História Sucesso - Capítulo 13


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Categorias MasterChef Brasil
Personagens Henrique Fogaça, Paola Carosella, Personagens Originais
Tags Farosella, Fogasella, Masterchefbr
Visualizações 187
Palavras 1.320
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Parece que algo ficou inacabado... 🌚🔥

Capítulo 13 - Juntos


Fanfic / Fanfiction Sucesso - Capítulo 13 - Juntos


“Esqueci do Julia. Não, não esqueci do Julia. Voltei a amar o Julia e o guardei em alguma gaveta da memória.”

(Carosella, Paola. Todas As Sextas p. 53)

Acordamos Lorenzo e caminhamos até o hotel de mãos dadas. Eu quase saltitava de alegria. Olhava pra Henrique e o via com um sorriso no rosto. Era nítido que também estava feliz. Engraçado que ali, durante aquele trajeto entre a plantação de uvas e o hotel, eu me sentia a pessoa mais feliz do mundo. Olhava o meu filho crescendo alegre e saudável, estava de mãos dadas com um homem que, antes de qualquer coisa era meu amigo e por quem eu tinha uma enorme admiração, e tinha no hotel me esperando uma grande amiga que me fazia ter pra quem contar tudo de bom que havia acontecido comigo naquela tarde. Eu os amava tanto, tanto. Me sentia feliz como nunca na vida. Lembrei da última vez que eu havia me sentido muito feliz. Foi quando abri o Julia e ele começou a fazer sucesso. Eu fui muito feliz naquela ocasião, é verdade, mas acho que estava mais feliz hoje. Afinal... quais eram as minhas prioridades para que eu fosse feliz? Afinal... o que era o sucesso?

Já em meu quarto, olhava Lorenzo tomar banho enquanto me arrumava: Isso filho, agora atrás da orelha, esfrega bem. Tá bom, agora o pescoço – eu estava ensinando Lorenzo a tomar banho sozinho. Na semana seguinte ele completaria cinco anos. Ele já estava quase acabando quando Isis bateu na porta falando: Chegueiii! Fui abrir e mal ela pôs os olhos em mim já disse: Uauuuuuu, que lindaaaaa! Eu falei: Ai, tou mesmo? Tou me sentindo usando as roupas de otra pessoa, amiga! Ela deu risadas e falou: Para de ser besta, você tá maravilhosa! Acho que eu nunca tinha te visto de vestido. Eu disse: Tá vendo??? Nem eu me lembro qual foi a última vez que usei um. Isis falou: O Henrique vai babar – olhou pra ver se Lorenzo estava prestando atenção e baixou o tom de voz – Vai até querer subir mais cedo. Eu ri e cochichei no ouvido dela: A gente já começou lá na plantação de uvas. O Lorenzo dormiu e a gente se agarrou encostados numa árvore... menina... foi una locura. Isis ria e me batia: Danadinha, já esquentou o boy – nos divertíamos.

Finalmente eu estava pronta. Mendoza era uma cidade fria, principalmente à noite. Mas eu estava quente. Usava um vestido justo, preto, curto, porém, de mangas compridas. Nos pés, um scarpin não muito alto, preto também. Cabelos soltos, olhos delineados e batom vermelho. Apesar do desconforto de quem está todos os dias de jeans, camiseta e all star, eu me sentia bonita. Bonita e apaixonada por Henrique. Descemos para jantar e pude ver o rosto de Henrique se modificar quando me viu. Desejo a todas as mulheres, pelo menos uma vez na vida, receber um olhar daqueles. Um olhar de amor, paixão, desejo, admiração... ele também estava muito bonito. Usava uma camisa rosa de mangas compridas e uma calça social preta. Que eu estava louca pra tirar. Mas esperaria o jantar terminar.

Nós quatro jantamos muito bem e nos divertimos bastante. Eu me sentia completamente em família. Ainda não tínhamos terminado o vinho quando o dorminhoco do Lorenzo pediu colo e apagou. Isis disse: Amiga, deixa que eu levo ele pro quarto – me deu uma piscadinha – Boa noite, queridos. Eu respondi: Gracias, hermana! Buenas noches. Henrique também respondeu: Boa noite! Assim que eles subiram, Henrique segurou na minha mão e disse: Essa viagem mal começou e já é a melhor da minha vida. Tô amando conhecer teu país. E eu: Que bom, meu amor! Tou amando apresentar o país em que nasci pra você também. Henrique perguntou: O que te fez ir pro Brasil? Eu respondi: Trabalho. A busca pelo melhor, siempre... Sabe, Henrique... eu não cresci num lar de amor... nunca tive sorte com a família, com a escola, com namorados... o único lugar que eu sempre me dei bem foi a cozinha. Por causa do meu trabalho conheci vários países, e um deles foi o Brasil. Me apaixonei pelo teu país à primeira vista, senti uma conexão forte. E não quis mais sair de lá. Decidi que lá seria o lugar onde eu iria construir minha carreira... obter sucesso. Daí eu investi tudo o que eu tinha no Julia e...

Essa parte da história eu conheço. Amor, vamos guardar o Julia no nosso coração. Guardar as coisas boas, os bons momentos. Foi lá que a gente se conheceu. Foi lá que tudo começou. O Julia merece ser lembrado com amor. E depois daqui, dessa viagem... nós vamos abrir outra página da nossa história. Eu perguntei, curiosa: Como así? Ele respondeu: Depois eu te conto... o vinho acabou. Quer pedir outro? Eu respondi: Só se for lá no quarto. Enquanto subíamos, eu dei risada da minha própria ousadia.

Já no quarto, ele passou a mão no meu rosto e disse: Você tá muito linda, Paola. Eu tô bobo até agora. Eu perguntei: Cê achou mesmo? Fiquei um poco sem graça... não sou de usar vestido. E ele: Tô nem aí pro vestido. Ele realmente é lindo, mas você tá linda desde de tarde. Você tá linda por alguma coisa que vem de dentro... não sei explicar. Então eu disse: Amor por ti – envolvi seu pescoço com meus braços – eu te amo, Henrique. Ele respondeu: Eu também te amo, Paola – envolveu minha cintura – com todas as forças. Nos beijamos. Nosso beijo era cheio de amor e desejo. Suas mãos deslizaram pelas minhas costas e abriram o zíper do meu vestido. Henrique o puxou pra baixo e me deixou apenas de calcinha e sutiã. Eu comecei a desabotoar sua camisa enquanto beijava seu pescoço. Ele sussurrava: Que boca gostosa... te quero toda, linda... toda...

Disse isso e agarrou forte meus seios, me arrancando um gemido. Desabotoou meu sutiã e começou a sugá-los. Eu inclinava a cabeça pra trás e gemia de prazer. Como era bom. Henrique falou: Deita... quero te ver sem nada. Eu deitei. Henrique tirou as calças e sapatos, ficando apenas de cueca, e eu podia ver seu membro saindo pra fora dela, de tão duro que já estava. Eu, igualmente excitada, fiz menção de tirar a calcinha. Ele ajoelhou na cama e disse: Deixa que eu tiro. Quero te chupar... você quer? Eu respondi: Claro. Venga... soy toda tuya. Henrique tirou minha calcinha e encarou minha intimidade. Me senti um pouco envergonhada, mas a timidez logo deu lugar ao tesão, quando Henrique passou os dedos na minha abertura. Em seguida, lambeu os dedos e falou: Teu gosto é uma delícia. Quero mais. Assim, ele abocanhou meu sexo. AH! – Gemi e agarrei forte o travesseiro – Henrique! A língua de Henrique era mágica. Percorria toda a extensão interna e externa da minha intimidade, me fazendo ir às nuvens. Eu estava a ponto de gozar quando falei: Vem aqui, querido! Quiero gozar contigo dentro de mí... no puedo mais esperar... Ele disse: Teu desejo é uma ordem, lindinha.

Henrique passou a depositar beijos em meu ventre, seios, pescoço... até chegar à boca e me invadir com a língua ao mesmo tempo em que me invadia com o pênis. Começou com os movimentos de vai e vem devagar, e era tão bom que nem conseguimos mais nos beijar, apenas gemer de prazer. Eu arranhava suas costas e não sentia nenhuma dor, apesar de fazer tempo que eu não fazia sexo. apenas prazer. Muito. Eu dizia: Así... así cariño... yo voy... aaaahhhhhhhh.... – gozei. E Henrique também, alguns segundos depois.

Ele saiu de cima de mim e deitou de barriga pra cima, ao meu lado. Finalmente tinha me entregado por inteiro ao meu amor. Virei a cabeça e sorri. Ele retribuiu o sorriso e disse: Vai pensando num nome. Eu perguntei: Num nome pra que? Henrique respondeu:

Pro restaurante que nós vamos abrir juntos.


Notas Finais




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