História Submit - Meronia - Capítulo 1


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Categorias Death Note
Personagens Mihael "Mello" Keehl, Nate "Near" River, Personagens Originais
Tags Death Note, Desordem, Hue, Lallyta Melies, Lemon, Mello X Near, Melloxnear, Meronia, Nello, Oneshot, Pra Encrenca Em Dobro, Preparados Pra Encrenca, Suco De Limão, Yaoi, Yomi
Visualizações 75
Palavras 2.333
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Konnichiwa Minna-san!!!!

Yomi: Brasileiro é outro nível, tem preguiça de Atualizar Raison D'etre e ao invés de ir lá posta uma fic nova

Lally: issaí kkkkkkkk

Lally: bora ler essa bagaça, oneshot Meronia OTP com suco de Limão pra não perder a mania

PS: essa fic tá pronta à bastante tempo, mas a preguiça é maior que eu kkkkkk

Yomi: qualquer coisa é maior q vc

Lally: menos vc, vc é um centímetro menor

Yomi: affs

----x----

Boa leitura <3

Capítulo 1 - Submit - Oneshot


Fanfic / Fanfiction Submit - Meronia - Capítulo 1 - Submit - Oneshot

Wammy’s House, 01:49am.

Friday

 

Sexta-feira. O único dia em que somos livres para sair deste lugar e fazer o que quisermos. Como sempre, eu e Matt planejamos ir beber em algum lugar, mas ele acabou por ir para um motel com uma garota. Idiota.

      Olhei meu celular, vendo que já eram quase duas da manhã, e sabia que devia ter chegado no máximo à meia-noite. eu tinha duas opções: dormir na rua, ou entrar por uma janela. Mas, como Mail Jeevas é um inútil e trancou a janela do nosso quarto, sinto que terei que procurar outra.

      Pulei o muro da casa e fui rondando-a, procurando um modo de entrar. Logo percebi que era o meu dia de sorte: uma janela estava aberta, era no segundo andar mas bem fácil de subir. Agarrei-me à calha, subindo lentamente pela parede, e sentei-me no parapeito da janela, quase caindo com a cena.

      O quarto de Near. Um quarto branco, completamente, e com diversos brinquedos espalhados pelo chão. Escondi-me na sacada, sentado num canto, e logo Near apareceu, carregando uma caixinha branca não muito grande e... ele vestia uma camisola branca, pequena, e um par de meias três quartos da mesma cor. Lentamente, o garoto sentou-se na cama, e eu já me perguntava porque justamente o quarto de Near era minha única entrada para a casa.

 - e-eu prometi que não ia fazer isso... – a voz tranquila dele parecia vacilar... reações. – mas... s-será a ultima vez... a última.

      Near ajeitou-se na cama, de joelhos, e abriu a caixa. Quase caí quando vi que era um vibrador pequeno, num tom de rosa chiclete, que mais parecia uma capsula oval. Lentamente, ele pôs-se de joelhos na cama, pegando o objeto e observando-o, receoso. Céus, o que ele...

 - s-se eu por de uma vez... – ele sussurrava. – t-talvez não seja t-tão ruim...

      Albino idiota. Encarei minhas calças, e minha ereção já era visível e dolorida. Como é possível, ele mal...

      Fui cortado por um gemido alto e manhoso. Encarei o albino, assustado, e ele estava com a camisola erguida e suas nádegas à mostra. Sua entrada expelia um pouco de sangue, e uma calcinha de renda branca que jazia em seus joelhos. O albino soltava gemidos de dor, baixos e agoniados, e segurava com força no edredom, escorando sua cabeça nele. Ele levou sua mãozinha até o controle do vibrador, ligando-o e soltando um gemido meio alto, mas mordendo seus lábios e agarrando a colcha clara com força.

 - ah-ahhh... M-Mello-k-kun...

      Ah, não. Ele gemeu meu nome?

 - Near... – sussurrei, ouvindo seus gemidos contidos e sentindo minha ereção latejar.

      Paralisei ao ver o olhar do menor bater em mim. encarei-o, sentindo meu sangue gelar, e as bochechas coradas do menino estavam emolduradas por lágrimas finas. Não...

 - M-Mello... – ele encarou-me, assustado, e senti minha voz falhar. – v-você...

 - desculpe-me, e-eu a-apenas...

      O menor, antes que eu dissesse qualquer coisa, se pôs de pé e correu para o banheiro do quarto, trancando-se lá. Me pus de pé, devagar, e senti algo em mim doer. Afinal, qual o problema?

      O problema era que, justamente, eu nunca ouvira alguma pessoa pensar em mim de outro modo senão raiva, dó ou indiferença. Aquilo era demais para que eu processasse.

      Andei até a cama, pensando no que fazer, e minhas pernas paralisaram ao ver uma fotografia minha e de Near sobre a mesa de cabeceira. Eu tinha cinco anos quando tiramos aquela foto, ele três, e lembro que Watari e L disseram que eu não devia ficar perto dele, afinal... afinal... eu não me lembro o motivo. E, mesmo assim, depois de tantos anos, ele tem essa foto...

 - Near... – me aproximei da porta do banheiro, tentando abri-la mas falhando. – abre a porta.

 - v-vai embora... – sua voz embargava, ele... está chorando por minha causa.

 - por favor... eu... a-abra a porta, deixa eu... deixa eu me explicar, Near...

      Soltei um suspiro lânguido, encarando a porta, e logo ela abriu, revelando Near com seus olhos marejados e sua baby-doll branca com algumas pequenas manchas de vermelho.

 - eu não quis fazer isso, Near, e-eu...

 - v-você não gosta de mim, não é? – a voz de Near soara fraca e trêmula. Tão frágil... – f-fala, M-Mihael...

      Selei nossos lábios, puxando-o pela nuca, e ele arregalou os olhos, tentando corresponder-me após alguns instantes. O ósculo, no inicio lento, tornou-se mais sedento e necessitado, ao mesmo tempo em que ele tentava corresponder-me, sem jeito.

 - você... nunca tinha feito isso? – perguntei, afastando levemente suas bocas e vendo seus lábios inchados e rosados, junto de suas bochechas coradas.

 - n-não... é-é b-bom...

 - sei que é... – disse, secando as lágrimas que ainda escorriam, em menor quantidade. – não chore. Eu... não fiz por mal. Precisava entrar, não queria dormir na rua, e...

 - d-dorme a-aqui comigo; - ele disse, segurando em minhas mãos, que repousavam sobre suas bochecha. – d-dorme a-aqui... t-tem espaço p-para n-nós dois, M-Mello...

 - se eu ficar na mesma cama que você, não sei se...

      Senti meus pelos arrepiarem ao sentir Near colar nossos corpos, fazendo meu membro roçar em sua barriga e minha coxa ficar entre suas pernas, fazendo-o gemer arrastado.

 - N-Near, você...

 - v-você também está c-com vontade... aha-ahhh...

 - garoto, você está me enlouquecendo... – murmurei, sentindo seus lábios repousarem em meu pescoço, beijando timidamente o local. – a-ah... N-Near...

 - v-você gosta...? – ele perguntou, baixinho, e levei minhas mãos até sua cintura, segurando-a com força. – ah-ahhh...

 - você gosta...? – perguntei, vendo-o concordar e fechar os olhos. – você está lindo de baby-doll... me fez ficar assim... – levei sua mão até meu membro, coberto pela calça, e ele segurou-o com leveza, fazendo-me gemer. – ah-ahhhh...

      Minha sanidade foi-se pelos ares.

      Peguei Near no colo, fazendo-o enlaçar as pernas em minha cintura, e ele abraçou-me, gemendo baixinho ao sentir sua ereção roçar em minha barriga. Levei-o até a cama, o deitando lá, e subi sobre seu corpo, tomando seus lábios e ouvindo seus gemidos abafados pelo selar de nossas bocas. Ao mesmo tempo, desci minhas mãos por sua cintura, forçando-a à ficar parada e simulando uma estocada, roçando nossos membros e ouvindo a voz dele soar mais alta. Submisso.

      Separei nossas bocas, sorrindo ao ver seus lábios vermelhinhos e inchados, e fui descendo minha boca lentamente pelo seu pescoço, sentindo suas mãozinhas repousarem em meus cabelos e me puxarem para mais perto de si, pedindo por mais.

      Fui descendo minha boca por seus ombros, depositando selares e chupões em cada pedacinho de pele que estivesse à mostra, e adentrei minhas mãos por baixo de sua baby-doll, até chegar aos seus mamilos. Apertei um deles, levemente, e ouvi um gemido manhoso do menor, que rapidamente ajudou-me à remover aquela peça de roupa.

      Levei minha boca até seus botõezinhos, chupando-os e mordiscando levemente, e os gemidos do menor foram tornando-se cada vez mais atraentes e despudorados. Ergui meu olhar, encarando-o, e ele permanecia com os olhinhos fechados, a boca entreaberta e o corpo tremulo. Sorri, descendo minha boca mais ainda por seu corpo, e parei ao chegar ao elástico de sua calcinha de renda branca. Encarei-o, vendo-o abrir os olhos e encarar-me.

 - posso... – puxei levemente o elástico, com minha boca, e ele gemeu baixinho, concordando. – podemos parar, se você...

      De repente, Near puxou-me pela gola da camisa, selando nossos lábios e levando minha mão até sua boca, chupando três dedos. Sorri, acariciando sua cintura e removendo sua última peça de roupa, e removi meus dedos de sua boca, levando um deles até sua entrada e penetrando-o, ouvindo seu gemido de dor baixinho. Em seguida, penetrei mais um, vendo-o fechar seus olhos e morder sua boca, ouvindo-o abafar sua voz.

 - relaxe... – murmurei, vendo o menor concordar e relaxar seu interior, mesmo que ainda com medo. Inseri mais um dígito, fazendo movimentos de tesoura e vai-e-vem, e ele gemeu quando acertei um ponto em seu interior. – aqui, Near...?

 - s-sim... ah-ahhh... M-Mello... – removi um dedo, deixando os outros dois, e comecei a tocá-lo naquele ponto, ouvindo-o gemer mais alto e abrir mais as pernas, ao mesmo tempo em que chamava meu nome. – M-Mello... e-eu... aha-ahhhh... v-vou...

      Antes que ele terminasse a frase, seu gozo molhou seu abdômen e suas coxas, ao mesmo tempo em que ele soltava um gemido longo e tremulo. Removi meus dedos, aproveitando-me que ele ainda estava um pouco anestesiado pelo orgasmo, e me posicionei em sua entrada, selando nossos lábios e começando a penetrá-lo. O menor gemeu, incomodado, e acariciei sua cintura, ouvindo-o murmurar meu nome e levar a mão à boca.

 - quer parar...? – perguntei, vendo-o negar com a cabeça. Enlacei uma de nossas mãos, e ele sorriu de cantinho. – te amo...

 - t-também t-te amo... ah-ahhhh...

      Assim que senti meu membro todo dentro dele, soltei um gemido involuntário, sentindo uma tremenda vontade de estoca-lo com força, mas me segurei, deitando meu corpo sobre o do menor e beijando sua bochecha, fazendo-lhe carinhos no rosto e secando algumas lágrimas que escorriam.

 - shhh... – selei nossos lábios, roçando meu nariz no dele, e ele mordeu de leve minha boca, fazendo-me sorrir. – vai passar...

 - p-pode ir... – ele lentamente enlaçou as pernas na minha cintura, gemendo com o contato. – M-Mello...

      Selei nossos lábios, desferindo uma estocada lenta e profunda, e nosso beijo abafou seu gemido. Repeti o movimento, ouvindo-o gemer mais alto, e segurei sua cintura, ouvindo os gemidos do menor cada vez mais altos.

      À cada estocada, minha mente nublava um pouco mais, com dezenas de pensamentos sumindo e voltando como flashes. Porque L queria que eu me afastasse...?

 

 

...

 

 

O sorriso da criança aumentou ao ver o loiro entrar no orfanato. Era a terceira criança que chegava essa semana, e, dessa vez, seria seu amigo, não importa o que fosse necessário.

 - oi! – disse a criança, sorrindo abertamente e vendo o menino entrar e encará-lo, sem expressão. – eu sou o Near, e eu tenho três anos! – fez o número com os dedos, vendo o outro rir. – que foi?

 - você fez o número três errado; - disse o loiro, ajeitando os dedos do menor. – estava fazendo o número quatro, esse é o número três.

 - ah... oi.

 - oi; - sorriu. o primeiro sorriso que Near vira na vida. – eu sou o Mello. Você é o Near?

 - sim... você quer conhecer o orfanato?

 - quero sim. me mostra?

      E assim passaram a tarde toda. O albino e o loiro, brincando na sala de jogos. Até fotografia tiraram. Mas os ciúmes de Beyond Birthday fizeram com que Mihael, perdido de raiva, empurrasse o menor contra uma porta de vidros. E, claro, a culpa nunca seria de B. a culpa sempre cairia sobre o loiro.

 - é melhor que você não chegue perto dele, Mihael. - disse o detetive L, sério.

 - m-mas L, e-eu... – o loiro não queria aceitar. Desejava mais do que tudo passar a noite na enfermaria, ao lado de Nate, e poder pedir desculpas pelo que fizera.

 - vá embora, Mihael; - disse Watari. – será melhor assim. vá embora.

      E o loiro correu para o quarto, chorando desesperado. As memórias se trancafiaram em alguma parte de sua mente, e nem o loiro soubera onde elas se esconderam. E, quanto à Nate, guardou toda a dor para si. Aquela seria sua última tentativa de arrumar um amigo. E, perante ele, falhara.

 

 

...

 

 

Senti meu peito apertar. Encarei o albino, vendo-o abrir os olhos e sorrir de canto, e levei minha mão até seu ombro, visualizando a cicatriz fina que ali existia.

 - todos esses anos... – senti minha voz falhar.

 - e-eu s-sempre... – ele tentava controlar seus gemidos. – t-te esperei...

 - meu Nate... – selei nossos lábios, sedento, e sorri ao lembrar da primeira vez em que nos vimos. – só meu...

 - s-só s-seu... aha-ahhhh...

      Estoquei mais forte, sentindo meu ápice se aproximar, e comecei a masturbar o menor, ouvindo-o gemer mais alto e fechar os olhos com força, jogando a cabeça para trás.

      Senti seu líquido quente molhar nossos abdomens, e senti seu interior apertar-me ainda mais, fazendo-me gozar dentro do menor. cai sobre seu corpo, ainda sentindo meu gozo escorrer, e ri baixo ao perceber que havia apenas removido minha calça e minhas roupas de baixo, permanecendo de camisa. Logo me livrei dela, jogando-a num canto qualquer, e rolei para o lado do menor, abraçando-o e selando nossos lábios. Sai de seu interior, lentamente, e Near escorou a cabeça em meu peito, sorrindo bobo.

 - Nate... – selei nossos lábios, ouvindo-o gemer baixinho, e puxei-o mais para perto, cobrindo-nos com o edredom e acariciando seus cachinhos. – eu...

 - porque você... nunca voltou...? – ele perguntou, encarando-me. – digo... q-quando eu... você...

 - eu estava em choque; - disse, sentindo meu peito apertar. – meus pais... tinham morrido à pouco tempo, e você... você me fez rir como há muito eu não ria. Então... Beyond começou a me provocar, e eu... te empurrei, sem querer, e... L e Watari me mandaram ficar longe. Eu... sabia que seria melhor assim, eu...

 - eu te esperei... – ele disse, deixando uma lágrima escorrer por sua face, e eu a sequei, beijando sua bochecha com delicadeza. – B-Beyond me disse que você tinha me machucado, e nem tinha aparecido... mas eu gosto t-tanto de você... t-tanto...

 - eu também gosto de você, Near... – selei nossos lábios, abraçando-o. – muito, muito, muito mesmo...

      Near abraçou-me, apertado, e sorriu levemente, enquanto eu acariciava seus cabelos e seu rosto, refazendo suas feições com meus dedos.

 - promete que não vai ir embora...? – ele perguntou, encarando-me com aquele par de olhos cinzentos.

 - eu vou estar aqui amanhã, depois de amanhã... e depois, e depois também; - disse, beijando-o e vendo o menor rir. – e vou cuidar de você, até se sentir melhor.

 - melhor...? do que...?

 - amanhã você vai entender... – disse, beijando sua testa e acariciando seus lábios inchados. – boa noite, pequeno...

 - boa noite, Mihael...

      Lentamente, Near fechou seus olhos, adormecendo contra meu peito. Eu sempre estarei aqui. Você será somente meu, submisso somente à mim. assim como meu coração será submisso somente à ti.


Notas Finais


Yomi: drama? magina

Lally: shiu vai comer miojo vai

Yomi: *U* tem miojo???

Lally: não a mãe esqueceu de comprar

Yomi: T.T

Lally: mas tem eu

Yomi: ...

Yomi: *processando*

Yomi: ah

Yomi: bora ^^

----x----


Espero que vocês tenham gostado, oneshot feita com todo o meu kokoro ^^ <3


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