinha.

— Ah, pelo amor de Deus, Castiel! — correu até me alcançar.

Chegamos nos corredores com a Iris enchendo o meu ouvido suplicando para que eu converse com o Nathaniel, isso já tava me tirando do sério.

— Quer calar a porra dessa boca, Iris! — vociferei com raiva, batendo o armário após guardar o capacete.

Ela se assustou, no entanto segundos depois a mesma continuou a falar e me encher ainda mais, como se o que eu fiz não tivesse feito efeito sobre ela. E não tinha mesmo, Iris me enfrenta sem medo. Foi isso que me fez gostar dela inicialmente, mas com um tempo isso começou me irritar profundamente, principalmente agora.

— Não ouse gritar comigo, garoto! Você que é o errado da história! — falou no mesmo tom.

— Juro que eu tô perdendo a paciência, Iris — apertei os punhos.

— Eu não tô nem aí! Eu não vou parar até você ir falar com Nath e se desculpar com ele!

— Iris, cala a boca!

— Só quando você pedir desculpas ao Nath! — bateu o pé.

— Grrrr! Que garota teimosa, mas que porra! — bufei e soquei outro armário pra descontar minha raiva. Dessa vez Iris mal se incomodou.

— Pode bater nesse e em todos os armários desta escola até quebrar a mão, Castiel, que eu não me importo. Mas não vou sair do seu pé até ir lá se desculpar.

— Você não sabe a sorte que tem de ser uma garota…

— Agradeço por compartilhar seus pensamentos, — ela disse com sarcasmo — agora vai falar com o Nathaniel, anda!

Se eu não fosse ela nunca pararia, e isso não é exagero. Quando Iris coloca algo na cabeça não há ninguém que a faça mudar de ideia até ela conseguir o que quer, sua persistência e teimosia às vezes me tira do sério.

Respirei fundo, tentando de alguma forma me acalmar. Eu não tinha outra escolha mesmo…

— Tá bom, cacete. Eu falo com ele — soei derrotado.

Ela deu um enorme sorriso, satisfeita.

— Ele provavelmente deve estar no grêmio, vamos lá que eu te acompanho — pegou na minha mão e saiu me arrastando pelos corredores até parar em frente à porta com uma placa escrita "Grêmio Estudantil". Era ali — Agora é com você.

— Posso ir no banheiro antes?

— Não inventa, Castiel.

Certo, meu plano falhou.

Comecei dando três batidas na porta, escutando um "entre" lá de dentro.


[...]


Nathaniel

Sala do Grêmio Estudantil (Escola Sweet Amoris) - Ville Sugared, França

07h21

— E então? Não vai dizer nada? — Castiel me tirou do transe, fazendo eu me recompôr no sofá.

— Ahn… — fiquei em silêncio por um momento, ponderando uma coisa — Por que veio falar comigo agora? — questionei-o curioso — Não que eu esteja reclamando disso, na verdade eu até fiquei surpreso e achei nobre esse gesto vindo de você — apressei-me em dizer — Entretanto, esse caso da Debrah já têm três meses e você sequer uma vez se importou em falar comigo. Então, por que agora? — repeti a pergunta, lhe encarando com curiosidade.

Ele bufou, sentando de qualquer jeito na poltrona que havia na sala, em frente ao sofá onde eu estava.

— Droga, vai ser mais difícil do que eu pensava… — Castiel murmurou baixinho, porém não o suficiente para que eu não ouvisse — Vou ser sincero, Nathaniel — me olhou nos olhos, eu apenas assenti esperando que prosseguisse — A Iris tá lá fora no corredor, nos ouvindo atrás da porta.

Nesse momento eu me virei pra porta e podia ver uma parte de uma sombra pela fresta, que se afastou rapidamente.

— Ah, então foi por causa dela — concluo sozinho, um pouco decepcionado.

— Eu ainda não terminei — disse o ruivo, conferindo a porta como eu fiz anteriormente — Sim, eu estou aqui por causa dela à princípio, mas Iris apenas me motivou a vir pra cá. Acha mesmo que eu não queria me desculpar contigo durante esses meses até agora? Bom, eu queria, porém não tinha coragem e sentia... ahn… Um pouco… er… — ele gaguejava nervosamente, olhando pros lados — Eu sentia um pouco de vergonha também, tá legal? Pronto, falei! — disse de uma vez.

— Sério mesmo? — fiquei ainda mais surpreso.

É… — disse Castiel envergonhado, era possível ver suas bochechas ficarem vermelhas.

Eu não acredito que vou dizer isso, mas Castiel, de certo modo, estava meio fofo com toda essa vergonha.

— Ah, ta.

— E então, você pode me perdoar por ter agido como um idiota por todos esses meses e acabar logo com isso? Já vai bater o sinal — perguntou com certa impaciência.

Okay, esquece o "fofo".

— Certo, Castiel. Está perdoado, porém a culpa não é somente sua — ele me olhou, confuso — Eu deveria ter insistido mais quando disse que a Debrah não prestava, que ela era uma má pessoa. Talvez você me desse ouvidos e largaria aquela garota duas caras e não sofreria nas mãos dela. E também…

— É melhor parar por aí, Nathaniel — Castiel me interrompeu — Eu era muito apaixonado pela piranha desgraça, nada do que dissesse contra ela me faria acreditar, na verdade me faria ter ódio de você. A culpa é inteiramente minha — falou seriamente.

— Não, a culpa é inteiramente dela — lhe corrigi, vendo-o dar um pequeno sorriso de lado — Você e os outros é que foram influenciados por aquela cobra, não tiveram culpa.

— Se é o que você diz — deu de ombros — Bom, agora eu vou indo. Lysandre já deve ter chegado na escola e preciso entregar o bloco de notas que ele esqueceu no meu apartamento ontem, de novo — disse com humor. Dei um riso fraco, concordando com a cabeça.

Castiel se levantou da poltrona e começou a caminha em direção a porta, mas antes dele sair o chamei. Ele se virou e me encarou.

— Amigos novamente? — perguntei com um sorriso, estendendo-lhe a mão.

Castiel olhou para minha mão e então sorriu, apertando a mesma.

— Amigos novamente — demos um aperto de mão, selando nossa amizade.

Castiel então saiu da sala, deixando-me sozinho.

Amigos novamente… — repeti comigo mesmo, alargando o sorriso em meu rosto — Quem diria…


***


Notas Finais


Pra quem leu antes e está lendo o capítulo de novo agora vai notar; eu adicionei mais algumas coisas nesse capítulo: a continuação do pedido do de desculpas do Castiel entre outras coisas. Era para estar no capítulo seguinte, mas queria sair dessa bola de neve e fazer os dois serem amigos nesse mesmo.
Um pequeno spoilerzinho: no próximo capítulo vocês irão conhecer os alunos novos que vão entrar na escola (personagens originais), a aproximação do ruivo com o loiro e muito mais!!!
E podem aguardar, pois eu vou usar o ponto de vista de muitos outros personagens à medida que a história vai se desenvolvendo (ajuda a deixar os capítulos mais longos). Não quero dar muito foco só nesses dois, acredito eu que ficaria meio cansativo, tanto pra ler quanto pra escrever, e também queria dar mais vida aos outros personagens e mostrar como é a vida de cada um fora desse colégio. E aí, vocês aprovam?

Espero que tenham gostado, comentem o que acharam e aguardem o capítulo seguinte, que será bem maior e cheio de coisas que vocês vão amar (eu espero), ele sairá na semana que vem, ok?
Bjos 😘😘😘😘😘


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