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História Suck It And See - Capítulo 1


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Notas do Autor


Enfim, estou aqui novamente, sei lá porquê. Mas deve ser pra distrair a mente.
A sinopse ficou um cu (nunca consigo fazer algo bom), mas a história vai ser divertida, DEDO NO CU E GRITARIA KKKKKKKK
Sei que ta parecendo apenas uma fic adolescente clichê com intrigas familiares, mas acredito que vai bem além disso.
Bom, espero que gostem :)

Capítulo 1 - My life sucks!


Fanfic / Fanfiction Suck It And See - Capítulo 1 - My life sucks!

UPPER EAST SIDE – SABÁDO 08:20 DA MANHÃ

A manhã estava nublada na cidade de New York, o inverno ainda se fazia presente no mês de janeiro. A luz adentrou em um quarto, fazendo com que o dono do local despertasse e praguejasse por não ter fechado as cortinas antes de dormir.

Ao se sentar na cama, ele percebeu a bagunça que estava ali. Seu amigo, Matthew, estava dormindo no chão, com duas garotas nuas, uma de cada lado. E ele estava na cama com mais duas garotas, uma ao seu lado e outra aos pés de sua cama, ambas nuas.

Antes mesmo de conseguir raciocinar o que estava acontecendo ali, o jovem ouviu batidas fortes na porta.

Alex! – Ouviu seu pai o chamar e pelo tom de voz, ele não parecia estar de bom humor. — Abra logo essa droga de porta!

Ele se desesperou, e ao sair da cama, acabou caindo no chão. Alex pegou a sua calça e a vestiu, correu até a porta e saiu do quarto, dando de cara com seu pai.

— Oi, pai. – Disse meio sem graça.

— O que eu falei pra você? – Perguntou com uma cara nada boa e antes mesmo se seu filho responder, continuou. – Eu falei que o queria pronto às 8h para a reunião na empresa, mas como sempre, você fez merda, sempre faz.

— Olha, é que eu... – O interrompeu.

— Não quero ouvir suas desculpas, Alex! Se arrume logo, vou te esperar em meu escritório.

David saiu dali e Alex voltou ao quarto, se sentou na cama e suspirou pesado.

— Bom dia! – Escutou a voz sonolenta de Matt.

— Que merda aconteceu ontem? – Alex perguntou nervoso, passando as mãos pelo cabelo.

BROOKLYN

A garota andava tranquilamente pela calçada, seu vestido estava todo amarrotado, cabelo bagunçado, maquiagem borrada e saltos m sua mão. A noite passada havia sido louca, ela estava morrendo de ressaca, mas valeu a pena por ter se divertido tanto.

Antes de chegar a sua casa, ela percebeu que havia um homem conhecido a alguns passos dela.

— Jenny? – Ele a chamou.

A jovem arregalou os olhos, se virou e começou a andar em direção contraria.

— Jennifer, eu sei que é você, não adianta fingir que não me viu. – Insistiu.

Ela parou, revirou os olhos, se virou novamente e deu um sorriso falso.

— Oi, papai. – Se aproximou do mais velho.

— Querida, onde esteve? – Perguntou. – Eu vim a New York para te ver e você desapareceu.

— É que eu tive um compromisso. – Deu de ombros.

— Estou vendo. – Respondeu analisando o estado da garota. – Olha, eu estou aqui porque queria te ver, sabe que estou tentando muito me reaproximar de você. Desde que deixei sua mãe, nós não mantivemos muito contato, mas eu quero mudar isso e... – Enquanto ele falava, Jennifer viu que haviam dois policiais do outro lado da rua, acabou sorrindo com a ideia que teve. – Eu quero ficar bem com você, querida. – Seu pai completou.

— Eu também quero. – Mentiu.

— Sério?

— Sim, claro, é muito chato não te ter por perto e eu quero fazer dar certo.

— Que ótimo, filha! – Ele disse sorrindo.

— Me dá um abraço? – Pediu.

— Claro.

Ele a abraçou e Jenny retribuiu, vendo que os policiais ainda estavam ali, então resolveu pôr seu plano em prática.

— SOCORRO! – Ela começou a gritar. – ESSE VELHO ESTÁ ME AGARRANDO!

— O que está fazendo? – Seu pai perguntou confuso.

— ALGUÉM ME AJUDA!

O mais velho tentava se afastar da garota, mas ela não o soltava, até os policiais aparecerem.

— O que está acontecendo aqui? – Um dos policiais perguntou.

— Esse velho estava me assediando, ele me agarrou, queria me estuprar! – Ela falava fingindo estar assustada.

— Senhor, ponha suas mãos atrás da cabeça.

— Mas eu não fiz nada! Eu sou o pai dela, eu não fiz nada! – Falava desesperado, mas os policiais o ignorou e o algemou. – Jennifer, fala a verdade para eles agora!

— Espero que apodreça na cadeia, velho escroto! – Ela falou séria, quando os policiais viraram as coisas, ela sorriu satisfeita.

— JENNIFER!

Os policiais o colocaram na viatura e o levou para a delegacia. A garota foi pra casa com um sorriso enorme no rosto.

— Idiota. – Disse ainda sorrindo por seu plano ter dado certo.

COM ALEX

O moreno havia se arrumado e estava indo em direção ao carro com seu amigo.

—Sério, essa noite foi uma das melhores, todos da faculdade estavam lá, todo mundo se divertiu, todos se pegaram, foi incrível! – Matt falava animado e os dois entraram no banco de trás do carro, onde o motorista iria leva-los aos seus destinos. – Precisamos fazer isso de novo!

— Não! Não mesmo! – Alex falou sério, fazendo Matt desmanchar o sorriso.

— O quê? Mas por quê? – Perguntou confuso.

— Meu pai quase me matou hoje de manhã por ter me atrasado, demos foi muita sorte por não ter saído nada nos jornais sobre a festa de ontem.

— Olha, você não pode deixar seu pai ficar controlando sua vida. – Alex não disse nada. – Qual é, cara! Você vai fazer vinte e um anos, quer mesmo continuar sendo o cachorrinho do seu pai?

— Você não entende porque o seu pai é o oposto do meu.

— Realmente, eu não entendo. – Suspirou. – Mas deve haver alguma maneira de acabar com isso, né?

— Talvez. – Deu de ombros. – Enquanto eu não descubro como tirar o velho do meu pé, vou ter que seguir suas regras.

— Meus pêsames, amigo. – Matt falou dando dois tapas de leve nas costas do amigo.

COM JENNIFER

Ela havia acabado de chegar em casa e encontrou sua mãe dormindo no sofá. Ao lado havia uma garrafa de bebida vazia e uma butuca de cigarro no chão. A jovem não fez nada a respeito, apenas ignorou a cena e subiu as escadas para ir ao seu quarto.

Pode parar ruim da parte de Jennifer fazer isso com a mãe, mas apenas a loira sabe tudo o que já passou naquela casa, era o verdadeiro inferno, aliás, ainda é.

Jenny jogou seus sapatos em um canto do quarto, foi ao banheiro, tirou toda aquela roupa que estava fedendo a álcool e resolveu tomar um banho da cabeça aos pés. A festa havia sido insana e não teve um que não se divertiu.

Ela estava com os pés doloridos, a cabeça também estava doendo um pouco por causa da ressaca e seu cabelo todo embaraçado.

Assim que terminou, ela saiu do banheiro, vestiu um pijama e foi tomar um remédio para dor de cabeça. Quando subiu novamente, pegou seu notebook e resolveu assistir série até dormir.

(...)

MAIS TARDE

Jenny estava mexendo em seu celular, quando a porta do seu quarto foi aberta com violência a assustando.

— Olha quem conseguiu sair da cadeia. – Disse debochada.

— Você sabe quantas horas eu demorei a convencer os policiais de que você era a minha filha e que eu não estava abusando de você?

— Sinceramente? Não me interessa. – Deu de ombros e voltou a mexer no celular.

— Jennifer, eu estou me esforçando muito para me reaproximar de você, mas parece que você não quer.

— Ora, temos um Sherlock Holmes aqui. – Debochou.

— Sério isso? – Perguntou e ela o ignorou. – Até quando você vai agir como criança? – Ela continuou sem responder. – Você já tem vinte anos e age como se tivesse quinze! – O silêncio permaneceu e ele suspirou pesado. – Eu vou acabar desistindo de você.

Harry percebeu que não iria adiantar mais nada continuar falando, então ele saiu de lá, decepcionado, fechando a porta do quarto dela.

— E daí? Todos desistem. – Ela disse a si mesma, meio chateada, mas resolveu ignorar.

COM ALEX

Ele e seu pai estavam saindo da reunião, em total silencio, coisa que estava deixando o jovem um pouco agoniado.

— A reunião foi ótima. – Ele comentou para ver se seu pai falava algo.

E foi ai que David parou de andar e ficou de frente para o filho, tirou um recorte de jornal do bolso e o entregou.

— A única coisa que eu queria, era que você me apoiasse, apenas isso! Eu fiz tudo por você, moleque, TUDO! E o que eu ganho com isso? Nenhum pingo de respeito. – Falava irritado. – Eu dei tudo para abrir uma empresa aqui em New York, hoje somos os mais conhecidos, agora quero ingressar na carreira política, quero me tornar o governador do estado, mas parece que o meu próprio filho está contra mim. – Alex não disse uma única palavra. – Eu não vou permitir que você estrague a minha carreira com suas criancices. Por isso vou ficar de olho em você o tempo inteiro. – O moreno continuou em silêncio. – Você está sendo uma grande decepção pra mim.

David saiu de lá, deixando Alex para trás. O jovem não pensou que fosse levar um esporro desse, aliás, ele não fazia ideia de que tinha ido parar na primeira página do jornal. Ele se sentia mal, mas estava cansado de ter que se limitar por causa do seu pai, de ter que sempre fazer o que ele quer e na hora que ele quer. Alex não era mais um adolescente, ele já era um homem e queria construir suas coisas sozinho, mas David já havia construído o futuro do filho antes mesmo dele pisar no ensino médio. O garoto não via outra escolha, a não ser aceitar.

CAPA DO JORNAL: FILHO DE CANDIDATO A GOVERNADOR (DAVID TURNER) É VISTO FAZENDO BADERNA EM BOATE E DIRIGINDO EMBRIAGADO.

Alex amassou aquele pedaço de jornal e o jogou fora. Enfiou a mão por dentro de seu blazer e tirou um cantil, onde continha sua bebida favorita, que era Whisky. Resolveu não fazer mais nada aquele dia, além de encher a cara em seu apartamento, sozinho.


Notas Finais


Então é isso aí (não revisei, ignore meus erros)
Espero que tenham gostado, acredito que vai ser minha última fic (isso se eu não apagar por flopar aqui)
Tem muita história pela frente, bom, espero conseguir desenvolver.
Bom, se gostarem, já sabem. Fav e coment. <3


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