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História Substituta. - Capítulo 23


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Capítulo 23 - Fantasma


Fanfic / Fanfiction Substituta. - Capítulo 23 - Fantasma


KARA

FLASH BACK.

Eu cheguei no banco, quando aterrissei o alarme estava tocando, ainda não tinha carro de polícia nem aglomeramentos de pessoas. Eu entrei lá dentro pensando que encontria, alguns bandidos comuns, que eu apenas tomaria as armas deles, os noucatiaria e iria embora.

Não foi bem assim.

Existiam muitas pessoas lá dentro.

Quase todos estavam mortos, e aquelas que estavam vivas estavam de joelhos apavoradas, por aliens que as ameaçavam as matar a sangue frio.

Existiam cerca de quase duzentas pessoas ali. Cento e oitenta, já foram mortas, o sangue delas mancha o azulejo branco do banco.

A raiva toma conta de mim, essas pessoas eram inocentes. Mães e país, filhos e filhas, empregados que estavam apenas fazendo seu trabalho.

Outro tiro soou assim com outro corpo que cai no chão.

Parem com isso!

Um deles se vira.

Ele era humano, muito magro e alto, com a língua partida em duas , tatuagens no rosto, pincings em vez de sombrancelhas e um olhar louco nos olhos.

Supergirl. Que honra você se juntar a nós hoje. Estamos te esperando.

Ele brincou com uma arma, que mesmo a distância eu podia sentir o veneno da kriptonita.

Por que vocês estão fazendo isso? Eles não fizeram nada para vocês. Solte-os. Deixe-os ir, eles não precisam pagar por isso, são inocentes.

Ele riu macabramente, assim como seus companheiros.

— Inocentes?

Ele riu novamente.

— Vocês ouviram iss irmãos? Ela acha que eles são inocentes.

Um murmúrio.

— Pois diga-me, irmã, que tipo de pessoa, inocente, pegaria o próprio filho, carne de sua carne, sangue de seu sangue, e o espancaria toda noite?

Eu estremeci sentido sua ódio pelo próprio povo.

Eu olhei para os outros, precisava saber se este humano era único que carregava uma arma com kriptonita.

Felizmente aparentemente, mesmo através do chumbo só existia mais uma arma com kriptonita e a radiação não estava perto o suficiente para me afetar.

Ok, agora preciso saber se existe outra saída.

— Eu imagino que isso tenha acontecido com você?

— Exato Supa-Doo.

Através do raio-X ,vi que só existia mais uma saída, infelizmente ficava atrás dos bandidos, então era inadimissivel. Eu precisa de um plano.

— Então, você simplimente vai mata-los?? Todos eles?

— Meus amigos e eu...

Estava na hora de acabar com isso, essas pessoas não recuariam, eram fanáticos de um deus falso. Que Rao os tenha.

Ignorando a picada das kryptonitas, usei minha super-velocidade e os desarmei, jogando as armas o mais longe que consegui.

O humano de antes tentou me acertar e eu lhe dei um leve soco no estômago, o suficiente para tirar seu ar e desmaia-lo.

Eu ouvi o clique de uma arma, e usando novamente minha velocidade peguei a bala que um deles estava usando para tentar matar uma mulher, para me distrair.

Um dos aliens tentou atirar em mim. O que obviamente foi inútil. Eu consegui fazer com que a arma chicoteasse em meu corpo para bater em deles que imediatamente caiu segurando uma de suas pernas.

Restavam 3, um deles, um inferniano para meu azar, lançou chamas em mim e com a ajuda do Sopro-Ártico consegui chegar perto o suficiente para lhe dar um soco poderoso, lhe jogando em uma das paredes, fazendo um grande buraco.

Eu olhei para os reféns e gritei para eles correrem.

Aquele com a arma de kryptonita começou a atirar naqueles que correram e eu tive que fazer um verdadeiro balé para impedir que as balas pegassem os reféns em fuga e nem a mim. Eu segurei duas balas com as mãos, sentido a grande picada, quando atravessou minha mão, fazendo um buraco de 2mm.

Quando as balas acabaram eu imediatamente pequei uma pedra grande dos escombros ignorando o modo como o sangue estava se acamulando e fechando o ferimento e o joguei nele, ele se transformou em pedra, para minha surpresa, ele tentou me acertar com os punhos e eu usei o Sopro-Ártico para congela-lo o transformando em uma estátua de gelo com algum esforço.

O último não estava mais presente, provavelmente fugiu enquanto eu lutava com os outros. Covarde.  

O som de aplausos me tira de meus pensamentos. Eu olho através do espaço até onde deveria ficar o caixa.

Existe alguém sentado lá. Ele está de terno azul escuro despojado, aparentemente de muito bom gosto e um tipo longo de sobretudo que possui um capuz e uma máscara branca que cobre metade seu rosto. Deixando o sorriso arrogante e o hipnotizantes olhos roxos a mostra.

— Você é muito impressionante Kara.

Travei quando o ouvi falar meu nome.

— E para alguém que me conhece, você é?

— Ah veja bem, se eu quisesse eu retiraria essa máscara. Mais muitos me chamam-me de "O fantasma".

Ele fala grandiosamente. Eu tentei olhar através da máscara, sem sucesso. A máscara era forrada a chumbo.

— Ah, ah, querida. Não quebre as regras do jogo.

Ele arruma a gravata casualmente e se levanta da mesa, para minha surpresa ele reeaparece atrás de mim segurando minha capa entre os dedos me fazendo me virar em susto.

— Acalme-se querida só quero falar com você. Se eu quisesse lhe machucar já teria feito isso no momento que nos conhecemos.

— Eu te conheço?

Ele ri.

— Bem, uma mulher como você deve conhecer muitas pessoas.

— Nem tantas pessoas assim.

Ele some para reeparecer, sentado em uma das cadeiras perto de mim. Uma das poucas que ainda estava em pé.

— Deixe me contar uma história sim?.

—Eu era um jovem, calmante vivendo em Kardo. Você conhece esse planeta certo?

É claro que sim. Kardo era o planeta da quarta divisão de ciências da galáxia e fornecedores de matérias metálicos raros em Krypto.

Ela conheceu o chefe do planeta em uma das muitas viajens de sua família. Kardorianos em termos físicos, assim como os kyptonianos eram muitos semelhantes aos humanos. Em personalidade, pra outro lado, eles eram um povo simples, sem guerras, sem fome, e a única forma de comércio existente era através da troca de bens que eles realmente precisavam, e na maioria das vez era para colheita e bem estar do próprio povo. Eles eram um povo pacifista, então como foi que o Fantasma se tornou esse assassino?

— Uma frota de estrangeiros apareceram no planeta por alguns dias,  nosso líder os deixaram ficar já que eles pareciam não querer brigar,  os recebemos de braços abertos , mas na calada noturna ele atacaram as casas, apagaram os guardas, e nos sequestraram a força. 

Ele olhou para o chão, provavelmente lembrando do seu passado.

— Eles pegaram muitos dos nossos, quase 200 pessoas foram roubadas de suas casas. Adolescentes, mulheres grávidas e crianças de todas as idades. Eu era uma delas.

Ela quer se compadecer, mais quando olha em volta e vê o mau desse falso Deus, não pode deixar a raiva muito longe.

— E como você veio parar aqui?

— Eu fui vendido. Leiloado, para uma mulher que me criou como escravo.

Ok, talvez a raiva dele não seja tão infundida assim. Eu agradecia todo dia por não ter seguido o mesmo caminho de Overgirl.

— Eu não era o único, consegui sobreviver por vários anos até conseguir uma brecha e sumir.

— Você não precisa fazer isso. Os aliens podem viver aqui em paz agora.

Ele riu estericamente. Ele apareceu ao meu lado segurando meu ombro como se fossemos amigos íntimos. Eu senti algo familiar no toque.

— Você é muito engraçada. Eu gosto de você, Kara. Você é espirituosa e humilde, mesmo sua história sendo tão lamentável como a minha, é algo admirável. Você é única.

— E daí? Agora vai tentar fazer minha cabeça, como fez com esses pobres coitados?

Pus as mãos nos quadris e o encarei com seticismo. Mesmo assim ele sorriu e voltou calmamente para a mesma cadeira de antes cruzando as pernas e apoiando o rosto com a mão.

— Eu não fiz nada. Tudo que eu fiz foi tentar voltar para meu lar, desde que voltei.

— Roubando, matando e ameaçando famílias?

Rosnei lembrando de Lana.

— Não era meu desejo fazer tudo isso. Sabe? Mais você deve saber que os humanos são seres muitos metidos. Não tive escolha.

— Eu até poderia acreditar em suas palvras se não estivéssemos rodeados de corpos e sangue.

— Fale o que quiser Kara. Mais eu descobri algo e estou, muito perto de finalmente voltar ao meu lar. Além disso eu também queria te entregar isso.

Ele apareceu na minha frente me entregando um pendrive. Eu o recebi e assim que o vi sumir os crânios das pessoas que eu havia derrubado explodiram no chão fazendo uma enorme sujeira horrível em mim e em meu uniforme, eu queria vomitar.

Revirei os olhos quando finalmente ouvi a polícia chegar.

Olhei para o pendrive entre mãos ensangüentadas e o apertei  tremulamente,  antes de decolar. Pelo  menos eu tinha salvado o máximo de reféns possíveis.

FLAHS BACK OFF

Eu contei toda a história e entreguei o pendrive na mão de Lena, que ansiosamente o conectou ao notebook de Sam.

Soltamos um suspiro quando vimos juntas várias fotos. Era sempre eu.  

Alex e eu em nossos encontros de irmãs e passeios no Nonna's, fotos de mim com Sam e Ruby em sua casa, mais a maioria, era de Lena e eu. 

Existia uma foto em particular de um bilhete.

" Estou com ela, em breve você terá o que precisa.

Jessica S."

A data, obviamente foi escrita por outra pessoa.

— Olhe a data, esse deve ser aquele bilhete do vídeo no seu encontro com Lana. Eu sabia, ela estava tentando levar você até ele.

Existiam três vídeos, um era um salvamento, eu estava segurando um carro em frente a um prédio e tinha um homem embaixo dele.

Sam— Este, não aquele cara que você disse que se explodiu na delegacia, Alex? Como é o nome dele mesmo? Daniel, Dam....Dário?

— Dante.

Eu senti Alex ainda mais tensa e o modo como ela olhou para o celular como se esperasse uma ligação me fez temer.

O segundo vídeo, era de mim no escritório na Destrit beijando Lana deitada com ela no sofá. A legenda dizia: 

"Estou curioso. Quem está usando quem?"

Eu lembro daquele dia, eu tinha acabado de voltar da L-corp e estava com raiva.

Um sentimento que Lena parece estar tendo agora, dado a maneira como ela está tentando esmagar o notebook de Sam com as mãos.

O terceiro vídeo, foi o mais revelador e o mais duradouro. Era do dia em que Lena e eu tínhamos sidos sequestradas.

Ele começava com o Fantasma casualmente colocando todos os planos na mesa e ligando o notebook. Ele se estica depois de se levantar da cadeira e acena para a câmera antes de sumir. A imagem corta para uma de Lena e eu fugindo pelos corredores até chegar a sala e descobrir tudo. A imagem corta de novo, e aparece o momento em que eu fraca levo as três balas por Lena. O vídeo acaba no momento em que Lena levanta.

Alex — O desgraçado armou tudo!

— Não era a toa que os corredores pareciam tão vazios. Parece que ele realmente não precisava de mim para nada.

Alex resmunga e Sam passa o mouse para o último documento. Esse gela até minha alma. Como ele sabia sobre isso?

Na minha frente tinha um documento quebrado que não abre. IKAR-UZo.

— Você sabe o que ou quem é isso?

— Não. Nunca ouvi falar.

O silêncio na sala era insano e Alex me olhou com cautela. Ela sabe que estou escondendo algo.

IKAR-UZo. Era era uma história/aviso que todo kryptoniano aprendia assim que entrava em uma guilda científica. Como eu estava aprendendo desde cedo eu sabia o que era.

A história tinha quase três séculos, falava sobre um cientista chamado IKAR-UZo que tinha enveja de Rao, que tinha poder para criar coisas a partir do nada. Ele queria esse poder para o povo, então ele trabalhou incansavelmente e criou uma arma muito poderosa. Ela era capaz de criar de pequenos planejamentos grandes construções e naves, produzir banquetes com as migalhas, enchentes com uma gota, roupas com uma fina linha e enfim. Ela também poderia alimentar com energia uma cidade do tamanho de Kryptometrlpolis.

Deveria dar certo, deveria salvar o povo. Exceto que não foi, no momento em que IKAR-UZo usou a tecnologia uma grande bola de fogo caiu sobre seu corpo do céu e por quase três semanas ocorreram tremores e desastres naturais, prédios caíram, e máquinas se recusaram a ligar, a fome e a sede era insaciáveis, pois a maioria dos alimentos e bebidas desapareceram ou apodreceram, as roupa rasgavam no menor movimento e causavam doenças que levaram milhões a morte. Foi uma grande mancha negra na história de Krypto. 

Devagar tudo voltou ao normal. Era inegavel que Rao estava com raiva. Os outros cientistas honraram o companheiro e a arma recebeu o nome de seu criador. A arma foi guardada e passada de líder em líder até chegar em seu pai e tio. Que acharam de alguma forma sábio guardar dentro de uma pedra de Rao, que estava muito bem guardada dentro da sua própria caverna da solidão que secretamente ficava no fundo do oceano muito perto do núcleo da terras, onde nem mesmo Alex ou Kal sabiam de sua existência.

Sam como sempre a primeira a tentar dissipar o clima ruim.

S— Bem, pelo menos agora sabemos mais sibre ele, e até temos um perfil.

Lena— Tudo bem vamos recapitular.

Lena esfregou com carinho minha perna.

A— O tal Fantasma, vem de Kardor, já sabemos que ele muto inteligente e possui habilidades persuasivas e de teletransporte. Ele planeja voltar para Kardo, e isso de alguma forma envolve Kara, que estava sendo usada por Lana, que era secretamente forçada, a leva-la até ele. 

Sam jogou os braços para cima.

— Eu não entendo. Se ele queria Kara, por que simplesmente não se teletransportou para perto dela?

L— Ele é um jogador.

Nós olhamos para Lena, ela suspirou e esfregou a mão na testa.

— Muito parecido comigo e Lex. Não fazemos planos baseado no cego. Planejamos e manipulamos uma situação a nosso favor. Acredito que essas imagens e vídeos, sejam apenas uma leve ameaça, e o vídeo de você levando as balas por mim mostra o quanto você se importa com a gente e tudo me leva a isso.

Lena aponta para o documento de IKAR-UZo. Está vendo como minha namorada é gênio?

— Isso deve significar algo que ele quer de você. Que só você pode dar a ele, por isso você é a "chave", e o fato de ele ter te dado todas essas provas que mostram seu plano, me faz pensar que você, um de nós está em sua mira.

Alex levanta do sofá.

— Vou pedir reforço do DEO, nenhuma de nós ficará sem proteção. Quero ver esse desgraçado tentar no pegar.

Como se fosse mágica o celular de Alex começa a tocar.

— Sawyer?

Alex coloca no viva-voz.

— Alex, Jéssica  sumiu.


Notas Finais


Finalmente o fantasma aparece. O que aconteçerá com Lana?

Duvida, crítica, ou outra coisa pode me chamar.


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