História Suck Me Girl ll JJK - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook)
Tags Fluffy, Hoseok, Imagine Jungkook Incesto, Incesto Jungkook, Jeongguk, Jimin, Jungkook, Jungkook Incesto, Kawaii, Namjoon, Nana_pand, Seokjin, Taehyung, Yoongi
Visualizações 83
Palavras 2.080
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - You're in great hands, maybe ... :::-::: 0.02


 — ela estuda aqui perto, tem no caderno o local, quando bater doze horas vá busca-la, tudo que ela precisa está ai, fique atento com os remédios, e outra, tenha paciência com a língua afiada dela - a senhora de certos cinqüenta e três me entregou algumas malas.

  A mãe de Ji Wook, com a mesma cara repugnante de antes, continuava a odiar a ideia de ter sua neta nas minhas mãos, principalmente a mais velha, a outra se encontrava no sofá me encarando, sangue do meu sangue, mas não se parecia nem um pouco comigo, Chuu o nome da mais nova.

  — Bom, se me permite, vou indo, já irei pegar a S/n – ajustei as alças das duas malas e fui até a menina sentada dando-lhe um beijo na testa.

  — Não gosto dessa ideia, por que não me deixa ficar com a menina, quer separar ela da casa em que sempre viveu?.  

 — Senhora Soo, sua filha como um último pedido me concedeu a guarda da menina, e eu ficarei, posso conhecer uma das minhas filhas ou também quer me privar disso? – tirei a chave do Hilux SW4 o destravando ainda dentro da fazenda.

  — Vá, já está perto da S/n ser liberada, não quero que ela fique esperando – Soo com os braços cruzados e o rosto plissado se retirou da sala me deixando apenas com Chuu.  

 — Tchau meu anjo – Abracei a menina que se pôs de pé para se despedir adequadamente.  

 Em seguida me retirei da casa indo até o carro parado na estrada de saída do lugar deserto, chegava a ser assustador tanto mato. Abri o porta-malas enfiando as poucas malas da menina, sem muito argumentar-me fui até o banco do motorista ligando o carro e dando partida para a cidade.  


 {...} 


 — Jinsoul veja bem, eu estou dirigindo, não podemos adiar esta conversa para quando eu chegar em casa, temos um bom tempo para falar sobre os preparatórios do casamento – o celular era pressionado por minha orelha enquanto era apoiado em meu ombro direito, Jinsoul pela quinta vez naquele dia me perguntava algo sobre a decoração do casamento que tanto planejava com a mãe. 

 Estava a pouco tempo, eu e Jinsoul eramos amantes a bastante tempo, de uma forma repugnante a se dizer, fazíamos juras de amor que aconteceriam depois de meu divorcio com Ji Wook, esse é um dos motivos da família da falecida me odiar. 

 — amor, onde está, estou indo para sua casa, não me falou sobre uma saída. 

 "não devo satisfações de todos os lugares que eu vou" - pensei revirando os olhos.   

Uma das coisas que eu sabia sobre mim e meu lado masculino, é que nenhuma mulher poderia me prender por mais de dois anos, e até me impressiona Ji Wook ter me segurado por tantos anos sem nem me favorecer sexualmente.  

 — lembra de Ji Wook?, é meu anjo, soube ontem que a mulher morreu e me deu uma das cargas...  

 — cargas?!, não me diga que...  

 — Sim, somos uma família completa agora, eu, você, Perle e S/n, estou indo pega-la na escola – Fiz a curva na rua de seu colégio de longe vendo um imenso prédio largo onde saíam grupinhos com no total doze pessoas, estacionei o carro e desci o vidro procurando a menina da foto que Soo me entregou.  

 — Quantos anos a menina tem, espero que não seja uma criança, não sirvo como mãe!.  

 — não só como mãe... 

 —o que disse?.  

 — não sei a idade da menina, amor preciso desligar, depois nos falamos – desliguei o celular sem nem esperar uma resposta de Jinsoul e logo dei mais uma olhada pela janela vendo uma menina de cabelos negros longos parada enquanto balançava as pernas cobertas por uma meia 3/4 preta seguida de uma saia azulada junto como uma camiseta branca, uniforme escolar, pensei ser.  Em seu peito esquerdo estava um nome escrito, de longe pude ler, Jeon S/n. Era aquela garota quem eu procurava, não me surpreendia tanta beleza, era parecida com a mãe e até mais, talvez pela idade, tinha alguns de meus traços, não muitos mas continuava com uma beleza invejável, um belo corpo, errado como pai olhar, mas tenho que afirmar, a fartura foi herdada da mãe com traços brasileiros e coreanos. 

 Me apóio na janela esquerda do carro esperando que ela me olhasse, e assim que me viu estranhou mas logo fez questão de se aproximar, admito, a vista de perto é bem mais favorável...  

 — És meu pai? – a menina entediada mascava um chiclete rosa enquanto segurava as alças da mochila rosa bebê.  

 — És Jeon S/n?...  

 — não me responda uma pergunta com outra – a menina com a mão esquerda abriu a porta do carro se sentando no banco da frente logo batendo a porta do mesmo.  

 A menina se virou no banco se ajoelhando para enfim jogar a mochila no banco traseiro. Sem muito conversar se sentou direito colocando o cinto. Percebo que estava mais que na hora de seguir rumo para minha casa. 

Não era como as outras vezes que eu amava um silêncio, agora esse certo silêncio me incomodava bastantes eu sabia que tinha que puxar assunto com a senhorita puberdade ao meu lado.

  — quantos anos tem?. 

 — quantos anos você tem? – a menina enrolou o chiclete no dedo agora me encarando com intensidade.  

 — não respondeu minha pergunta – assim que o sinal fechou a olhei por breves segundos tendo um riso tirado da mesma que negava com a cabeça  

 — nem você respondeu as minhas duas perguntas, que chato,  não?! – a garota com sarcasmo se encostou no banco se mexendo diversas vezes.  

 — trinta e três...

  — o que?– a menina mais uma vez me olhou enquanto colocava as duas pernas apoiadas na janela aberta, sem se importar com as reclamações que receberia. Soo me alertou da lingua afiada da menina, mas não de seus atos um tanto provocativos. 

— Minha idade, será nosso segredo até agora – virei o volante na sexta rua antes da minha.  

 — não tem cara de velho, bom eu tenho quinze – a sinceridade da mais nova chegava a me assustar e sua rapidez em responder era de impressionar.  

 —Me conte sobre você, não sei muito... 

 — não tente ser legal, sei que esta sendo obrigado a ficar comigo – a menina tirou o chiclete da boca direcionando o indicador até o rádio do carro mudando varias estações até encontrar uma música de seu gosto

— não é bem assim, eu quero ficar com você, entenda, não pude ser um pai presente por conta de sua mãe, ela me privou muito de você e sua irm... 

— se meu marido transasse com outra estando comigo eu também faria isso – e aquilo serviu mais que um chute nas minhas bolas, sim, eles à colocaram contra mim, explicavam de uma maneira errada meu termino com Ji Wook. 

— eu amava sua mãe, mas ela não me satisfazia como antes, creio que saiba do que eu estou falando. 

— ela não trepava direito? – a menina riu dando-me um fraco tapa na coxa. 

A primeira mulher no mundo que pôde me envergonhar falando sobre sexo foi aquela menina, espero que seja a única que consiga pois me sinto mais que constrangido naquela situação, ela foi criada muito solta, parecia uma criança de seis que fala o que pensa. 

— vamos mudar de assunto, então o que gosta de comer?, podemos pedir algo assim que chegar em casa – Peguei meu celular procurando um número de restaurante para comprar algo.

— sei lá, tanto faz – a menor simplista tirou o cinto e deitou a cabeça em meu colo o que me surpreendeu bastante. 

Sim, estava sendo uma grande dificuldade e eu previa futuramente muita merda, mas o que me vinha na cabeça agora era que de jeito algum eu poderia deixar meu pau ficar duro, e a menina complicava tudo, me questionei se aquilo era obra minha mesmo,por outro lado, ficaria  muito feliz se não fosse... 

Virei na rua de minha casa e então dei uma leve acelerada até a enorme casa branca onde tinha os portões negros que a cercava. 

Apertei o botão embutido na chave logo vendo a garagem se abrir e ao lado esquerdo o carro blindado branco de Jinsoul  estacionado, sim, ela havia chegado, ou seja, já estava me esperando para encher o saco com coisas do casamento que eu estava muito pensando em cancelar. 

— que casa!, mora sozinho? – S/n desceu do carro indo para a porta traseira pegar sua mochila. 

— sem contar com os empregados, sim, eu moro sozinho – desliguei o carro assim que a menina saiu, travei as portas e fui até o porta fecha-lo. 

A mais nova encantada olhava as janelas dos três andares da casa, mal esperava pra entrar. Andamos pelo caminho até as portas de madeira rústica do local, essas que davam entrada para meu "palácio". 

Abri as portas tendo S/n como a primeira a entrar e logo pôr as mãos nos lábios arregalando os olhos . 

— Okay, não pense em me devolver para meus avós – S/n jogou a mochila no chão e começou a caminhar pela casa, maravilhada com tanto espaço. 

Não demorou muito para Jinsoul aparecer do segundo andar, descendo as escadas com cautela enquanto encarava minha filha que passava por todos os moveis possíveis. 

— então essa é sua filha. 

— quem é você? – S/n sorriu para Jinsoul que com a mesma cara quis se apresentar. 

— Noiva de seu pai, Jinsoul. 

Por meros segundos o sorriso de orelha a orelha na face de S/n se desfez, e logo a menina me olhou com certa raiva, não entendia o motivo da mudança repentina, e novamente de uma hora pra outra a menina gargalhava feito louca. 

 então foi por ela, Senhor Jeon?. 

— não entendi – coloquei a chave por cima da mesa onde costumávamos jantar. 

 Foi por ela que trocou minha mãe?, por Jung Jinsoul? – A menina indignada pôs as mãos na cintura enquanto batia os pés – vovó me falou sobre você, não tem vergonha? – S/n gritou ao perceber Jinsoul revirando os olhos. 

– não conhecia sua mãe pessoalmente, mas Jungkook me disse que ela era calma, e espero que ela não tenha tido esse seu descontrole todo antes de morrer. 

— Ah, Aish!! – S/n dava voltas e voltas pela sala, demonstrava bastante sua indignação em relação a meu noivado e a Jinsoul. 

Jinsoul, acho que não é um bom momento para estar aqui, poderia voltar depois?... 

não volte nunca mais aqui, sua... 

Antes que a menina se alterasse mais e começasse a xingar Jinsoul com as palavras baixas que aprendia naquele lugar que a avó dela chamava casa tampei sua boca com minha mão sentindo a respiração da menina descontrolar-se. 

— podemos marcar pra falar do casamento quando minha filha estiver mais calma. 

— não acredito, irá me mandar embora por conta das loucuras dela. 

— Jinsoul, me de um tempo com ela, precisamos nos conhecer, então  por favor vá embora, não lhe matará, deixe de infantilidade. 

E a loira puxou sua bolsa de cima do sofá enraivecida e se direcionou até a porta principal saindo, sabia que teria que fazer o maior show para que ela me desculpasse e outras besteiras, mas não tinha cabeça para isso agora. 

Soltei a menina que revolta me olhava, esperava belos tapas da menina, mas ela apenas se sentou no sofá com os braços cruzados e a cara emburrada. 

— por que tem tanta raiva? – me aproximei dela me ajoelhando em sua frente deixando minhas duas mãos em suas coxas descobertas. 

— eu não quero que fique com ela, Jungkook – a menina emburrada com as pernas entreabertas pegou uma de minhas mãos enquanto brincava com meu indicador. 

— tem que entender que gosto dela como gostava de sua mãe – deixei minha mão livre acariciando sua coxa, deixava desenhos pelo local. 

— mas eu não gosto dela, assim pretendo voltar pra casa de minha vó – a morena tirou de sua boca o chiclete já nulo e colocou em meu indicador. 

— vamos fazer assim, se tentar, nem que seja um pouco, darei um presente para você, o que você quiser, sem excessão, mas tem que tentar ser legal com a Jinsoul... 

— Qualquer coisa?... 

— Qualquer coisa!– vejo nos lábios da menina se formar um gigante sorriso. 

— então temos um trato – disse a morena enquanto chupava meu indicador, esse que tinha um chiclete na ponta... 

❁❀ “ Revisado! ” ❁❀


Notas Finais


안녕, 내 사랑, 잘 지냈니?


Espero que tenham gostado, fiz com todo amor e carinho, tenho que dizer que quase todo começo de livro é um tédio e esse foi bastante, mas logo logo as coisas vão apimentar

Erros, relevem, passaram despercebidos


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