História Subterfúgio - Capítulo 1


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Categorias B.A.P
Personagens Ilhoon, Jongup, Personagens Originais
Tags Bap, Moon Jongup
Visualizações 9
Palavras 538
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Okay... eu não sei o que tô fazendo da vida -q

Bem, oizinho pra quem caiu de paraquedas nessa fanfic meia boca (oi? q). Pois é, a própria ficwriter zoando sua fanfic, quem nunca? Jesus me salva ;u;

Eu sou baby assinada na testa desde 2014 e essa história tava arquivada no meu docs desde 2015, onde eu passei a ter gosto da escrita, mas por motivos de vergonha e sei lá -q só agora vim postá-la. Tenho um grande carinho por ela, principalmente por ser com o Uppie - o diabinho em pessoa. Então espero que vocês também passem a se apegar por Subterfúgio.

Antes de mais nada, já queria agradecer à quem vai ler - se houver alguém, anyway - e não sei -q

boa leitura, ;u;

Capítulo 1 - Prólogo.


Fanfic / Fanfiction Subterfúgio - Capítulo 1 - Prólogo.

Jung Ye Eun tinha poucas certezas da vida, mas se havia algo em que acreditava de fato, era em destino. Para si, nada acontecia sem um motivo e, se acontecesse, era porque estava destinado que assim acontecesse. 

 Como quando ralou os joelhos enquanto tentava andar de bicicleta escondido dos pais. Havia pego quando Jung IlHoon largou-a na entrada da casa e correu para dentro, gritando que um tal de Park Woo-alguma-coisa tinha roubado sua bola de basquete e que era para a mãe de ambos ir falar com a mãe do garoto. Ye Eun sabia que era errado e que a bicicleta era extremamente grande para si, mas não se importou com as consequências quando montou na mesma e tentou pedalar, caindo logo em seguida. Precisava ter caído para aprender que só poderia ter tal coisa quando soubesse e entendesse o que aquilo era.

Ou quando, aos quinze anos, fugiu de casa pela primeira vez para ir a uma festa que teria na República onde seu irmão estava. Na época, Ye Eun não tinha noção de que aquela ação poderia trazer complicações não somente a si, como para seu irmão também, que havia recebido expulsão da casa por ter permitido que uma menor e sua irmã entrasse em um local cheio de bebidas alcoólicas e substâncias proibidas. 

Ye Eun gostava de pensar e dizer que, não importasse o que dissesse ou tentasse fazer, nada poderia mudar o que já estava há muito tempo escrito. Desde que fosse fazer uma simples ação até algo grande, nada poderia impedir aquilo que aconteceria. 

Nada poderia impedir aquele acidente. 

— YA! Ye Eun-ah, por favor. Por favor, acorde. - Jung IlHoon balançava a irmã de forma desesperada. Os gritos do moreno ecoavam pela rua que agora crescia uma pequena aglomeração de pessoas ao redor. Olhou para os lados, sem realmente enxergar alguma coisa. Queria ver se o motorista ainda se encontrava no recinto, mas deduziu que o mesmo fugira.

Direcionou os olhos coberto de lágrimas para a irmã, que continuava sangrando e com os olhos fechados. De mãos trêmulas, enfiou-as uma em cada bolso da calça que usava, procurando pelo seu celular. Assim que o encontrou, discou o número de emergência e após ter recebido informações básicas, como verificar se a vítima estava ainda respirando, esperou até que uma ambulância chegasse ao local.  

Desejou ligar para os pais, mas tinha noção dos problemas que sua mãe tinha e a mesma poderia vir a ter sua segunda parada cardíaca, então permaneceu ajoelhado ao chão, com medo de tocar em sua irmã e vê-la desfalecer. Queria gritar, correr atrás de quem fizera aquilo com a caçula, mas nada fizera a não ser chorar e pedir a qualquer divindade que não deixasse a garota morrer. Não suportaria tal perda.

Jung Il Hoon não sabia, mas junto consigo outra pessoa também rezava, pedindo para que nada de sério acontecesse àquela pessoa. Faria de tudo para que a vítima sobrevivesse, e começaria pedindo a Deus que não tirasse uma vida inocente e sim a sua no lugar. 

Pois para Moon Jong Up, nada importava além de sua fé em algo maior. E ele sabia que tudo que era pedido com fé para com Deus, se realiza. 

E aconteceria.



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